sábado, 9 de dezembro de 2023
Os Bombardeiros da R.A.F.
Autor: Warren Irvin
Editor: Centro Tip. Colonial - Lisboa
Edição: 1ª edição
Ano:
Dimensões: 11,5 cm x 16,7 cm
Nº de páginas: 8 páginas + 8 reproduções fotográficas
Capa: Brochura
Estado de conservação: Bom estado de conservação
Preço: 17,00 €
Referência: 2312019
Sinopse: Documento acerca da intervenção da Royal Air Force durante a Segunda Guerra Mundial.
domingo, 13 de março de 2022
A Morte Lenta
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
Últimos Dias de Hitler
Editor: Edições Aor
Edição: 1ª edição
Ano: MCMXLVII (1947)
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 308
Dimensões: 22 cm x 15 cm
Estado de conservação: Bom
Preço: 17,00 €
Referência: 2201013
Sinopse:
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
O Terror Nazi - Documentos
Título: O Terror Nazi - Documentosquinta-feira, 24 de setembro de 2020
A Morte Lenta
Título: A Morte Lenta
Autor: Emile Henry
Idioma: Português
Editor: Editorial Ibérica
Ano: 1945
Nº páginas: 189
Edição: 1ª edição
Dimensões: 12 cm x 19 cm
Estado de conservação: Exemplar amarelecido pelo tempo (como se vê na imagem), com marcas de manuseamento na capa cartonada e na lombada. Interior impecável, com todas as fotografias originais.
Preço: 450,00 €
Referência: 2009048R
Sinopse: Este não é apenas um livro. É um raro documento
que tem despertado os mais intensos estudos sobre a vida nos campos de concentração,
durante o III Reich.
As fotografias nele reproduzidas foram tiradas no momento da
chegada das tropas americanas do general Patton e cedidas ao autor (que viveu no Porto e que trabalhava na Praça de Velasquez (Hoje Praça Sá Carneiro) pelos serviços
dos exércitos americano e francês a seu pedido.
Trata-se do primeiro livro publicado em português sobre o assunto.
Estou certo que a minha voz não conseguirá convencer os cépticos, o que é compreensível, porque é difícil imaginar tanto sofrimento. Mas outras vozes, mais poderosas do que a minha, se elevaram para chamar a verdade" (Emile Henry (p.186)).
quarta-feira, 22 de abril de 2020
Estrelas da Memória
Textos de: Jean Pierre Guéno, Jérôme Pecnard
Tradução: Ana Barradas
Ilustrações e fotografias: Obra profusamente ilustrada
domingo, 12 de abril de 2020
No Rasto de Anne Frank
Nº na colecção: 46
O Diário de Anne Frank
Nº na coleção: 33
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
A Biblioteca Privada de Hitler

terça-feira, 13 de agosto de 2019
Ascensão e Queda do Terceiro Reich
quarta-feira, 12 de junho de 2019
12 de Junho de 1929: Nasce Anne Frank
terça-feira, 11 de junho de 2019
O Terceiro Reich em 100 Objetos
Ano: 2018
Capa: Dura
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Cartas de Londres (1941-1949)
domingo, 17 de fevereiro de 2019
A Vida Fantástica de Adolfo Hitler

Título: A Vida Fantástica de Adolfo Hitlersábado, 16 de fevereiro de 2019
Journal D'Anne Frank
domingo, 13 de janeiro de 2019
A Morte Lenta
"Estou certo que a minha voz não conseguirá convencer os cépticos, o que é compreensível, porque é difícil imaginar tanto sofrimento. Mas outras vozes, mais poderosas do que a minha, se elevaram para chamar a verdade" (Henry, Emile (p.186)).
"Oque mais me custava era não dormir. A fome também não faltava, sobretudo do meio-dia às três horas, em que tinha a impressão de que uma tenaz me torcia até à tortura. Mas o não dormir era o pior. Mesmo contra a vontade, os olhos fechavam-se-me e tinha que fazer um esforço violento para não cair", relatou Émile Levy, falecido há dez anos em Loulé, no seu livro, que teve duas edições de 100 exemplares, em 1946.
"O meu marido fez um testemunho para os portugueses. Dizia que as pessoas do país onde vivia tinham de saber o que se passou", recordou hoje à Lusa a mulher, Thérèse Henry, que assistiu, juntamente com as duas filhas e netos, à sessão que antecedeu a inauguração da exposição, no Centro Cultural de Belém.
O seu marido esteve mais de dois anos no campo de concentração nazi de Buchenwald, depois de ter sido apanhado pelos alemães a tentar regressar a Portugal - onde já vivia antes - depois de cumprir o serviço militar obrigatório em França.
"Não sei como ele aguentou. De manhã à noite era obrigado a carregar pedras à mão de um sítio para o outro. E quando terminava, levava as pedras de volta para o primeiro sítio. Era mesmo maldade dos alemães", relatou a viúva de Émile Henry, que descreveu que o seu marido teve de se esconder entre dois colchões para não ser morto pelos alemães.
Da sua experiência em Buchenwald, o homem contou pouco à família. "Não, dizia que tinha feito uma confissão naquele livro que escreveu", comentou a mulher.
A investigação que deu origem à exposição foi coordenada pelo historiador Fernando Rosas e feita por uma equipa internacional do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Segundo o historiador, "cerca de 400 portugueses, talvez um pouco mais" estiveram confinados durante a Segunda Guerra Mundial em campos de concentração, prisões ou 'stalag' [campos de prisioneiros de guerra], sujeitos a brutais condições de trabalho forçado".
Destes, "pelo menos 30 não sobreviveram".
"São valores provisórios e provavelmente conservadores (...) Há muito para pesquisar ainda", ressalvou Fernando Rosas.
"Provavelmente superior, mas até agora impossível de determinar, terá sido o número dos que foram voluntariamente trabalhar para a Alemanha [mas que depois se converteriam em trabalhadores forçados] ou que para esse destino foram forçados a sair, designadamente de França", comentou o investigador.
Há "variado rasto" na documentação consular e diplomática do Estado português sobre esta realidade, mas "não existe evidência de qualquer diligência diplomática consistente por parte do Governo do Estado Novo no sentido de acudir ou defender os seus cidadãos escravos, coercivamente deslocados, nos campos de concentração, prisioneiros dos 'stalag' ou forçados a trabalhar na Alemanha quando queriam fugir à guerra e à devastação", disse Rosas.










