Título: Por um Novo Humanismo Ensaios Autor: Rodrigo Soares (pseudónimo de Fernando Pinto Loureiro) Editor:Livraria Portugália (Porto) Edição:Primeira edição Ano: 1947 Nº de páginas: 271 páginas Dimensões:In-8º Encadernação:Brochado Idioma: Português Estado de conservação: Bom Preço: 15,00 € + despesas de envio Referência:2602017
Sinopse: O livro "Por um Novo Humanismo: Ensaios", de
Rodrigo Soares (pseudónimo de Fernando Pinto Loureiro), é uma coleção de
ensaios que abordam temas culturais, sociais e filosóficos sobre a dignidade
humana. Foi publicado originalmente em 1947 pela Livraria Portugália, no Porto.
Conteúdo: A obra reúne artigos e ensaios escritos pelo autor
desde 1938, explorando temas relacionados ao humanismo e à busca por uma
sociedade mais justa e equilibrada.
Temática: Aborda aspetos culturais, sociais e filosóficos,
refletindo sobre a necessidade de um novo humanismo que valorize a dignidade
humana.
Título: Manual de Harmonia Autor: Tomás Borba Editor: Edições Neuparth / Valentim de Carvalho - Lisboa Edição:Primeira edição Ano: 1937 (Novembro) Nº de páginas: 466 páginas Dimensões:In-8º - 19 cm x 13,5 cm Encadernação:Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura. Idioma: Português Estado de conservação: Bom, tem um carimbo na capa dum estabelecimento de músicas e instrumentos.
Preço: 45,00 € + despesas de envio Referência:2602016
Sinopse: «Como no livro sagrado, há que
distinguir a velha da nova lei, o antigo do novo testamento, sem todavia ser
possível separar um do outro. E foi neste sentido pouco mais ou menos, que
procuramos manter a nossa metodologia ao expor, neste Manual, doutrina tão
complexa hoje como é a da arte de compor. Começamos pelos princípios mais ou
menos consagrados pela tradição, digamos, tradição clássica, deixando prever,
quanto possível, aqui e além, que é preciso pôr-se o pensamento numa evolução
que se está operando e com que se deve contar. É muito outra, hoje, a técnica
harmonística do que era, ainda no século passado. Não podemos, portanto, ficar
adstritos a êsse passado, embora glorioso, pois que é no presente que vivemos.
Reservamos, portanto, a última parte ou último capítulo deste Manual, a noções,
talvez desarrumadas, mas claras e verdadeiras, porque as baseamos em bons
exemplos, do que se entende, actualmente, por Harmonia moderna. É este
capítulo, sem dúvida, o mais interessante do nosso insignificante trabalho.
Temos pena de o não ter sabido fazer melhor. Mas devemos confessar que nele
pusemos o melhor do nosso esforço e energias. Há de ter deficiências. Talvez
contenha mesmo afirmações menos seguras ou menos exactas. É generosidade
apontá-las ao autor, para que ele possa, numa futura revisão, melhorar uma obra
que não concebeu por interesses mesquinhos ou vaidade, mas para ser útil a
alguém, se o puder ser.» In Prefácio.
CONTEÚDOS: I – Princípios II – Acordes III – Harmonia a 4 partes IV – Mudança de posição e troca de
notas V – Ornamentos VI – Cadências VII – Marchas harmónicas VIII – Modulações IX – Quarteto para vozes X – Harmonização XI – Harmonia dissonante XII – Acordes de 7ª de sensível XIII – Acordes de 9ª da dominante XIV – Harmonia dissonante
artificial XV – Retardos XVI – Alterações cromáticas XVII — Pedal XVIII – Harmonia moderna
Título: Vinhos de Portugal Regiões Vinícolas Autor: Editor: Edição:Primeira edição Ano: Tipografia: Nº de páginas: Dimensões:In-8º Encadernação:Brochura com elegante cordão na lombada. Idioma:Português Estado de conservação: Bom, exemplar imacukado Preço: 32,50 € + despesas de envio Referência:2602015
Sinopse: Portugal possui 14 regiões vitivinícolas principais,
espalhadas pelo território continental e ilhas, com destaque para o Douro
(vinho do Porto), Alentejo (tintos encorpados), Vinho Verde (brancos frescos),
Dão (elegância) e Bairrada (espumantes). A diversidade climática e de solos
permite a produção de vinhos DOC e regionais distintos.
Notas: Os mochos (e corujas, no geral) são símbolos culturais
profundos e antigos, carregando significados que oscilam entre a sabedoria
máxima e o agouro. A sua representação varia muito dependendo da cultura, da
época e do contexto, mas são quase sempre associados ao mistério, ao
conhecimento oculto e à noite.
Principais simbolismos dos mochos na cultura:
Símbolo de Sabedoria e Conhecimento: A associação mais comum
vem da mitologia grega, onde o mocho era o companheiro de Atena (Minerva para
os romanos), a deusa da sabedoria, da inteligência e das artes. Por isso, o
mocho representa a capacidade de "ver o que os outros não veem"
(visão noturna), o conhecimento profundo e a filosofia.
Emblema Académico: Devido à ligação com Atena, o mocho é
frequentemente utilizado como símbolo em faculdades (como Filosofia e
Geologia), universidades e até nas áreas de Matemática, representando a busca
pela verdade e pelo saber.
Guardião dos Segredos e Intuição: Devido à sua visão noturna
excecional, o mocho é considerado no esoterismo um guardião dos segredos, da
clarividência e um guia para explorar o desconhecido.
Amuleto de Boa Sorte (em Portugal): Em Portugal, observar um
mocho perto de casa é, por vezes, interpretado como um sinal de boa sorte,
proteção e prenúncio de boas notícias.
Símbolo de Agouro (Crença Popular): Por outro lado, a sua
natureza noturna e som lúgubre levaram a superstições antigas, onde o piar do
mocho era associado à morte, doença ou azar, uma herança de tradições populares
antigas.
Representação Cultural (A "Coruja de Minerva"): O
filósofo Hegel utilizou a "coruja de Minerva" para dizer que a
filosofia só compreende o sentido da história quando ela já passou (a coruja
levanta voo ao anoitecer), reforçando o seu papel como símbolo de reflexão.
Em resumo, o mocho é um símbolo ambivalente: é o sábio
conselheiro para uns e o misterioso observador noturno associado ao oculto para
outros.
Título: A Velha Casa Os Avisos do Destino Autor: José Régio Editor: Edições Ser - Vila do Conde Edição:Primeira edição Ano: 1953 Tipografia: Gráfica de Santa Clara - Vila do Conde Nº de páginas: 466 páginas Dimensões:In-8º - 19 cm x 13,5 cm Encadernação:Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura. Idioma: Português Estado de conservação: Bom, miolo limpo, preserva a capa de brochura
Preço: 45,00 € + despesas de envio Referência:2507074
Sinopse: "A Velha Casa" é uma obra em três volumes do escritor português José Régio, sendo "Os Avisos do Destino" o terceiro e último volume. Publicado em 1953, este volume é considerado por muitos como a obra-prima de Régio, de acordo com a Bokay. A obra faz parte da série "A Velha Casa", que explora temas como a família, a religião, a morte e o destino.
"Os Avisos do Destino" ("A Velha Casa III") aprofunda a análise da personagem central, António, e sua relação com a família e o mundo. O romance aborda as consequências das escolhas e ações de António, mostrando como o destino parece agir na vida das personagens, guiando-as para determinados caminhos. A obra explora a complexidade das relações familiares e os conflitos internos e externos que as personagens enfrentam.
Em resumo:
"A Velha Casa" é uma obra em três volumes de José Régio, com "Os Avisos do Destino" sendo o terceiro e último.
"Os Avisos do Destino" é considerado a obra-prima de Régio.
O livro aborda temas como família, religião, morte e destino.
A obra explora a influência do destino nas vidas das personagens, especialmente António.
Sinopse: Idade-Média (Problemas & Soluções), publicada em 1946
pelas Edições Ultramar, é uma das obras centrais do historiador português
Alfredo Pimenta. O livro reúne mais de duas dezenas de textos que analisam
criticamente temas da história medieval de Portugal sob uma perspetiva
ideológica conservadora e tradicionalista.
Conteúdo e Estrutura da Obra: O volume possui cerca de 400 páginas e está organizado em 33
capítulos que abordam questões religiosas, políticas e sociais do período
medieval. Pimenta utiliza uma abordagem crítica e polémica para revisitar
factos históricos, focando-se em:
Identidade e Geografia: Discussões sobre o termo de Braga em
572 e o uso da palavra "Hispania" em documentos medievais. Figuras Históricas: Análises sobre D. Teresa e Fernando
Peres de Trava, e os cargos na corte de D. Afonso Henriques. Instituições: Estudos sobre a catedral moçárabe de Coimbra
no século XI. Historiografia: Anotações críticas ao quarto volume da
História de Portugal de Gonzaga de Azevedo. Sobre o Autor: Alfredo Pimenta (1882–1950) Alfredo Pimenta foi uma figura complexa da cultura
portuguesa da primeira metade do século XX. Perfil: Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi
historiador, arquivista, ensaísta e político. Carreira: Foi diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo
(1949-1950) e o primeiro diretor do Arquivo Municipal de Guimarães, que hoje
ostenta o seu nome. Ideologia: Embora tenha começado como republicano,
tornou-se um fervoroso monárquico e apoiante do regime de Salazar, sendo
conhecido pelo seu estilo.
Sinopse: A "Vida de São Domingos", escrita pelo frade
dominicano francês Henri-Dominique Lacordaire (1802-1862), é uma das biografias
mais influentes do fundador da Ordem dos Pregadores. A obra, um clássico da
literatura francesa, narra a vida, a fé e a missão de S. Domingos de Gusmão,
contribuindo significativamente para a renovação da Ordem no século XIX.
Principais Aspetos da Obra: Contexto e Objetivo: Publicada originalmente em francês, a
obra foi escrita para promover a restauração da Ordem Dominicana, focando na
figura de Domingos como um exemplo de pregador e pregador da verdade.
Narrativa: Lacordaire aborda a juventude de Domingos, a sua
visão sobre a Ordem, o apostolado na França, a fundação do convento de
Prouille, a Guerra dos Albigenses, o encontro com São Francisco de Assis, a
aprovação da Ordem pelo Papa Inocêncio III e a sua morte.
Conteúdo Detalhado: A biografia inclui pormenores sobre as
viagens de Domingos a Roma, o estabelecimento das regras da Ordem, a devoção ao
Rosário, e a dispersão dos primeiros frades pela Europa.
Importância Histórica: A obra destaca a importância de S.
Domingos na Igreja Católica e a sua influência duradoura desde o século XIII.
A obra foi traduzida para português e continua a ser uma
referência para entender a vida de São Domingos e o carisma da Ordem dos
Pregadores.
Editor: Edição "Len" Porto - Editora Educação Nacional
Edição: 1ª edição
Ano: 1971 (Lisboa)
Capa: Brochura
Género: Agronomia
Nº páginas: 388 páginas
Dimensões: 15,5 cm x 23 cm
Estado: Bom estado, valorizado com uma dedicatória do autor
Preço: 30,00 €
Referência: 2602008
Sinopse: "Por uma Agricultura Renovada", da autoria de
Vasco Leónidas, é uma obra publicada em Lisboa no ano de 1971. Este livro, de rara aparição no mercado alfarrabista é Aborda temas relacionados com a
modernização e renovação das práticas agrícolas. É um
título relevante no contexto da literatura técnica de agricultura em Portugal.
Título: O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de Alijó, Mesão Frio,Mondim de Basto, Murça, Ribeira de Prna, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real
Autor: Pe. A. Gomes Pereira
Introdução de: A. M. Pires Cabral Composto e impresso na: Minerva Transmontana. Comissão Regional de Turismo da Serra do Marão. Vila Real.
Número: 2
Editora: Minerva Transmontana Tiragem: 1000 exemplares Edição: 1ª edição
Ano: 1983 (Outubro)
Capa: Brochura
Género: Etnografia
Nº páginas: 94 páginas
Dimensões: 17 cm x 24 cm
Estado: Bom
Preço: 35,00 €
Referência: 2602007
Sinopse: "O padre A. Gomes Pereira, que durante algum tempo foi
professor no Liceu de Vila Real (...) à volta de 1900, era um filólogo
interessado em questões de linguagem popular. Por isso, tomando como
informadores principais os seus alunos, meteu ombros à tarefa de, entre outros
trabalhos de carácter etnográfico, elaborar um vocabulário de cada um dos
concelhos que constituem o distrito de Vila Real.
Este trabalho, dado à estampa em diversos números da «Revista Lusitana», é ainda hoje um útil repositório de regionalismos transmontanos e alto-durienses..." - A. M. Pires Cabral, na Introdução da obra.
"O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de
Alijó, Mesão Frio, Mondim de Basto, Murça, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa
Marta de Penaguião, Vila Real" é uma obra de etnografia e linguística da
autoria de A. Gomes Pereira. O livro regista expressões, vocabulário e usos da
língua popular na região de Trás-os-Montes durante o século XIX.
Três postais originais da coleção de 10, do filme Ala-Arriba!
– A Epopeia dos Pescadores, obra emblemática do cinema português de Leitão de Barros.
Tema: cultura piscatória e tradição poveira Estado de conservação: Bons exemplares, sendo que um dos postais tem a pequena mancha na parte superior direita conforme visível na fotografia. Conjunto raro e cada vez mais difícil de encontrar completo.
Preço: 22,50 € (3 postais) Referência: 2602006
Sinopse:A expressão "Ala-Arriba!" é o grito de força dos
pescadores da Póvoa de Varzim usado ao puxar as lanchas poveiras para terra. No
contexto de postais, o termo refere-se principalmente a coleções históricas
ligadas ao icónico filme de Leitão de Barros (1942).
Editor: Câmara Municipal de Lamego Edição: 1ª edição
Ano: 1930
Capa: Brochado
Género: Monografia
Nº páginas: 56 páginas
Dimensões: In-8º
Ilustrações: Profusamente ilustrado com foto-gravuras
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação, capa com vestígios de sujidade, miolo limpo
Preço: 35,00 €
Referência: 2602005
Sinopse: Lamego, Capital da Beira-Douro foca-se na importância histórica e
geográfica de Lamego, posicionando-a como a capital da região da Beira-Douro.
Sobre o Autor: Luís Rodrigues César Osório foi um destacado
intelectual e autarca, tendo exercido o cargo de Presidente da Câmara Municipal
de Lamego (entre 1926 e 1929.
A obra é frequentemente procurada em livrarias alfarrabistas
por ser um registo relevante e de elevado interesse da historiografia local e do regionalismo duriense
da primeira metade do século XX.
Foto: Biblioteca Pública de Braga Acontecimento: Conférence sur Gabriele Data: 27 de Maio de 1942 Cor: Preto e branco Dimensões: 11,5 cm x 8,7 cm Estado de conservação: Bom
Rara e bela fotografia dos alunos do Colégio Internato dos Carvalhos (1930-1931) Dimensões da fotografia: 17 cm x 12 cm Dimensões da base onde assenta a fotografia: 25,3 cm x 20,6 cm Estado de conservação: Bom, excelente
A 1 de fevereiro de 1908, o rei português D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados quando a sua carruagem passa pelo Terreiro do Paço, em Lisboa.
O regicídio foi levado a cabo por dois membros da Carbonária, organização revolucionária republicana.
Num artigo inserido na primeira página do Diário Illustrado do dia seguinte, pode ler-se:
«Não se torna necessário considerar nas suas origens e determinantes o espantoso crime de ontem, para o qualificar como um dos mais hediondos e infames atentados, de que reza a história de todos os povos!».
E, mais adiante, sobre D. Manuel II, irmão do príncipe herdeiro, que viria a ser o futuro rei de Portugal, o articulista do supracitado artigo conclui:
«Sua majestade El-Rei o Senhor D. Manuel II, cuja proclamação hoje será publicada em decreto no Diário do Governo, tem em volta do seu trono, neste instante soleníssimo, a dedicação, o amor e o apoio decidido de todos os portugueses dignos de tal nome!».
Fonte: Diário Illustrado n.º 12453, de 02-02-1908, 38.º ano de publicação, p. 1
Inserção Histórica
O movimento republicano não iria permitir que o novo rei estivesse no poder muito tempo, por, na sua opinião, o governo da coroa, entre outros fatores de caráter social, não ter defendido os interesses de Portugal perante os britânicos que consideravam sua a região entre Angola e Moçambique, apresentada como portuguesa no célebre mapa-cor-de-rosa.
A 5 de outubro de 1910, com a Implantação da República em Portugal, D. Manuel II é deposto, sendo obrigado a exilar-se nos arredores de Londres, onde viria a falecer, inesperadamente, a 2 de julho de 1932.
A 5 de julho desse mesmo ano, Salazar seria nomeado Chefe do Governo e um novo ciclo histórico se iniciaria, pondo em relevo, no ensino escolar, o papel desempenhado na História de Portugal por alguns monarcas portugueses e seus familiares.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Título: Obras de Alexandre Dumas
Autor: Alexandre Dumas Tradução e notas: Ferreira da Costa
Editor: Lello & Irmão Editores
Ano: 1967 (Maio) - Porto
Capa: Encadernações editoriais, flexíveis, inteiras de pele, com ferros a ouro nas lombadas e nas pastas anteriores e ferros a seco em esquadrias nas pastas. Com folhas de guarda em papel decorativo.
Sinopse: As obras completas do grande escritor francês, incluindo Os
Três Mosqueteiros, O Conde de Monte Cristo, O Colar da Rainha, entre tantos
outros, em majestosa edição Lello & Irmão. Desde o século XIX que Alexandre Dumas
tem apaixonado leitores por todo o mundo. As suas aventuras encontram-se
amplamente traduzidas, continuando a inspirar adaptações teatrais e
cinematográficas. As personagens e cenários que nos legou são, simultaneamente,
um retrato da França, destacando-se entre os grandes filósofos e escritores do
seu tempo.
Os volumes reúnem as seguintes obras: Volume I - Os Três
Mosqueteiros, Vinte Anos Depois, A Tulipa Negra, Ascânio. Volume II - O
Visconde de Bragelonne. Volume III - O Conde de Monte Cristo, A Mão do Finado,
A Casa de Gelo. Volume IV - A Rainha Margot, A Dama de Monsoreau, Os Quarenta e
Cinco. Volume V - José Bálsamo, O Colar da Rainha. Volume VI - Ângelo Pitou, A
Condessa de Charny. Volume VII - A Condessa de Charny (continuação), A Guerra
das Mulheres, A San Felice. Volume VIII - Luís XIV e seu Século, Memória de uma
Favorita, As Gémeas de Machecoul.
Esta tradição de "ir ver as montras", que outrora
iluminava o passeio das famílias portuguesas, é agora resgatada pelo CantoIIILivraria Alfarrabista através da tecnologia.
Ao transformar o ritual físico num deslumbre digital, a
marca permite que a magia natalícia e outros momentos chegue a qualquer lugar, preservando a
nostalgia das luzes e das cores de outros tempos.
Para quem deseja reviver ou descobrir este imaginário, pode
explorar livros de literatura portuguesa e estrangeira, clássicos, filosofia, história, ciências, geografia, matemática, artes, policiais, arquitetura, banda desenhada, monografias, ficção cientifica, revistas, jornais &etc..., honrando-nos com a sua visita à loja física na Rua da Boavista, 320, na cidade do Porto e/ou online através do blog https://canto3livros.blogspot.com ou https://www.facebook.com, onde a montra do Canto III está à distância de um clique na própria fotografia.
Título: Despojos de uma Tragédia (Cartas Inéditas)
Autor: Frederico Nietzsche Tradução e notas: Ferreira da Costa Introdução de: A. Vieira D' Areia
Editor: Edição "Len" Porto - Editora Educação Nacional Coleção: Colecção Mensagem Edição: 1ª edição em Portugal
Ano: 1944
Capa: Brochura com badanas
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas: 388
Dimensões: 14 cm x 21 cm
Estado: Bom
Preço: 20,00 €
Referência: 2601002
Sinopse: "Despojos de uma Tragédia (Cartas Inéditas)" é uma
coletânea de cartas de Friedrich Nietzsche publicadas em Portugal, traduzidas
por Ferreira da Costa, que revelam as suas reflexões e sentimentos,
especialmente no período de 1863, oferecendo uma visão pessoal dos seus
"restos" de juventude e do seu pensamento, contrastando com a sua
filosofia mais madura. A obra, editada por Editora Educação Nacional (1944) e
outras editoras como Relógio d'Água, foca-se no lado humano e nas suas correspondências
íntimas.
Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da
publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.
Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era
jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.
Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A.
Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.
Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e
o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como
"O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.
Escrevo-lhe esta carta com a maior humildade no meu coração.
Nesta época festiva e Santa, o meu desejo não é por
brinquedos ou bens materiais, mas sim por algo que considero muito mais
valioso: a esperança, paz, amor.
Acredito verdadeiramente que "ler é esperança e abrir
portas para um mundo ainda melhor, muito belo, esclarecido e com paz".
Por isso, se fosse possível e se o Pai Natal achasse que
mereço, gostaria de pedir modestamente paz para o mundo e como gostava de ter um livro. A sua escolha será perfeita,
pois qualquer livro que me traga conhecimento, perspetiva e reforce a minha
crença num futuro ainda mais luminoso será o presente ideal, um tesouro.
Agradeço antecipadamente pela sua extremosa boa atenção e
tão generosos bons ofícios e pela magia que traz ao mundo.
Com os meus melhores agradecimentos, cumprimentos e votos de um Santo e Feliz Natal para todo o mundo,
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação
Preço: 10,00 €
Referência: 2512005
Sinopse:Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se
apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos
de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a
fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como
respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas
conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades
acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.
Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve
uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno.
Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em
vida por Albert Camus.
Editor: Editorial Caminho (Guide -
Artes Gráficas)
Género: Romance
Edição: 3ª edição
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas: 357-II
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Tiragem: 3000 exemplares
Estado de conservação: Exemplar em
excelente estado de conservação, tem assinatura de posse datada.
Preço: 25,00 €
Referência: 2512004
Sinopse:«Um romance histórico inovador. Personagem
principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada,
privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um
rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que
construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha
poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma
vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta
noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois
anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não
emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao
encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu
mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio
Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um
Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e
inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de
outubro de 1998)»
Título: Levantado do Chão Autor: José Saramago Editor: Editorial Caminho
Coleção: O Campo da Palavra Capa e arranjo gráfico: José Araújo Editado em: Lisboa, 1982
Data de impressão: 22 janeiro de 1982 Dimensões: 13,5 cm x 21 cm Encadernação: Encadernação editorial, brochura
Tiragem: 4000 exemplares Género: Romance Nº de páginas: 368 páginas Estado de conservação: Bom, exemplar estimado, tem uma assinatura de posse datada
Preço: 25,00 € Referência: 2512003
Sinopse: "O livro chama-se Levantado do Chão porque, no fundo,
levantam-se os homens do chão, levantam-se as searas, é no chão que semeamos, é
no chão que nascem as árvores e até do chão se pode levantar um livro". José Saramago
A transformação social. A contestação. Personagens em
diálogos. As cruentas desigualdades sociais. Surgem as perguntas proibidas.
Vai-se adquirindo consciência e espaço, para que tudo se levante do chão. Um
livro composto por 34 capítulos. No 17.º está a tortura e a morte de Germano
Santos Vidigal. Germano, o nome que significa irmão, o homem da lança. Apesar
de vencido, o sacrifício da sua vida indica o caminho. «Já o encontraram.
Levam-no dois guardas, para onde quer que nos voltemos não se vê outra coisa,
levam-no da praça, à saída da porta do setor seis juntam-se mais dois, e agora
parece mesmo de propósito, é tudo a subir, como se estivéssemos a ver uma fita
sobre a vida de Cristo, lá em cima é o calvário, estes são os centuriões de
bota rija e guerreiro suor, levam as lanças engatilhadas, está um calor de
sufocar, alto.»
As mulheres são também chamadas à primeira linha das
decisões neste belo romance de Saramago. O diálogo monossilábico entre marido e
mulher da família Mau-Tempo vai-se alterando. Interessante observar uma
narrativa que vai da submissão ao sentido de libertação, através de gerações.
Associação dos Arquitectos Portugueses
- «Arquitectura Popular Portuguesa» 3 Vols., Ideia Original :
Francisco Keil Amaral 3ª Edição, Lisboa; 1988 - Edição
Patrocinada por Banco de Fomento Nacional 1º Volume : Zona 1 : Minho – Zona
2 : Trás-Os-Montes 2º Volume : Zona 3 : Beiras – Zona
4 : Estremadura 3º Volume : Zona 5 : Alentejo –
Zona 6 : Algarve Enc. editorial c/ sobrecapa ; 230
+ 242 + 283 p. ; prof. il. ; 29cm
€ 285,00
Referência: 2512001
Sinopse: A Arquitectura Popular em Portugal é uma obra seminal e o
resultado de um inquérito realizado entre 1955 e 1960 pelo Sindicato Nacional
dos Arquitectos, que na época representava a profissão e que em 1978 deu lugar
à Associação dos Arquitectos Portugueses. A primeira edição, em dois volumes,
foi publicada em 1961.
O projeto de levantamento
Iniciativa: O projeto foi idealizado pelo arquiteto
Francisco Keil do Amaral no Sindicato Nacional dos Arquitectos.
Objetivo: Realizar um estudo exaustivo e documentado sobre
as construções tradicionais em Portugal para preservar o seu conhecimento, que
se encontrava ameaçado pelo progresso e pela destruição.
Método: Foi realizado um grande inquérito, onde equipas de
arquitetos percorreram o país para registar, através de fotografias, desenhos e
mapas, as tipologias construtivas de cada região.
A publicação
Primeira edição: A obra original, em dois volumes, foi
publicada em 1961 e 1962.
Conteúdo: Está profusamente ilustrada com fotografias,
plantas, cortes e mapas, organizados por zonas geográficas de estudo.
Arquitetos envolvidos: Entre os vários arquitetos que
contribuíram para o levantamento e publicação, destacam-se nomes como Francisco
Keil do Amaral, Fernando Távora e Celestino de Castro.
Legado da obra
Relevância: A obra é considerada uma referência essencial
para o estudo da arquitetura tradicional portuguesa, influenciando gerações de
arquitetos e investigadores.
Atualidade: Várias reedições têm sido publicadas ao longo
dos anos, mantendo a sua importância como documento histórico e cultural.
Hemmert (Danielle); Roudene (Alex) - História da Magia, do Ocultismo e das Sociedades Secretas - Lisboa, Edição "Amigos do Livro" Dim. 20 cm x 12,3
cm.; ilustrados. Colecção de 18 volumes, Tomo I ao XVIII, completa. Encadernação editorial. Estado de conservação, bons, estimados.
Brandão (Raul) Obras Completas - 14
Volumes Completo - Círculo de Leitores Sinopse da colecção: Obras Completas de Raul
Brandão 14 Volumes - Completo Volume I - Impressões e paisagens
* O Padre Volume II - A Farsa Volume III - Os Pobres Volume IV- El-Rei Junot Volume V - Vida e Morte de Gomes
Freire Volume VI - Húmus Volume VII - Teatro Volume VIII - Os Pescadores Volume IX - As Ilhas Desconhecidas Volume X - A Morte do palhaço e o
mistério da árvore Volume XI - O Pobre de pedir Volume XII - Memórias I Volume XIII - Memórias II Volume XIV - Memórias III Autor: Raul Brandão Editora: Círculo de Leitores 1990 / 1991
Darmas (Duarte) – Livro das Fortalezas – Reprodução Anotada do Livro das Fortalezas de Duarte Darmas - Editorial Império (Lisboa) - Edição muito cuidada) Muito Rara, invulgar. 1943. De 21x27 cm., oblongo, com 470-II págs.
Encadernação editorial, capa dura € 625,00
Referência: 2507044
Sinopse:Estamos em presença dum livro muito raro e de muito difícil aparição no mercado alfarrabista. Trata-se da cópia do "Livro das Fortalezas" do original em pergaminho que se encontra no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. São reproduzidos 57 aspetos das fortalezas situadas na raia de Espanha, cada uma acompanha de um texto do General Ferreira de Almeida. É, segundo Alfredo Pimenta, livro "rico de informações arquitetónicas, topográficas, etnográficas, históricas e linguísticas". Obra de grande importância para o conhecimento do estado geral das fortificações fronteiriças com Espanha ao tempo de D. Manuel I; revela em pormenor não só o estado das fortificações mas também os percursos entre as povoações, distâncias, acessos, caminhos, cursos de água, pontes, fontes, poços, terrenos agrícolas, edifícios militares, religiosos e civis.
Ilustrado com os fac-símiles dos desenhos do manuscrito guardado na Torre do Tombo e com um mapa de Portugal indicando a localização das fortalezas.
Duarte Darmas foi escudo da casa de D. Manuel I. Já no reinado de D. João II tinha sido enviado a Marrocos para levantar plantas hidrográficas das barras dos rios onde se pretendia construir fortalezas. Damião de Góis chama-lhe grande pintor e Faria e Sousa grande tracista.
Júnior (Rodrigues), Calanga, Edição Minerva, Lourenço Marques, 1955, 284 págs., Br., bom estado de conservação. De muito
difícil localização. Raro.
Dedicatória: "A
todos os que trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para
arrancar o pão de cada dia, dedica o autor este livro que tem muito da alma de
Colono e do negro que o ajuda na faina do amanho desse chão que é Céu e Inferno
do homem." € 35,00 Referência:2511018
Sinopse: "Calanga" é um romance da autoria de Rodrigues
Júnior (José Rodrigues Júnior, 1902-1991), um escritor português. Publicação e Contexto: O livro foi publicado originalmente
em 1955, em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique, pela Editora Minerva
Central, sendo uma obra de literatura ultramarina.
Dedicatória: A dedicatória do autor é "A todos os que
trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para arrancar o pão de
cada dia". Género e Tema: A obra é um romance que aborda temas
relacionados com a vida e o trabalho nas terras da Calanga, oferecendo uma
perspetiva da realidade colonial da época.
Sobre o Autor
Outras Obras: Rodrigues Júnior foi um autor prolífico, tendo
publicado mais de trinta títulos, incluindo ensaios, estudos e
reportagens-inquéritos. A sua obra "Muende" (1960) foi galardoada com
o prémio Fernão Mendes Pinto. Relevância: É uma figura notável na literatura colonial
portuguesa, com várias das suas obras a serem consideradas de difícil
localização e raras.
O livro "Calanga" é uma edição antiga e, por isso,
é considerado uma raridade sendo de muito difícil aparição no mercado livreiro.
Autor: Augusto Dias Editor: Edições Beira e Douro Ilustrações: Ilda David Edição: 1ª edição Ano: 1970
Dimensões:20,5 cm x 14,5 cm Nº de páginas: 22 páginas Encadernação: Brochura Idioma:Português Estado de conservação: Bom
Preço: 15,00 € Referência:2511017
Sinopse: "O último coice" é um livro escrito por Augusto Dias, publicado em 1970, que aborda uma intriga entre escritores relacionada com a não publicação de um texto do autor e a figura de José Régio.
Sobre o Livro e o Autor: Título Completo: José Régio (O último coice). Autor: Augusto Dias.
Publicação: O livro foi publicado em 1970, como uma edição
do autor ou pelas Edições "Beira e Douro".
Conteúdo: A obra, que é uma brochura de cerca de 22 ou 23
páginas, descreve uma disputa ou "intriga entre escritores"
decorrente do facto de um escrito de Augusto Dias não ter sido publicado,
envolvendo, de alguma forma, José Régio.
Contexto: O título sugere uma crítica ou um comentário final
e contundente ("o último coice") sobre a situação, possivelmente no
contexto das relações literárias da época em Portugal. José Régio (pseudónimo
de José Maria dos Reis Pereira), ele próprio um poeta, autor dramático e
ficcionista de renome e um dos fundadores da revista Presença, faleceu em 1969,
um ano antes da publicação deste livro.