sábado, 21 de fevereiro de 2026

Por um Novo Humanismo: Ensaios

Título: Por um Novo Humanismo
             Ensaios
Autor: Rodrigo Soares (pseudónimo de Fernando Pinto Loureiro) 
Editor: Livraria Portugália (Porto)
Edição: Primeira edição
Ano: 1947
Nº de páginas: 271 páginas
Dimensões: In-8º
Encadernação: Brochado
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom

Preço:     15,00 € + despesas de envio
Referência:  2602017

Sinopse: O livro "Por um Novo Humanismo: Ensaios", de Rodrigo Soares (pseudónimo de Fernando Pinto Loureiro), é uma coleção de ensaios que abordam temas culturais, sociais e filosóficos sobre a dignidade humana. Foi publicado originalmente em 1947 pela Livraria Portugália, no Porto.

Conteúdo: A obra reúne artigos e ensaios escritos pelo autor desde 1938, explorando temas relacionados ao humanismo e à busca por uma sociedade mais justa e equilibrada.

Temática: Aborda aspetos culturais, sociais e filosóficos, refletindo sobre a necessidade de um novo humanismo que valorize a dignidade humana.

Manual de Harmonia

Título: Manual de Harmonia
Autor: Tomás Borba
Editor: Edições Neuparth / Valentim de Carvalho - Lisboa
Edição: Primeira edição
Ano: 1937 (Novembro)
Nº de páginas: 466 páginas
Dimensões: In-8º - 19 cm x 13,5 cm
Encadernação: Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, tem um carimbo na capa dum estabelecimento de músicas e instrumentos.

Preço:     45,00 € + despesas de envio
Referência:  2602016

Sinopse: «Como no livro sagrado, há que distinguir a velha da nova lei, o antigo do novo testamento, sem todavia ser possível separar um do outro. E foi neste sentido pouco mais ou menos, que procuramos manter a nossa metodologia ao expor, neste Manual, doutrina tão complexa hoje como é a da arte de compor. Começamos pelos princípios mais ou menos consagrados pela tradição, digamos, tradição clássica, deixando prever, quanto possível, aqui e além, que é preciso pôr-se o pensamento numa evolução que se está operando e com que se deve contar. É muito outra, hoje, a técnica harmonística do que era, ainda no século passado. Não podemos, portanto, ficar adstritos a êsse passado, embora glorioso, pois que é no presente que vivemos. Reservamos, portanto, a última parte ou último capítulo deste Manual, a noções, talvez desarrumadas, mas claras e verdadeiras, porque as baseamos em bons exemplos, do que se entende, actualmente, por Harmonia moderna. É este capítulo, sem dúvida, o mais interessante do nosso insignificante trabalho. Temos pena de o não ter sabido fazer melhor. Mas devemos confessar que nele pusemos o melhor do nosso esforço e energias. Há de ter deficiências. Talvez contenha mesmo afirmações menos seguras ou menos exactas. É generosidade apontá-las ao autor, para que ele possa, numa futura revisão, melhorar uma obra que não concebeu por interesses mesquinhos ou vaidade, mas para ser útil a alguém, se o puder ser.» In Prefácio.

CONTEÚDOS:
I – Princípios
II – Acordes
III – Harmonia a 4 partes
IV – Mudança de posição e troca de notas
V – Ornamentos
VI – Cadências
VII – Marchas harmónicas
VIII – Modulações
IX – Quarteto para vozes
X – Harmonização
XI – Harmonia dissonante
XII – Acordes de 7ª de sensível
XIII – Acordes de 9ª da dominante
XIV – Harmonia dissonante artificial
XV – Retardos
XVI – Alterações cromáticas
XVII — Pedal
XVIII – Harmonia moderna

Vinhos de Portugal - Regiões Vinícolas

Título: Vinhos de Portugal
             Regiões Vinícolas
Autor: 
Editor:   
Edição: Primeira edição
Ano: 
Tipografia: 
Nº de páginas: 
Dimensões: In-8º
Encadernação: Brochura com elegante cordão na lombada.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, exemplar imacukado

Preço:     32,50 € + despesas de envio
Referência:  2602015

Sinopse: Portugal possui 14 regiões vitivinícolas principais, espalhadas pelo território continental e ilhas, com destaque para o Douro (vinho do Porto), Alentejo (tintos encorpados), Vinho Verde (brancos frescos), Dão (elegância) e Bairrada (espumantes). A diversidade climática e de solos permite a produção de vinhos DOC e regionais distintos.

Mochos (Vista Alegre)

Dimensões:
Preço:
Referência: 2602014

Notas: Os mochos (e corujas, no geral) são símbolos culturais profundos e antigos, carregando significados que oscilam entre a sabedoria máxima e o agouro. A sua representação varia muito dependendo da cultura, da época e do contexto, mas são quase sempre associados ao mistério, ao conhecimento oculto e à noite.

Principais simbolismos dos mochos na cultura:

Símbolo de Sabedoria e Conhecimento: A associação mais comum vem da mitologia grega, onde o mocho era o companheiro de Atena (Minerva para os romanos), a deusa da sabedoria, da inteligência e das artes. Por isso, o mocho representa a capacidade de "ver o que os outros não veem" (visão noturna), o conhecimento profundo e a filosofia.

Emblema Académico: Devido à ligação com Atena, o mocho é frequentemente utilizado como símbolo em faculdades (como Filosofia e Geologia), universidades e até nas áreas de Matemática, representando a busca pela verdade e pelo saber.

Guardião dos Segredos e Intuição: Devido à sua visão noturna excecional, o mocho é considerado no esoterismo um guardião dos segredos, da clarividência e um guia para explorar o desconhecido.

Amuleto de Boa Sorte (em Portugal): Em Portugal, observar um mocho perto de casa é, por vezes, interpretado como um sinal de boa sorte, proteção e prenúncio de boas notícias.

Símbolo de Agouro (Crença Popular): Por outro lado, a sua natureza noturna e som lúgubre levaram a superstições antigas, onde o piar do mocho era associado à morte, doença ou azar, uma herança de tradições populares antigas.

Representação Cultural (A "Coruja de Minerva"): O filósofo Hegel utilizou a "coruja de Minerva" para dizer que a filosofia só compreende o sentido da história quando ela já passou (a coruja levanta voo ao anoitecer), reforçando o seu papel como símbolo de reflexão.

Em resumo, o mocho é um símbolo ambivalente: é o sábio conselheiro para uns e o misterioso observador noturno associado ao oculto para outros.


A Velha Casa - Os Avisos do Destino

 Título: A Velha Casa
             Os Avisos do Destino
Autor: José Régio
Editor: Edições Ser - Vila do Conde  
Edição: Primeira edição
Ano: 1953
Tipografia: Gráfica de Santa Clara - Vila do Conde
Nº de páginas: 466 páginas
Dimensões: In-8º - 19 cm x 13,5 cm
Encadernação: Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, miolo limpo, preserva a capa de brochura

Preço:     45,00 € + despesas de envio
Referência:  2507074

Sinopse: "A Velha Casa" é uma obra em três volumes do escritor português José Régio, sendo "Os Avisos do Destino" o terceiro e último volume. Publicado em 1953, este volume é considerado por muitos como a obra-prima de Régio, de acordo com a Bokay. A obra faz parte da série "A Velha Casa", que explora temas como a família, a religião, a morte e o destino.
"Os Avisos do Destino" ("A Velha Casa III") aprofunda a análise da personagem central, António, e sua relação com a família e o mundo. O romance aborda as consequências das escolhas e ações de António, mostrando como o destino parece agir na vida das personagens, guiando-as para determinados caminhos. A obra explora a complexidade das relações familiares e os conflitos internos e externos que as personagens enfrentam.
Em resumo:
"A Velha Casa" é uma obra em três volumes de José Régio, com "Os Avisos do Destino" sendo o terceiro e último.
"Os Avisos do Destino" é considerado a obra-prima de Régio.
O livro aborda temas como família, religião, morte e destino.
A obra explora a influência do destino nas vidas das personagens, especialmente António.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

O Meu Sistema - Gimnastica dinamarqueza

Título: O Meu Sistema
             Gimnastica dinamarqueza
             Um quarto de hora de exercício por dia
Autor: J. P. Müller  
Editor: Livrarias Aillaud & Bertrand. Paris. Lisboa.
Edição: 11ª edição
Ano: 1926
Encadernação: Encadernação do editor com gravação nas pastas e na lombada
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas: 124
Dimensões: 18 cm x 12 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:    35,00 €
Referência: 2602013

Sinopse: 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Problemas do Espaço Português (Curso de Extensão Universitária)

Título: Problemas do Espaço Português
             (Curso de Extensão Universitária)
Autor: 
Editor: Junta de Investigação do Ultramar
Número: 87
Edição: 1ª edição
Ano: 1972 (Lisboa)
Capa: Brochura
Nº páginas:  292 páginas
Dimensões: 18,5 cm x 24,7 cm
Estado: Bom

Preço:    32,00 €
Referência: 2602012

Sinopse:


Relatórios das Viagens de Estudo

Título: Relatórios das Viagens de Estudo
Autor: 
Editor: Publicações da Junta de Educação Nacional
Edição: 1ª edição em Portugal
Ano: 1933 (Lisboa)
Nº de páginas: 356 páginas
Dimensões: 18,5 cm x 24 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Bom, capa co marcas ácidas

Preço: 45,00 €
Referência: 2602011

Sinopse: Entre outros, inclui relatórios por dois afamados escritores portugueses do século XX, Irene Lisboa e José Rodrigues Miguéis.

Idade Média (Problemas e Soluçoens

Título: Idade Média
             (Problemas e Soluçoens)
Autor: Alfredo Pimenta
Editor: Edições Ultramar
Ano: 1946 (Lisboa)
Capa: Brochura
Nº páginas:  400
Dimensões: 19 cm x 23,8 cm
Estado: Bom, capa com marcas ácidas

Preço:    28,00 €
Referência: 2602010

Sinopse: Idade-Média (Problemas & Soluções), publicada em 1946 pelas Edições Ultramar, é uma das obras centrais do historiador português Alfredo Pimenta. O livro reúne mais de duas dezenas de textos que analisam criticamente temas da história medieval de Portugal sob uma perspetiva ideológica conservadora e tradicionalista.

Conteúdo e Estrutura da Obra: O volume possui cerca de 400 páginas e está organizado em 33 capítulos que abordam questões religiosas, políticas e sociais do período medieval. Pimenta utiliza uma abordagem crítica e polémica para revisitar factos históricos, focando-se em:

Identidade e Geografia: Discussões sobre o termo de Braga em 572 e o uso da palavra "Hispania" em documentos medievais.
Figuras Históricas: Análises sobre D. Teresa e Fernando Peres de Trava, e os cargos na corte de D. Afonso Henriques.
Instituições: Estudos sobre a catedral moçárabe de Coimbra no século XI.
Historiografia: Anotações críticas ao quarto volume da História de Portugal de Gonzaga de Azevedo.
Sobre o Autor: Alfredo Pimenta (1882–1950)
Alfredo Pimenta foi uma figura complexa da cultura portuguesa da primeira metade do século XX.
Perfil: Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi historiador, arquivista, ensaísta e político.
Carreira: Foi diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo (1949-1950) e o primeiro diretor do Arquivo Municipal de Guimarães, que hoje ostenta o seu nome.

Ideologia: Embora tenha começado como republicano, tornou-se um fervoroso monárquico e apoiante do regime de Salazar, sendo conhecido pelo seu estilo.

Vida de S. Domingos

Título: Vida de S. Domingos
Autor: Henri-Dominique Lacordaire
Editor: Typ. da Livraria Ferin
Edição:
Ano: 1907
Capa: Brochura
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas:  240 páginas (1ª parte) + 100 páginas (2ª parte)
Dimensões: 14 cm x 21 cm
Estado: Bom

Preço:    35,00 €
Referência: 2602009

Sinopse: A "Vida de São Domingos", escrita pelo frade dominicano francês Henri-Dominique Lacordaire (1802-1862), é uma das biografias mais influentes do fundador da Ordem dos Pregadores. A obra, um clássico da literatura francesa, narra a vida, a fé e a missão de S. Domingos de Gusmão, contribuindo significativamente para a renovação da Ordem no século XIX.

Principais Aspetos da Obra: Contexto e Objetivo: Publicada originalmente em francês, a obra foi escrita para promover a restauração da Ordem Dominicana, focando na figura de Domingos como um exemplo de pregador e pregador da verdade.

Narrativa: Lacordaire aborda a juventude de Domingos, a sua visão sobre a Ordem, o apostolado na França, a fundação do convento de Prouille, a Guerra dos Albigenses, o encontro com São Francisco de Assis, a aprovação da Ordem pelo Papa Inocêncio III e a sua morte.

Conteúdo Detalhado: A biografia inclui pormenores sobre as viagens de Domingos a Roma, o estabelecimento das regras da Ordem, a devoção ao Rosário, e a dispersão dos primeiros frades pela Europa.

Importância Histórica: A obra destaca a importância de S. Domingos na Igreja Católica e a sua influência duradoura desde o século XIII.

A obra foi traduzida para português e continua a ser uma referência para entender a vida de São Domingos e o carisma da Ordem dos Pregadores.

Por uma Agricultura Renovada

Título: Por uma Agricultura Renovada
Autor: Vasco Leónidas
Editor: Edição "Len" Porto - Editora Educação Nacional
Edição: 1ª edição
Ano: 1971 (Lisboa)
Capa: Brochura
Género: Agronomia
Nº páginas:  388 páginas
Dimensões: 15,5 cm x 23 cm
Estado: Bom estado, valorizado com uma dedicatória do autor

Preço:    30,00 €
Referência: 2602008

Sinopse: "Por uma Agricultura Renovada", da autoria de Vasco Leónidas, é uma obra publicada em Lisboa no ano de 1971. Este livro, de rara aparição no mercado alfarrabista é Aborda temas relacionados com a modernização e renovação das práticas agrícolas. É um título relevante no contexto da literatura técnica de agricultura em Portugal.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de ...

Título: O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de Alijó, Mesão Frio,Mondim de Basto, Murça, Ribeira de Prna, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real
Autor: Pe. A. Gomes Pereira
Introdução de: A. M. Pires Cabral
Composto e impresso na: Minerva Transmontana. Comissão Regional de Turismo da Serra do Marão. Vila Real.
Número: 2
Editora: Minerva Transmontana
Tiragem: 1000 exemplares
Edição: 1ª edição
Ano: 1983 (Outubro)
Capa: Brochura
Género: Etnografia
Nº páginas:  94 páginas
Dimensões: 17 cm x 24 cm
Estado: Bom

Preço:    35,00 €
Referência: 2602007

Sinopse: "O padre A. Gomes Pereira, que durante algum tempo foi professor no Liceu de Vila Real (...) à volta de 1900, era um filólogo interessado em questões de linguagem popular. Por isso, tomando como informadores principais os seus alunos, meteu ombros à tarefa de, entre outros trabalhos de carácter etnográfico, elaborar um vocabulário de cada um dos concelhos que constituem o distrito de Vila Real.

Este trabalho, dado à estampa em diversos números da «Revista Lusitana», é ainda hoje um útil repositório de regionalismos transmontanos e alto-durienses..." - A. M. Pires Cabral, na Introdução da obra.

"O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de Alijó, Mesão Frio, Mondim de Basto, Murça, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real" é uma obra de etnografia e linguística da autoria de A. Gomes Pereira. O livro regista expressões, vocabulário e usos da língua popular na região de Trás-os-Montes durante o século XIX.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Três postais originais do filme Ala-Arriba! – A Epopeia dos Pescadores





Três postais originais da coleção de 10, do filme Ala-Arriba! – A Epopeia dos Pescadores, obra emblemática do cinema português de Leitão de Barros.

Tema: cultura piscatória e tradição poveira
Estado de conservação: Bons exemplares, sendo que um dos postais tem a pequena mancha na parte superior direita  conforme visível na fotografia.
Conjunto raro e cada vez mais difícil de encontrar completo.

Preço: 22,50 € (3 postais)
Referência: 2602006

Sinopse: A expressão "Ala-Arriba!" é o grito de força dos pescadores da Póvoa de Varzim usado ao puxar as lanchas poveiras para terra. No contexto de postais, o termo refere-se principalmente a coleções históricas ligadas ao icónico filme de Leitão de Barros (1942).

Lamego Capital da Beira-Douro

Título: Lamego
             Capital da Beira-Douro
Autor: Luís Rodrigues César Osório
Editor: Câmara Municipal de Lamego
Edição: 1ª edição
Ano: 1930
Capa: Brochado
Género: Monografia
Nº páginas: 56 páginas
Dimensões: In-8º
Ilustrações: Profusamente ilustrado com foto-gravuras
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação, capa com vestígios de sujidade, miolo limpo

Preço:    35,00 €
Referência: 2602005

Sinopse: Lamego, Capital da Beira-Douro foca-se na importância histórica e geográfica de Lamego, posicionando-a como a capital da região da Beira-Douro.

Sobre o Autor: Luís Rodrigues César Osório foi um destacado intelectual e autarca, tendo exercido o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Lamego (entre 1926 e 1929.

A obra é frequentemente procurada em livrarias alfarrabistas por ser um registo relevante e de elevado interesse da historiografia local e do regionalismo duriense da primeira metade do século XX.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

José do Telhado (Novela Cinegráfica por Campos Monteiro)

Título:
José do Telhado
             (Novela Cinegráfica por Campos Monteiro)
Extraída do filme realizado por: Rino Lupo
Ilustrações de: Ilustrado com fotografias da Lupo-Film
Editor: Livraria Tavares Martins
Colecção: Colecção Cinema
Número: 3
Ano: 1944
Capa: Brochura com badanas
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas: 48
Dimensões: 18 cm x 23 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:    20,00 €
Referência: 2602004

Sinopse:

FUNDAÇÃO LIVRARIA LELLO - BABELL DE 24 A 30 DE JUNHO DE 2026

BABELL – O novo grande evento literário e cultural internacional na cidade do Porto

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Fotografia "Conférence sur Gabriele" 27 de Maio de 1942



Foto: Biblioteca Pública de Braga
Acontecimento: Conférence sur Gabriele
Data: 27 de Maio de 1942
Cor: Preto e branco
Dimensões: 11,5 cm x 8,7 cm
Estado de conservação: Bom

Preço: 14,00 €
Referência: 2602003

Sinopse:



Fotografia de Miguel Torga


Fotografia de: Miguel Torga
Cor: Preto e branco
Dimensões: 18 cm x 13 cm
Estado de conservação: Bom
Preço: 12,50 €
Referência: 2602002

Sinopse:


Colégio dos Carvalhos - Grupo de Alunos (1930-1931)


Colégio dos Carvalhos (1930-1931)

Rara e bela fotografia dos alunos do Colégio Internato dos Carvalhos (1930-1931)
Dimensões da fotografia: 17 cm x 12 cm
Dimensões da base onde assenta a fotografia: 25,3 cm x 20,6 cm
Estado de conservação: Bom, excelente

Preço:  50,00 €
Referência: 2602001

Sinopse:

A 1 de Fevereiro de 1908, o Rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados no Terreiro do Paço

A 1 de fevereiro de 1908, o rei português D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados quando a sua carruagem passa pelo Terreiro do Paço, em Lisboa.

O regicídio foi levado a cabo por dois membros da Carbonária, organização revolucionária republicana.
Num artigo inserido na primeira página do Diário Illustrado do dia seguinte, pode ler-se:
«Não se torna necessário considerar nas suas origens e determinantes o espantoso crime de ontem, para o qualificar como um dos mais hediondos e infames atentados, de que reza a história de todos os povos!».
E, mais adiante, sobre D. Manuel II, irmão do príncipe herdeiro, que viria a ser o futuro rei de Portugal, o articulista do supracitado artigo conclui:
«Sua majestade El-Rei o Senhor D. Manuel II, cuja proclamação hoje será publicada em decreto no Diário do Governo, tem em volta do seu trono, neste instante soleníssimo, a dedicação, o amor e o apoio decidido de todos os portugueses dignos de tal nome!».
Fonte: Diário Illustrado n.º 12453, de 02-02-1908, 38.º ano de publicação, p. 1
Inserção Histórica
O movimento republicano não iria permitir que o novo rei estivesse no poder muito tempo, por, na sua opinião, o governo da coroa, entre outros fatores de caráter social, não ter defendido os interesses de Portugal perante os britânicos que consideravam sua a região entre Angola e Moçambique, apresentada como portuguesa no célebre mapa-cor-de-rosa.
A 5 de outubro de 1910, com a Implantação da República em Portugal, D. Manuel II é deposto, sendo obrigado a exilar-se nos arredores de Londres, onde viria a falecer, inesperadamente, a 2 de julho de 1932.
A 5 de julho desse mesmo ano, Salazar seria nomeado Chefe do Governo e um novo ciclo histórico se iniciaria, pondo em relevo, no ensino escolar, o papel desempenhado na História de Portugal por alguns monarcas portugueses e seus familiares.



sexta-feira, 30 de janeiro de 2026


Título:
Obras de Alexandre Dumas
Autor: Alexandre Dumas
Tradução e notas: Ferreira da Costa
Editor: Lello & Irmão Editores
Ano: 1967 (Maio) - Porto
Capa: Encadernações editoriais, flexíveis, inteiras de pele, com ferros a ouro nas lombadas e nas pastas anteriores e ferros a seco em esquadrias nas pastas. Com folhas de guarda em papel decorativo.
Género: Romance
Idioma: Português
Nº páginas:  Com 1888; 1744; 1745; 1991; 1920; 1894; 2050; 1968 págs.
Dimensões: 19,5 cm x 13 cm
Estado de conservação: Bons

Preço:    200,00 € (8 volumes)
Referência: 2601003

Sinopse: As obras completas do grande escritor francês, incluindo Os Três Mosqueteiros, O Conde de Monte Cristo, O Colar da Rainha, entre tantos outros, em majestosa edição Lello & Irmão. Desde o século XIX que Alexandre Dumas tem apaixonado leitores por todo o mundo. As suas aventuras encontram-se amplamente traduzidas, continuando a inspirar adaptações teatrais e cinematográficas. As personagens e cenários que nos legou são, simultaneamente, um retrato da França, destacando-se entre os grandes filósofos e escritores do seu tempo.

Os volumes reúnem as seguintes obras:
Volume I - Os Três Mosqueteiros, Vinte Anos Depois, A Tulipa Negra, Ascânio.
Volume II - O Visconde de Bragelonne. 
Volume III - O Conde de Monte Cristo, A Mão do Finado, A Casa de Gelo.
Volume IV - A Rainha Margot, A Dama de Monsoreau, Os Quarenta e Cinco.
Volume V - José Bálsamo, O Colar da Rainha.
Volume VI - Ângelo Pitou, A Condessa de Charny. 
Volume VII - A Condessa de Charny (continuação), A Guerra das Mulheres, A San Felice.
Volume VIII - Luís XIV e seu Século, Memória de uma Favorita, As Gémeas de Machecoul.

domingo, 11 de janeiro de 2026

Montra, que nostalgia !

Esta tradição de "ir ver as montras", que outrora iluminava o passeio das famílias portuguesas, é agora resgatada pelo Canto III Livraria Alfarrabista através da tecnologia.

Ao transformar o ritual físico num deslumbre digital, a marca permite que a magia natalícia e outros momentos chegue a qualquer lugar, preservando a nostalgia das luzes e das cores de outros tempos.

Para quem deseja reviver ou descobrir este imaginário, pode explorar livros de literatura portuguesa e estrangeira, clássicos, filosofia, história, ciências, geografia, matemática, artes, policiais, arquitetura, banda desenhada, monografias, ficção cientifica, revistas, jornais &etc..., honrando-nos com a sua visita à loja física na Rua da Boavista, 320, na cidade do Porto e/ou online através do blog https://canto3livros.blogspot.com ou https://www.facebook.com, onde a montra do Canto III está à  distância de um clique na própria fotografia.


sábado, 10 de janeiro de 2026

Despojos de uma Tragédia (Cartas Inéditas)

Título: Despojos de uma Tragédia
             (Cartas Inéditas)
Autor: Frederico Nietzsche
Tradução e notas: Ferreira da Costa
Introdução de: A. Vieira D' Areia
Editor: Edição "Len" Porto - Editora Educação Nacional
Coleção: Colecção Mensagem
Edição: 1ª edição em Portugal
Ano: 1944
Capa: Brochura com badanas
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas:  388
Dimensões: 14 cm x 21 cm
Estado: Bom

Preço:    20,00 €
Referência: 2601002

Sinopse: "Despojos de uma Tragédia (Cartas Inéditas)" é uma coletânea de cartas de Friedrich Nietzsche publicadas em Portugal, traduzidas por Ferreira da Costa, que revelam as suas reflexões e sentimentos, especialmente no período de 1863, oferecendo uma visão pessoal dos seus "restos" de juventude e do seu pensamento, contrastando com a sua filosofia mais madura. A obra, editada por Editora Educação Nacional (1944) e outras editoras como Relógio d'Água, foca-se no lado humano e nas suas correspondências íntimas.

Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.

Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.

Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A. Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.

Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como "O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Condor Popular

 

Datas de publicação:
#1 volume 1 (18 de Dezembro de 1954) a #10 volume 88 (1 de Abril de 1972)
 
Dimensões: 10,5 cm x 14,5 cm
Género: Banda desenhada
Cores: Preto e branco e/ou duas cores
Periodicidade: Semanal
 
Diretores:
[#1/1º vol a #3/66º vol.] José de Oliveira Cosme
[#10/75º vol a 5/88º vol.] Mário de Aguiar
Propriedade: Aguiar & Dias Lda.
 
Nota: Houve um período de suspensão da publicação a qual foi retomada em 05-01-1957.
 

Séries publicadas:
Agente Secreto X-9, Big Ben Bolt, Brick Bradford, Buck Jones, Buck Rogers, Capitão Audaz, Capitão Caribe, Cisco Kid, Diana Decker, Flash Gordon, Gene Autry, Hook Slider, Horton Smith, Jeff Cobb, Jeff Hawke, Jim das Selvas, Joe Kelly, Joe Palooka, Johnny Hazard, Kerry Drake, Kit Carson, Lance, Lone Ranger, Mandrake, Plácido & Mosca, Principe Valente, Red Canyon, Rip Kirby, Roy Rogers, Rusty Riley, Sigur, Sílvia Milhões, Tim Tyler's Luck

Estado de conservação: Bons exemplares

Preço:  3,00 € cada
Referência: 2601001

Sinopse:

domingo, 28 de dezembro de 2025

Morreu a atriz Brigitte Bardot (1934-2025)

 

A lendária atriz francesa, ícone mundial e fervorosa defensora dos animais, morreu aos 91 anos. “Uma lenda" que simbolizava uma vida de liberdade”.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Reprodução de uma carta dirigida ao Pai Natal, encontrada no interior dum livro do acervo do Canto III, "O Principezinho"

Querido Pai Natal,

Escrevo-lhe esta carta com a maior humildade no meu coração.

Nesta época festiva e Santa, o meu desejo não é por brinquedos ou bens materiais, mas sim por algo que considero muito mais valioso: a esperança, paz, amor.

Acredito verdadeiramente que "ler é esperança e abrir portas para um mundo ainda melhor, muito belo, esclarecido e com paz".

Por isso, se fosse possível e se o Pai Natal achasse que mereço, gostaria de pedir modestamente paz para o mundo e como gostava de ter um livro. A sua escolha será perfeita, pois qualquer livro que me traga conhecimento, perspetiva e reforce a minha crença num futuro ainda mais luminoso será o presente ideal, um tesouro.

Agradeço antecipadamente pela sua extremosa boa atenção e tão generosos bons ofícios e pela magia que traz ao mundo.

Com os meus melhores agradecimentos, cumprimentos e votos de um Santo e Feliz Natal para todo o mundo,

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domingo, 14 de dezembro de 2025

A Queda

Título: A Queda
Autor:  Albert Camus
Tradução/Revisão: José Terra
Editor: Livros do Brasil - Lisboa
Género: Romance
Edição: 
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas:  224
Dimensões: 14,5 cm x 19 cm
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação
 
Preço: 10,00 €
Referência: 2512005

Sinopse: Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam. 

Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno. Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em vida por Albert Camus.

Memorial do Convento

Título: Memorial do Convento
Autor:  José Saramago
Editor: Editorial Caminho (Guide - Artes Gráficas)
Género: Romance
Edição: 3ª edição
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas:  357-II
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Tiragem: 3000 exemplares
Estado de conservação: Exemplar em excelente estado de conservação, tem assinatura de posse datada.
 
Preço: 25,00 €
Referência: 2512004

Sinopse: «Um  romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)»


Levantado do Chão

Título: Levantado do Chão
Autor: José Saramago
Editor: Editorial Caminho
Coleção: O Campo da Palavra
Capa e arranjo gráfico: José Araújo
Editado em: Lisboa, 1982
Data de impressão: 22 janeiro de 1982
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Encadernação: Encadernação editorial, brochura
Tiragem: 4000 exemplares
Género: Romance
Nº de páginas: 368 páginas
Estado de conservação: Bom, exemplar estimado, tem uma assinatura de posse datada

Preço: 25,00 €
Referência: 2512003

Sinopse: "O livro chama-se Levantado do Chão porque, no fundo, levantam-se os homens do chão, levantam-se as searas, é no chão que semeamos, é no chão que nascem as árvores e até do chão se pode levantar um livro". José Saramago

A transformação social. A contestação. Personagens em diálogos. As cruentas desigualdades sociais. Surgem as perguntas proibidas. Vai-se adquirindo consciência e espaço, para que tudo se levante do chão. Um livro composto por 34 capítulos. No 17.º está a tortura e a morte de Germano Santos Vidigal. Germano, o nome que significa irmão, o homem da lança. Apesar de vencido, o sacrifício da sua vida indica o caminho. «Já o encontraram. Levam-no dois guardas, para onde quer que nos voltemos não se vê outra coisa, levam-no da praça, à saída da porta do setor seis juntam-se mais dois, e agora parece mesmo de propósito, é tudo a subir, como se estivéssemos a ver uma fita sobre a vida de Cristo, lá em cima é o calvário, estes são os centuriões de bota rija e guerreiro suor, levam as lanças engatilhadas, está um calor de sufocar, alto.»

As mulheres são também chamadas à primeira linha das decisões neste belo romance de Saramago. O diálogo monossilábico entre marido e mulher da família Mau-Tempo vai-se alterando. Interessante observar uma narrativa que vai da submissão ao sentido de libertação, através de gerações.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Arquitectura Popular Portuguesa

Associação dos Arquitectos Portugueses - «Arquitectura Popular Portuguesa»
3 Vols., Ideia Original : Francisco Keil Amaral
3ª Edição, Lisboa; 1988 - Edição Patrocinada por Banco de Fomento Nacional
1º Volume : Zona 1 : Minho – Zona 2 : Trás-Os-Montes
2º Volume : Zona 3 : Beiras – Zona 4 : Estremadura
3º Volume : Zona 5 : Alentejo – Zona 6 : Algarve
Enc. editorial c/ sobrecapa ; 230 + 242 + 283 p. ; prof. il. ; 29cm

€ 285,00

Referência: 2512001

Sinopse: A Arquitectura Popular em Portugal é uma obra seminal e o resultado de um inquérito realizado entre 1955 e 1960 pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos, que na época representava a profissão e que em 1978 deu lugar à Associação dos Arquitectos Portugueses. A primeira edição, em dois volumes, foi publicada em 1961.

O projeto de levantamento

Iniciativa: O projeto foi idealizado pelo arquiteto Francisco Keil do Amaral no Sindicato Nacional dos Arquitectos.

Objetivo: Realizar um estudo exaustivo e documentado sobre as construções tradicionais em Portugal para preservar o seu conhecimento, que se encontrava ameaçado pelo progresso e pela destruição.

Método: Foi realizado um grande inquérito, onde equipas de arquitetos percorreram o país para registar, através de fotografias, desenhos e mapas, as tipologias construtivas de cada região.

A publicação

Primeira edição: A obra original, em dois volumes, foi publicada em 1961 e 1962.

Conteúdo: Está profusamente ilustrada com fotografias, plantas, cortes e mapas, organizados por zonas geográficas de estudo.

Arquitetos envolvidos: Entre os vários arquitetos que contribuíram para o levantamento e publicação, destacam-se nomes como Francisco Keil do Amaral, Fernando Távora e Celestino de Castro.

Legado da obra

Relevância: A obra é considerada uma referência essencial para o estudo da arquitetura tradicional portuguesa, influenciando gerações de arquitetos e investigadores.

Atualidade: Várias reedições têm sido publicadas ao longo dos anos, mantendo a sua importância como documento histórico e cultural.


sexta-feira, 28 de novembro de 2025

História da Magia, do Ocultismo e das Sociedades Secretas

Hemmert (Danielle); Roudene (Alex) - História da Magia, do Ocultismo e das Sociedades Secretas - Lisboa, Edição "Amigos do Livro"
Dim. 20 cm x 12,3 cm.; ilustrados.
Colecção de 18 volumes, Tomo I ao XVIII, completa. Encadernação editorial. Estado de conservação, bons, estimados.

€   80,00
Refª. 2511020

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Obras Completas de Raúl Brandão


Brandão (Raul) Obras Completas - 14 Volumes Completo - Círculo de Leitores
Sinopse da colecção: Obras Completas de Raul Brandão 14 Volumes - Completo
Volume I - Impressões e paisagens * O Padre
Volume II - A Farsa
Volume III - Os Pobres
Volume IV- El-Rei Junot
Volume V - Vida e Morte de Gomes Freire
Volume VI - Húmus
Volume VII - Teatro
Volume VIII - Os Pescadores
Volume IX - As Ilhas Desconhecidas
Volume X - A Morte do palhaço e o mistério da árvore
Volume XI - O Pobre de pedir
Volume XII - Memórias I
Volume XIII - Memórias II
Volume XIV - Memórias III
Autor: Raul Brandão
Editora: Círculo de Leitores
1990 / 1991

Encadernações editoriais em capa dura.
€ 110,00

Ref.: 2511019

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Reprodução Anotada do Livro das Fortalezas de Duarte Darmas

Darmas (Duarte) – Livro das Fortalezas – Reprodução Anotada do Livro das Fortalezas de Duarte Darmas - Editorial Império (Lisboa) - Edição muito cuidada) Muito Rara, invulgar. 1943. De 21x27 cm., oblongo, com 470-II págs.

Encadernação editorial, capa dura € 625,00

Referência:
 
2507044

Sinopse: Estamos em presença dum livro muito raro e de muito difícil aparição no mercado alfarrabista.
Trata-se da cópia do "Livro das Fortalezas" do original em pergaminho que se encontra no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
São reproduzidos 57 aspetos das fortalezas situadas na raia de Espanha, cada uma acompanha de um texto do General Ferreira de Almeida.
É, segundo Alfredo Pimenta, livro "rico de informações arquitetónicas, topográficas, etnográficas, históricas e linguísticas".
Obra de grande importância para o conhecimento do estado geral das fortificações fronteiriças com Espanha ao tempo de D. Manuel I; revela em pormenor não só o estado das fortificações mas também os percursos entre as povoações, distâncias, acessos, caminhos, cursos de água, pontes, fontes, poços, terrenos agrícolas, edifícios militares, religiosos e civis.

Ilustrado com os fac-símiles dos desenhos do manuscrito guardado na Torre do Tombo e com um mapa de Portugal indicando a localização das fortalezas.

Duarte Darmas foi escudo da casa de D. Manuel I. Já no reinado de D. João II tinha sido enviado a Marrocos para levantar plantas hidrográficas das barras dos rios onde se pretendia construir fortalezas. Damião de Góis chama-lhe grande pintor e Faria e Sousa grande tracista.

domingo, 23 de novembro de 2025

Calanga

Júnior (Rodrigues), Calanga, Edição Minerva, Lourenço Marques, 1955, 284 págs., Br., bom estado de conservação. De muito difícil localização. Raro.

Dedicatória:
"A todos os que trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para arrancar o pão de cada dia, dedica o autor este livro que tem muito da alma de Colono e do negro que o ajuda na faina do amanho desse chão que é Céu e Inferno do homem."
 € 35,00
Referência: 2511018

Sinopse: "Calanga" é um romance da autoria de Rodrigues Júnior (José Rodrigues Júnior, 1902-1991), um escritor português.
Publicação e Contexto: O livro foi publicado originalmente em 1955, em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique, pela Editora Minerva Central, sendo uma obra de literatura ultramarina.

Dedicatória: A dedicatória do autor é "A todos os que trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para arrancar o pão de cada dia".
Género e Tema: A obra é um romance que aborda temas relacionados com a vida e o trabalho nas terras da Calanga, oferecendo uma perspetiva da realidade colonial da época.

Sobre o Autor

Outras Obras: Rodrigues Júnior foi um autor prolífico, tendo publicado mais de trinta títulos, incluindo ensaios, estudos e reportagens-inquéritos. A sua obra "Muende" (1960) foi galardoada com o prémio Fernão Mendes Pinto.
Relevância: É uma figura notável na literatura colonial portuguesa, com várias das suas obras a serem consideradas de difícil localização e raras.

O livro "Calanga" é uma edição antiga e, por isso, é considerado uma raridade sendo de muito difícil aparição no mercado livreiro.

José Régio (O último coice)

Título: José Régio (O último coice)
Autor: Augusto Dias
Editor: Edições Beira e Douro
Ilustrações: Ilda David
Edição: 1ª edição
Ano: 1970
Dimensões: 20,5 cm x 14,5 cm
Nº de páginas:  22 páginas
Encadernação: Brochura
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom

Preço:   15,00 € 
Referência: 2511017

Sinopse: "O último coice"  é um  livro  escrito  por  Augusto Dias, publicado   em   1970,  que  aborda   uma  intriga   entre  escritores relacionada  com  a não publicação de um texto do autor e a figura de José Régio.

Sobre o Livro e o Autor:
Título Completo: José Régio (O último coice).
Autor: Augusto Dias.

Publicação: O livro foi publicado em 1970, como uma edição do autor ou pelas Edições "Beira e Douro".
Conteúdo: A obra, que é uma brochura de cerca de 22 ou 23 páginas, descreve uma disputa ou "intriga entre escritores" decorrente do facto de um escrito de Augusto Dias não ter sido publicado, envolvendo, de alguma forma, José Régio.
Contexto: O título sugere uma crítica ou um comentário final e contundente ("o último coice") sobre a situação, possivelmente no contexto das relações literárias da época em Portugal. José Régio (pseudónimo de José Maria dos Reis Pereira), ele próprio um poeta, autor dramático e ficcionista de renome e um dos fundadores da revista Presença, faleceu em 1969, um ano antes da publicação deste livro.