domingo, 16 de janeiro de 2022

Passeios pelo Porto

Título: Passeios pelo Porto
Autor: César Santos Silva
Prefácio: Guilhermina Rego
Revisão: M. J. Baltazar
Volume: Volume I
Grafismo: Maria Vilar
Foto da Capa: José Rui Correia
Encadernação: Brochura com badanas
Edição: 1ª edição
Ano: Dezembro de 2012
Editor: Cordão de Leitura
Nº de páginas: 200
Dimensões: 23 cm x 15 cm
Estado de conservação: Como Novo

Preço:    8.00 €
Referência: 2201012

Sinopse: Não existem muitos livros dedicados à temática «Passeios pelo Porto». Excluindo o livro O Porto em Sete Dias, do divulgador Júlio Couto, sendo este o que melhor preenche a lacuna sobre este tema, e mais um ou dois livros, por nós referidos na bibliografia consultada, nada mais existe no panorama bibliográfico portuense. Para tentar obviar esta lacuna, fomos estimulados a transpor para o papel toda a informação recolhida durante anos de pesquisa e de inúmeras visitas que fomos realizando ao velho burgo. Ao longo do ano realizámos dezenas de passeios, percursos e visitas a todas, ou quase todas, as freguesias da cidade. Com o fim de responder a inúmeros desafios lançados por alunos e seguidores habituais das nossas digressões, que gostavam de ver transcrito o manancial de informação que lhes vamos dando em cada visita, é que este livro vê a luz do dia…
 
Excertos: Prefácio  
«É com enorme prazer que escrevo o prefácio desta obra.
Desde logo porque se trata de um trabalho de um reputado escritor, um erudito que tem dedicado grande parte da sua vida a promover a cidade do Porto nas suas múltiplas facetas, do ponto de vista histórico e cultural, nas suas raízes e no impacto que estas tiveram no desenvolvimento da alma lusa. Mas também porque tem sido intenção da Câmara Municipal do Porto promover a cidade no sentido de a reinventar enquanto grande metrópole cultural. De facto, a cidade, as suas tradições e as histórias que sobre ela se vão contando e construindo desenvolveram-se lado a lado com os monumentos, as ruas, as instituições que carregam essa memória. Esses mesmos monumentos, ruas, instituições, contam memórias de muitos episódios, uns vitoriosos, outros dramáticos, dessa própria história que foi fazendo da cidade o que ela é hoje.
Enquanto município, procuramos dar a conhecer o património da cidade, quer o edificado e as riquíssimas coleções da cidade, quer o património feito de histórias e tradições. O maior conhecimento do Porto e da sua história pode promover o bem-estar e a autoestima, mas também o orgulho pela sua cidade, a valorização e proteção da mesma!
Esta é a nossa perceção do Porto enquanto cidade de cultura. Cultura em que o riquíssimo património histórico-arquitetónico se conjuga com novas formas de expressão artística, do cinema ao design, do teatro à performance musical. E por isso esta urbe foi considerada recentemente como o principal destino turístico da Europa, onde cidadãos cada vez mais exigentes encontram no Porto inúmeras boas razões para permanecer. E para regressar.
Mas, para continuar esta trajetória de excelência é necessário preservar o que deve ser preservado para memória futura das gerações vindouras. Memória que será a ponte para o futuro, pela pena de autores que cultivam a cidade com amor, paixão e irreverência. E esta obra é um magnífico exemplo deste amor, desta paixão e desta irreverência e irá contribuir seguramente para que o Porto se afirme intemporalmente enquanto cidade de verdadeira cultura.» 

Guilhermina Rego
Vereadora da Câmara Municipal do Porto

O Grande Porto - Gondomar. Maia. Matosinhos. Valongo. Vila Nova de Gaia

Título: O Grande Porto
            Gondomar. Maia. Matosinhos. Valongo. Vila Nova de Gaia
Autor: Hélder Pacheco
Capa e Contracapa: Fotografia do autor
Fotografias: Do autor
Edição: 1ª edição
Ano: 1986
Editor: Editorial Presença
Encadernação: Brochura co badanas
Nº de páginas: 300
Dimensões: 25 cm  18,5 cm
Estado de conservação: Como novo

Preço:    20,00 €
Referência: 2201011

Sinopse:

História Íntima da Humanidade

Título: História Íntima da Humanidade
Autor: Theodore Zeldin
Tradutor: Manuel Coelho
Capa: Fragmento de Les Dormeuses, de Gustave Coubert, Museu do Petit Palais, Paris
Ano: 1997 (Outubro)
Editor: Círculo de Leitores
Encadernação: Capa Dura
Nº de páginas: 276
Dimensões: 24,5 cm x 15 cm
Estado de conservação: Como Novo

Preço:    18,00 €
Referência: 2201010

Sinopse: Esta célebre investigação das emoções e relações humanas explica como as pessoas do presente e do passado têm escapado à solidão, ao medo, à falta de sentido da vida; como encontram novas paixões e aventuras e como podem evitar serem prisioneiras das suas memórias e erros.

Erros Meus, Fortuna Nossa: da Falha como Acerto

Título: Erros Meus, Fortuna Nossa: da Falha como Acerto
             CEM Nº 9
             Cultura, Espaço & Memória
Directora: Amélia Polónia
Foto da Capa: Fuselog
Tiragem: 500 exemplares
Periocidade: Anual
Ano: 2008 (Dezembro)
Editor: CITCEM
Nº de páginas: 436
Dimensões: 24 cm x 17 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Como Novo

Preço:    20,00 €
Referência: 2201009

Sinopse: "John Greenfield, Celina Silva, Francisco Topa e Maria João Reynaud coordenam mais um dossier temático da CEM — cultura, espaço e memória: «Erros Meus, Fortuna Nossa: da Falha como Acerto». Este repto partiu de um Grupo de Investigação do CITCEM, «Memória, Literatura e Diálogos Internacionais», constituído por investigadores da área dos estudos literários e culturais, vocacionado para desenvolver projetos que partem de uma perspetiva multidisciplinar e transnacional, em que particularmente se debate o papel desempenhado pela cultura e pela literatura, em diferentes contextos. O tema do dos-sier que agora se publica na CEM 9, o mesmo do VII Encontro do CITCEM, projeta-nos para desafios que totalmente incluem, mas em tudo transcendem, esses particulares desa-fios e vocações. Os Encontros anuais do CITCEM têm prosseguido, desde a sua criação, uma tripla missão: suscitar olhares transdisciplinares, capazes de acolher contributos de todos os seus Grupos de Investigação, abrir vias de diálogo com outras áreas disciplinares, no âmbito, ou externas aos domínios das Ciências Sociais e das Humanidades e incluir a participação de individualidades externas ao universo académico, capazes de consubstanciar a tão dese-jada e necessária articulação entre a Academia e a Sociedade. O VII Encontro do CITCEM e o dossier temático que reúne muitas das suas contri-buições, no volume extenso e tematicamente diversificado que constitui a CEM 9, não são exceção, e dessa regra resultaram os contributos agora publicamente disponíveis. «O Erro como Acerto...», no âmbito das indústrias farmacêuticas, da Física, da Arte, da História, da Filosofia, da Ética, da Literatura, são apenas algumas das áreas exploradas num número temático compilado e coordenado pela equipa acima mencionada. A secção «Vária» não poderia também deixar de ser mencionada, bem como a das «Notícias» ligadas às atividades do CITCEM, ainda que numa secção que se encontra também aberta ao envio de informações acerca de eventos, projetos e iniciativas externas de interesse no âmbito multidisciplinar em que o CITCEM e a sua Revista se inserem. Pela negativa (pois não só de vitórias se faz a História, desta revista também), a anotar a ausência de submissão de «Recensões Críticas», em tempos em que a atividade académica, de tão envolvente e exigente, deixa pouco tempo para a elaboração de notas de leitura e aná-lises sistematizadas que permitam a partilha de novas aquisições aduzidas pela literatura científica dada ao prelo. Fica o repto, para seniores e juniores investigadores, para que a pró-xima revista possa ver preenchida, de forma substantiva, esta secção. EDITORIAL

6CEM N.º 9/ Cultura,ESPAÇO & MEMÓRIAJá a «Vária» traz contributos de ponta, mesmo em áreas em que se duvidava que alguma nova aquisição ou novidade pudesse ser apresentada. O artigo, conjunto, de Saul António Gomes, João António Portugal e António Silva-Araújo provam-no. Deixa-se ao leitor o fas-cínio dessa descoberta, no artigo intitulado «Uma matriz sigilar real portuguesa do século XV». Não menos desafiantes são os contributos de Gabriela Magalhães e de Celina Silva nesta mesma secção. Como de desafios, descobertas e novos contributos se faz a ciência, fica o repto para o envio de artigos convergentes com as temáticas dos próximos números da CEM, já divul-gados nos respetivos call for papers para 2019 e 2020, ano em que se espera inaugurar a periodicidade semestral da Revista.Os temas que mobilizam os números dos primeiro e segundo semestres de 2020, correspondentes, respetivamente, às CEM 10 — «Imagem em Movimento e Cultura Visual» (http://www.citcem.org/noticia/88) e CEM 11 — «Paisagens Patrimoniais» (http://www.citcem.org/noticia/101) deverão ser por si só atrativos o suficiente para cativar a atenção do leitor. Uma palavra final de reiterados agradecimentos é devida a todos os que tornaram pos-sível a edição da CEM 9, incluindo os membros do seu Conselho Consultivo, os autores, os especialistas que viabilizaram as tarefas de avaliação científica de cada artigo, os coordena-dores do presente volume, a Biblioteca Central da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e os bolseiros de Investigação e de Gestão de Ciência e Tecnologia do CITCEM. Amélia Polónia(Coordenadora Científica do CITCEM)"

Virgínia Moura Mulher de Abril Álbum de Memórias

Título: Virgínia Moura Mulher de Abril
             Álbum de Memórias
Autor: Virgínia Moura
Capa e Arranjo Gráfico: José Serrão
Editor: Editorial Avante, S.A.
Ano: 2015
Encadernação: Brochura com badanas
Nº. de páginas: 180
Dimensões: 21 cm x 14 cm
Estado de conservação: Como novo

Preço:     10,00 €
Referência: 2201008

Sinopse: "Virgínia Moura foi uma lutadora incansável pela liberdade e a democracia, uma corajosa combatente contra o fascismo. Ingressou no Partido Comunista Português ainda como estudante universitária, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

Presente nas lutas estudantis, na solidariedade com os republicanos espanhóis perseguidos por Franco durante a Guerra Civil, na constituição dos movimentos de unidade antifascista, como o MUNAF, o MUD e o MND, nas candidaturas presidenciais de Norton de Matos, Ruy Luís Gomes, Arlindo Vicente e Humberto Delgado, nas candidaturas da Oposição Democrática às «eleições» para a Assembleia Nacional fascista, no apoio à libertação dos povos das colónias, nas lutas pela Paz, nas ações em defesa da emancipação da mulher, e depois do 25 de Abril na construção e defesa do regime democrático, Virgínia Moura esteve sempre ao lado dos trabalhadores nas suas lutas por melhores condições de vida.

O livro Mulher de Abril – Álbum de Memórias é constituído por duas partes, a primeira por memórias da sua vida e luta contadas na primeira pessoa, a segunda por textos da sua autoria, entre artigos e discursos, escritos entre 1936 e 1985, apresentando ainda dados biográficos e a reprodução de várias fotografias e documentos."

Virgínia Moura – Mulher de Abril

Porto Naçom de Falares

Título: Porto
             Naçom de Falares
Autor: Alfredo Mendes
Capa: Ideias Virtuais
Fotografia da capa: Amin Chaar
Editor: Âncora Editora
Edição: 2ª edição
Ano: Setembro de 2010
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 148
Dimensões: 23 cm x 15 cm
Estado de conservação: Como novo

Preço:    9,00 €
Referência: 2201007

Sinopse: Esta é a mais completa recolha de calões à moda do Porto até hoje reunida em livro. São 1.735 os vocábulos que corporizam o admirável quanto prodigioso falar do Burgo. Um património ainda vivo que anda nas bocas do mundo, contagiando mesmo o mais incensado a pecaminosas faladuras.
Ao longo dos anos, ao andarilhar pela urbe e zonas rrabaldinas, o autor foi registando os termos mais triviais dos tripeiros – enfim, contos e ditos de empanzinar o mais desbarrigado. Em destaque, a graciosidade de um glossário com cheiro a manhãs, a bulícios, a rua. E daí o livro relevar a seiva da oralidade, a voz de um código jocoso, acentuando um alfobre igualmente malicioso, obsceno, espúrio e bastardo.
Trata-se de um modo de auto-estima, de cumplicidade, seja de popular ou de marginal personalidade linguística.
Porto – Naçom de Falares é considerado um acto de rebeldia contra o cosmopolitismo falsamente progressista e um assomo de autenticidade.
A obra inclui, também, um sub-capítulo com algumas bem conhecidas expressões da cidade do Porto, e uma dezena de histórias testemunhadas por Alfredo Mendes, onde o calão fala mais alto.

A “Escola Portuense“

Título: A "Escola Portuense"
Autor: Pinharanda Gomes
Editor: Caixotim
Coleção:  Caixotim Ensaio-Ideias
Edição: 1ª edição
Ano: 2005 (Novembro)
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 248
Dimensões: 22 cm x 14 cm
Estado de conservação: Como novo

Preço: 12,50 €
Referência: 2201006

Sinopse: Esta obra constitui um autêntico levantamento da importância que tiveram alguns pensadores portuenses no chamado movimento da "filosofia portuguesa".

A "Escola Portuense" é um movimento cultural, literário e filosófico, que teve por núcleo geográfico a cidade do Porto e por limites temporais os anos de 1850 e 1936, matriz de uma corrente criacionista, cujo instante maior se identifica com a Renascença Portuguesa. Entenda-se ainda "Escola Portuense" não como um exercício de regionalismo mas como o termo que designa um fenómeno da cultura portuguesa que, através das mutações geracionais, persiste qual desafio ao pensamento agente. (da contracapa).

Não Há Porto Sem Nó

Título: Não Há Porto Sem Nó
            Um ano de crónicas públicas sobre o Porto
Autor: Rui Moreira e Luís Costa
Editor: Fubu
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 210
Dimensões: 22 cm x 15,5 cm
Estado de conservação: Como Novo

Preço:    7,00 €
Referência: 2201005

Sinopse: Compilação de um ano de crónicas jornalísticas da autoria de Luis Costa e Rui Moreira escritas para o jornal "Público" tendo como fio conduto a cidade do Porto.

As Tascas do Porto

Título: As Tascas do Porto
Autor: Raúl Simões Pinto
Fotografias: Gabriela Felício
Prefácio: Hélder Pacheco
Editor: Edições Afrontamento
Coleção: Guias/14
Ano: 2007 (Novembro)
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 260
Dimensões: 23,5 x 13 cm
Estado de conservação: Como Novo

Preço:     10,00 €
Referência: 2201004

Sinopse: «As tascas do Porto/Estórias e memórias servidas à mesa da cidade», com edição das Edições Afrontamento, foi hoje apresentado por Hélder Pacheco, conhecido historiador da cidade nortenha, que também escreveu o prefácio deste volume, numa sessão de lançamento do livro realizada num restaurante do centro.
O livro, com fotografias de Gabriela Felício, pretende divulgar e homenagear aqueles espaços que, durante décadas, e ainda hoje, foram locais de encontro e conversas entre as gentes mais humildes da cidade, em contraponto às tertúlias dos cafés, frequentados sobretudo pelas camadas mais aburguesadas."

Toponímia Feminina Portuense

Título: Toponímia Feminina Portuense
Autor: César Santos Silva
Prefácio: Joel Neto
Editor: Cordão de Leitura
Revisão: Ana Lemos
Grafismo: Margarida Macedo
Edição: 1ª edição
Ano: Junho de 2012
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 144
Estado de conservação: Como Novo

Preço:    10,00 €
Referência: 2201003

Sinopse: "Por entre as ruas, os becos, as escadas, as esquinas e travessas do Porto. É desta forma que César Santos Silva, ao longo de 146 topónimos, nos convida a explorar uma cidade que gosta das suas mulheres e as homenageia, perpetuando-as como parte si, nas suas artérias, nas suas veias. Mulheres que rezaram, pintaram, escreveram. Mulheres que traçaram planos indizíveis com crianças ao colo e projetaram, silenciosamente, um futuro. Mulheres que sonharam um homem, um deus, uma ideia. Elas também são as ruas do Porto, este Porto no feminino".

Excertos: O Porto faz parte do grupo muito restrito de cidades «no masculino". Nascemos «no» Porto. Vamos «ao» Porto. Aquilo é «do» Porto… E quando se concebeu uma estátua que representasse a cidade, a figura escolhida foi, obviamente, masculina: a do guerreiro «o Porto». São, com efeito, muito poucas as cidades mundiais que emparceiram com a urbe tripeira nesta exceção ao género toponímico feminino dominante. Curiosamente, uma boa parte dessas exceções corresponde a cidades-Estado (de que são exemplo o Mónaco, o Vaticano, o Dubai…), o que pareceria vir dar razão à popular e bairrista máxima de que «o Porto é uma nação!» Mas é claro que há também casos como o do Rio de Janeiro, do Montijo ou do Cairo…

Todavia, e não obstante esta sua particularidade «masculina», a verdade é que a cidade sempre foi fortemente marcada pelo eterno feminino. Desde logo, e já em época longínqua (ou lendária, se aceitarmos a explicação da fantasiosa reconquista da cidade por uma armada de gascões em 988), o Porto foi consagrado à entidade feminina mais importante na devoção e religiosidade católicas: a Virgem.

(…) A presença e a incontornável influência feminina na cidade não se limita, contudo, à dimensão lendária. São múltiplos os exemplos do seu protagonismo ao longo da história do Porto. A lista seria fastidiosa.

(…) Numa povoação que é conhecida por ser a «cidade do trabalho», também as mulheres se evidenciaram, de diversos modos, no bulício mercantil e artesanal do burgo. E se outros topónimos não houvesse, a resistente calçada das carquejeiras aí está para nos recordar. Chegados ao século XIX, e de um modo evidente ao longo do XX, as mulheres e o seu papel ativo em múltiplas frentes da sociedade começam a ganhar nome e rosto. E o Porto foi, não raras vezes, e apesar das resistências e dos convencionalismos, uma cidade protagonista nessa afirmação e emancipação. Médicas, engenheiras, artistas, políticas, investigadoras, professoras, beneméritas… um número muito significativo de mulheres irá evidenciar-se e, por isso, muito justamente, ser recordado na toponímia da cidade. É de tudo isto, e muito, muito mais, que nos fala o livro que tem entre mãos. Ao longo das páginas seguintes deixe-se, pois, conduzir pela mão e mestria do César Santos Silva, pelas ruas, vielas, congostas, praças e escadas da cidade. Profundo conhecedor da história do Porto e da sua toponímia, o autor é um guia esclarecido e esclarecedor. De A (que o mesmo é dizer da Rua Adelaide Estrada) a Z (que neste caso é V, relativo à Rua das Virtudes), César Santos Silva revela-nos 146 topónimos femininos do Porto. Uma cidade escrita no masculino, mas que não renega a sua faceta feminina."

Joel Cleto, in Prefácio

A Sé do Porto no Século XX

Título: A Sé do Porto
             No Século XX
Autor: Maria Leonor Botelho
Revisão: Alice Araujo
Capa: Estúdios Horizonte
Edição: 1ª edição
Ano: 2006
Encadernação: Brochura
Nº de páginas:280
Dimensões: 24 cm x 17 cm
Estado de conservação: Como Novo

Preço:    20.00 €
Referência: 2201002

Sinopse: “Ao longo do século XX, a Sé do Porto, monumento de cariz medieval, foi alvo das mais profundas transformações decorrentes das intervenções de restauro e de conservação da responsabilidade da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN). Centra-se esta obra entre as datas de 1929 – ano de criação da DGEMN – e 1982 – ano em que foi criado o Instituto Português do Património Cultural (IPPC), ao qual a Sé do Porto passou a estar afeta. De facto, no período em que a DGEMN interveio diretamente na Sé do Porto, não só se registou uma clara mudança conceptual no modo de intervir no Património edificado (que neste caso particular se nota por volta de 1946), como também se verificou terem ocorrido profundas transformações neste edifício. Assim, o nosso principal objetivo foi apurar em que medida estas transformações contribuíram para o estado em que se encontra atualmente a fisionomia da catedral portuense, ou seja, perceber em que medida aquilo que conhecemos atualmente como sendo a Sé do Porto resulta ou não das profundas transformações de que foi alvo, particularmente, na 1ª metade do século XX. Esta problemática foi por nós estudada de uma forma comparada porque procurámos integrá-la na História do Restauro e da Conservação do Património Edificado Português. De um modo inédito, a pesquisa que realizámos veio ainda a revelar que toda esta atenção especial dada em Portugal aos Monumentos, ao longo do século XX em particular, teve a sua origem em todo um ambiente cultural e teórico que se foi paulatinamente desenvolvendo na cidade do Porto, a partir da ação de sensibilização protagonizada por Joaquim de Vasconcelos e por Marques Abreu e que depois se estendeu a um grupo maior, ainda que restrito: o Núcleo do Porto, que adotou como causa o Culto dos Monumentos.”

sábado, 15 de janeiro de 2022

O Baixo Mondego nos Finais da Idade Média

Título: O Baixo Mondego nos Finais da Idade Média 
Autora: Maria Helena da Cruz Coelho
Ano: 1989 (Março)
Encadernação: Brochura
Editor: Imprensa Nacional – Casa da Moeda
Capa: Francisco Macedo
Estado de conservação: Bom
 
VOLUME I 
Nº de páginas: 730
Dimensões: 24 cm x 15 cm
Tiragem: 2000 exemplares
 
VOLUME II 
Nº de páginas: 1044
Dimensões: 24 cm x 15 cm
Tiragem: 2000 exemplares
 
Preço:    25,00 € (2 volumes)
Referência: 2201001

Sinopse: "Esta obra dá-nos a conhecer, numa ótica regional, as estruturas agrárias dos finais da Idade Média, desde a ocupação e exploração do espaço às relações de poder e domínio que sobre ele se estabelecem. Divide-se este trabalho em cinco grandes capítulos: a terra e os homens; economia senhorial: propriedade e atividades produtivas; economia senhorial: renda e circulação de bens; estrutura e níveis do poder; os camponeses: resistências e quotidiano. A área escolhida, caracterizada pela dualidade entre terras do campo e do monte, e marcada pelo curso do Mondego, é eminentemente rural, polarizada pelo centro urbano de Coimbra e o porto marítimo-fluvial de Montemor. A margem direita do rio foi repovoada sistematicamente após a conquista de Coimbra, em 1064, e por todo o século XII, mas só na centúria seguinte se colonizou grande parte da outra margem. Os potentados eclesiásticos, onde se destacam sobremaneira os crúzios e os cónegos da Sé de Coimbra, apoiaram e dirigiram os homens para empreendimentos de arroteamento em florestas, mas sobretudo em áreas pantanosas; mercê desse apoio, novos aglomerados populacionais foram surgindo, sancionados pelos aforamentos coletivos que os senhores lhes concediam. Fatores vários quebram a dinâmica expansionista de Duzentos e por todo o espaço surgem as terras ermas e despovoadas. Não ficou porém paralisada a economia senhorial, e, com altos e baixos, a crise é enfrentada. Se a depressão é particularmente aguda nos anos de 1350 a 1390, justamente nesse período cresce o arroteamento destinado à vinha, e nos finais do século muitas terras estão de novo a ser postas em cultura, como, por outro lado, se incrementa a pastorícia, avolumando-se as questões sobre os terrenos de pastagens. A política contratual dos senhores tende a incentivar o reaproveitamento dos seus domínios, se bem que a globalidade das suas rendas deva ter sofrido baixas que os mesmos procuraram minorar com novos foros e exações. A nível do poder, enfrentam-se o rei, senhores e concelhos, já que nem sempre os seus interesses coincidem, antes, no geral, se chocam neste conflituoso mas dinâmico evoluir ao longo dos séculos XIV e XV. O campesinato sofria, pois, as contradições deste processo e tentava reagir movimentando-se então para alcançar novos réditos, para além dos da sua exploração familiar (que muitas vezes não lhes bastavam), e afirmava a sua recusa aos «maus usos» senhoriais, escudado na carta de foral e na crescente consciencialização dos seus direitos e deveres que a vida gerida em comunidade lhes outorgava. A autora, baseada em documentação inédita e na maior parte desconhecida, chega a conclusões do maior interesse e da mais alta relevância para a história regional dos séculos XIV e XV, com possibilidades de generalização, em muitos casos, por todo o País. A bibliografia utilizada é vasta, com abundante recurso a obras estrangeiras, o que permite à autora frequentes comparações com temas já estudados e comprovados nos países da Península Ibérica, na França e na Itália. Este aspeto comparativo alarga ainda mais o âmbito das conclusões apresentadas, conferindo a este trabalho uma utilidade internacional."

Descrição: Tese de doutoramento em Letras (História da Idade Média) apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

domingo, 26 de dezembro de 2021

A LIVRARIA CANTO III deseja a todos os seus Clientes e Amigos um SANTO E FELIZ NATAL


 

Obras de José Saramago

Título: Obras de José Saramago
Autor: José Saramago
Editora: Livraria Lello
Ano:  1991
Nº de volumes: 3 volumes
Nº de páginas: 1394 páginas (Papel Bíblia de elevadíssima qualidade)
Peso: 1650 gramas
Dimensões: 13 cm x  20 cm
Encadernação: Capa dura Editorial com lombadas gravadas a ouro
Estado de conservação: Novo

Preço:     105,00 €
Referência: 2112015

Sinopse:

As “Crianças Caritas”, Entre a Áustria e Portugal (1947-1958)

Título: As “Crianças Caritas”, Entre a Áustria e Portugal (1947-1958)
Autor: Ana Regina da Silva Pinho
Design Gráfico: Helena Lobo
Imagem da Capa: Chegada de crianças austriacas a Portugal, em Outubro de 1948
Ano: Dezembro de 2019
Co-Edição: CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória
Editor: Edições Afrontamento
Nº de páginas: 556 páginas
Dimensões: 24 cm x 17 cm
Estado de conservação: Como Novo

Preço:      20,00 €
Referência: 2112014

Sinopse: "Na perspetiva histórica, pretendeu-se averiguar o peso relativo de Portugal na ação internacional levada a cabo pela Caritas de acolhimento de crianças de países devastados pela II Guerra Mundial em nações não diretamente afetadas pela mesma, compreender os respetivos contextos, bem como aferir o nível de instrumentalização política desta mesma ação humanitária por parte do governo português e a forma como foi e é percecionada pela população em geral, procurando também esclarecer o conceito de refugiado — em várias ocasiões utilizado para fazer referência às crianças em causa — e a sua evolução histórica, tantas vezes relacionada mais com propósitos políticos do que com preocupações humanitárias propriamente ditas."

Fronteiras

Título: Fronteiras
Autor: Assis Esperança
Na contracapa: Assis Esperança
(Fotografia de Armando Fernandes Vidal)
Revisão tipográfica: Jaime Mendes
Direcção gráfica: Armando Alves
Editor: Editorial Inova, Sarl.
Edição: 1ª edição
Ano: 1973 (Fevereiro)
Nº de páginas: 396 páginas
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:    16,00 €
Referência:  2112013

Sinopse:

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Pai, a Sua Benção

Título: Pai, a Sua Bênção
             (Antologia de Textos de Autores Açorianos)
Organização: Álamo Oliveira, Ana Maria Bruno, Mariana Mesquita e Susana Rocha
Capa: Álamo Oliveira
Edição: 1ª edição
Ano:  1994 (Dezembro)
Tiragem: 1000 exemplares
Editor: Direcção Regional de Assuntos Culturais, Secretaria Regional da Educação e Cultura.
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 316 páginas
Dimensões: 21 cm x 15,5 cm

Estado de conservação: Como Novo

Preço:   10.00 €
Referência: 2112012

Sinopse:

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

História do Povo Judeu

Título: História do Povo Judeu
Autor: Werner Keller
Editor: Edição Galeria Panorama
Edição: 1ª edição
Ano: 1966
Nº de páginas: 528 páginas
Dimensões: 
Estado de conservação: Bom

Preço:    INDISPONÍVEL
Referência: 2112011

Sinopse: "Este povo judeu, povo escolhido, tem sido um dos mais sofredores com desta amnésia universal. Espalhado por todos os cantos do mundo, os judeus são exemplo maior para a humanidade no que respeita a trabalho, comércio, saber, religião, entre muitas outras coisas. Reúnem em si alguns dos mais brilhantes feitos, um povo que tem conquistado sempre objetivos muito superiores a outras civilizações. Pode ser esta uma possível e leiga explicação para os preconceitos e inimizades aplicadas a esta comunidade.
Um livro de Werner Keller que trata da história dos judeus, simplesmente. Mas trata-a de uma forma que poucos conseguiram até hoje. Apesar de ser um livro com a primeira edição datada de 1966, o seu vasto e rico conteúdo continua a fazê-lo atual".

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

António Alçada Baptista (29/01/1927 - 07/12/2008)

António Alfredo da Fonseca Alçada Tavares Baptista, escritor português, nascido a 29 de Janeiro de 1927, na Covilhã, estudou num colégio de Jesuítas em Santo Tirso. Após uma licenciatura em Direito, tirada em Lisboa e concluída em 1950, esteve ligado à edição e ao jornalismo. Foi diretor da revista O Tempo e o Modo (1963-69) e presidente do Instituto Português do Livro. Dirigiu jornais, como O Dia, e colaborou com outros, como A Capital ou o Semanário. Participou ainda em programas de televisão e da rádio, por exemplo, como cronista na Rádio Comercial.

É oficial da Ordem de Sant'Iago e recebeu das mãos do Presidente Ramalho Eanes a Ordem Militar de Cristo, em 1983, e a Grã-Cruz da Ordem do Infante entregue pelo Presidente Mário Soares, em 1995. Foi nomeado colaborador do Presidente Jorge Sampaio.

Profundamente influenciado pelo Cristianismo de pensadores como Emmanuel Mounier e Teillard de Chardin, conseguiu obter com os dois volumes de "Peregrinação Interior" a unanimidade da crítica e do público. Enquanto ficcionista, publicou "Os Nós e os Laços" (1985), "Catarina ou o Sabor da Maçã" (1988), "Tia Suzana, Meu Amor" (1989), "O Riso de Deus" (1994) e "Pesca à Linha - Algumas Memórias" (1998), um livro que se assume como uma obra de memórias, recordações, lucidez e ironia, e à qual não é alheio o profundo sentido afetivo que caracteriza a escrita deste autor. Como cronista e defensor da liberdade Alçada Baptista publicou em Outubro de 2002 "Um Olhar à Nossa Volta", o testemunho de uma vivência coletiva registada na década de 70 e 80 marcada por inquietações político-sociais.

Bichos

Título: Bichos
Autor: Miguel Torga
Edição: 13ª edição
Ano:  1983 (Fevereiro)
Tiragem: 30 000 exemplares
Editor: Coimbra Editora, Limitada
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 136
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:    10,00 €
Referência: 2112010

Sinopse: Escrito num registo peculiar marcado pelo recurso a um tom coloquial, a uma adjectivação específica e a diversas metáforas muito expressivas sobre uma realidade à qual se encontra intimamente ligado.
As personagens e a acção desta história têm um carácter profundamente humano com um tom dramático e até desesperado.

Excertos: «Querido leitor: São horas de te receber no portaló da minha pequena Arca de Noé. Tens sido de uma constância tão espontânea e tão pura a visitá-la, que é preciso que me liberte do medo de parecer ufano da obra, e venha delicadamente cumprimentar-me uma vez ao menos. Não se pagam gentilezas com descortesias, e eu sou instintivamente grato e correcto (…)»
                                                                                                                               Miguel Torga

Traço de União

Título: Traço de União
Autor: Miguel Torga
Editor: Coimbra Editora, Limitada
Edição: 2ª edição (Revista)
Ano: 1969
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 160 páginas
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Estado de conservação: Bom, tem uma assinatura de posse

Preço:     15,00 €
Referência: 2112009

Sinopse: Em Coimbra, em 1955, onde Miguel Torga deixa as suas impressões sobre a ex-colónia, onde passou vários anos, e a sua relação com Portugal.

Miguel Torga nasceu a 12 de Agosto de 1907 em São Martinho da Anta, Trás-os-Montes. Faleceu a 17 de Janeiro de 1995. De seu verdadeiro nome Adolfo Correia da Rocha, Miguel Torga é o pseudónimo literário pelo qual ficou conhecido. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença e dirigiu as revistas Sinale Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira.

A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas. Considerado um dos mais importantes autores portugueses contemporâneos, Miguel Torga foi durante muitos anos o editor dos seus próprios livros.

Fogo Preso

Título: Fogo Preso
Autor: Miguel Torga
Editor: Coimbra Editora, Limitada
Edição: 2ª edição
Ano: 1989 (Maio)
Tiragem: 5 000 exemplares
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 132 páginas
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Estado de conservação: Como Novo

Preço:    20,00 €
Referência: 2112008

Sinopse: "Pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, autor de uma vasta produção literária, largamente reconhecida e traduzida em várias línguas. Nasceu em S. Martinho de Anta em 1907. Depois de uma experiência de emigração no Brasil durante a adolescência, cursou Medicina em Coimbra, onde passou a viver e onde veio a falecer em 1995. Foi poeta presencista numa primeira fase; a sua obra abordou temas sociais como a justiça e a liberdade, o amor, a angústia da morte, e deixou transparecer uma aliança íntima e permanente entre o homem e a terra. Estreou-se com Ansiedade, destacando-se no domínio da poesia com Orfeu Rebelde, Cântico do Homem, bem como através de muitos poemas dispersos pelos dezasseis volumes do seu Diário; na obra de ficção distinguimos A Criação do Mundo, Bichos, Novos Contos da Montanha, entre outros. O Diário ocupa um lugar de grande relevo na sua obra. Também como escritor dramático, publicou três obras intituladas Terra Firme, Mar e O Paraíso. Recebeu, entre outros, o Prémio Montaigne em 1981, o Prémio Camões em 1989 e o Prémio Vida Literária (atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores) em 1992."

Poemas Ibéricos

Título: Poemas Ibéricos
Autor: Miguel Torga
Editor: Coimbra Editora, Limitada
Edição: 1ª edição
Ano: 1965
Nº de páginas: 80 páginas
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Estado de conservação: Bom, tem uma assinatura de posse

Preço:    20,00 €
Referência: 2112007

Sinopse:

domingo, 5 de dezembro de 2021

Título: História de seu Tomé, meu Pai e minha Mãe Maria
Autor: Odylo Costa (Filho)

Desenhos: Carlos Amado
Ano: Natal de 1970
Número de páginas: 27
Editora: Estúdios Cor
Edição: 1ª edição
Género: Conto
Estado de conservação: Livro em bom estado

Preço:    15,00 €
Referência:  2112006 R

Sinopse: É um conto de Natal, narrado na primeira pessoa que conta "só para ouvir dizer mais do que lembrar" o que pode ter ficado na cabeça de um menino "criado solto, mal parando em casa quando João da Grécia fazia gaiola de talo de buriti para xexéu, corrupião, sabiá ou chico-preto".
Um lembrança da casa do pai, num Natal, com "presepe (seu Tomé da Serra Grande, meu pai, tinha mania de presepe"...

Feliz Natal de Charles Dickens

Título:  Feliz Natal de Charles Dickens
              Uma fantástica história dum grande escritor
Coleção: O Falcão
Género: Grandes Aventuras
Série: 2ª série
Número: 856
Ano: 1976 (21 de Dezembro)
Desenhos de: H. M. Brock
Legendas adaptadas por: A. J. Azevedo
Distribuidor exclusivo: Agência Portuguesa de Revistas
Periodicidade: Semanário Juvenil
Dimensões: 12 cm x 17 cm
Estado de Conservação: Bom

Preço:   7,50 €
Referência:  2112005 R

Sinopse: Bela peça para colecionadores de "O Falcão"

sábado, 4 de dezembro de 2021

Autor: Miguel Torga
Editor: Coimbra Editora, Limitada
Edição: 4ª edição revista
Ano: Dezembro de 1980
Tiragem : 10 000 exemplares
Nº de páginas: 144 páginas
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom, tem uma assinatura de posse

Preço:    10,00 €
Referência: 2112004

Sinopse:

A Criação do Mundo I

Título: A Criação do Mundo I
Autor: Miguel Torga
Edição: 4ª edição refundida
Editor: Gráfica de Coimbra
Nº de páginas: 226 páginas
Dimensões: 19 cm x 14 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom

Preço:      15,00 €
Referência: 2112003

Sinopse:

O Outro Livro de Job

Título: O Outro Livro de Job
Autor: Miguel Torga
Edição: 4ª edição revista
Editor: Coimbra Editora, Limitada
Ano: 1958 (Março)
Nº de páginas: 94 páginas
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:   15,00 €
Referência: 2112002

Sinopse:


Cântico do Homem (Poesia)

 Título: Cântico do Homem
              Poesia
Autor: Miguel Torga
Editor: Coimbra Editora, Limitada
Edição: 4ª edição
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 88 páginas
Dimensões: 19,5 cm x 14 cm
Estado: Bom, tem assinatura de posse

Preço: 11,00 €
Referência: 2112001

Sinopse:

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

O Tratado de Seguros de Pedro de Santarém

Título: O Tratado de Seguros de Pedro de Santarém
Autor: Moses Bensabat Amzalak
Edição: Separata de "Anais do I.S.C.E.F." Tomo II - Volume XXVI - 1958
Composto e impresso na: Editorial Império, Lda.
Ano: 1958 - Lisboa
Capa: Brochura
Número de páginas: 152
Dimensões: 24 cm x 18 cm
Estado de conservação: Bom exemplar, lombada cansada e capa com mancha ba base e parte inferior direita

Preço:    14,00 €
Referência: 2111044 R
 
Sinopse: Obra de Moses Bensabat Amzalak, sobre o tratado de Seguros de Pedro de Santarém, efetuado pelo famoso jurisconsulto português no século XVI para prover a eventuais acidentes.
Obra com grande valor histórico, na área do princípio segurador.

 

El Seguro de Los Riesgos Agricolas en España

Título: El Seguro de Los Riesgos Agricolas en España
Editor:  Ministério da Agricultura – Serviço Nacional de Seguros Del Campo
Ano: 1944 (Maio)
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 156
Dimensões: 24 cm x 17,5 cm
Estado de conservação: Bom exemplar

Preço:     20,00 €
Referência: 2011043

Sinopse:

O Milagre de Canã Na Iconografia Paleocristã

Título: O Milagre de Canã
             Na Iconografia Paleocristã
Autor: Carlos Alberto Moreira Azevedo
Editor: Edição de Pontifícia Universitas Gregoriana
Impressão: Metanoia
Edição: 1ª edição
Ano:  1986 (Outubro)
Tiragem: 500 exemplares
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 314
Dimensões: 23,5 cm x 16 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:    20,00 €
Referência: 2111042

Sinopse:

 

A Arte de Redigir

Título: A Arte de Redigir
Autor: Mário Gonçalves Viana
Editor: Livraria Figueirinhas
Encadernação: Brochura
Ano: 1945
Nº de páginas: 232
Dimensões: 19 cm x 12 cm
Estado de conservação: Bom, capa com marcas ácidas, tem uma assinatura de posse

Preço:   17,00 €
Referência: 2111041

Sinopse:


A Educação Integral

Título: A Educação Integral
Autor: Mário Gonçalves Viana
Editor: Editora Educação Nacional
Encadernação: Brochura
Edição: 2ª edição
Ano: 1950
Dimensões: 20 cm x 13,5 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:   16.00 €
Referência: 2111040

Sinopse:

Psicologia das Multidões Infantis e Adultas

Título: Psicologia das Multidões
             Infantis e Adultas
Autor: Mário Gonçalves Viana
Editor: Editorial Domingos Barreira
Encadernação: Brochura com badanas
Estado de conservação: Bom, no entanto a lombada tem fita cola
Nº de páginas: 368 páginas
Dimensões: 20,5 cm x 15 cm

Preço:     15,00 €
Referência: 2111039

Sinopse: