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domingo, 14 de setembro de 2025

Oróbio de Castro (1620-1689)

Título: 
 Oróbio de Castro
              (1620-1689)
Autor: Dr. Augusto D'Esaguy
Editor: Separata da Imprensa Médica
Edição: 1ª edição
Ano: 1951 - Lisboa
Encadernação: Brochado
Idioma: Francês
Nº de Páginas: 16 páginas
Dimensões:  In-8º - 15,5 cm x 22,3 cm 
Estado de conservação: Bom estado de conservação

Preço:  20,00 € + portes de envio
Referência: 2509018

Sinopse: Baltasar Oróbio de Castro, trasmontanos de origem hebreia. O principal estudioso deste médico não é trasmontano, nem sequer português, mas um estrangeiro que sobre ele fez a sua tese de doutoramento: Yosef Kaplan.

"Desde o início que a força da inquisição se abateu sobre a cidade de Bragança e, à entrada da última década do século de 500, isso ficou patente na condenação à morte de 17 brigantinos pelo tribunal de Coimbra. Entrou-se então num processo de denúncias em série e o tribunal ficou “entupido” com tantos processos e tantos prisioneiros, operação que foi brilhantemente tratada por Elvira Mea como o “caso dos falsários de Bragança”.

Neste movimento de prisões foram apanhados os avós e bisavós de Baltasar e foi em meio dessa tragédia que seus pais nasceram: Manuel Álvares Oróbio em 1590 e Mência Fernandes Nunes, em 1596. Em 1617 nasceu Baltasar Álvares e tinha uns 5 anos quando os seus pais abandonaram a cidade e se meteram por Castela adentro, certamente receosos de nova investida da inquisição.

A família fixou residência em Málaga, onde nasceram outros filhos: Ana (c.1624), Leonor (c.1626), Melchior (c.1627), Violante (c.1628) e Clara (c.1632). Chegaram pobres, mas tinham a proteção de Mateus Rodrigues Nunes, tio materno de Baltasar, que era ali administrador dos “millones” (imposto lançado sobre os bens de consumo: carne, vinho, azeite…).

Seria o mesmo tio a pagar os estudos de Baltasar quando este se matriculou no curso de medicina em 1633, na “medíocre” universidade de Osuna, passando em 1635 para a prestigiada universidade de Alcala de Henares. Certamente que o tio também abriu os cordões à bolsa para “comprar” a indispensável prova de limpeza de sangue. Nesta universidade tirou o bacharelato em Artes, mas não consta que tenha feito o exame final para ser diplomado em medicina. Na primavera de 1640 desapareceu, pura e simplesmente. É que, entretanto, os seus pais e uma dezena de outros membros da família foram denunciados à inquisição de Espanha.

O processo dos pais não impediu o Dr. Baltasar Oróbio de entrar na universidade de Sevilha como professor de medicina, em finais de 1642. Terá falsificado o diploma, como escreve o investigador francês Jacques Blamont?

Dois anos mais tarde pediu a demissão para entrar ao serviço do duque de Medinaceli e, em 1651 casou com Isabel de Pena, filha de um rico comerciante, levando um dote de 6000 sólidos. O “grande doutor” vivia então numa luxuosa casa, servido por 3 escravos e muitos criados. Com ele ou ao lado, viviam os pais e os irmãos, que entretanto casaram e estabeleceram redes de negócio, nomeadamente na área de importação e comércio de chocolate. O tio Mateus é que não estava. Depois de uma curta passagem pela inquisição, fugiu para a Itália, em 1648 e ali aderiu ao judaísmo. Terá sido ele que enviou a Baltasar um livro de orações judaicas, “encadernado em badana negra, com umas raias douradas e com umas cintas para assinalar, do tamanho de umas Horas de Nossa Senhora, de 3 dedos de alto, impresso em língua castelhana”, como testemunhou na inquisição de Valladolid um tal Duarte Rodrigues?

Adivinhando tempestade, o pai, o irmão Mechior e o cunhado Pascoal deixaram Espanha e fugiram para Bayonne, enquanto Baltasar, a mãe, o cunhado Simão e as irmãs Leonor, Violante e Clara eram presas pela inquisição de Sevilha. Saíram reconciliados com sequestro de bens, cárcere e hábito perpétuo no auto de fé de 11 de Junho de 1656. Da pena constava ainda a proibição de se aproximarem de qualquer porto e das cidades de Madrid, Sevilha e Cádis. Incrível: em fevereiro seguinte o nosso médico foi encontrado a passear pelas ruas de Sevilha sem o sambenito!

Sigamos para Bayonne, em França, onde toda a família se encontrava já reunida em 24 de junho de 1660. Em setembro desse mesmo ano entrou o Dr. Baltasar Oróbio de Castro como professor na “medíocre faculdade” de medicina de Toulouse, ganhando “o miserável salário de 290 L”, no dizer de Blamont, que atesta também a falsidade do diploma apresentado. Foi ali professor por 2 anos e ao final de 1662 toda a família se encontrava já em Amesterdão, fazendo-se circuncidar, tomando nomes judaicos e abraçando abertamente o judaísmo. Na Jerusalém do Norte viverá Isaac Oróbio de Castro (nome que ali tomou – “4ª metamorfose”) os seus dias de glória, respeitado e admirado como “um dos mais fecundos apologistas do judaísmo ortodoxo” contra as ideias deístas panteístas e ateístas que ganhavam terreno entre os pensadores judeus, muito em especial os de origem sefardita, com destaque para Baruch Espinosa, João do Prado e Uriel da Costa."

Comentos à Vida e Obra de Elias Montalto

Título:  Comentos à Vida e Obra de Elias Montalto
Autor: Dr. Augusto D'Esaguy
Editor: Editorial Império
Edição: 1ª edição
Ano: 1951 - Lisboa
Encadernação: Brochado
Idioma: Português
Nº de Páginas: 36 páginas
Dimensões:  In-8º - 16 cm x 21,5 cm 
Estado de conservação: Bom estado de conservação

Preço:  30,00 € + portes de envio / Valorizado com uma                         dedicatória e assinatura do autor
Referência: 2509017

Sinopse: 

Do autor: Augusto Isaac de Esaguy (1899 — 1961) foi um médico e escritor português.
Foi diplomado em dermatologia pela Universidade de Paris.
Foi um defensor da Independência de Cuba e promotor das relações entre aquele país e Portugal, tendo sido o médico da Legação de Cuba em Lisboa, e companheiro do diplomata Antonio Iraizoz, e do embaixador Enrique Loynaz del Castillo.
Também exerceu como publicista. Notabilizou-se pela criação de uma rica obra literária e científica, especialmente sobre literatura e medicina. Escreveu sobre a história da medicina portuguesa, e sobre várias doenças de pele e sífilis. Colaborou igualmente nas publicações Ilustração, Riso da vitória e Gazeta dos Caminhos de Ferro
Morreu em 1961.

Algumas obras do autor publicadas:
Torturados (1919)
Nótulas relativas às ágoas de Inglaterra: inventadas pelo Dr. Jacob de Castro Sarmento e hoje preparadas por André Lopes de Castro (1931)
Apontamentos de história da medicina (1931)
Apologia da agoa de Inglaterra da Real Fábrica (1812) (1931)
Grandezas e misérias de Israel (1939)
Jacob de Castro Sarmento, notas relativas à sua vida e à sua obra (1946)
A abertura da Escola Médica de São Paulo da Assunção de Luanda, 1791, documentos (1951)
Nótulas para a história da medicina de Angola; documentos (1952)
Uma carta inédita do Dr. Jacob de Castro Sarmento (1953)
Oração e juramento médico de Moisés Maimonide e Amato Lusitano (1955)

O Poeta Alfredo Brochado

Título:  O Poeta Alfredo Brochado
Autor: Dr. Augusto D'Esaguy
Editor: Editorial Império
Impressão: "Acabou de se imprimir no mês de Outubro de 1938 na Imprensa Beleza R. da Rosa, 99 a 107 - Lisboa"
Edição: 1ª edição
Ano: 1951 - Lisboa
Encadernação: Encadernação editorial
Idioma: Português
Nº de Páginas: 24 páginas
Dimensões:  In-8º - 13 cm x 20,2 cm 
Estado de conservação: Bom estado de conservação

Preço:     25,00 € + portes de envio 
Referência: 2509016

Sinopse: 

Do autor: Augusto Isaac de Esaguy (1899 — 1961) foi um médico e escritor português.
Foi diplomado em dermatologia pela Universidade de Paris.
Foi um defensor da Independência de Cuba e promotor das relações entre aquele país e Portugal, tendo sido o médico da Legação de Cuba em Lisboa, e companheiro do diplomata Antonio Iraizoz, e do embaixador Enrique Loynaz del Castillo.
Também exerceu como publicista. Notabilizou-se pela criação de uma rica obra literária e científica, especialmente sobre literatura e medicina. Escreveu sobre a história da medicina portuguesa, e sobre várias doenças de pele e sífilis. Colaborou igualmente nas publicações Ilustração, Riso da vitória e Gazeta dos Caminhos de Ferro
Morreu em 1961.

Algumas obras do autor publicadas:
Torturados (1919)
Nótulas relativas às ágoas de Inglaterra: inventadas pelo Dr. Jacob de Castro Sarmento e hoje preparadas por André Lopes de Castro (1931)
Apontamentos de história da medicina (1931)
Apologia da agoa de Inglaterra da Real Fábrica (1812) (1931)
Grandezas e misérias de Israel (1939)
Jacob de Castro Sarmento, notas relativas à sua vida e à sua obra (1946)
A abertura da Escola Médica de São Paulo da Assunção de Luanda, 1791, documentos (1951)
Nótulas para a história da medicina de Angola; documentos (1952)
Uma carta inédita do Dr. Jacob de Castro Sarmento (1953)
Oração e juramento médico de Moisés Maimonide e Amato Lusitano (1955)

domingo, 29 de junho de 2025

Se Eu Quisesse Enlouquecia - Biografia de Herberto Helder

Título: Se Eu Quisesse Enlouquecia
             Biografia de Herberto Helder
Autor: João Pedro George
Editor: Contraponto Editores
Edição: Primeira edição
Ano: 2025
Encadernação: Capa mole, brochura
Idioma: Português
Nº de Páginas: 896 páginas
Dimensões: 15,1 cm x 23,9 cm 
ISBN: 9789896661663
Estado de conservação: Novo

Preço:    24,90 € + portes de envio
Referência: 2506030

Sinopse:  "A infância na Madeira foi vivida a subir às árvores, tentando chegar mais perto do céu, para onde tinha ido a mãe, e em conflito com o pai. Não espanta, por isso, que o jovem Herberto tenha vivido sempre em fuga. Migrou, primeiro, para Lisboa, passando por Trás-os-Montes, Coimbra, Paris, Bruxelas, Amesterdão, Antuérpia e Santarém. 

Mais tarde, cultivou amizades com marginais, prostitutas, loucos e artistas malditos, que lhe abriram as portas do meio literário. Desejando ser admirado e distinguido como grande poeta, prestou uma atenção obsessiva a tudo o que sobre ele se escrevia e dedicou-se a influenciar e condicionar essas opiniões. Em paralelo, entregou-se às paixões, viveu em depressão e melancolia, casou duas vezes, foi perseguido pela PIDE e pela censura, passou fome e refugiou-se na solidão. 

Teve vários empregos: delegado de propaganda médica, meteorologista, publicitário, angariador de clientes para prostitutas, redator de notícias na rádio, ajudante de produção na RTP, etc. Viveu em Luanda, como repórter, e conheceu os horrores da guerra, tendo escapado, por milímetros, à morte. Incapaz a nível doméstico e pai de dois filhos, aos quais nunca consagrou o afeto expectável, só se dava a sacrifícios pelo trabalho literário. 

Nesta biografia, com recurso a cartas do próprio e a testemunhos inéditos de quem mais de perto com ele conviveu, o sociólogo e investigador João Pedro George apresenta, pela primeira vez, e com grande nitidez, o ser humano por detrás do poeta Herberto Helder: uma pessoa grande e pequena, ingénua e maliciosa, bondosa e perversa, humilde e vaidosa, cordial e calculista, inspirada e atormentada, brilhante e viciada na retórica, genial e machista. Um homem, enfim, em quem o vácuo moral corria parelhas com a grandeza dos momentos de altíssima inspiração."

domingo, 12 de janeiro de 2025

CARLOS MENDES ARQUITECTO DE SONS - 60 ANOS DE CANÇÕES

Título: Carlos Mendes
             Arquitecto de Sons
             60 anos de canções
Autor: Abel Soares da Rosa
Editora:   
Edição: 1ª edição (Novembro de 2024)
Ano: 2024
Direitos Reservados por: Scarlet Bloom, Lda.
Dimensões: 22,5 cm x 22 cm
Nº de páginas: 208
Encadernação: Brochura
Idioma: Português
Acordo ortográfico: Este livro não segue as regras do Acordo Ortográfico de 1990
ISBN: 978-989-33-6727-8
Capa: João Morais
Fotografia da capa: Jaime Serôdio
Revisão: Isabel Santa-Bárbara
Género: Memorabilia, histórias, fotografia, documentário
Estado de conservação: Novo

Preço:    20,00 €
Referência: 2501016

Sinopse: Este livro, em forma de um "documentário" escrito, é profusamente ilustrado, com fotografias e memorabilia, e traz consigo as histórias, os discos e os momentos mais marcantes da carreira do artista, dos Sheiks ao Festival da Canção, passando pelo triângulo da lusofonia rítmica, não seguindo o formato tradicional de uma biografia ou fotobiografia.

Cada um dos capítulos é dedicado a uma fase ou ciclo da vida artística de Carlos Mendes, abrangendo a sua discografia, incluindo trabalhos a solo, colaborações, colectâneas, versões e até de músicas que compôs para outros artistas.
Carlos Mendes faz parte do património cultural do país, com uma carreira impressionante que se estende por seis décadas. Nas palavras do artista: "E de repente, como se fosse um estalar de dedos, passaram 77 anos de vida e 60 de canções."
Carlos Mendes - Arquitecto de Sons, 60 Anos de Canções é uma jornada ilustrada, com o design e a paginação de João (O Gajo) Morais, também ele músico. A fotografia da capa é da autoria de Jaime Serôdio.

Do Autor: Abel Soares da Rosa, nasceu e vive em Lisboa no bairro de Campo de Ourique.
Frequentou o Liceu Almirante Gago Coutinho (Nampula, Moçambique), o Liceu Pedro Nunes (Lisboa) e a Faculdade de Direito de Lisboa. Durante 36 anos foi Marketeer na IBM Portugal, toca guitarra (não é virtuoso...) e tem uma enorme paixão pelos Beatles, José Afonso, Van Der Graaf Generator, Wagner, Miles Davis, Rock’n’Roll, cinema, livros, jornais, por toda a música popular e a contracultura. Publicou uma série de livros (edição de autor) sobre o fenómeno dos Beatles e Rolling Stones em Portugal: - The Beatles, Discografia Portuguesa a 45 RPM (versão portuguesa, 2010 / versão inglesa, 2011); - The Rolling Stones, Discografia Portuguesa a 45 RPM (2011, com a colaboração de Jorge Nogueira e Pedro Freitas Branco); - Os Beatles Ilustrados, Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1972, (Vol. 1, 2013 / Vol. 2, 2014); - Os Beatles Populares, Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1970 - Jornais (2015)

Para encomendar, utilize por favor, o formulário de contacto nesta página, ou o endereço de email: canto3livros@gmail.com
ou, os contactos telefónicos:
+351 938 863 018 (chamada para rede móvel nacional) ou,
+351 224912 749 (chamada para rede fixa nacional).

Muito obrigado!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Mick Jagger

Título:  Mick Jagger
Autor: Philip Norman
Editor: ASA
Tradução: Ana Garcia
Edição: 1ª edição
Idioma: Português
Encadernação: Capa mole editorial com badanas
Ano:  2013
Nº de páginas: 648
Dimensões: 15,5 cm x 24 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:    20,00 €
Referência: 2312008

Sinopse: "Mick Jagger é a estrela do rock que melhor encarnou o ideal de sexo, drogas e rock’n’roll. Nesta que é a mais completa biografia do líder dos Rolling Stones até à data, Philip Norman refaz os passos da sua consagração e revela como ele se tornou um semideus do rock, escandaloso e milionário.
A partir de uma pesquisa minuciosa e de inúmeras entrevistas, Norman reconstitui a infância de Mick: de rapaz dos Home Counties, passando por rebelde sem causa,
sensação do rock da década de 1960, Casanova, Anticristo até ídolo global. O autor acompanha com espantosa intimidade o mito do inimitável vocalista dos Rolling Stones, a evolução da banda, a criação de clássicos como «Satisfaction», «Jumpin’ Jack Flash», «Brown sugar» e «Start me up», numa extraordinária viagem cheia de escândalos e conspirações, temporadas na prisão, hordas de admiradoras e um título de cavaleiro. Têm também destaque os relacionamentos conjugais e extraconjugais com mulheres atraentes e famosas como Marianne Faithful, Bianca Jagger, Jerry Hall, Carla Bruni e Angelina Jolie.
Hoje, Sir Mick Jagger é um respeitado avô de setenta anos, mas a sua imagem e a sua voz ainda inspiram fãs e admiradores. Esta biografia fascinante restitui-lhe a sua dimensão humana, retratando um personagem complexo, vulnerável e afetivo."

domingo, 7 de maio de 2023

O Mundo à Minha Procura (Autobiografia III)

Título: O Mundo à Minha Procura
             Autobiografia
Autor: Ruben A.
Editor: Assírio & Alvim
Ano: 1994 (Julho)
Género: Autobiografia
Volume: III
Encadernação: Capa mole
Número de páginas:  304
Dimensões: 14,5 cm x 21 cm
Estado de conservação: Bom
 
Preço:    15,00 €     
Referência: 2305032
 
Sinopse: Ruben Alfredo Andresen Leitão, licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, começou por leccionar no ensino secundário, primeiro no Porto e depois em Lisboa, entre 1945 e 1947, ano em que optou por um leitorado de Cultura Portuguesa no King's College (Universidade de Londres), em cujas funções se manteve até 1951. Funcionário da Embaixada do Brasil desde 1954, troca este cargo, em 1972, pelo de Administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Dois anos mais tarde, assumiu a Direcção-Geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura, que manterá apenas alguns meses, dado ter aceite o convite para leccionar de novo, agora como professor associado, na Universidade de Oxford. É em 1975, na capital inglesa, que um enfarte de miocárdio lhe será fatal.

Como historiador, merecem especial destaque os seus trabalhos consagrados aos arquivos de Windsor e sobretudo a D. Pedro V, que Ruben A. designava como «o primeiro homem moderno que existiu em Portugal» e a quem dedicou grande parte da sua investigação.

Dramaturgo, crítico literário e divulgador cultural de reconhecido mérito, terá sido como ensaísta e como autor de textos autobiográficos – quer sob a forma de diários (Páginas, 6 vols.), quer de memórias (O Mundo à Minha Procura, 3 vols.) – que Ruben A. se deu a conhecer, mas foi sobretudo como ficcionista que as suas ironia e irreverência, associadas a uma prosa de vanguarda, a um arrojo estilístico e a uma originalidade temática, marcaram definitivamente a escrita portuguesa a partir dos anos 50.

A sua prosa diarística está, fiel ao título que lhes deu, organizada em Páginas quase soltas, de observação e de comentários, em geral não datados, escritas sobre um quotidiano feito de impressões de viagens ou evocação de atmosferas, de acontecimentos reais ou imaginados; a autobiografia, reunida nos três volumes a que chamou assumidamente O Mundo à Minha Procura, foi pelo próprio autor definida como um «encontro adulto com a sua própria personagem». À infância meio aristocrática, meio burguesa, marcada pela quinta de Campo Alegre da avó Andresen, no Porto, sucederam os anos de entre as praias da Granja e de Cascais, as cidades do Porto e de Lisboa e aquela Coimbra ainda boémia dos anos 30/40; mas foi, inequivocamente, a ida para Inglaterra que determinou a sua escrita lúcida e imparcial, ao provocar significativamente o distanciamento em relação à realidade portuguesa e o encontro com «a terra mais civilizada do mundo». A personalidade de Ruben A., que inspirou a Jacinto do Prado Coelho o apodo de «Narciso Generoso», contribuiu indiscutivelmente para o encanto que emana da obra, em que transparece o espírito inventivo, a delicadeza de sentimentos e o entusiasmo na franqueza expressiva dos sentimentos, mas onde não está omissa a mágoa que transporta pelos sucessivos desencontros que lhe desenharam a sua vida de homem discreto e tolerante e de escritor desassombrado e incisivo.

Da sua obra de ficção destacam-se A Torre de Barbela, nas palavras de José-Augusto França «um dos mais importantes romances da língua portuguesa moderna – obra barroca e louca, nas aparências da sua estrutura tensa exigentíssima»; e, pela sua linguagem inovadora, Silêncio para Quatro, «Um romance de uma grande maturidade. Maturidade de estilo: o comando seguro da palavra incomandada. Maturidade do homem na desesperada procura do amor e da liberdade, numa sociedade que abriu o ventre aos antigos relógios das coisas e que, talvez sem dar por isso, assim contribuiu a horta desolada onde cada dia o homem cultiva a sua solidão» (António Alçada Baptista).

in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998

O Mundo à Minha Procura (Autobiografia II)

Título: O Mundo à Minha Procura
             Autobiografia
Autor: Ruben A.
Editor: Assírio & Alvim
Ano: 2007 (Fevereiro)
Género: Autobiografia
Volume: II
Encadernação: Capa mole
Número de páginas:  258
Dimensões: 14,5 cm x 21 cm
Estado de conservação: Bom
 
Preço:    15,00 €     
Referência: 2305031
 
Sinopse: Ruben Alfredo Andresen Leitão, licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, começou por leccionar no ensino secundário, primeiro no Porto e depois em Lisboa, entre 1945 e 1947, ano em que optou por um leitorado de Cultura Portuguesa no King's College (Universidade de Londres), em cujas funções se manteve até 1951. Funcionário da Embaixada do Brasil desde 1954, troca este cargo, em 1972, pelo de Administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Dois anos mais tarde, assumiu a Direcção-Geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura, que manterá apenas alguns meses, dado ter aceite o convite para leccionar de novo, agora como professor associado, na Universidade de Oxford. É em 1975, na capital inglesa, que um enfarte de miocárdio lhe será fatal.

Como historiador, merecem especial destaque os seus trabalhos consagrados aos arquivos de Windsor e sobretudo a D. Pedro V, que Ruben A. designava como «o primeiro homem moderno que existiu em Portugal» e a quem dedicou grande parte da sua investigação.

Dramaturgo, crítico literário e divulgador cultural de reconhecido mérito, terá sido como ensaísta e como autor de textos autobiográficos – quer sob a forma de diários (Páginas, 6 vols.), quer de memórias (O Mundo à Minha Procura, 3 vols.) – que Ruben A. se deu a conhecer, mas foi sobretudo como ficcionista que as suas ironia e irreverência, associadas a uma prosa de vanguarda, a um arrojo estilístico e a uma originalidade temática, marcaram definitivamente a escrita portuguesa a partir dos anos 50.

A sua prosa diarística está, fiel ao título que lhes deu, organizada em Páginas quase soltas, de observação e de comentários, em geral não datados, escritas sobre um quotidiano feito de impressões de viagens ou evocação de atmosferas, de acontecimentos reais ou imaginados; a autobiografia, reunida nos três volumes a que chamou assumidamente O Mundo à Minha Procura, foi pelo próprio autor definida como um «encontro adulto com a sua própria personagem». À infância meio aristocrática, meio burguesa, marcada pela quinta de Campo Alegre da avó Andresen, no Porto, sucederam os anos de entre as praias da Granja e de Cascais, as cidades do Porto e de Lisboa e aquela Coimbra ainda boémia dos anos 30/40; mas foi, inequivocamente, a ida para Inglaterra que determinou a sua escrita lúcida e imparcial, ao provocar significativamente o distanciamento em relação à realidade portuguesa e o encontro com «a terra mais civilizada do mundo». A personalidade de Ruben A., que inspirou a Jacinto do Prado Coelho o apodo de «Narciso Generoso», contribuiu indiscutivelmente para o encanto que emana da obra, em que transparece o espírito inventivo, a delicadeza de sentimentos e o entusiasmo na franqueza expressiva dos sentimentos, mas onde não está omissa a mágoa que transporta pelos sucessivos desencontros que lhe desenharam a sua vida de homem discreto e tolerante e de escritor desassombrado e incisivo.

Da sua obra de ficção destacam-se A Torre de Barbela, nas palavras de José-Augusto França «um dos mais importantes romances da língua portuguesa moderna – obra barroca e louca, nas aparências da sua estrutura tensa exigentíssima»; e, pela sua linguagem inovadora, Silêncio para Quatro, «Um romance de uma grande maturidade. Maturidade de estilo: o comando seguro da palavra incomandada. Maturidade do homem na desesperada procura do amor e da liberdade, numa sociedade que abriu o ventre aos antigos relógios das coisas e que, talvez sem dar por isso, assim contribuiu a horta desolada onde cada dia o homem cultiva a sua solidão» (António Alçada Baptista).

in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998

O Mundo à Minha Procura (Autobiografia II)

Título: O Mundo à Minha Procura
             Autobiografia
Autor: Ruben A.
Editor: Parceria A. M. Pereira, Lda. (Lisboa)
Ano: 1966
Género: Autobiografia
Volume: II
Encadernação: Capa mole
Número de páginas:  258
Dimensões: 14,5 cm x 21 cm
Estado de conservação: Capa conforme fotografia, miolo limpo, tem uma assinatura de posse
 
Preço:    20,00 €     
Referência: 2305030
 
Sinopse: Ruben Alfredo Andresen Leitão, licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, começou por leccionar no ensino secundário, primeiro no Porto e depois em Lisboa, entre 1945 e 1947, ano em que optou por um leitorado de Cultura Portuguesa no King's College (Universidade de Londres), em cujas funções se manteve até 1951. Funcionário da Embaixada do Brasil desde 1954, troca este cargo, em 1972, pelo de Administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Dois anos mais tarde, assumiu a Direcção-Geral dos Assuntos Culturais do Ministério da Educação e Cultura, que manterá apenas alguns meses, dado ter aceite o convite para leccionar de novo, agora como professor associado, na Universidade de Oxford. É em 1975, na capital inglesa, que um enfarte de miocárdio lhe será fatal.

Como historiador, merecem especial destaque os seus trabalhos consagrados aos arquivos de Windsor e sobretudo a D. Pedro V, que Ruben A. designava como «o primeiro homem moderno que existiu em Portugal» e a quem dedicou grande parte da sua investigação.

Dramaturgo, crítico literário e divulgador cultural de reconhecido mérito, terá sido como ensaísta e como autor de textos autobiográficos – quer sob a forma de diários (Páginas, 6 vols.), quer de memórias (O Mundo à Minha Procura, 3 vols.) – que Ruben A. se deu a conhecer, mas foi sobretudo como ficcionista que as suas ironia e irreverência, associadas a uma prosa de vanguarda, a um arrojo estilístico e a uma originalidade temática, marcaram definitivamente a escrita portuguesa a partir dos anos 50.

A sua prosa diarística está, fiel ao título que lhes deu, organizada em Páginas quase soltas, de observação e de comentários, em geral não datados, escritas sobre um quotidiano feito de impressões de viagens ou evocação de atmosferas, de acontecimentos reais ou imaginados; a autobiografia, reunida nos três volumes a que chamou assumidamente O Mundo à Minha Procura, foi pelo próprio autor definida como um «encontro adulto com a sua própria personagem». À infância meio aristocrática, meio burguesa, marcada pela quinta de Campo Alegre da avó Andresen, no Porto, sucederam os anos de entre as praias da Granja e de Cascais, as cidades do Porto e de Lisboa e aquela Coimbra ainda boémia dos anos 30/40; mas foi, inequivocamente, a ida para Inglaterra que determinou a sua escrita lúcida e imparcial, ao provocar significativamente o distanciamento em relação à realidade portuguesa e o encontro com «a terra mais civilizada do mundo». A personalidade de Ruben A., que inspirou a Jacinto do Prado Coelho o apodo de «Narciso Generoso», contribuiu indiscutivelmente para o encanto que emana da obra, em que transparece o espírito inventivo, a delicadeza de sentimentos e o entusiasmo na franqueza expressiva dos sentimentos, mas onde não está omissa a mágoa que transporta pelos sucessivos desencontros que lhe desenharam a sua vida de homem discreto e tolerante e de escritor desassombrado e incisivo.

Da sua obra de ficção destacam-se A Torre de Barbela, nas palavras de José-Augusto França «um dos mais importantes romances da língua portuguesa moderna – obra barroca e louca, nas aparências da sua estrutura tensa exigentíssima»; e, pela sua linguagem inovadora, Silêncio para Quatro, «Um romance de uma grande maturidade. Maturidade de estilo: o comando seguro da palavra incomandada. Maturidade do homem na desesperada procura do amor e da liberdade, numa sociedade que abriu o ventre aos antigos relógios das coisas e que, talvez sem dar por isso, assim contribuiu a horta desolada onde cada dia o homem cultiva a sua solidão» (António Alçada Baptista).

in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998

domingo, 30 de abril de 2023

Eça de Queirós

Título:
Eça de Queirós
Autor: João Gaspar Simões
Editor: Editora Arcádia, Limitada
Coleção: A Obra e o Homem
Edição: 1ª edição
Número: 4
Género: Biografia
Idioma: Português
Ano: 1961 (Fevereiro)
Composto e impresso: Oficinas Gráficas da Editorial Minerva
Dimensões: 11,5 cm x 19 cm 
Encadernação: Capa mole
Nº de páginas:  220 páginas 
Estado de conservação: Bom

Preço:     20,00 €
Referência: 2304096

Sinopse: João   Gaspar  Simões  (1903  a  1987),  crítico  literário  e  também   romancista,  dramaturgo, historiador da literatura, tradutor, foi sem  dúvida uma figura ímpar na literatura e na cultura portuguesa. Muito  do conhecimento e da compreensão que hoje se têm sobre o que foram, no passado recente e não só, as letras portuguesas,  o  papel  que  desempenharam  na sociedade, o seu lugar no mundo e o legado que  nos  deixaram,  têm  uma  grande  dívida  para  com  ele.  É  geral o reconhecimento do seu mérito, mesmo  por  quem   não  concorda com ideias que exprimiu. Na sua obra são de referir os livros em que aborda  a  vida e obra de Eça de Queirós. Um deles, o segundo, intitulado Eça de Queirós, foi publicado em 1961 pela Editora  Arcádia   Limitada,  na  colecção A Obra e o Homem. É um livro, em duas partes, com   muitas  citações que  denotam  o estudo  intenso da obra e da vida do biografado.

Eça de Queirós

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Jaime Cortesão Subsídios para a sua Biografia

Título:
 Jaime Cortesão
             Subsídios para a sua Biografia
Autor: Ricardo Saraiva
Editor: Seara Nova / Lisboa
Edição: 1ª edição
Ano: 1951
Nº de Páginas: 72
Dimensões: 13 cm x 19,5 cm
Estado de conservação: Como Novo, exemplar por abrir

Preço:    20,00 €
Referência: 2206004

Sinopse: 

domingo, 12 de junho de 2022

Autobiographia e Cartas

Título: Autobiographia e Cartas
Autor: Trindade Coelho
Prefácio: Carolina Michaëlis de Vasconcellos
Editor: Editora
Edição: 1ª edição
Nº de páginas: 262 páginas
Dimensões: In 4º
Estado de conservação: Bom

Referência: 2206001
Preço: 110,00 €

Sinopse: O vasto e importante prefácio de Carolina Michaëlis de Vasconcelos que abre este livro prepara o leitor para um conhecimento mais profundo da vida e obra de Trindade Coelho.
A leitura das Cartas, que o autor trocou com nomes incontornáveis da época em que viveu, e da sua Autobiografia permitem, de uma forma bastante intimista, compreender melhor as ações de um homem que sempre se preocupou com a "questão magna da instrução e educação do povo" e nunca se alheou das circunstâncias políticas do seu tempo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Fernando Pessoa


Título: Fernando Pessoa 
Autor: António Quadros
Editor: Editora Arcádia Limitada
Colecção: A Obra e o Homem
Nº do volume: 3
Nº de páginas: 304
Dimensões: 19 cm x 11,5 cm
Encadernação: Capa de brochura
Estado: Bom exemplar 

Preço: 12,00 €
Referência: 2008009

Sinopse:


segunda-feira, 13 de abril de 2020

Charles Chaplin - O Seu Destino e a Sua Obra

Título : Charles Chaplin
             O Seu Destino e a Sua Obra
Autor:  Pierre Leprohon
Tradução: Alberto Seixas Santos
Editor: Edição "Livros do Brasil" Lisboa
Capa de: Infante do Carmo
Colecção: Colecção Vida e Cultura
Número na colecção: 20
Capa: Brochura com badanas
Nº páginas: 424
Dimensões: 15 cm x 21,7 cm
Estado: Bom, tem assinatura de posse

Preço:   10,00 €
Referência:  2004104

Sinopse:

sábado, 21 de março de 2020

Fernando Pessoa Escorço Interpretativo da sua Vida e Obra

Título: Escorço Interpretativo da sua Vida e Obra
Autor: João Gaspar Simões
Editor: Editorial "Inquérito", Lda. - Lisboa
Fernando Pessoa
Colecção: Cadernos Culturais "Inquérito"
Direcção: Eduardo Salgueiro
Série: Série G - Crítica e História Literária
Número: 19
Edição: 2ª edição
Colecção: Cadernos Culturais "Inquérito"
Ano: 1941 (Junho)
Nº de páginas: 120
Dimensões: 12,3 cm x 19 cm
Estado de conservação: Bom exemplar

Preço:    12,00 €
Referência: 2003113R

Sinopse:

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Amália - O Filme

Título: Amália - O Filme
Edição: Edição Especial
Realizador: Carlos Coelho da Silva
Actores:  Sandra Barata Belo; Ricardo Carriço;Ricardo Pereira; Susana Mendes; Ana Padrão; António Pedro Cerdeira; Carla Chambel; João Didelet; Leonor Seixas
Lourdes Norberto; Maria João Abreu
Editor: Mpa
Ano: 2008
Áudio: Português Dolby Digital 5.1 / DTS
Duração: 122 Minutos
Número de discos: 2
Disco 1: Comentário Áudio com o Realizador, o Argumentista e a Actriz Sandra Barata Belo;  OuroNor 2008; Trailer
Disco 2: Cenas Eliminadas; Opções Especiais; Notas da Produção; Formato Vídeo Widescreen 1.85:1 anamórfico
Formato: DVD
Género: Biografia
Estado de conservação: Bom

Preço:   10,00 €
Referência: 1909134

Sinopse: Uma fase de maturação artística e grande agitação, de vida dividida entre o amante Eduardo Ricciardi, o playboy do ténis que se incomoda com as suas raízes plebeias, e um banqueiro comprometido, Ricardo Espírito Santo, cúmplice espiritual, até ao abrupto desaparecimento deste lhe retirar a esperança de um futuro comum, levando a um casamento por simpatia e conforto com César Seabra. Por fim, um período de valsa dorida com as traições familiares e as conotações políticas com o regime, de bailado com a doença, apenas superado na gloriosa ressurreição em pleno Coliseu dos Recreios, quando triunfa sob o fogo cruzado da Revolução de Abril. “Amália”, a biografia da mulher que atravessa o século XX para se transformar numa das maiores personalidades musicais de todos os tempos.
Resumo: Amália - O Filme (Edição Especial)
“Amália” segue a diva numa noite de Outono nova-iorquino em 1984, uma noite que atravessa as memórias íntimas de uma vida inteira. A precoce separação dos pais e a reconciliação precária, marcada pela indiferença da mãe e a morte da irmã Aninhas, até ao início da vida adulta, inaugurada pela paixão com o guitarrista amador Francisco Cruz e o sucesso local e nacional, até à ruptura de um casamento indesejado.

sábado, 21 de setembro de 2019

Eça de Queiroz

Título: Eça de Queiroz
Eça de Queiroz
Autor: José Agostinho
Editora: Casa Editora de A. Figueirinhas - Porto
Edição: 7º milhar
Género: Biografia
Número de páginas: 228
Dimensões: 12 cm x 18,5 cm
Encadernação: Capa mole, brochura
Estado de conservação: Bom, ainda com as páginas por abrir

Preço:   20,00 €
Referência: 1909121

Sinopse: 

sábado, 31 de agosto de 2019

António Nobre - Precursor da Poesia Moderna

Título: António Nobre
             Precursor da Poesia Moderna 
Autor:  João Gaspar Simões
Colecção: Cadernos Culturais Inquérito
Série: G - Crítica e História Literária
Edição: 1ª Edição
Editor: Editorial Inquérito, Limitada
Nº de páginas: 80
Dimensões: 19 cm x 12 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom

Preço:      12,00 €
Referência: 1908089R
Sinopse:

António Nobre - Precursor da Poesia Moderna

Título: António Nobre
              Precursor da Poesia Moderna 
Autor:  João Gaspar Simões
Cadernos Inquérito
Série:  G - Crítica e História Literária
Edição: 2 ª Edição
Editor: Editorial Inquérito, Limitada
Nº de páginas: 80
Dimensões: 19 cm x 12 cm
Encadernação: Brochura
Estado: Bom

Preço:    10,00 €
Referência: 1908088R

Sinopse:


Beethoven

Título: Beethoven
Autor: Richard Wagner
Tradutor: Daniel de Sousa
Colecção: Cadernos Culturais “Inquérito”
Dirigidos por:  Eduardo Salgueiro
Número: 89
Tradutor: Daniel de Sousa
Edição: 2ª edição
Editor: Editorial Inquérito Limitada
Nº de páginas: 112
Dimensões: 19 cm x 12 cm
Encadernação: Brochura com badanas
Estado de conservação: Bom

Preço:   10,00 €
Referência: 1908086

Sinopse: