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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Mochos (Vista Alegre)

Dimensões: 9 cm x 10,8 cm x 5 cm
Preço:  125,00 €
Referência: 2602014

Notas: Os mochos (e corujas, no geral) são símbolos culturais profundos e antigos, carregando significados que oscilam entre a sabedoria máxima e o agouro. A sua representação varia muito dependendo da cultura, da época e do contexto, mas são quase sempre associados ao mistério, ao conhecimento oculto e à noite.

Principais simbolismos dos mochos na cultura:

Símbolo de Sabedoria e Conhecimento: A associação mais comum vem da mitologia grega, onde o mocho era o companheiro de Atena (Minerva para os romanos), a deusa da sabedoria, da inteligência e das artes. Por isso, o mocho representa a capacidade de "ver o que os outros não veem" (visão noturna), o conhecimento profundo e a filosofia.

Emblema Académico: Devido à ligação com Atena, o mocho é frequentemente utilizado como símbolo em faculdades (como Filosofia e Geologia), universidades e até nas áreas de Matemática, representando a busca pela verdade e pelo saber.

Guardião dos Segredos e Intuição: Devido à sua visão noturna excecional, o mocho é considerado no esoterismo um guardião dos segredos, da clarividência e um guia para explorar o desconhecido.

Amuleto de Boa Sorte (em Portugal): Em Portugal, observar um mocho perto de casa é, por vezes, interpretado como um sinal de boa sorte, proteção e prenúncio de boas notícias.

Símbolo de Agouro (Crença Popular): Por outro lado, a sua natureza noturna e som lúgubre levaram a superstições antigas, onde o piar do mocho era associado à morte, doença ou azar, uma herança de tradições populares antigas.

Representação Cultural (A "Coruja de Minerva"): O filósofo Hegel utilizou a "coruja de Minerva" para dizer que a filosofia só compreende o sentido da história quando ela já passou (a coruja levanta voo ao anoitecer), reforçando o seu papel como símbolo de reflexão.

Em resumo, o mocho é um símbolo ambivalente: é o sábio conselheiro para uns e o misterioso observador noturno associado ao oculto para outros.


domingo, 14 de julho de 2024

Caneca Robô

Rara e invulgar caneca antiga em cerâmica  para cerveja
Robô
Peça magnífica e invulgar
Ano de 1970

Dimensões: 12,3 cm x 19,3 cm
Estado de conservação: Como nova

Preço:     45,00 €
Referência:  2407003

Etimologia e história do termo Robô: O termo robô foi usado pela primeira vez pelo checo Karel Capek (1890-1938) na peça de teatro intitulada R.U.R. (Rossum's Universal Robots, cujo livro foi lançado no Brasil pela editora Hedra com o título A Fábrica de Robôs),[4] estreada em janeiro de 1921 em Praga. Inicialmente Capek estava decidido a chamar as criaturas autómatas da sua peça de labori, em clara referência ao latim labor, "trabalho", mas acatou a sugestão de seu irmão, Josef Čapek (1887-1945) o verdadeiro criador da palavra e os chamou de roboti (plural). A palavra robô, derivada de robot/roboti (singular/plural) tem como raiz a palavra checa robota, a qual significa "trabalho forçado, servidão" e tem como uma de suas derivações a palavra rabu, que significa "escravo". Os "robôs" de R.U.R. eram fabricados com matéria orgânica sintética sendo, portanto, mais próximos dos replicantes e dos clones humanos.

Obras de Carel Kapek: "A Guerra das Salamandras é um clássico da ficção científica publicado em 1936 pelo escritor checo Karel Capek. Há quem compare o livro com outras distopias como 1984 de George Orwell ou Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley. A mim lembra-me também A Metamorfose de Kafka, um coevo e conterrâneo de Capek. A Metaformose narra a inexplicada transformação de um homem num insecto. A Guerra das Salamandras narra, partindo da teoria da evolução de Darwin, a transformação de salamandras inteligentes, descobertas numa ilha remota, na espécie dominadora do mundo, que às tantas se vê na «necessidade vital» de dominar a humanidade. 

Os paralelismos entre o «salamandrismo» e o nazismo são mais do que muitos e quando, em 1939, os nazis invadiram Praga procuraram Capek para prendê-lo. Tinha morrido no ano anterior. 

Karel Capek não é só um escritor dotado de imaginação, sentido crítico e uma cultura científica suficiente para dar consistência à «suspensão da descrença» que a sua narrativa exige. É também um escritor criativo, do ponto de vista formal, qualidade que não costuma abundar entre os escritores de ficção científica. Mesmo grandes escritores deste género e expoentes da literatura mundial, como H.G. Wells ou George Orwell, são muito convencionais nos seus processos literários. Capek reflete alguns dos experimentalismos formais e das teorias literárias do seu tempo e de tempos mais recentes, usando recursos estilísticos associados à literatura pós-moderna. Coloca a ficção ao serviço da reflexão e vice-versa. Eu li-o como um brilhante predecessor de Milan Kundera. Multiplica os pontos de vista narrativos, coloca o narrador a discutir com o escritor no capítulo final, comenta e acrescenta a sua própria narrativa com ficções em notas de rodapé, usa diferentes tipos tipográficos, integra imagens no texto. 

A Guerra das Salamandras leva-nos a refletir tanto sobre a condição humana como sobre a própria literatura, o que é uma definição possível de um grande romance."

quinta-feira, 27 de junho de 2024

quarta-feira, 26 de junho de 2024

Paliteiro / Galo / Rafael Bordalo Pinheiro

Fábrica Rafael Bordalo Pinheiro

Coleção: Paliteiros
Tipo de produto: Paliteiro / Galo
Tipologia do produto: Faiança
Cores predominantes: Amarelo, verde, preto, vermelho
Altura: 14,5 cm
Largura: 9 cm
Comprimento: 12 cm
Peso: 200 gramas

Estado de conservação: Novo, excelente

Preço: 90,00 €
Referência: 2406038