Edição: Primeira edição
Preço: 25,00 €
O livro traça cronologicamente seu impacto nesse campo, começando com seu trabalho na Galícia durante a década de 1930, passando por sua prolífica atividade em Buenos Aires durante seu exílio e culminando com seu trabalho gráfico durante seu retorno ao país.
As músicas do LP Cantigas do Maio, de José Afonso, lançado em 1971, são as seguintes:
"Senhor Arcanjo"
"Cantigas do Maio"
"Milho Verde"
"Cantar Alentejano"
"Grândola, Vila Morena"
"Maio, Maduro Maio"
"Ronda das Mafarricas"
"Mulher da Erva"
"Coro da Primavera"
O LP de 1970 Traz Outro Amigo Também, do cantor e compositor José Afonso, reúne as músicas seguintes:
TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM
"Traz Outro Amigo Também"
"Maria Faia"
"Canto Moço"
"Epígrafe Para a Arte de Furtar"
"Moda do Entrudo"
"Os Castelos"
"O Que Faz Falta"
"Canção do Desterro"
"Qualquer Dia"
"Que Amor Não Me Engana"
"Cantiga da Liberdade"
O LP Enquanto Há Força, de José Afonso, editado em 1978, inclui as seguintes músicas:
ENQUANTO HÁ FORÇA
Enquanto Há Força
Há uma Música do Povo
Perdidos na Noite
Certos Companheiros
Paz, Pão, Liberdade
É Para Ti
Elegia
O País Vai de Carrinho
Amanhã
As respostas
O LP Cantares do Andarilho, de José Afonso (1968), inclui as seguintes músicas:
"Natal dos Simples"
"Balada do Sino"
"Resineiro Engraçado" (tema popular da Beira Alta)
"Canção de Embalar"
"O Cavaleiro e o Anjo"
"Saudadinha" (tema popular dos Açores)
"Tecto na Montanha"
"Endechas a Bárbara Escrava" (letra de Luís de Camões)
"Chamaram-me Cigano"
"Senhora do Almortão" (tema popular da Beira Alta)
"Vejam Bem"
"Cantares do Andarilho" (letra de António Quadros)
O LP Contos Velhos Rumos Novos, de José Afonso, foi lançado em 1969 e inclui as seguintes faixas:


As músicas do LP Fura Fura, de José Afonso, lançado em 1979, são as seguintes:
Quanto é Doce
As Sete Mulheres do Minho
O Cabral Fugiu para Espanha
De Quem Foi a Traição
Quem Diz Que Pela Rainha
Na Catedral de Lisboa
Achêgate a Mim
Maruxa (Cantar Galego)
Senhora que o Velho
De Sal de Linguagem Feita
De Não Saber o Que Me Espera
Fura Fura
Grande parte das canções foram compostas para as peças de teatro de dois importantes grupos portugueses da época, A Barraca e A Comuna – Teatro de Pesquisa. Os Trovante participaram na direção musical e nos arranjos de algumas faixas.
O álbum de José Afonso, Coro dos Tribunais, foi lançado em 1974 (embora algumas fontes indiquem 1975) e é composto por 11 faixas. A gravação foi realizada em Londres com arranjos de Fausto Bordalo Dias.
llista de músicas:
"Coro dos Tribunais" (introdução)
"O Homem Voltou"
"Ailé! Ailé!"
"Não Seremos Pais Incógnitos"
"O Que Faz Falta"
"Lá no Xepangara"
"Eu Marchava de Dia e de Noite"
"Enquanto Há Força"
"Só Ouve o Brado da Terra"
"A Presença das Formigas"
"Coro dos Tribunais" (final)
A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) iniciou a classificação da obra fonográfica do músico, por considerar que representa “valor cultural de significado para a Nação”. De acordo com o anúncio então publicado em Diário da República, foi determinada a abertura do procedimento de classificação de um conjunto de 30 fonogramas da autoria do compositor e intérprete José Afonso, bem como de 18 cópias digitais de masters de produção de um conjunto de cassetes gravadas pelo autor e de um conjunto de entrevistas.
Preço: 20.00 € cada LP - Discos de vinil novos
10,00 € cada CD - Cd's novos
Referência: 2510005
Resumo e Conteúdo: A biografia traça a vida pública excecionalmente longa de Churchill, que abrange cerca de três quartos de um século, desde a era vitoriana até à Guerra Fria. A obra destaca-se por não apresentar uma visão unidimensional do líder britânico, abordando tanto as suas ações espetaculares e intuições brilhantes como os seus fracassos retumbantes e erros irreparáveis.
Bédarida analisa a personalidade multifacetada de Churchill — simultaneamente romântico e realista, jornalista, escritor, político e chefe de guerra implacável — e a sua influência duradoura na política e na definição do conceito de Ocidente.
Críticas: A obra é amplamente considerada uma das melhores biografias de Winston Churchill, elogiada pela sua profundidade e rigor histórico. Críticos e leitores descrevem-na como uma obra apaixonante que consegue ser simultaneamente rigorosa e empolgante, capturando as contradições da imensa personalidade de Churchill. O livro oferece uma visão de conjunto do antigo Primeiro-Ministro britânico, essencial para compreender a sua vida e o seu impacto no mundo contemporâneo.
A obra aborda o tema da Defesa Nacional na sequência da
"nova desordem mundial" que se estabeleceu após o fim da Guerra Fria
e eventos como os ataques de 11 de setembro de 2001. Nuno Rogeiro, um conhecido
analista político e comentador, explora como as estruturas de segurança e
defesa tradicionais tiveram de se adaptar a novos desafios, incluindo o
terrorismo global, as missões de manutenção da paz da ONU e outras organizações
de cooperação, segurança e defesa, e as implicações estratégicas da
globalização.
O livro é frequentemente referenciado em estudos e teses
académicas sobre estratégia militar e relações internacionais em Portugal,
indicando a sua relevância na área."
Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.
Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.
Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A. Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.
Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como "O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.
A obra discute a adolescência sob múltiplos aspetos, incluindo as suas caraterísticas como idade intermédia, a ação educativa que pode ser exercida sobre os jovens, e a ação que o próprio adolescente pode ter na sua formação. O autor procura inspirar os jovens a serem úteis, a realizarem-se e a afeiçoarem-se à realidade.
Detalhes da Publicação: O livro é uma obra de referência para o estudo de António Ferreira, um dos mais importantes humanistas portugueses, conhecido pela sua tragédia A Castro.
A obra foca-se na vida e no
contexto histórico (1528-1569) em que António Ferreira viveu e produziu a sua
obra literária.
Conteúdo: A obra reúne artigos e ensaios escritos pelo autor
desde 1938, explorando temas relacionados ao humanismo e à busca por uma
sociedade mais justa e equilibrada.
Temática: Aborda aspetos culturais, sociais e filosóficos, refletindo sobre a necessidade de um novo humanismo que valorize a dignidade humana.
CONTEÚDOS:
I – Princípios
II – Acordes
III – Harmonia a 4 partes
IV – Mudança de posição e troca de
notas
V – Ornamentos
VI – Cadências
VII – Marchas harmónicas
VIII – Modulações
IX – Quarteto para vozes
X – Harmonização
XI – Harmonia dissonante
XII – Acordes de 7ª de sensível
XIII – Acordes de 9ª da dominante
XIV – Harmonia dissonante
artificial
XV – Retardos
XVI – Alterações cromáticas
XVII — Pedal
XVIII – Harmonia moderna
Dimensões: 9 cm x 10,8 cm x 5 cm
Preço: 125,00 €
Referência: 2602014
Notas: Os mochos (e corujas, no geral) são símbolos culturais
profundos e antigos, carregando significados que oscilam entre a sabedoria
máxima e o agouro. A sua representação varia muito dependendo da cultura, da
época e do contexto, mas são quase sempre associados ao mistério, ao
conhecimento oculto e à noite.
Principais simbolismos dos mochos na cultura:
Símbolo de Sabedoria e Conhecimento: A associação mais comum
vem da mitologia grega, onde o mocho era o companheiro de Atena (Minerva para
os romanos), a deusa da sabedoria, da inteligência e das artes. Por isso, o
mocho representa a capacidade de "ver o que os outros não veem"
(visão noturna), o conhecimento profundo e a filosofia.
Emblema Académico: Devido à ligação com Atena, o mocho é
frequentemente utilizado como símbolo em faculdades (como Filosofia e
Geologia), universidades e até nas áreas de Matemática, representando a busca
pela verdade e pelo saber.
Guardião dos Segredos e Intuição: Devido à sua visão noturna
excecional, o mocho é considerado no esoterismo um guardião dos segredos, da
clarividência e um guia para explorar o desconhecido.
Amuleto de Boa Sorte (em Portugal): Em Portugal, observar um
mocho perto de casa é, por vezes, interpretado como um sinal de boa sorte,
proteção e prenúncio de boas notícias.
Símbolo de Agouro (Crença Popular): Por outro lado, a sua
natureza noturna e som lúgubre levaram a superstições antigas, onde o piar do
mocho era associado à morte, doença ou azar, uma herança de tradições populares
antigas.
Representação Cultural (A "Coruja de Minerva"): O
filósofo Hegel utilizou a "coruja de Minerva" para dizer que a
filosofia só compreende o sentido da história quando ela já passou (a coruja
levanta voo ao anoitecer), reforçando o seu papel como símbolo de reflexão.
Em resumo, o mocho é um símbolo ambivalente: é o sábio conselheiro para uns e o misterioso observador noturno associado ao oculto para outros.
Conteúdo e Estrutura da Obra: O volume possui cerca de 400 páginas e está organizado em 33 capítulos que abordam questões religiosas, políticas e sociais do período medieval. Pimenta utiliza uma abordagem crítica e polémica para revisitar factos históricos, focando-se em:
Identidade e Geografia: Discussões sobre o termo de Braga em
572 e o uso da palavra "Hispania" em documentos medievais.
Figuras Históricas: Análises sobre D. Teresa e Fernando
Peres de Trava, e os cargos na corte de D. Afonso Henriques.
Instituições: Estudos sobre a catedral moçárabe de Coimbra
no século XI.
Historiografia: Anotações críticas ao quarto volume da
História de Portugal de Gonzaga de Azevedo.
Sobre o Autor: Alfredo Pimenta (1882–1950)
Alfredo Pimenta foi uma figura complexa da cultura
portuguesa da primeira metade do século XX.
Perfil: Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi
historiador, arquivista, ensaísta e político.
Carreira: Foi diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo
(1949-1950) e o primeiro diretor do Arquivo Municipal de Guimarães, que hoje
ostenta o seu nome.
Ideologia: Embora tenha começado como republicano,
tornou-se um fervoroso monárquico e apoiante do regime de Salazar, sendo
conhecido pelo seu estilo.
Principais Aspetos da Obra: Contexto e Objetivo: Publicada originalmente em francês, a obra foi escrita para promover a restauração da Ordem Dominicana, focando na figura de Domingos como um exemplo de pregador e pregador da verdade.
Narrativa: Lacordaire aborda a juventude de Domingos, a sua
visão sobre a Ordem, o apostolado na França, a fundação do convento de
Prouille, a Guerra dos Albigenses, o encontro com São Francisco de Assis, a
aprovação da Ordem pelo Papa Inocêncio III e a sua morte.
Conteúdo Detalhado: A biografia inclui pormenores sobre as
viagens de Domingos a Roma, o estabelecimento das regras da Ordem, a devoção ao
Rosário, e a dispersão dos primeiros frades pela Europa.
Importância Histórica: A obra destaca a importância de S.
Domingos na Igreja Católica e a sua influência duradoura desde o século XIII.
A obra foi traduzida para português e continua a ser uma
referência para entender a vida de São Domingos e o carisma da Ordem dos
Pregadores.
"O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de Alijó, Mesão Frio, Mondim de Basto, Murça, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real" é uma obra de etnografia e linguística da autoria de A. Gomes Pereira. O livro regista expressões, vocabulário e usos da língua popular na região de Trás-os-Montes durante o século XIX.
Tema: cultura piscatória e tradição poveira
Estado de conservação: Bons exemplares, sendo que um dos postais tem a pequena mancha na parte superior direita conforme visível na fotografia.
Conjunto raro e cada vez mais difícil de encontrar completo.
Preço: 22,50 € (3 postais)
Referência: 2602006
Sinopse: A expressão "Ala-Arriba!" é o grito de força dos pescadores da Póvoa de Varzim usado ao puxar as lanchas poveiras para terra. No contexto de postais, o termo refere-se principalmente a coleções históricas ligadas ao icónico filme de Leitão de Barros (1942).
Sobre o Autor: Luís Rodrigues César Osório foi um destacado
intelectual e autarca, tendo exercido o cargo de Presidente da Câmara Municipal
de Lamego (entre 1926 e 1929.
A obra é frequentemente procurada em livrarias alfarrabistas
por ser um registo relevante e de elevado interesse da historiografia local e do regionalismo duriense
da primeira metade do século XX.
Preço: 14,00 €
Referência: 2602003
Sinopse:
Preço: 50,00 €
Referência: 2602001
Sinopse:
A 1 de fevereiro de 1908, o rei português D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados quando a sua carruagem passa pelo Terreiro do Paço, em Lisboa.