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Preço: 20,00 €
O XXIII Encontro Nacional de Colecionadores e Feira de
Trocas em Vila Nova de Gaia, organizado pelo Clube de Coleccionadores de Gaia, decorrerá no dia 02 de Maio (sábado) das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às
17h00, nas galerias da Escola Secundária Almeida Garrett em Vila Nova de Gaia.
Como é tradicional, este evento vai reunir centenas de
colecionadores de norte a sul do país.
Esperamos e desejamos que esta iniciativa do Clube de
Colecionadores de Gaia seja bastante participada, para que seja mais um êxito,
a juntar a outras já conseguidas, e que venha a consubstanciar-se num salutar
convívio entre colecionadores.
Na noite de 20 para 21 de Março de 1888, faz esta noite 138 anos, um incêndio destruía o Teatro Baquet, na Baixa do Porto Rua de Santo António e morrem cerca de 120 pessoas, 88 das quais estão sepultadas numa vala comum no cemitério de Agramonte.
"Camilo Castelo Branco nasceu a 16 de
março de 1825, em Lisboa, e suicidou-se a 1 de junho de 1890 em S. Miguel de Seide,
Famalicão. Órfão de mãe aos dois anos e de pai aos nove, passou, a partir desta
idade, a viver em Vila Real com uma tia paterna. Aos 16 anos, casou-se com
Joaquina Pereira, em Friúme, Ribeira de Pena. Em 1844, instalou-se no Porto com
o intuito de cursar Medicina, acabando por não passar do 2.o ano. Em 1845,
estreou-se na poesia e no ano seguinte no teatro e também no jornalismo - actividade, aliás, que nunca abandonaria.
Viúvo desde 1847, fixou-se definitivamente no Porto a partir de 1848 (onde, em
1846, já estivera preso por ter raptado Patrícia Emília, um dos seus
tumultuosos amores, de quem teria uma filha). De 1849 a 1851 consolidou a sua actividade jornalística, retomou o teatro,
estreou-se no romance com Anátema (1851), conheceu a alta-roda portuense bem
como os meios boémios e foi protagonista de aventuras romanescas.
Em 1853, abandonou o curso de Teologia no Seminário
Episcopal, fundou vários jornais e em 1855 tornou-se o redactor principal de O Porto e de Carta.
Nessa altura, o seu nome começava a soar nos meios jornalísticos e literários
do Porto e de Lisboa: já alimentara várias polémicas e publicara alguns
romances. Mas foi a partir de 1856 que atingiu a maturidade literária (no
domínio dos processos de escrita) com o romance (por alguns autores considerado
novela) Onde Está a Felicidade?. Foi ainda neste ano que iniciou o
relacionamento amoroso com Ana Plácido, casada desde 1850 com Manuel Pinheiro
Alves.
Por proposta de Alexandre Herculano, foi eleito sócio da
Academia Real das Ciências de Lisboa em 1858 - ano em que nasceu Manuel
Plácido, filho de Camilo e de Ana Plácido. Em 1860, Manuel Pinheiro Alves
desencadeou o processo de adultério: em
Junho foi presa a mulher e a 1 de
outubro Camilo entregou-se na cadeia da Relação do Porto. D. Pedro V
visitou-o, em 1861, na cadeia, e a 16 de
Outubro desse ano os réus foram absolvidos. Era intensa a atividade literária de Camilo (não sendo a
esse facto de todo alheias as dificuldades económicas): entre 1862 e 1863, o
escritor publicou onze novelas e romances atingindo uma notoriedade
dificilmente igualável. Em 1864, fixou-se na quinta de S. Miguel de Seide
(propriedade de Manuel Pinheiro Alves que, entretanto, falecera em 1863) e
nasceu-lhe o terceiro filho, Nuno. Quatro anos depois, dirigiu a Gazeta
Literária do Porto; em 1870 iniciou o processo do viscondado (o título
ser-lhe-ia atribuído em 1885) e, em 1876, tomou consciência da loucura do
segundo filho, Jorge. No ano seguinte morreu Manuel Plácido. A partir de 1881,
agravaram-se os padecimentos, incluindo a doença dos olhos que o afectava. Em 1889, por ocasião do seu
aniversário, foi objecto de calorosa
homenagem de escritores, artistas e estudantes, promovida por João de Deus. No
ano seguinte, já cego, impossibilitado de escrever (a escrita foi, no fim de
contas, a sua grande paixão), suicidou-se com um tiro de revólver. A casa de
Seide é hoje o museu do escritor e na sua vizinhança foram inauguradas, a 1 de junho de 2005, as novas instalações do Centro
de Estudos Camilianos.
Camilo foi o primeiro escritor profissional entre nós.
Dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular narrativas, conhecedor
profundo do idioma, observador, ora complacente ora sarcástico, da sociedade
(sobretudo da aristocracia decadente e da burguesia boçal e endinheirada),
inclinado (por gosto, por temperamento e formação) para a intriga e análise
passionais (muitas vezes atingindo o sublime da tragédia, como no Amor de
Perdição), este genial autor romântico deixou-nos uma obra incontornável (apesar
de irregular) na evolução da prosa literária portuguesa. De facto, foi na
novela passional e no "romance de costumes" que Camilo se
notabilizou, legando-nos uma série de personagens ainda hoje inesquecíveis,
quadros e situações que valem pela espontaneidade narrativa, pelo ritmo
avassalador da ação, pela sugestão realista e ainda pela novidade temática,
como em A Queda dum Anjo. A sua versatilidade literária e criadora (aliada à
necessidade de não perder o público com a progressiva influência de Eça e de
Teixeira de Queirós) levaram-no a assimilar (depois de ter parodiado) a atitude
estética e os processos de escrita do Realismo e do Naturalismo, visíveis nesse
notável livro que é A Brasileira de Prazins e em certa medida já iniciados com
Novelas do Minho.
A sua arte de narrar constituiu, a par da de Eça de Queirós,
um modelo literário para muitos escritores, principalmente até meados do século
XX.
As suas obras principais são: A Filha do Arcediago, 1855;
Onde está a Felicidade?, 1856; Vingança, 1858; O Romance dum Homem Rico, 1861;
Amor de Perdição, 1862; Memórias do Cárcere, 1862; O Bem e o Mal, 1863; Vinte
Horas de Liteira, 1864; A Queda dum Anjo, 1865; O Retrato de Ricardina, 1868; A
Mulher Fatal, 1870; O Regicida, 1874; Novelas do Minho, 1875-1877; Eusébio
Macário, 1879; A Brasileira de Prazins, 1882.
Além destas obras em prosa narrativa, assinale-se ainda os outros géneros (ou domínios) pelos quais se repartiu o labor de Camilo: poesia, teatro (de que se devem destacar O Morgado de Fafe em Lisboa, 1861, e O Morgado de Fafe Amoroso, 1865), dezenas de traduções (do francês e do inglês), polémica, prefácios, biografia, história, crítica literária, jornalismo e epistolografia (compreendendo mais de duas mil cartas)."
Camilo Castelo Branco. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
Sim, partiu hoje, quinta-feira 12 de março de 2026, aos 90 anos. o "bom malandro". O jornalista e
escritor Mário Zambujal.
Figura incontornável da cultura e do jornalismo em Portugal, Zambujal ficou eternamente ligado à sua obra, "Crónica dos Bons Malandros" (1980), que se tornou um fenómeno de popularidade.
Rosa do Mundo: 2001 Poemas para o Futuro é uma antologia monumental publicada pela editora Assírio & Alvim no âmbito do evento Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura. Com cerca de 1920 páginas, a obra reúne poemas de diversas épocas e civilizações, sendo considerada um dos projetos editoriais mais ambiciosos da poesia em Portugal.
Morreu esta quinta-feira António Lobo Antunes, um dos mais
consagrados escritores portugueses. Deixa uma obra vasta, com cerca de 40
livros editados em todo o mundo. Foi o vencedor do Prémio Camões em 2007.
António Lobo Antunes nasceu a 1 de setembro de 1942, na
freguesia de Benfica, em Lisboa, no seio de uma família de alta burguesia. O
pai foi um destacado neurologista português. Estudou no Liceu Camões e
licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa,
em 1969.
“Há anos assisti na televisão inglesa à última entrevista de
Evelyn Waugh, um escritor notável e brilhante e um homem complexo,
contraditório, de temperamento difícil, muitas vezes insuportável, autor de uma
obra importante e extensa, apesar de a sua vida não ter sido muito longa.
Morreu de uma forma mais frequente do que se imagina: sentado na retrete a
tentar fazer cócó, que é uma excelente maneira de explodir um vaso do cérebro.
A entrevista foi talvez a melhor a que assisti em toda a minha vida porque o
jornalista era extraordinário de talento, inteligência e humor e toda a gente
sabe que a qualidade de uma entrevista depende do mérito e do engenho de quem a
conduz. No caso de Evelyn Waugh a conversa, de parte a parte, foi espantosa e
eu passei uma hora feliz a escutá-los porque nada se compara ao espectáculo de
duas inteligências em movimento. Falaram da vida do escritor, da sua obra, do
mundo, de tudo e eu ali pasmado a escutá-los, a aprender e a fruir. A última
questão era assim – O que espera dos leitores depois da sua morte?
e Evelyn Waugh, colérico, sarcástico, irónico, em muitas
ocasiões insuportável, outras furioso, outras sereno, sempre em guerra consigo
mesmo e com os outros, tornou-se de súbito uma espécie de menino grande (quem não é um menino grande?) e respondeu num
pedido doce, com uma súbita sinceridade desarmante:
– Que rezem pela minha alma pecadora
Católico inglês, como o seu amigo Graham Greene, coisa não
muito frequente no seu país protestante, repetiu, mas baixo – Que rezem pela
minha alma pecadora e a entrevista encerrou-se ali. Não menciona a posteridade,
a esperança de permanência da sua obra, não aludiu a sonhos de glória póstuma:
limitou-se a pedir que rezassem pela sua alma pecadora. E eu que sou seu
leitor, rezo, apesar da minha tão complicada e por vezes agressiva relação com
Deus (Voltaire, por exemplo, dizia acerca d’Ele – Cumprimentamo-nos, mas não
nos falamos) por uma alma que, com tanta sinceridade, se desnudou por completo
ali à minha frente e de muitos milhares de outros espectadores, a pedir-nos
ajuda com uma simplicidade desarmante. A sua obra já não lhe pertencia,
pertencia aos leitores do futuro que a julgariam de diversas formas, sujeitas
às constantes flutuações do gosto, ora esquecida ora lembrada, ora inexistente
ora viva de novo, ora exaltada ora diminuída, estendida de muitos e variados
modos e, finalmente, esquecida para sempre, porque seremos inevitavelmente,
esquecidos para sempre. Santo Agostinho, por exemplo, sustentava que, se
deixasse cair um pingo de água, uma vez por ano, numa imensa esfera de ferro,
quando finalmente a água deixasse marca no ferro ainda nem a eternidade havia
começado, e as nossas chances de fazermos parte dela são, evidentemente, nulas.
Nem é preciso ir tão longe. Nem é necessário ir tão longe: Aristóteles deixou
os nomes dos dez maiores tragediógrafos gregos ou, pelo menos aqueles que ele
considerava os dez maiores tragediógrafos gregos. Chegaram até nós três apenas,
escritores sublimes, e nenhum deles consta da lista de Aristóteles: Eurípedes,
Ésquilo e Sófocles, autores, aliás, sublimes. E, mesmo desses, o que perdura
está longe de ser o seu trabalho completo. Estamos condenados ao
desaparecimento total do nosso combate, por maior e mais genial que ele tenha
sido. Oscar Wilde tinha razão (tinha quase sempre razão, o sacana) quando, ao
mencionar Homero, escreveu “Homero ou outro grego com o mesmo nome”, visto que
o Homero que temos, o da Ilíada e da Odisseia, não é certamente o original, a
sua existência parece agora mais que problemática, e desconhecemos o verdadeiro
autor daquelas onomatopeias únicas de que Pound falava. Sobram talvez os restos
de uma alminha, para usar a expressão de Marco de Aurélio, perdida entre
ínfimos restos de alminhas, um ditongo aqui, quase uma palavra acolá, e tudo o
resto é, provavelmente, apócrifo. De qualquer modo o que compusemos, com tanta
angústia, dificuldade e esperança, perder-se-á para sempre, e a certeza disto
torna as nossas vidas mais estreitas e insignificantes ainda, condenadas a um
esquecimento absoluto. Mais cedo ou mais tarde as nossas almas pecadoras
vogarão sozinhas, minúsculas luzes bruxuleantes num nada absoluto. Resta-nos
esperar (eu, pelo menos espero, ter o destino do meu poeta favorito, Quevedo,
nascido no ano em que Camões morreu (1580) que termina num dos seus mais
geniais sonetos, falando de si mesmo após a sua morte:
Serei pó mas pó apaixonado e nesse pó inapreensível
continuaremos a ser. Uma ocasião, numa viagem de Bucareste para Constança
parámos, o poeta Dinu Flamand e eu, num mosteiro isolado, com mais de
seiscentos (seiscentos) seminaristas. O bispo disse-nos – Vamos rezar uma
oração pelas almas eternas dos escritores falecidos e seiscentas vozes a
cantarem naquela catedral imensa foi a coisa mais grandiosa e comovente que alguma
vez escutei. Todo eu tremia como uma folhinha ao vento, de olhos cheios de
lágrimas. E tive, pela primeira vez na vida, a certeza de ser eterno. Pensei em
Evelyn Waugh, pensei em mim. E consolou-me, Senhor, ser um grãozinho eterno. Um
grãozinho sem obra e sem nome, mas de quem Te não esqueces. Por favor não
ponham boneco nenhum nesta crónica. É que já está suficientemente iluminada. E
é, de certeza, a mais comprida que fiz."
(Crónica publicada na VISÃO 1298 de 18 de janeiro)
Tive o privilégio de ter conhecido pessoalmente o Sr. Èmile Henry no ano de 1975, que foi o fundador em 1954, da empresa Têxtil Nortenha, empresa esta que ainda existe.
Para quaisquer mais esclarecimentos adicionais que eventualmente possa ter interesse, podem contactar para o CANTO III.
Contexto Artístico: O Estilo: As aguarelas de Cruz são reconhecidas pelas suas "matizes escurecidas" e "paisagens enevoadas", captando a humidade e o mistério característicos do Porto sem necessidade de títulos descritivos.
Cinema: O título da obra coincide com o do documentário de Manoel de Oliveira (1956), que explorou precisamente a relação contemplativa entre o pintor e a sua cidade natal.
A relação da artista com o Douro é central na sua carreira,
tendo resultado em publicações e coleções editadas pelo Museu do Douro:
Livro "O Douro de Gracinda Marques" (2002): Uma
edição comemorativa de homenagem a José António Rosas, com textos de Luís
Valente de Oliveira e A. M. Pires Cabral, e fotografias de Egídio Santos.
"Por onde ando, o Douro de Gracinda Marques"
(2019): Catálogo de exposição que sintetiza uma viagem de 40 anos pela região,
com coordenação de Fernando Seara."
O livro traça cronologicamente seu impacto nesse campo, começando com seu trabalho na Galícia durante a década de 1930, passando por sua prolífica atividade em Buenos Aires durante seu exílio e culminando com seu trabalho gráfico durante seu retorno ao país.
As músicas do LP Cantigas do Maio, de José Afonso, lançado em 1971, são as seguintes:
"Senhor Arcanjo"
"Cantigas do Maio"
"Milho Verde"
"Cantar Alentejano"
"Grândola, Vila Morena"
"Maio, Maduro Maio"
"Ronda das Mafarricas"
"Mulher da Erva"
"Coro da Primavera"
O LP de 1970 Traz Outro Amigo Também, do cantor e compositor José Afonso, reúne as músicas seguintes:
TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM
"Traz Outro Amigo Também"
"Maria Faia"
"Canto Moço"
"Epígrafe Para a Arte de Furtar"
"Moda do Entrudo"
"Os Castelos"
"O Que Faz Falta"
"Canção do Desterro"
"Qualquer Dia"
"Que Amor Não Me Engana"
"Cantiga da Liberdade"
O LP Enquanto Há Força, de José Afonso, editado em 1978, inclui as seguintes músicas:
ENQUANTO HÁ FORÇA
Enquanto Há Força
Há uma Música do Povo
Perdidos na Noite
Certos Companheiros
Paz, Pão, Liberdade
É Para Ti
Elegia
O País Vai de Carrinho
Amanhã
As respostas
O LP Cantares do Andarilho, de José Afonso (1968), inclui as seguintes músicas:
"Natal dos Simples"
"Balada do Sino"
"Resineiro Engraçado" (tema popular da Beira Alta)
"Canção de Embalar"
"O Cavaleiro e o Anjo"
"Saudadinha" (tema popular dos Açores)
"Tecto na Montanha"
"Endechas a Bárbara Escrava" (letra de Luís de Camões)
"Chamaram-me Cigano"
"Senhora do Almortão" (tema popular da Beira Alta)
"Vejam Bem"
"Cantares do Andarilho" (letra de António Quadros)
O LP Contos Velhos Rumos Novos, de José Afonso, foi lançado em 1969 e inclui as seguintes faixas:


As músicas do LP Fura Fura, de José Afonso, lançado em 1979, são as seguintes:
Quanto é Doce
As Sete Mulheres do Minho
O Cabral Fugiu para Espanha
De Quem Foi a Traição
Quem Diz Que Pela Rainha
Na Catedral de Lisboa
Achêgate a Mim
Maruxa (Cantar Galego)
Senhora que o Velho
De Sal de Linguagem Feita
De Não Saber o Que Me Espera
Fura Fura
Grande parte das canções foram compostas para as peças de teatro de dois importantes grupos portugueses da época, A Barraca e A Comuna – Teatro de Pesquisa. Os Trovante participaram na direção musical e nos arranjos de algumas faixas.
O álbum de José Afonso, Coro dos Tribunais, foi lançado em 1974 (embora algumas fontes indiquem 1975) e é composto por 11 faixas. A gravação foi realizada em Londres com arranjos de Fausto Bordalo Dias.
llista de músicas:
"Coro dos Tribunais" (introdução)
"O Homem Voltou"
"Ailé! Ailé!"
"Não Seremos Pais Incógnitos"
"O Que Faz Falta"
"Lá no Xepangara"
"Eu Marchava de Dia e de Noite"
"Enquanto Há Força"
"Só Ouve o Brado da Terra"
"A Presença das Formigas"
"Coro dos Tribunais" (final)
A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) iniciou a classificação da obra fonográfica do músico, por considerar que representa “valor cultural de significado para a Nação”. De acordo com o anúncio então publicado em Diário da República, foi determinada a abertura do procedimento de classificação de um conjunto de 30 fonogramas da autoria do compositor e intérprete José Afonso, bem como de 18 cópias digitais de masters de produção de um conjunto de cassetes gravadas pelo autor e de um conjunto de entrevistas.
Preço: 20.00 € cada LP - Discos de vinil novos
10,00 € cada CD - Cd's novos
Referência: 2510005
Resumo e Conteúdo: A biografia traça a vida pública excecionalmente longa de Churchill, que abrange cerca de três quartos de um século, desde a era vitoriana até à Guerra Fria. A obra destaca-se por não apresentar uma visão unidimensional do líder britânico, abordando tanto as suas ações espetaculares e intuições brilhantes como os seus fracassos retumbantes e erros irreparáveis.
Bédarida analisa a personalidade multifacetada de Churchill — simultaneamente romântico e realista, jornalista, escritor, político e chefe de guerra implacável — e a sua influência duradoura na política e na definição do conceito de Ocidente.
Críticas: A obra é amplamente considerada uma das melhores biografias de Winston Churchill, elogiada pela sua profundidade e rigor histórico. Críticos e leitores descrevem-na como uma obra apaixonante que consegue ser simultaneamente rigorosa e empolgante, capturando as contradições da imensa personalidade de Churchill. O livro oferece uma visão de conjunto do antigo Primeiro-Ministro britânico, essencial para compreender a sua vida e o seu impacto no mundo contemporâneo.
A obra aborda o tema da Defesa Nacional na sequência da
"nova desordem mundial" que se estabeleceu após o fim da Guerra Fria
e eventos como os ataques de 11 de setembro de 2001. Nuno Rogeiro, um conhecido
analista político e comentador, explora como as estruturas de segurança e
defesa tradicionais tiveram de se adaptar a novos desafios, incluindo o
terrorismo global, as missões de manutenção da paz da ONU e outras organizações
de cooperação, segurança e defesa, e as implicações estratégicas da
globalização.
O livro é frequentemente referenciado em estudos e teses
académicas sobre estratégia militar e relações internacionais em Portugal,
indicando a sua relevância na área."
Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.
Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.
Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A. Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.
Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como "O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.
A obra discute a adolescência sob múltiplos aspetos, incluindo as suas caraterísticas como idade intermédia, a ação educativa que pode ser exercida sobre os jovens, e a ação que o próprio adolescente pode ter na sua formação. O autor procura inspirar os jovens a serem úteis, a realizarem-se e a afeiçoarem-se à realidade.
Detalhes da Publicação: O livro é uma obra de referência para o estudo de António Ferreira, um dos mais importantes humanistas portugueses, conhecido pela sua tragédia A Castro.
A obra foca-se na vida e no
contexto histórico (1528-1569) em que António Ferreira viveu e produziu a sua
obra literária.
Conteúdo: A obra reúne artigos e ensaios escritos pelo autor
desde 1938, explorando temas relacionados ao humanismo e à busca por uma
sociedade mais justa e equilibrada.
Temática: Aborda aspetos culturais, sociais e filosóficos, refletindo sobre a necessidade de um novo humanismo que valorize a dignidade humana.