Mostrar mensagens com a etiqueta *João Pedro George. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta *João Pedro George. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de abril de 2023

O que é um escritor maldito ?

Título: O que é um escritor maldito ?
             Estudo de sociologia da literatura
Autor: João Pedro George
Editor: Verbo
Coleção: Poesia Nosso Tempo
Edição: 1ª edição
Ano: 2013 (Julho) 
Dimensões: 14 cm x 19,8 cm 
Encadernação: Capa mole
Nº de páginas:  264
Estado de conservação: Bom exemplar, contudo na capa a palavra sociologia tem alguma imperfeição.

Preço:    20,00 €
Referência: 2304082
 
Sinopse: «O escritor maldito é o centro de gravidade da literatura ocidental moderna. Constitui a espinha dorsal do escritor autónomo, independente e original que defende a sua criação até às últimas consequências, sem nunca fazer concessões ou trair a sua consciência artística, não raro com prejuízo da própria vida, ou resvalando nos abismos do infortúnio e do sofrimento, ou entregando-se a todos os excessos e autodestruindo-se. Incompreendido no seu tempo mas imortalizado pelo futuro, o maldito confunde-se com a própria literatura, é a representação do trágico destino do escritor genial e da sua ressurreição.»

Sobre o autor: João Pedro George nasceu em Moçambique em 13 de fevereiro de 1972.

Doutorado em Sociologia, foi assistente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa durante quinze anos, é investigador associado no Instituto Português de Relações Internacionais (Universidade Nova de Lisboa) e está, atualmente, a concluir um pós doutoramento em História com a tese Descolonização e Democratização em Portugal: O Caso dos Retornados.

Foi crítico literário n'O Independente e na revista Os Meus Livros e tem colaborado em diferentes jornais e revistas, como Observador, Visão ou Sábado. Nesta última, assinou, durante mais de quatro anos, uma crónica semanal subordinada ao título genérico Coração, Cabeça e Estômago.

Além de tradutor, é autor de obras como O Meio Literário Português Prémios Literários, Escritores e Acontecimentos (1960-1999) (Difel), Não é Fácil Dizer Bem, Críticas, Obsessões e Outras Ficções (Edições Tinta da China), Puta Que os Pariu! A Biografia de Luiz Pacheco (Edições Tinta da China), O Que é Um Escritor Maldito? Estudo de Sociologia da Literatura (Verbo), Mota Pinto Biografia (Contraponto), Chatear o Camões. Inquérito à Vida Cultural (Maldoror) ou O Super Camões. Biografia de Fernando Pessoa (Publicações Dom Quixote).

O Crocodilo que voa

Título: O Crocodilo que Voa
             Entrevistas a Luiz Pacheco
Autor: Luiz Pacheco e entrevistadores.
Entrevistadores - Baptista-Bastos; Carlos Quevedo; Cláudia Galhós; João Paulo Cotrim; João Pedro George; Mário Santos; Paula Moura Pinheiro; Pedro Castro; Pedro Dias de Almeida; Ricardo de Araújo Pereira; Ricardo Nabais; Rodrigues da Silva; Rui Zink; Vladimiro Nunes.
Organização e introdução: João Pedro George
Editor: Tinta da China
Coleção: Poesia Nosso Tempo
Edição: 1ª edição (Fevereiro de 2008)
Ano: MMVIII (2008)
Dimensões: 15,5 cm x 17,5 cm 
Encadernação: Brochura,sobrecapa com badanas
Nº de páginas:  280
Estado de conservação: Bom

Preço:    30,00 €
Referência: 2304081
 
Sinopse: Neste livro estão reunidas entrevistas publicadas entre 1992 e 2008. Selecção de Luiz Pacheco e de João Pedro George. 

Grande prosador, Luiz Pacheco foi também um dos melhores conversadores da imprensa. Estas entrevistas, publicadas nos últimos 20 anos em jornais e revistas, apresentam-nos uma das vidas mais agitadas da literatura portuguesa e são bem a expressão de uma inteligência desperta, desafiadora e implacável, batendo forte e feio em algumas personalidades da nossa vida pública.

Caso humano riquíssimo, impossível de resumir aqui, o mais sensato é dar-lhe a palavra: «Luiz José Machado Gomes Guerreiro Pacheco nasceu em 7 de Maio de 1925 e espera morrer no ano 2000. Está bem-disposto, porque está desempregado. Publicou muitos livros de outros autores. Não se lembra de publicar nada (dele) que prestasse. Escreveu muitas obras e perdeu quase todas. Teve três mulheres, nove [sic] filhos e netos, nem conta. Folhetos de sua autoria: «Os Doutores, a Salvação e o Menino», «Carta-Sincera a José Gomes Ferreira», «O Teodolito», «Os Namorados», «O Cachecol do Artista». Teve 18 valores na admissão. O Urbano teve 12.»

(Texto incluído na «Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica», organizada por Natália Correia em 1965.)
«Está para sair um livro com entrevistas suas…
Esse livro é uma merda! Isso é uma aldrabice. É bom para andar por essas pequenas editoras.»
— Luiz Pacheco, Sol, 2008

Neste livro estão reunidas entrevistas publicadas entre 1992 e 2008. A selecção é da responsabilidade de Luiz Pacheco e de João Pedro George.

Entrevistadores: BaptistaBastos; Carlos Quevedo; Cláudia Galhós; João Paulo Cotrim; João Pedro George; Mário Santos; Paula Moura Pinheiro; Pedro Castro; Pedro Dias de Almeida; Ricardo de Araújo Pereira; Ricardo Nabais; Rodrigues da Silva; Rui Zink; Vladimiro Nunes.

Grande prosador, Luiz Pacheco foi também um dos melhores conversadores da imprensa. Estas entrevistas, publicadas nos últimos 20 anos em jornais e revistas, apresentamnos uma das vidas mais agitadas da literatura portuguesa e são bem a expressão de uma inteligência desperta, desafiadora e implacável, batendo forte e feio em algumas personalidades da nossa vida pública.

Caso humano riquíssimo, impossível de resumir aqui, o mais sensato é darlhe a palavra: «Luiz José Machado Gomes Guerreiro Pacheco nasceu em 7 de Maio de 1925 e espera morrer no ano 2000. Está bemdisposto, porque está desempregado. Publicou muitos livros de outros autores. Não se lembra de publicar nada (dele) que prestasse. Escreveu muitas obras e perdeu quase todas. Teve três mulheres, nove filhos e netos, nem conta. Folhetos de sua autoria: Os Doutores, a Salvação e o Menino, CartaSincera a José Gomes Ferreira, O Teodolito, Os Namorados, O Cachecol do Artista. Teve 18 valores na admissão. O Urbano teve 12.»

(incluído na Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica, organizada por Natália Correia em 1965).

segunda-feira, 17 de abril de 2023

O Grilo na Varanda - Luiz Pacheco para Laureano Barros

Título: O Grilo na Varanda
             Luiz Pacheco para Laureano Barros
             Correspondência 1966 - 2001
Introdução e notas: João Pedro George
Editor: Tinta da China
Edição:
DVD: Inclui DVD, Laureano Barros, rigoroso refúgio
Ano: 2017 (Junho)
Género: Correspondência
Tiragem: 
Dimensões: 21 cm x 14 cm 
Encadernação: Capa mole
Nº de páginas:  264
Estado de conservação: Bom, como novo

Preço:     20,00 €
Referência: 2304080
 
Sinopse: O Libertino revelado na sua compulsão epistolar com introdução e notas de João Pedro George.

"Das cartas que Luiz Pacheco escreveu, durante 35 anos, ao amigo e mecenas Laureano Barros — a partir do hospital, da prisão, de quartos imundos, de casas de amigos ou quando ainda vivia, nas Caldas da Rainha, com parte da sua «Tribo» — emerge o impetuoso crítico de rompeerasga, o escriba que combateu a PIDE, a censura e os ídolos das letras, o ser humano em luta para se realizar na sua paixão pela literatura, o solitário enraivecido pela dispersão dos bambinos, o homem que viveu de muitos cravanços, o doente crónico com pavor da morte… Em suma, o escritor que o país nos ofereceu no momento próprio."

«Escrevi as minhas cartas, com um prazer sem igual, na maior, àvontade. Escrevi muito. Por necessidades da pedincha, aguentar a sobrevivência, conversar com Amigos distantes. Ou, se acantonado em locais de asilo forçado, invocar auxílios e apoios no Lá Fora. Escrevi cartas e postais que me desunhei, centenas e centenas. Há quem tenha espólios meus, já esteja a fazer negócio com isso. Ou a prepararse. Acho ótimo. Dou-me os parabéns.»

— Luiz Pacheco

“Luiz Pacheco, o «escritor maldito» revelado na sua compulsão epistolar.

A correspondência com Laureano Barros durou de 1966 a 2001 e deixa pistas únicas sobre as experiências, angústias e combates de uma das vidas mais agitadas da literatura portuguesa. Das cartas de Luiz Pacheco reunidas em "O Grilo na Varanda" — escritas a partir do hospital, da prisão, de quartos imundos, de casas de amigos e até, durante um certo tempo, de casa própria onde ainda vivia com parte da sua «Tribo» (a vasta família) — emerge o impetuoso crítico de rompe-e-rasga, o artista inconformado, o escritor em luta com a alta de condições para escrever uma obra mais consistente, o solitário triste com a dispersão dos filhos, e o homem «enrascado» e doente crónico a tentar encontrar suporte nos amigos e na pequena mitologia que se criou à sua volta.

A primeira carta terá sido enviada por Laureano Barros em 1965. A ela seguiram-se 35 anos de relação epistolar, apresentada aqui, com edição de João Pedro George, em 62 cartas e 52 postais escritos por Luiz Pacheco ao amigo e mecenas de Ponte da Barca, leitor dedicado, matemático brilhante, colecionador bibliográfico e um dos responsáveis por se terem conservado muitos dos seus papéis. A correspondência com Laureano Barros durou de 1966 a 2001 e deixa pistas únicas sobre as experiências, angústias e combates de uma das vidas mais agitadas da literatura portuguesa.”