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sábado, 21 de fevereiro de 2026

A Velha Casa - Os Avisos do Destino

 Título: A Velha Casa
             Os Avisos do Destino
Autor: José Régio
Editor: Edições Ser - Vila do Conde  
Edição: Primeira edição
Ano: 1953
Tipografia: Gráfica de Santa Clara - Vila do Conde
Nº de páginas: 466 páginas
Dimensões: In-8º - 19 cm x 13,5 cm
Encadernação: Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, miolo limpo, preserva a capa de brochura

Preço:     45,00 € + despesas de envio
Referência:  2507074

Sinopse: "A Velha Casa" é uma obra em três volumes do escritor português José Régio, sendo "Os Avisos do Destino" o terceiro e último volume. Publicado em 1953, este volume é considerado por muitos como a obra-prima de Régio, de acordo com a Bokay. A obra faz parte da série "A Velha Casa", que explora temas como a família, a religião, a morte e o destino.
"Os Avisos do Destino" ("A Velha Casa III") aprofunda a análise da personagem central, António, e sua relação com a família e o mundo. O romance aborda as consequências das escolhas e ações de António, mostrando como o destino parece agir na vida das personagens, guiando-as para determinados caminhos. A obra explora a complexidade das relações familiares e os conflitos internos e externos que as personagens enfrentam.
Em resumo:
"A Velha Casa" é uma obra em três volumes de José Régio, com "Os Avisos do Destino" sendo o terceiro e último.
"Os Avisos do Destino" é considerado a obra-prima de Régio.
O livro aborda temas como família, religião, morte e destino.
A obra explora a influência do destino nas vidas das personagens, especialmente António.

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

A Cantora Careca - Anti-Peça

Título: A Cantora Careca - Anti-Peça
Autor: Eugène Ionesco
Editor: Contraponto - Lisboa
Edição: 1ª edição
Ano: S/d
Ilustrações de: Fernando Bento
Dimensões: In 8º
Nº de páginas:  46 págs.
Encadernação: Brochura
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom

Preço:   12,00 € 
Referência: 2511009

Sinopse: "A Cantora Careca" é uma peça de teatro de Eugène Ionesco, um dos principais expoentes do Teatro do Absurdo, que satiriza a falta de comunicação e o vazio da sociedade moderna. Inspirada num manual de inglês, a peça apresenta os casais Smith e Martin, cujas conversas sobre a vida quotidiana se tornam cada vez mais incoerentes e sem sentido, revelando a dificuldade de diálogo e a padronização do pensamento"

terça-feira, 11 de novembro de 2025

Coração Português

Título: Coração Português
Autor: Rocha Martins
Editor: Editorial "Inquérito" - Lisboa
Edição: 1ª edição
Ano: 1946 
(Lisboa)
Coleção: "Romances da História Nacional", sendo o terceiro volume dessa série.
Nº de volume na coleção: Volume terceiro
Género: Romance Histórico
Dimensões: 19,5 cm x 12,5 cm
Nº de páginas:  340 páginas
Encadernação: Brochura
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, com ligeiras manchas de oxidação na capa

Preço:   20,00 € 
Referência: 2511005

Sinopse: "Coração Português" é o título de um livro da autoria de Rocha Martins (Francisco José da Rocha Martins, 1879-1952), um prolífico escritor, jornalista e historiador português.

A obra foi publicada em 1946 pela Editorial Inquérito, como parte da coleção "Romances da História Nacional", sendo o terceiro volume dessa série.

Trata-se de um romance histórico que reflete o interesse do autor em temas da história de Portugal, procurando, através da narrativa romanesca, explorar e divulgar episódios e figuras marcantes do passado português.

Rocha Martins foi um autor bastante ativo, com uma vasta bibliografia que abrange diversos géneros, mas com particular enfoque na história e na biografia. A sua escrita, acessível e envolvente, visava muitas vezes um público mais vasto, interessado em conhecer a história nacional de forma apelativa.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Kailâsha - Contos e Lendas do Hindustão (Índia)

Título: Kailâsha
             Contos e Lendas do Hindustão (Índia)
Autor: Telo de Mascarenhas
Editor: Edições Oriente
Edição: 1ª edição
Ano: 1937 (Lisboa)
Dimensões: 19 cm x 13 cm
Nº de páginas:  96 págs.
Encadernação: Brochura
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom

Preço:   20,00 € 
Referência: 2511002

Sinopse: Como o título indica, o livro é uma coleção de contos e lendas inspirados na cultura e tradições do Hindustão (Índia).

Do autor: Telo de Mascarenhas (Goa, 1899-1979) foi um poeta, jornalista e ativista goes que lutou pela independência da Índia, tendo sido uma figura importante na literatura goesa de língua portuguesa.

domingo, 14 de setembro de 2025

Os Super-Homens

Título: Os Super-Homens
             Romance
Autora: Agustina Bessa-Luís
Editor: Livraria Portugália / Porto
Edição: Primeira edição
Ano: 1950 
Ilustrações: Capa da brochura com uma ilustração de Alberto Luís
Encadernação: Brochado
Idioma: Português
Nº de Páginas: 290-II páginas
Dimensões: In-8º - 16 cm x 21,3 cm 
Estado de conservação: Bom, exemplar muito estimado

Preço:  350,00 € + portes de envio
Referência: 2509030

Sinopse: Os «Super-Homens» é o segundo livro de Agustina-Bessa-Luís.

Livro muito raro, valioso e de muito difícil aparição no mercado alfarrabista, não tendo tido até aos dias de hoje nenhuma reedição.

Este livro deu origem à conhecida polémica entre a autora e Jaime Brasil.

«Jaime Brasil criticou implacavelmente o seu segundo romance - que comparado com obras primas seguintes era relativamente fraco e ela reconheceu-o, mas a questão é que o crítico, que era consagrado, não o censurou por isso mas por aquilo que considerava ser a imoralidade e indecência do romance. É verdade que o livro contém cenas de sexo, o que é atípico na ficção de Agustina, mas o crítico chegou ao ponto de afirmar que uma senhora nunca escreveria aquilo e até comparou em modos muito violentos a autora a uma cabra com cio. Usando uma linguagem sexista que hoje seria qualificada como de assédio, enquanto a uma mulher nos anos 50 era complicado responder a um ataque deste tipo.»

Personalidade peculiar e indecifrável, Agustina foi elevada pelos seus pares ao estatuto de “génio” e de “deusa”. Nunca teve dúvidas do seu talento, mas também enfrentou a crítica, sobretudo no início. 

"O seu lugar de eleição para trabalhar era uma poltrona, com uma mesa redonda ao lado para pousar livros e jornais, numa sala de sua casa que dava para um pátio, que por sua vez tinha vista para o Douro. Enquanto passava os pensamentos para o papel – como recordou a filha, Mónica Baldaque, na sessão de apresentação de Ensaios e Artigos (1951-2007) na Fundação Calouste Gulbenkian – sustinha a respiração, como se até um pequeno sopro pudesse perturbar o resultado."

«Agustina Bessa-Luís escrevia sempre à mão, numa caligrafia miudinha e apertada, com uma caneta de tinta azul. As palavras sucediam-se sem desvios e sem hesitações, preenchendo o espaço da folha branca de forma regular, como se tivessem por baixo linhas invisíveis para as orientar.»

«Depois era o marido, Alberto Luís, quem batia os textos à máquina, corrigindo aqui ou ali alguma incongruência. “Quando o manuscrito era passado à máquina os dois tinham grandes conversas, porque sendo o meu avô uma pessoa do Direito poderia haver uma ou outra coisa que não lhe fazia sentido na história, e aí havia grandes discussões”, recordou a neta da escritora, Lourença Baldaque, numa entrevista ao SOL em 2017. “Às vezes a minha avó cortava a discussão e não queria saber».

«Agustina e Alberto Luís formavam um “casal intelectual”, que partilhava a paixão pelos livros, pelas conversas e pela troca de ideias. Mesmo para alguém com um feitio peculiar, não deixa de ser surpreendente a forma como Agustina conheceu o marido. Ela colocou um anúncio n’O Primeiro de Janeiro: “Jovem instruída procura correspondência com pessoa inteligente e culta”. Ele respondeu ao chamamento e assim iniciaram uma relação que resultou em casamento, em 1945, e que durou até ao fim da vida de Alberto, em 2017, aos 94 anos.»


terça-feira, 5 de agosto de 2025

Anastácio Ramos (Um Operário com História)

Título:  Anastácio Ramos
              (Um Operário com História)
Por: J. Silva 
Editor: Edição do autor
Edição: Primeira edição
Ano: 1958
Encadernação: Brochado
Idioma: Português
Nº de Páginas: 
Dimensões:  In-8º 
Estado de conservação: Exemplar estimado, com sinais de acidez na capa.

Preço:     30,00 € + portes de envio - Exemplar valorizado com dedicatória do autor. 
Referência: 2508001

Sinopse: "Operário metalúrgico no Porto, Anastácio  Gonçalves  Ramos desenvolveu importante intervenção sindical e política   durante   a  1.ª   República ,   sendo considerado  um   orador  que  galvanizava   os  comícios realizados   naquela   cidade   devido  aos  seus  dotes  de oratória. Preso por diversas vezes, tornou-se militante do Partido    Comunista    Português    aquando    da    sua  implantação   no   Porto,   participou    no    movimento revolucionário  de  3  Fevereiro  de  1927,  foi  deportado  para  os  Açores e para a Madeira, de onde se evadiu,  e esteve  exilado, por  pouco tempo,  em  Vigo.  Preso  dez  vezes  entre 1927 e 1938, conheceu, entre  outros  estabelecimentos prisionais, o Aljube do Porto e Peniche, voltando a ser detido pela última vez em 1949. Nome muito  respeitado  entre  o  operariado  e  o  sector  intelectual,  esteve  associado  à fundação  da  Sociedade  Editora  do  Norte  e , quando esta  foi encerrada  pela PIDE, criou a biblioteca itinerante "Afonso Ribeiro".  Faleceu  em 1957, tendo, em 1958,  José da Silva, seu camarada um pouco mais velho,  escrito o opúsculo Anastácio  Ramos - Um Operário com História [Edição do Autor, 1958]. Em 1968,  foi organizado  uma romagem  ao cemitério de S. Mamede de Infesta, onde está a sua campa, sendo oradores vários antifascistas.

Anastácio Gonçalves Ramos nasceu em 26 de Fevereiro de 1898, em Vizela. 

"Operário funileiro / zinqueiro, cedo se destacou enquanto organizador de greves sócio-profissionais no Porto - tipógrafos, construção civil, Carris, manipuladores do pão - e orador em comícios. Em 1919, era um dos dirigentes do movimento operário do Porto, representando os operários funileiros na União Sindical Operária, tendo discursado, em 14 de Outubro desse ano, no comício realizado contra a carestia de vida, a par de Joaquim Silva, Secretário-Geral da USO, David Oliveira, Domingos Pereira, Frederico Tavares, Guilherme Gonçalves Baptista, José da Silva Miranda (classe dos tecelões de seda), Maciel Barbosa e Serafim Cardoso Lucena. Ainda nesse período, assinou, pontualmente, um texto no semanário A Bandeira Vermelha, órgão da Federação Maximalista Portuguesa, publicado em 1919-1920."

"Dentro do movimento sindical, Anastácio Ramos tornou-se partidário da Internacional Sindical Vermelha e integrou o Núcleo Sindicalista Revolucionário do Porto, dinamizado pelo sapateiro José da Silva. Pouco depois, passou a militar no Partido Comunista e integrou a sua primeira direção local, presidida por José da Silva e composta, ainda, por António Nunes, chefe de armazém, e José Moutinho, empregado de escritório."

"Enquanto membro da direção do Norte do Partido Comunista, interveio, em Março e Abril de 1926, no Bloco de Defesa Social criado no Porto para denunciar as deportações por motivos sociais e combater o avanço do fascismo, sendo um dos oradores nas sessões e comícios então realizados. No dia 4 de Abril, no comício realizado na Alameda das Fontainhas, foi um dos que discursou, juntamente com oradores que representavam outras formações e sensibilidades políticas e sindicais: Américo Cardoso (Partido Republicano Radical); Cerdeira Paiva (republicano liberal); Jerónimo de Sousa (da Confederação Geral do Trabalho, mas que falou a título pessoal); José Domingues dos Santos (Esquerda Democrática); Marcelino Pedro (Câmara Sindical do Trabalho do Porto e redator de A Comuna); e Raul Tamagnini Barbosa (do Partido Republicano Radical, mas que também tomou a palavra enquanto)."

"Durante as comemorações do 1.º de Maio de 1926, interveio, enquanto membro do Partido Comunista, no comício realizado nas Fontainhas, tendo sido alvo de ataques de sectores anarco-sindicalistas. Segundo José da Silva relata nas suas Memórias de um operário, Anastácio Ramos, «com a sua voz de trovão, chamou a si a atenção geral da grande assembleia» e, «como era do seu estilo [...] abriu as suas considerações com um violento ataque ao Capitalismo, lançando-lhe os seus anátemas ao jeito de excomunhões, tática que sempre levava ao rubro os trabalhadores que o escutassem, o que desde logo lhe granjeou uma formidável ovação». 

"Ainda no mesmo mês, fez parte dos sete delegados do Porto ao II Congresso do Partido Comunista, realizado em Lisboa nos dias 29 e 30. Preso e libertado várias vezes durante a 1.ª República, Anastácio Ramos terá sido o principal promotor do Socorro Vermelho Internacional na cidade do Porto e as prisões iriam suceder-se com o triunfo da Ditadura Militar e a fascização do país."

"Participou, com o seu grupo, na revolução de 3 Fevereiro de 1927, refugiou-se em Espanha na sequência do seu fracasso (Processo 37/Porto) e terá sido preso ainda em 1927, disso dando conta Augusto Alves Rito em carta a Bernardino Machado, datada de 17 de Setembro desse ano: «[...] no Porto foi também preso o Anastácio Ramos, que esteve na Corunha também emigrado. Este Ramos é aquele rapaz comunista, para quem eu pedi a V. Ex.ª que o Cônsul lhe passasse um salvo-conduto» [(1927), Sem Título, Fundação Mário Soares / DBG - Documentos Bernardino Machado, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_100433 (2020-6-8)]."

"O seu Cadastro Político, arquivado na Torre do Tombo, começa por indicar a influência que, enquanto sindicalista comunista, Anastácio Gonçalves Ramos tinha na mobilização dos operários, datando de 9 de Fevereiro de 1928 a primeira prisão registada enquanto preso pela Delegação do Porto, «por ser revolucionário avançado» e «elemento comunista»."

"Libertado em 29 de Abril de 1928, manteve-se sob vigilância do «agente secreto N.º 39» e voltaria a ser preso pela Delegação do Porto em 1 de Outubro de 1930, a pedido da Polícia de Lisboa. Enviado para a capital no dia seguinte, acusado de fazer «parte de um grupo organizado pelo Comité Secreto do Partido Comunista e dedicado à prática de atentados pessoais», foi deportado para os Açores em 8 de Outubro [Processo 4695-J]. Seguiu na embarcação "Lima" juntamente com os militantes comunistas António Nunes, Bento Gonçalves, Francisco Pereira de Sousa e José da Silva, para além de outros deportados políticos, tendo sido cantada a Internacional pelos «presos e muitos seus familiares e amigos que deles se foram despedir à praia de Santos, em Lisboa» ["Comunistas deportados", Avante N.º 1735, 01/03/2007]."

"Evadiu-se, em 13 de Abril de 1931, da Ilha da Madeira, onde estava com residência fixada, a bordo do vapor "Guiné", juntamente com o comandante Sebastião da Costa e outros. Desembarcou em frente de Tavira, seguiu para o Norte, onde permaneceu alguns dias em Espinho e, depois, seguiu para Vigo, onde permaneceu até próximo do Natal. Regressou a Portugal e refugiou-se em sua casa, onde foi preso em 26 de Junho de 1932. Por despacho do Ministro do Interior, foi mandado restituir à liberdade em 14 de Julho [v. Processo 96/Porto]."

"Preso, no Porto, em 10 de Maio de 1933, «por fazer distribuição de propaganda comunista», e libertado em 24 de Maio."

"Preso pela Delegação do Porto em 17 de Janeiro de 1935 e libertado em 19 de Janeiro, voltou a ser detido em 2 de Fevereiro, por «manter ligações com comunistas foragidos das Astúrias» [Processo 16/Porto, Processo 1388/SPS]. Enviado para o Aljube do Porto e libertado em 25 de Abril, voltou a a conhecer a prisão pela terceira vez nesses ano." 

Preso em 2 de Dezembro e enviado para Peniche em 22 de Dezembro. Aí permaneceu seis meses e foi tirada esta fotografia, cedida pelo seu primo Tiago Casal Ribeiro, onde constam, também, os presos políticos Manuel Casal Ribeiro, António Gomes da Silva, "O Russo", Horácio Monteiro Barbosa e Carlos Dias da Fonseca. 

 

[Fortaleza de Peniche || 1.º Semestre de 1936 || Em cima: Manuel Casal Ribeiro, António Gomes da Silva "O Russo" e Anastácio Gonçalves Ramos; em baixo: Horácio Monteiro Barbosa e Carlos Dias da Fonseca]

[Fotografia disponibilizada por Tiago Casal Ribeiro, neto de Manuel Casal Ribeiro e primo de Anastácio Ramos]

Voltaria ao Porto em 28 de Maio de 1936, onde foi julgado pelo TME em 5 de Junho e libertado no dia seguinte [Processo 2220/35].

As prisões sucediam-se e, em 17 de Outubro, seria detido pela Delegação do Porto e libertado em 23 de Dezembro de 1936. Novamente preso pela Delegação do Porto em 14 de Janeiro de 1938 e julgado pelo TME em 10 de Agosto, foi absolvido e libertado em 17 do mesmo mês [Processo 1184/37]. 

A sua última prisão, a décima primeira sob a Ditadura, data de 12 de Fevereiro de 1949, em Vila Nova de Gaia, onde vivia, sendo libertado em 26 de Março [Processo 1167/949].

Segundo depoimento de Carlos Pereira Soares, Anastácio Ramos terá sido «o homem mais espectacular que eu conheci em toda a minha vida. Ele deu-se muito bem com o Abel Salazar; com essa gente que parava ali na Brasileira, e no Rialto, e com outros fez uma associação, que era a SEN - Sociedade Editora do Norte. Tinham sócios, e era através dessa sociedade que a gente requisitava livros, toda a gente. A PIDE investe contra isso e acaba a SEN. E esse Anastácio Ramos faz uma biblioteca itinerante, chamada Afonso Ribeiro. Pegado ao Piolho, havia um café que era de um homem da oposição, e aí se juntavam os elementos da direção dessa biblioteca itinerante, emprestavam livros, a gente pagava 5 tostões ou 2 tostões ou 3 tostões, já não sei quanto era, e levava o livro para casa. Se não pagasse também levava» 

Faleceu em 1 de Junho de 1957, ano em que José da Silva editou, por conta própria, o opúsculo Anastácio Ramos (um operário com história). 

Dez anos depois, em 1968, Sérgio Valente fotografou a romagem feita ao túmulo de Anastácio Gonçalves Ramos, localizado no cemitério de S. Mamede de Infesta - Matosinhos, tendo discursado vários oposicionistas ao regime, como Neves Fernandes e Zé "Barbeiro".

 


 

 

 [Sérgio Valente, um fotógrafo na oposição || Edições Afrontamento || 2010]

NOTA I: Agradeço a Tiago Casal Ribeiro a relevante correcção do ano do falecimento de Anastácio Gonçalves Ramos, localizando-o em 1957 e não 1958. Segundo a mesma informação, datada de 11 de Agosto de 2020, o primo direito Manuel Casal Ribeiro também esteve preso em Peniche em 1935/36.

 NOTA II: Novo agradecimento a Tiago Casal Ribeiro pela fotografia dos cinco presos políticos na Fortaleza de Peniche, datada do 1º semestre de 1936 e enviada em 3 de Fevereiro de 2022.

 [João Esteves]

[corrigida data de falecimento em 11/08/2020]

[alterada em 04/02/2022]

quinta-feira, 17 de julho de 2025

A Velha Casa - Os Avisos do Destino

Título: A Velha Casa
             Os Avisos do Destino
Autor: José Régio
Editor: Edições Ser - Vila do Conde  
Edição: Primeira edição
Ano: 1953
Tipografia: Gráfica de Santa Clara - Vila do Conde
Nº de páginas: 466 páginas
Dimensões: In-8º - 19 cm x 13,5 cm
Encadernação: Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, miolo limpo, preserva a capa de brochura

Preço:     45,00 € + despesas de envio
Referência:  2507074

Sinopse: "A Velha Casa" é uma obra em três volumes do escritor português José Régio, sendo "Os Avisos do Destino" o terceiro e último volume. Publicado em 1953, este volume é considerado por muitos como a obra-prima de Régio, de acordo com a Bokay. A obra faz parte da série "A Velha Casa", que explora temas como a família, a religião, a morte e o destino.

"Os Avisos do Destino" ("A Velha Casa III") aprofunda a análise da personagem central, António, e sua relação com a família e o mundo. O romance aborda as consequências das escolhas e ações de António, mostrando como o destino parece agir na vida das personagens, guiando-as para determinados caminhos. A obra explora a complexidade das relações familiares e os conflitos internos e externos que as personagens enfrentam.

Em resumo:

"A Velha Casa" é uma obra em três volumes de José Régio, com "Os Avisos do Destino" sendo o terceiro e último.

"Os Avisos do Destino" é considerado a obra-prima de Régio.
O livro aborda temas como família, religião, morte e destino.
A obra explora a influência do destino nas vidas das personagens, especialmente António.

domingo, 1 de junho de 2025

Em Demanda do Graal

Título: Em Demanda do Graal
Autor: Affonso Lopes Vieira
Editora: Portugal Brasil Lda. Sociedade Editora Lisboa
Edição: 1ª edição 
Ano:  1923 (Janeiro)
Dimensões:  19 cm x 12 cm
Nº de páginas: 392 páginas
Encadernação: Capa mole, brochura
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom exemplar

Preço:   60,00 € + portes de envio
Referência: 2506001

Sinopse:

sábado, 26 de abril de 2025

A Serra do S. Macário em S. Pedro do Sul

Título: A Serra do S. Macário em S. Pedro do Sul
             Paisagens Ignoradas de Portugal
             Apontamentos de um «carola» pelo S. Macário
Autor: Dr. António Henriques de Sousa
Edição: 1ª edição
Edição do: Dr. António Henriques de Sousa
Ilustrações de: Bernardo Marques
Vinhetas: Infante do Carmo
Coleção: 
Ano:  1967
Temática: 
Dimensões:  In-8º
Nº de páginas: 22 páginas + mapa desdobrável
Encadernação: Capa mole, brochura
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, exemplar muito estimado. Raro, de muito difícil aparição no mercado alfarrabista.

Preço:   20,00 €  
Referência: 2504007

Sinopse: Interessante monografia sobre a Serra de S. Macário - a sua história e lendas associadas - e a zona envolvente.
Ilustrada com fotogravuras a p.b. no texto, e a cores em separado. Contém ainda um desdobrável com um mapa da região estudada.
"Nos confins das freguesias de Sul e S. Martinho das Moitas, concelho de S. Pedro do Sul, eleva-se um monte, denominado Monte de S. Macário, um contraforte da serra da Gralheira que se estende de nordeste para sudoeste, entre os rios Paiva, Sul e Vouga, dando origem às serras da Arada, Manhouce e da Freita, esta já nos limites de Arouca. [...]
O S. Macário é venerado em duas capelinhas existentes no cimo do monte que tem o seu nome, como uma altitude de 1.060 metros e distando uma da outra cerca de 300."
(Excerto de A Serra de S. Macário)
 
Matérias: - Explicação prévia. - A Serra do S. Macário. - Belezas da Serra. - A Pena, sua Ribeira e Portal do Inferno. - Serra do Tamão outro Portal do Inferno. - A Cova da Serpe (lenda). - Monumentos. - Acesso.

domingo, 20 de abril de 2025

Dispersos de Camilo (Volume IV)

Título: Dispersos de Camilo
Autor: Camilo Castelo Branco
Compilação e notas: Júlio Dias da Costa
Editor: Edições da Imprensa da Universidade (Coimbra)
Edição: 1ª edição
Coleção: Biblioteca de Escritores Portugueses
Série: Série C)
Volume: Volume IV (Artigos de 1846-1889)
Idioma: Português
Ano: 1928
Dimensões: 18 cm x 22 cm
Encadernação: Brochura
Nº de páginas:  610 páginas (Páginas intactas, ainda por abrir)
Estado de conservação: Bom, exemplar estimado

Preço:     60,00 € - Acrescem os portes de envio / Volume IV
Referência: 2504002

Sinopse: "Dispersos de Camilo, Volume IV" é uma coleção de artigos de Camilo Castelo Branco, abrangendo o período de 1846 a 1889. Esta obra, parte da coletânea de escritos dispersos de Camilo, inclui uma variedade de textos, desde artigos a crónicas, oferecendo uma visão detalhada da produção do autor. O Volume IV é conhecido por sua riqueza de conteúdo, incluindo parte da obra "Notas do Exílio" e oferecendo um panorama do pensamento do publicista Sampaio Bruno sobre a história, cultura, economia e política de Portugal no século XIX.

A obra proporciona um conhecimento detalhado do pensamento de Camilo, explorando temas como história, cultura, economia e política de Portugal no século XIX, através do pensamento de Sampaio Bruno.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

O Embargo

Título: 
O Embargo 
Autor: José Saramago
Desenhos: Bernardo Marques
Editor: Estúdios Cor - Lisboa
Edição: 1ª edição
Ano: 1973
Nº de Páginas: 29 - III - Pág. 36
Capa e extratextos: Fernando Azevedo (1923-2002)
Ilustrações: Fernando Azevedo
Dimensões: 18,5 cm x 12,5 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom, excelente exemplar, como novo, muito estimado

Preço:   75,00 € 
Referência: 2412003

Sinopse:  Pequeno livro de muito rara aparição no mercado alfarrabista, 1ª edição do conto "O Embargo", publicado para oferta de de Natal de 1973 aos Amigos/Clientes dos Estúdios Cor.
Conto que narra uma história, curiosa, absurda, excecional.





sábado, 12 de outubro de 2024

A Noite

Título: A Noite
Autor: José Saramago
Editora: Editorial Caminho
Colecção: "O Campo da Palavra"
Edição: 1ª edição
Ano: 1976
Tiragem: 3000 exemplares
Encadernação: Brochura
Dimensões: 13 cm x 18,5 cm
Nº de páginas: 120
Estado de conservação: Bom
Preço:  75,00 €
Referência: 2410002

Sinopse: "A acção passa-se na redacção de um jornal, em Lisboa, na noite de 24 para 25 de Abril de 1974. Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente"
José Saramago

"A Noite, a primeira obra dramática de Saramago que o escritor dedica a Luzia Maria Martins, a pessoa que o “achou capaz de escrever uma peça”. Seria mesmo. A noite de que se fala nesta peça ficou para a história: de 24 para 25 de abril de 1974. A ação passa-se na redação de um jornal em Lisboa e o autor avisa: “Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente.”» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)

«Depois de ter feito jornais, escreveu sobre eles. Foi em “A Noite”, a primeira obra dramática de Saramago que o escritor dedica a Luzia Maria Martins, a pessoa que o “achou capaz de escrever uma peça”. Seria mesmo. A noite de que se fala nesta peça ficou para a história: de 24 para 25 de Abril. A acção passa-se na redacção de um jornal em Lisboa e autor avisa: “Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente.” Nem outra coisa seria de esperar. A ironia passa também pela história desta noite em que administradores e redactores entram em conflito. Uns a gritar que a máquina “há-de parar” e outros a defender que ela “há-de andar”. Quando o escreveu, Saramago já sabia que, para o bem e para o mal, a máquina tinha continuado a andar. “A Noite” chegou aos palcos em Maio de 1979 pelo Grupo de Teatro de Campolide. Com encenação de Joaquim Benite e direcção musical de Carlos Paredes, a peça contava, entre outros, com a participação de António Assunção no papel do chefe de redacção Abílio Valadares.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)

sábado, 23 de dezembro de 2023

Duplo Passeio

Título: Duplo Passeio
Autor: Teixeira de Pascoaes
Editor: Tipografia Civilização - Porto 
Edição: 1ª edição
Coleção: Documentos literários
Ano: 1942
Começou a imprimir: 2 de dezembro de 1941
Dimensões:  12 cm x 18 cm
Nº de páginas:  248 páginas
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom

Preço:   30,00 € (falta folha de rosto)
Referência: 2312033

Sinopse: Teixeira de Pascoaes é o nome literário de Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos, filho de João Pereira Teixeira de Vasconcelos, agricultor abastado e deputado às Cortes, por Amarante, e de Carlota Guedes Monteiro. O pai era considerado homem de notável cultura e inteligência e um brilhante conversador, tendo tido profunda influência na orientação intelectual e espiritual do futuro poeta. Dos vários irmãos, um deles, João, de espírito irrequieto, viveu em África durante um longo período, tendo escrito as suas Memórias Dum Caçador de Elefantes.

Pascoaes era de fibra diferente: «cabisbaixo, sisudo, com uns olhos tristes e espantados», nas suas próprias palavras, ficou-se pelas regiões do Marão, numa vida solitária, intensamente sintonizado com a Natureza. Assim descreverá o universo da sua infância: «um pobre campanário de pedra, cercado de três casebres e oliveiras, com um sino sentimental que chora todas as tardes e por todos os que morrem». Espécie de «silenciosa atalaia planetária», na expressiva fórmula de Sant'Anna Dionísio, Pascoaes fez o curso oficial no Liceu Nacional de Amarante, tendo partido para Coimbra em 1896, com 18 anos, para se matricular no curso de Direito, de que concluiu o bacharelato em 1901. Ainda antes da partida para Coimbra, publicara, no Porto, Embriões (1895). Durante o período de estudante dá à luz Bello (1ª parte), 1896, Bello (2ª parte), 1897, Sempre, 1898, e Terra Proibida, 1899, prenunciando estes dois últimos livros, como observará Jacinto do Prado Coelho, «o sonambulismo, o poder de colocar-se no centro subjectivo da vida e de não sair dele, o alheamento dos outros homens, a imaginação do abstracto, o sentimento religioso das coisas, que tornariam inconfundível a sua poesia».

A vida coimbrã nada teve, no caso de Pascoaes, da protocolar estúrdia seguida pelos estudantes de então e de hoje, confinando-se o futuro autor de Elegia do Amor ao seu quarto, aos seus livros, aos seus papéis e às suas ruminações de homem que «não fora feito para este mundo», (Jacinto do Prado Coelho). «O seu coração», observa ainda Prado Coelho, «apenas devia palpitar pela virgem que nunca existiu e de que tem saudades, vaga aspiração de azul e de inocência. O verdadeiro amor de Pascoaes dirigia-se à natureza, ao silêncio, ao mistério, aos fantasmas. O mundo fantástico era o seu mundo». Em 1901 começa a exercer advocacia, em Amarante, abrindo escritório no Porto, em 1906. Em 1911 é nomeado juiz substituto em Amarante, cargo que exerce durante dois anos, dando por finda, em 1913, a sua carreira judicial. Sobre esta sua experiência jurídica de dez anos e sobre o conflito omnipresente entre o poeta e o causídico, dirá mais tarde Pascoaes: «Entre o poeta natural e o bacharel à força, ia começar um duelo que durou dez anos, tanto como o cerco de Tróia e a formatura do João de Deus».

Entre 1912 e 1916 dirige a revista A Águia, porta-voz do movimento Renascença Portuguesa, na qual o poeta divulga a sua filosofia do saudosismo, a partir da qual pretende inculcar a saudade como «expressão superior da alma portuguesa», nas suas duas vertentes de lembrança e desejo.

A sua vida, a partir desta data, pouco tem do relatável: chumbado ao Marão, «naquele cenário de aspectos roncos, alheio à comédia quotidiana da Terra dos homens meio anjos, meio demónios», (José Gomes Ferreira), postado face à grandiosidade às vezes lunar da paisagem e «perto dos deuses iniciais» (idem), Pascoaes dá-se todo à sua vida de iluminado interior, ao seu «verbo do princípio do mundo» (idem), ao seu espanto religioso, esquecido do mundo que o rodeia, alheio quase sempre ao seu tempo, prosseguindo um discurso poético hostil às mais depuradas conquistas modernas, como quem despreza – por isso, é desprezado – as guerrilhas e intrigas mais ou menos mundanas da nossa feira literária. «Teixeira de Pascoaes», dirá o seu «irmão» mais novo, Miguel Torga, «é o trágico aedo existencial da nossa condição de exilados da realidade, de encobertos no descoberto, de perseguidores de imagens».

Desconfiado e mesmo hostil relativamente a Pessoa, que considerava pouco ou nada poeta, este último retribuiu-lhe, acusando-o de sofrer de pouca arte e prestando-lhe apenas «uma correcta deferência fria como a veneração que é devida aos grandes deuses mortos» (Jorge de Sena). De algum modo impregnado pelas vozes poéticas e díspares de Junqueiro e de António Nobre (que considerava, ironizando, a nossa maior poetisa...), Pascoaes difere deles, afinal, por construir, como observa Prado Coelho, «frases mais amplas, mais repousadas, ao sabor clássico» e por ser «quase sempre simples e directo, moderado nas metáforas, parece[ndo] anterior aos simbolistas pela claridade e pureza das formas». Voz de profeta bíblico, sem ascendência clara («Mal acabei de lê-lo, senti que nascia um deus novo não sei onde», confessa José Gomes Ferreira), presença lunar e fantasmática, percurso de uma monotonia intensa e dolorosa – a poesia de Pascoaes é, observa Domingos Monteiro, «a mais bela tentativa de expressão do inexprimível que nos últimos dois séculos se realizou em Portugal».

Eleito, em 1923, para a Academia das Ciências de Lisboa e homenageado, em 1951, pela Academia de Coimbra, traduzido para várias línguas e elogiado pelos seus pares mais insígnes, Pascoaes é, paradoxalmente, um poeta não tão lido em Portugal, como devia ser: mas o seu nome e a sua obra gozam, junto de uma qualificada minoria (minoria em relação a Pessoa, por exemplo), de enorme e sólido prestigío e os seus livros, esgotada a edição crítica de Jacinto do Prado Coelho, estão a ser condignamente reeditados por uma empresa de gente nova.

in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. III, Lisboa, 1994

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Luanda - Cidade Portuguesa fundada por Paulo Dias de Novais em 1575

Título: Luanda
Cidade Portuguesa fundada por Paulo Dias de Novais em 1575
Organização e fotografias: Rui Pires
Capa e desenhos de: Neves e Sousa
Editor: Edição da Direcção dos Serviços de Economia - Secção de Publicidade - Litografia Nacional - Porto
Edição: 1ª edição
Ano: 
Dimensões:  18,5 cm x 25 cm
Nº de páginas:  24-CXXXII págs. B.
Capa: Brochura
Estado de conservação: Bom exemplar, com sinais de manuseamento, falta a folha desdobrável, de uma Vista Panorâmica de Luanda

Preço:     Sob consulta
Referência: 2311010

Sinopse:  Excelente monografia, com a organização das fotografias a cargo de Rui Pires, sendo a capa e os desenhos da responsabilidade de Neves e Sousa.

terça-feira, 7 de novembro de 2023

A Arquitectura Tradicional de Luanda

Título: A Arquitectura Tradicional de Luanda
Autor: Fernando Batalha (Arquitecto)
Editor: Composto e Impresso na Imprensa Nacional de Angola
Edição: 1ª edição
Ano: 1973
Dimensões:  24 cm x 30 cm
Nº de páginas: 
 28 páginas
Estado de conservação: Bom exemplar

Preço:     85,00 €
Referência: 2311008

Sinopse: 

Mulheres de Angola

Título: Mulheres de Angola
Autor: Neves e Sousa
Editor: Edição patrocinada pela Telecine
Edição: 1ª edição e única
Ano: 1973
Dimensões:  24 cm x 30 cm
Nº de páginas:  96 páginas em papel de elevada qualidade
Estado de conservação: Bom exemplar, sem sobrecapa

Preço:     135,00 €
Referência: 2311007

Sinopse: 'MULHERES DE ANGOLA' arriscámo-nos a dizer é por certo o melhor livro do autor.
Livro profusamente ilustrado pelo artista angolano, português e brasileiro 
Álbum de grandes dimensões (24cmx30cm), com dezenas de reproduções das pinturas de Albano Neves e Sousa das mulheres das de diversas zonas de Angola, nos seus trajes tradicionais e ancestrais.


Mulheres retradas a óleo:

- Mulher de CABINDA;
- BESSANGANA - Vestida de panos à maneira tradicional de Luanda;
- VIÚVA DE LUANDA;
- VIÚVA DA QUISSAMA;
- Mulher MAHUNGA;
- Mulher KIOKA;
- Mulher LUENA;
- Mulher BALUBA / DUNDO;
- Mulher GANGUELA / GALANGUE;
- Mulher do BOCOIO;
- Mulher MUÍLA casada;
- MUÍLA com penteado de crista;
- Rapariga CUANHAMA;
- MUFICUENA CUAMATUI;
- Mulher KEDE DO CUAMATO;
- Noiva MUHUMBE;
- Moça MUXILENGUE;
- Mulher MOCUBAL;
- Mulher MUXIMBA;
- Rapariga N'GUENDERENGO;
- Mulher CUANGAR;
- Mulher MUCANCALA.

A Campanha do Bailundo em 1902

Título: A Campanha do Bailundo em 1902
Autor: Cabral Moncada
Editor: Imprensa Nacional - Loanda
Edição: 1ª edição
Ano: 1903 (Loanda)
Dimensões:  15,7 cm x 22,5 cm
Nº de páginas:  270 páginas
Capa: Brochura
Estado de conservação: Capa e lombada cansadas com visíveis desgastes da capa, miolo limpo, livro com sinais de uso, manuseado.

Preço:     120,00 €
Referência: 2311005

Sinopse:  Descrição pormenorizada desta revolta indígena que pôs em cuidados as autoridades Portuguesas.

A Democracia Nacional

Título: A Democracia Nacional
Autor: Henrique de Paiva Couceiro
Editor: Edição e propriedade do autor
Edição: 1ª edição
Ano: 1917 (Coimbra)
Depositários: França & Arménio
Dimensões:  15,7 cm x 23,2 cm
Nº de páginas:  288 páginas
Capa: Brochura
Estado de conservação: Bom, apresenta sinais do tempo, lombada cansada

Preço:     23,00 €
Referência: 2311004

Sinopse: 
 Subsídio de considerável importância para o conhecimento do pensamento do autor acerca da República e da Monarquia, bem assim, com importantes registos para a história política da época.

Índice dos capítulos gerais: «Os erros que de longe vinham – Monarchia antes de 1910 e Parlamentarismo»; «Deus castiga os que erram: A República – Ideia; a República – Facto»; «Regimen Monarchico; Monarchia Nova: Ideias gerais; Religião; Trabalho; Economia; Força Armada; Colonias e Políticas Externas»; (…).

domingo, 5 de novembro de 2023

Memorias do Carcere

Título: Memórias do Carcere
Autor: Camillo Castello Branco
Editor: Em Casa de Viuva Moré - Editora - Porto
Edição: 1ª edição
Ano: 1862
Nº de volumes: 2 volumes encadernados num único livro
Dimensões:  12 cm x 18,5 cm
Nº de páginas:  214 pág. (1º volume); 198 pág. (2º volume)
Capa: Encadernação em capa dura que se apresenta cansada, em menos bom estado. Não tem capas de brochura. 
Estado de conservação: Capa dura em menos bom estado. Não tem capas de brochura. Livro cansado. Miolo completamente limpo.

Preço:     95,00 €
Referência: 2311003

Sinopse: 
Em Memórias do Cárcere, Camilo traça um retrato duro mas emocionante das inauditas condições de vida na histórica Cadeia da Relação do Porto bem como da pesada justiça oitocentista, tendo como fio condutor a experiência vivida na primeira pessoa e outros testemunhos de vida, cuja singularidade Camilo quis deixar para memória futura.

Scenas da Hora Final















Título: Scenas da Hora Final
Tradução e prefácio:
Traduzidas do inglez e prefaciadas por Camillo Castello Branco
Editor: Porto: Livraria Portuense. [Typ. Occidental]
Edição: 1ª edição
Ano: 1878
Dimensões:  16 cm x 11 cm
Nº de páginas:  
104 páginas (Páginas ainda por abrir)
Capa: Brochura, capa de brochura danificada, tem um rasgão visível na fotografia
Estado de conservação: Conserva as páginas por abrir, miolo completamente  novo em estado irrepreensível. A capa de brochura apresenta o dano, rasgão, evidenciado na fotografia.

Preço:     35,00 €
Referência: 2311002

Sinopse: O texto original denominado “Quartely Review” foi publicado num periódico inglês, e trata de uma  enumeração  de  episódios  extraordinários  em  envolvem  a vida  e  a  morte.  Camilo  traduziu  e prefaciou  este  texto pela circunstância  de o mesmo  se relacionar com  a morte  inesperada de Manuel Plácido.  Para Alexandre  Cabral  “o maior  interesse reside no «Prefácio» de Camilo,  que  é  um carpir saudoso  pela  criança que lhe fugira da convivência e ele amava como filho… que de facto  era”.
Exemplar da edição original, pouco vulgar, só reimpressa em 1965 pela Ed. Domingos Barreira.