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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

A Poesia de Ludovina Frias de Matos

Título: A Poesia de Ludovina Frias de Matos
Autor: Elísio de Vasconcelos
Editor:
Tipografia: Tipografia Araújo - Porto
Ano: 1959 (Agosto)
Idioma: Português
Nº de Páginas: 32 páginas
Dimensões:  12,8 cm x 19,2 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom, exemplar muito estimado

Preço:    20,00 €
Referência: 2502001
Sinopse:





Para encomendar, utilize por favor, o formulário de contacto nesta página, ou o endereço de email: canto3livros@gmail.com
ou, os contactos telefónicos:
+351 938 863 018 (chamada para rede móvel nacional) ou,
+351 224912 749 (chamada para rede fixa nacional).
Muito obrigado!

domingo, 12 de janeiro de 2025

VIAGEM - CARLOS MENDES

Título: Viagem
Compositor/intérprete: Carlos Mendes
Género: Nacional
Idioma: Português
Formatos: Disco de vinil LP /Álbum e CD
Rotação disco de vinil: 33 rpm
Data de lançamento: Setembro de 2023
Ano da edição: 2023 (Setembro)
Etiqueta:
Canções: 
1- Uma Carta da Lua
2. As Meninas do Meu Tempo
3.Figueirinha 
4.Ilha 
5.Confinamento 
6.Testamento 
7.Quando Fores Apenas Lua 
8.Vem 
9.Molly 
10.Vem buscar-me Deste Lado 
11.Mãe
Estado de conservação: Novo, ainda embalado

Preço:  Disco LP Vinil - 15,00 €
             CD - 10,00 €
Referência:  2501015

Sinopse: "Em parceria com Carlos Mendes, a Lusitanian Music Publishing inaugurará em Setembro um novo selo discográfico: The Mysterious Carlos Mendes,  dedicado à edição, promoção e dinamização da obra discográfica de Carlos Mendes, e  que deriva o seu nome a partir de um artigo na imprensa Inglesa, que  tentava   descortinar  quem seria  o artista  português  que tinha gravado a música  "Penina" de Paul McCartney.

O ciclo editorial começa com  a reedição do  álbum "Viagem", um disco  Antena 1, agora remasterizado por Florian Siller, e irá anunciar brevemente um cronograma editorial que inclui a reedição da extensa e diversificada obra discográfica de Carlos Mendes, nos formatos vinil, CD e digital.

O álbum "Viagem" constitui  um percurso  pelos  sons  e  influências  de um artista que nos devolve um conjunto de canções e poemas, onde descobrimos as saudades, paixões, sorrisos e momentos  intimistas, na sua viagem da vida.

Em "Viagem" encontramos clássicos imediatos como "As Meninas do meu Tempo", em delicioso tom retro; "Figueirinha" com um arranjo delicioso, "Ritinha" e a sua balada que nos faz sorrir; "Uma Carta da Lua", uma das grandes surpresas deste disco, graças às suas violas entre o Blues e o Rock. "Molly", com a sua sonoridade jazzy, é um tributo à musicalidade da cadela Labrador que acompanha a vida do artista, e por falar em Jazz dos anos 20 do século passado, surge o tema "Confinamento". Continuando a "Viagem", percorremos paisagens que nos fazem recordar os Beatles em "Quando Fores Apenas Lua", ou o tema "Ilha", num belíssimo arranjo, com laivos de psicadelismo. Referência ainda para "Mãe", intimista e com grande apelo, muito sentido e emocional. Esta "Viagem", quase no final, passa pelos labirintos de emoções e amor que um Bolero, romântico e triste, nos oferece através da voz e do piano de Carlos Mendes, nos temas: "Testamento", "Vem" e "Vem Buscar-me deste Lado".

A "Viagem" de Carlos Mendes  contou com os  poemas de Alda Lara, Helena Corado, Rosamar, Afonso Melo,  Joaquim Pessoa,  José Jorge Letria e do próprio  Carlos Mendes,  que assina também as músicas, excepto  a parceria com  Jazzafari no tema "As Meninas do Meu Tempo". Os arranjos estiveram a cargo de Carlos Mendes e  Jazzafari, que também produziu este trabalho."

Para encomendar, utilize por favor, o formulário de contacto nesta página, ou o endereço de email: canto3livros@gmail.com

ou, os contactos telefónicos:
+351 938 863 018 (chamada para rede móvel nacional) ou,
+351 224912 749 (chamada para rede fixa nacional).

Muito obrigado!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

THE POETICAL WORK'S OF ELIZA COOK

Título: Poetical Work's
Autor: Eliza Cook
Editora: Yardley & Hanscomb - London
Edição: 
Ano: 
Dimensões:  12 cm x 18 cm
Nº de páginas: 624 páginas
Encadernação: Encadernação editorial
Idioma: Inglês
Estado de conservação: Bom

Preço:   30,00 €
Referênci: 2501012

Sinopse: 

segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

A Collection of Poems by Catherine Campbell

Título: A Collection of Poems by Catherine Campbell
Autor: Catherine Campbell
Tipografia: A. Paulos - Lisboa
Edição: 1ª edição
Ano: 1956
Dimensões: 13 cm x 19 cm
Nº de páginas: 30 páginas
Encadernação: Bonita encadernação com ferros a ouro
Idioma: Inglês
Estado de conservação: Bom

Preço:    20,00 €
Referência: 2412022

Sinopse: 

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Primeira Colectânia de Poetas Felgueirenses

Título: Primeira Colectânia de Poetas Felgueirenses
Autor: 
Editor: Edição da Câmara Municipal de Felgueiras
Edição: 1ª edição
Ano: 1989
Nº de páginas: 160 páginas
Dimensões: 15 cm x 21 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom, ainda com as páginas por abrir

Preço:     25,00 
Referência:  2411014

Sinopse:

domingo, 17 de novembro de 2024

"AMOR DE PERDIÇÃO", em Verso

Título: "Amor de Perdição" em Verso
Autor: Júlio Guimarães
Editora: Livraria Barateira - Lisboa
Edição: 1ª edição
Nº de páginas: 64 páginas
Dimensões: In- 8º 
Capa de: Alberto de Sousa (1880-1961).
Encadernação: Brochura, encadernado em capa dura
Estado de conservação: Bom exemplar, 

Preço:   43,00 €
Referência: 2411017

Sinopse: Relevante peça camiliana com elevado interesse histórico e bibliográfico, presume-se que publicada nos anos 20 do século XX.
Estamos em presença da versão em verso do Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco, por Júlio de Guimarães - o "poeta fadista".
Esta obra encontra-se dividida em três partes, todas em verso: Introdução; A fisionomia dos principais personagens do Amor de Perdição, onde o autor traça o retrato psicológico das personagens; Amor de Perdição.

Peça para colecionadores, muitíssimo rara.
 
Além deste exemplar, um outro conhecido mas já indisponível no Livreiro Monasticon refere o seguinte:

“Em nota do antigo proprietário, numa folhinha batida à máquina, é-nos transmitido que a edição "deste curioso folheto em verso, feito pelo livreiro Júlio de Guimarães (o poeta fadista) foi totalmente apreendida e destruída, tendo escapado uma meia dúzia de exemplares", dando ainda conta do seguinte: "O nosso ostenta a capa de brochura ilustrada pelo mestre aguarelista Alberto de Sousa o que o torna mais valioso e raro." Só não explica porque foi dizimada esta edição, algo que também não conseguimos deslindar. No entanto, atestando a veracidade destas informações, as referências ao livro são praticamente inexistentes, tanto quanto foi possível apurar, com exceção de um artigo de Maria Aparecida Ribeiro, da Universidade de Coimbra, intitulado Amor de Perdição, de novela portuguesa a cordel brasileiro. A BNP dá notícia de um exemplar.”»

"O «Amor de Perdição»,
Que as desventuras revela
Dum amor intranquilo,
Foi escrito na prisão,
Na penumbra duma cela,
Pelo seu autor: - Camilo.
 
Por ventura existe alguem
Que não tenha lido ainda
Este episódio de amor;
Jóia a onde se retém
A fulguração infinda
Do primoroso escritor?!...
 
Não ha ninguem, certamente,
Que não tivesse chorado
Nas paginas dêste drama;
Fatal código, fremente,
De todo o ser desgraçado
Que na vida sofre e ama!"
 
(Excerto da Introdução)
 
"Domingos José Botelho,
Da alta nobreza o espelho,
Juiz de fóra em Cascaes,
Sentindo do amor a chama,
Contraiu com linda dama
Laços matrimoniais.
 
Dona Rita Preciosa
Era o nome da formosa
Esposa do nobe juiz;
Que a-pesar d'amor lhe ter
Nunca a conseguiu fazer
Inteiramente feliz.
 
[...]
 
Tendo apenas quinze anos,
Libertos de desenganos,
- Quadra em que a vida é vergel, -
Simão estudava em Coimbra :
- Cidade que encantos timbra! -
Com seu irmão Manuel.
 
Co´a enfusiante alegria
Da sua alma bravia.
Por esboçar desacatos;
Simão Botelho era tido
Por valente, destemido,
Entre os colegas pacatos
 
Com sua grande bravura
Honrava a nobre figura
Do seu bisavô paterno;
Porém, fremindo no peito
Tinha um coração perfeito,
Bondoso, simples e terno."
 
(Excerto do Cap. I - (1779 a 1802)

quarta-feira, 10 de julho de 2024

A Ceia dos Cardeais

Título: A Ceia dos Cardeais
Poemas e Voz de: 
Género: Teatro/poesia, peça em um acto, em verso com Alves da Cunha, Assis Pacheco, João Villaret
Idioma: Português
Disco de vinil: LP /Álbum
Rotação: 33 rpm
Etiqueta:
Capa de: Teresa Dias Coelho

Lado A - 

Lado B - 

Estado de conservação: Bom

Preço: 20,00 €
Referência:  2407015

Sinopse: 

 

Mar Português (Possessio Maris)

Título: Mar Português
            (Possessio Maris)
Poemas e Voz de: Joaquim Luiz Gomes e Paulo Alexandre
Género: Poesia
Idioma: Português
Disco de vinil: LP /Álbum
Rotação: 33 rpm
Etiqueta:
Capa de: Teresa Dias Coelho

Lado A - 

Lado B - 

Estado de conservação: Bom

Preço: 23,00 €
Referência:  2407014

Sinopse: Narrativa sinfónica, parte II da "Mensagem" de Fernando Pessoa

Fernando Pessoa por João Villaret

Título: Fernando Pessoa
Poemas e Voz de: Poemas de Fernando Pessoa ditos por João Villaret
Género: Poesia
Idioma: Português
Disco de vinil: LP /Álbum
Rotação: 33 rpm
Etiqueta:
Capa de:

Lado A - 

Lado B - 

Estado de conservação: Capa e disco bons

Preço: 20,00 €
Referência:  2407010

Sinopse: 


João Villaret

Título: João Villaret
Poemas e Voz de: Poemas diversos e voz de João Villaret
Género: Poesia
Etiqueta: RR
Idioma: Português
Disco de vinil: LP /Álbum
Rotação: 33 rpm
Capa de: 

Lado A - 

Lado B - 

Estado de conservação: Capa e disco em bom estado

Preço:   17,50 €
Referência:  2407009

Sinopse: 

"João Villaret No São Luís," N° 2

Título: João Villaret no São Luís, nº 2
Poemas e Voz de: Poemas diversos, voz de João Villaret
Género: Poesia
Idioma: Português
Disco de vinil: LP /Álbum
Rotação: 33 rpm
Etiqueta:
Capa de: 

Lado A - 

Lado B - 

Estado de conservação: Capa e disco em bom estado

Preço: 20,00 €
Referência:  2407012

Sinopse:

"João Villaret No São Luís," N° 1

Título: João Villaret no São Luís, Nº 1
Poemas e Voz de: Poemas diversos, voz de João Villaret
Género: Poesia
Idioma: Português
Disco de vinil: LP /Álbum
Rotação: 33 rpm
Etiqueta:
Capa de: 

Lado A - 

Lado B - 

Estado de conservação: Bom

Preço: 20,00 €
Referência:  2407011

Sinopse:

Camões

Título: Camões
Poemas e Voz de: Poemas de Luís de Camões e voz de Carlos Wallenstein
Género: Poesia
Idioma: Português
Disco de vinil: LP /Álbum
Rotação: 33 rpm
Etiqueta:
Capa de: Teresa Dias Coelho
Ano: 1973

Lado A - 

Lado B - 

Estado de conservação: Capa e disco bons

Preço: 18,00 €
Referência:  2407016

Sinopse: Sonetos e Redondilhas,  Écloga - «Arde Por Galotea Branca e Loura» ,«Os Lusíadas» - «A Partida  Das  Naus», «Os  Lusíadas»  -  «Fogo  De Santelmo E Tromba Marítima», «Os Lusíadas» - «Inês De Castro»

domingo, 10 de março de 2024

Poesia - Eugénio de Andrade

Título: Poesia
Autor: Eugénio de Andrade
Editor: Modo de Ler
Prefácio: Não tendo sido possível, por motivos de saúde, pedir a Óscar Lopes um prefácio para esta edição utilizou-se um texto do grande estudioso da obra de Eugénio de Andrade - "A Mãe d´Água ou A Poesia de Eugénio" publicado em 1993, que era de particular predilecção do poeta.
Número de páginas: 714
Encadernação: Encadernação editorial com sobrecapa
Ano: 2011
Dimensões:
Estado de conservação: Livro novo

Preço:  50,00 €
Referência: 2403001

Sinopse: "Poesia" de Eugénio de Andrade reúne toda a sua obra poética, desde "Primeiros Poemas" (recuperados dos dois primeiros livros - Adolescente e Pureza- que o autor repudiou) e "As Mãos e os Frutos" (1948) até "Os Sulcos da Sede" (2001), a sua última obra poética. Não tendo sido possível, por motivos de saúde, pedir a Óscar Lopes um prefácio para esta edição utilizou-se um texto do grande estudioso da obra de Eugénio de Andrade - "A Mãe d´Água ou A Poesia de Eugénio" publicado em 1993, que era de particular predilecção do poeta.

Autor: "Eugénio de Andrade, poeta português, Eugénio de Andrade (1923-2005), pseudónimo de José Fontinhas, nasceu a 19 de janeiro de 1923 no Fundão. Em 1947 ingressou na função pública, como funcionário dos Serviços Médico-Sociais, e em 1950 fixou residência no Porto. Manteve sempre uma postura de independência relativamente aos vários movimentos literários com que a sua obra coexistiu ao longo de mais de cinquenta anos de atividade poética. Revelando-se em 1948, comAs Mãos e os Frutos, a que se seguiria, em 1950, Os Amantes sem Dinheiro, o seu nome não se encontra vinculado a nenhuma das publicações que marcaram, enquanto lugar de reflexão sobre opções e tradições estéticas, a poesia contemporânea, embora tenha editado um dos seus volumes, As Palavras Interditas, na coleção "Cancioneiro Geral" e colaborado em publicações como Árvore, Cadernos do Meio-Dia ou Cadernos de Poesia. É, aliás, nesta última publicação, editada nos anos quarenta, que se firmam algumas das vozes independentes, como Ruy Cinatti, Sophia de Mello Breyner Andresen ou Jorge de Sena, que inaugurariam, no século XX, essa linhagem de lirismo depurado, exigente, atento ao poder da palavra no conhecimento ou na fundação de um real dificilmente dizível ou inteligível, em que Eugénio de Andrade se inscreve. A escolha dos inofensivos substantivos "pureza" e "leveza" para referir a sua obra derivará talvez da noção do impulso de purificação que a sua poética confere às palavras através da exploração de um léxico essencial até à exaltação. Quando Maria Alzira Seixo fala do caminho que esta poesia percorre "na senda do rigor da lápide" ("Every poem is an epitaph", já dizia Eliot) levanta o véu de um dos pontos fulcrais desta poesia que, nas palavras do próprio Eugénio de Andrade (Rosto Precário), se afirma como o "lugar onde o desejo ousa fitar a morte nos olhos". Falar desta obra como morada da "leveza" e da "pureza" é encobrir o que nela há de ofício de paciência e de desesperada busca. Talvez seja preferível falar da força básica de um léxico de tal maneira investido da radicação do corpo do objecto amado no mundo e na sua paisagem que é capaz de impor o desejo da luz no coração das trevas da mortalidade. Eugénio de Andrade surgirá, assim, como o poeta da "correlação do corpo com a palavra" (Carlos Mendes de Sousa), da sexualidade trabalhada verbalmente até atingir uma "zona gramatical cega" (Joaquim Manuel Magalhães) onde o referido sexual não tem género gramatical referente porque o discurso em que vive pertence já a uma dimensão cuja musicalidade representa a recuperação de uma voz materna intemporal. Eugénio de Andrade foi elemento da Academia Mallarmé (Paris) e membro fundador da Academia Internacional "Mihail Eminescu" (Roménia). Para além de tradutor de vários autores, cujas obras recriou poeticamente (García Lorca, Safo, Borges), e organizador de várias antologias poéticas, é autor de obras como Os Afluentes do Silêncio (1968), Rosto Precário (1979), À Sombra da Memória (1993) (em prosa), As Mãos e os Frutos (1948), As Palavras Interditas (1951), Ostinato Rigore (1964), Limiar dos Pássaros (1976), Rente ao Dizer (1992), Ofício da Paciência (1994), O Sal da Língua (1995) e Os Lugares do Lume (1998). Recebeu ao longo da sua vida vários prémios: Pen Clube (1986), Associação Internacional dos Críticos Literários (1986), Dom Dinis (1988), Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1989), Jean Malrieu (França, 1989), APCA (Brasil,1991), Prémio Europeu de Poesia da Comunidade de Varchatz (República da Sérvia, 1996), Prémio Vida Literária atribuído pela APE (2000) e, em maio de 2001, o primeiro prémio de poesia "Celso Emilio Ferreiro" atribuído em Orense, na Galiza. Em 2001, a 10 de maio, Eugénio de Andrade foi homenageado na Universidade de Bordéus por altura da realização do "Carrefour des Littératures", tendo sido considerado um dos mais importantes escritores do século XX. Estiveram presentes várias ilustres personalidades, entre elas o Presidente da República Portuguesa Jorge Sampaio. A 10 de Julho foi distinguido com o Prémio Camões e, ainda no mesmo ano, foi lançado um CD com poemas recitados pelo próprio autor. Em 2002, foram atribuídos os prémios PEN 2001 e Eugénio de Andrade recebeu o prémio da área da poesia pela sua obra Os Sulcos da Sede. No dia em que comemorou o seu octogésimo aniversário foi homenageado na Biblioteca Almeida Garrett do Porto. Em 1991, foi criada na cidade do Porto a Fundação Eugénio de Andrade. Para além de ter servido de residência ao poeta, esta instituição tem como principais objetivos o estudo e a divulgação da obra do autor assim como a organização de diversos eventos como, por exemplo, lançamentos de livros, recitais e encontros de poesia. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2005."


domingo, 26 de novembro de 2023

Condição Reflexa - Poemas (1952 - 1982)

Título: A Condição Reflexa
             Poemas (1952 - 1982)
Autor: António Rebordão Navarro
Editor: Imprensa Nacional-Casa da Moeda
Coleção: Biblioteca de Autores Portugueses
Capa:  Capa da brochura com a reprodução a cores de uma pintura de Henrique Pousão.
Ano: 1990
Dimensões:  15 cm x 24 cm
Nº de páginas:  272 páginas
Capa: Brochura
Estado de conservação: Bom, livro valorizado com dedicatória do autor 

Preço:    14,00 €
Referência: 2311014

Sinopse:  Com uma «Nota breve sobre um poeta e um cigarro na cidade», assinada por Maria da Glória Padrão. Capa da brochura com a reprodução a cores de uma pintura de Henrique Pousão.

 

Valorizado pela dedicatória do autor.

Adriano Correia de Oliveira

Título: Adriano Correia de Oliveira
             Trova do Amor Lusíada
Coordenação editorial: José Niza
Editor: 
Edição: 
Coleção: Colecção completa constituída por 7 livros com CD
Ano: 
Dimensões:  
Nº de páginas:  
Capa: Capa dura
Estado de conservação: Bom

Preço:    52,50 €
Referência: 2311013

Sinopse: Vol.1 - Trova do Amor Lusíada - Fados e Baladas de Coimbra
Vol.2 - O Sol Préguntou à Lua - Cantigas Portuguesas
Vol.3 - Trova do Vento que Passa - Adriano canta Manuel Alegre I
Vol.4 - O Canto e as Armas - Adriano canta Manuel Alegre II
Vol.5 - Gente de aqui e de agora - Adriano canta José Niza
Vol.6 - Que nunca mais - Adriano canta Manuel da Fonseca
Vol.7 - Menina dos Olhos Tristes - A Noite dos Poetas

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Manuel Gusmão (Évora, 1945 - Lisboa, 9 de Novembro de 2023)


Canção porque (não) Morres

Este é o último livro, prometia
como alguém que tivesse esquecido
que assim sempre tinha sido - aquele
era o último e depois que alguém viesse
fechar a porta contra o som do mar.
- Pagava por jogar no escuro
e por aqueles ardis já gastos
com que pensava e não pensava
enganar a morte branca e vermelha.
- Ah e não esqueças: - deitar fora a chave
 
Canção como não morres
se é a morte que em ti sobe até à fonte
do sangue, até à flor do sal queimando
os dedos; até à boca que por te cantar
se acende negra; até à copa
das árvores que distribuem o sol
sobre o corpo morto do amor
amante e desamado?
 
Ou antes: de que morres, por que morres
tu, canção já sem voz, já
sem o canto,
            - já sem outro assunto
de momento, me despeço de todos vós-
quem falou agora? - Que importa quem falou?
- Que importa? Nada e nonada. E, sim, tudo
é tudo o que importa, para quem veio
mandado a que chamasses quem
tivesse chamado.
 
Canção, o teu sopro é quente
e têm sede os teus ventos, esses animais
do ar que por mil tubos sopram no corpo-músico
a verdade que calcinou os amantes que já o veneno
beijara até à flor do sangue.
depois, as palavras em que te perderas serão
cinzas sobre o mar e espuma suja
entre as rochas. Que atraso ou afecto
te prende ainda a esta margem
Por quem esperas tu
canção ainda
agora
que já por todo o céu
a terra nos esqueceu
 
Morresses, agora, canção
enquanto corres ainda pelo sangue
de quem escuta - e
morrerias no fulgor último
que ao fundo, no horizonte
da linguagem,
da própria linguagem
se afasta já, e abandonando vai
os seus bairros periféricos, despedindo-se
da tristeza dos migrantes derradeiros;
queimando página a
página
os últimos barcos.
 
Manuel Gusmão, in 'Migrações do Fogo'

Manuel Gusmão, (Évora, 1945 – 2023), poeta, ensaísta, tradutor e professor universitário português.

Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, tendo-se doutorado com a tese sobre a Poética de Francis Ponge (1987).É professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, desenvolvendo trabalho nas áreas da Literatura Portuguesa, Literatura Francesa e Teoria da Literatura. É membro da Associação Internacional de Literatura Comparada e fundador da Associação Portuguesa de Literatura Comparada.

Pertenceu às redacções das revistas O Tempo e o Modo e Letras e Artes e foi colaborador permanente do Jornal Crítica, entre 1961 e 1971. Foi fundador das revistas Ariane (revue d’études littéraires françaises), que se publica desde 1982, e Dedalus, da Associação Portuguesa de Literatura Comparada, desde 1991). É coordenador editorial da revista Vértice desde 1988.

É tradutor português de poemas de Francis Ponge.Vencedor, em 2004, do Prémio D. Diniz, da Fundação Casa de Mateus; do Prémio Vergílio Ferreira, atribuído pela Universidade de Évora (2005). Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 28 de julho de 2023

RIMAS, AUTOS E CARTAS

Título: Rimas, Autos e Cartas
Autor: Luis de Camões
Editor: Livraria Civilização Editora
Direcção literária: Dr. Álvaro Júlio da Costa Pimpão
Idioma: Português
Ilustrações: Obra ilustrada com iluminuras de Mestre                                  Joaquim Lopes
Ano: 1962 (Porto)
Dimensões: 23 cm x 31 cm
Encadernação: Encadernação editorial, gravada a ouro na lombada e pastas
Nº de páginas:  494 XXXVIII-494-II páginas 
Estado de conservação: Bom

Preço:     75,00 €
Referência: 2307015

Sinopse: Edição luxuosa, impressa em excelente papel e artisticamente ilustrada a várias cores com iluminuras, cabeções de enfeite e florões de remate, executados pelo mestre Joaquim Lopes para esta edição.

domingo, 7 de maio de 2023

Poesia de 26 séculos

Título: Poesia de 26 Séculos
             (Primeiro volume) De Arquiloco a Calderón 
Antologia, tradução, prefácio e notas de:
Jorge de Sena
Editor: Editorial Inova, Limitada / Porto
Edição: Primeira edição
Coleção: As Mãos e os Frutos
Composto e Impresso: Inova / Artes Gráficas
Direção Gráfica de: Armando Alves
Género: Poesia
Nº de volume: 6º volume da Colecção As Mãos e os Frutos
Idioma: Português
Ano: 1971
Dimensões: 14 cm x 20,5 cm
Capa de: Desenho de Manuel Ribeiro de Pavia
Encadernação: Brochura com badanas
Ilustrações: Ilustrado com fotogravuras em separado
Nº de páginas:  272 páginas 
Estado de conservação: Bom, ainda com as páginas por abrir

Preço:     65,00 €
Referência: 2305044
 
Sinopse: 

Antologia de Vicente Aleixandre

Título: Antologia de Vicente Aleixandre
Autor: Vicente Aleixandre (Prémio Nobel 1977)
Seleçao, tradução e prólogo: José Bento
Editor: Editorial Inova, Limitada / Porto
Edição: Primeira edição
Coleção: As Mãos e os Frutos
Composto e Impresso: Inova / Artes Gráficas
Género: Poesia
Nº de volume: 12º volume da Colecção As Mãos e os Frutos
Idioma: Português
Ano: 1977
Dimensões: 13,8 cm x 20 cm
Capa de: Desenho de Manuel Ribeiro de Pavia
Encadernação: Brochura com badanas
Ilustrações: Ilustrado com fotogravuras em separado
Nº de páginas:  228 páginas 
Estado de conservação: Bom, ainda com as páginas por abrir

Preço:     25,00 €
Referência: 2305043
 
Sinopse: