Três postais originais da coleção de 10, do filme Ala-Arriba!
– A Epopeia dos Pescadores, obra emblemática do cinema português de Leitão de Barros.
Tema: cultura piscatória e tradição poveira Estado de conservação: Bons exemplares, sendo que um dos postais tem a pequena mancha na parte superior direita conforme visível na fotografia. Conjunto raro e cada vez mais difícil de encontrar completo.
Preço: 22,50 € (3 postais) Referência: 2602006
Sinopse:A expressão "Ala-Arriba!" é o grito de força dos
pescadores da Póvoa de Varzim usado ao puxar as lanchas poveiras para terra. No
contexto de postais, o termo refere-se principalmente a coleções históricas
ligadas ao icónico filme de Leitão de Barros (1942).
Editor: Câmara Municipal de Lamego Edição: 1ª edição
Ano: 1930
Capa: Brochado
Género: Monografia
Nº páginas: 56 páginas
Dimensões: In-8º
Ilustrações: Profusamente ilustrado com foto-gravuras
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação, capa com vestígios de sujidade, miolo limpo
Preço: 35,00 €
Referência: 2602005
Sinopse: Lamego, Capital da Beira-Douro foca-se na importância histórica e
geográfica de Lamego, posicionando-a como a capital da região da Beira-Douro.
Sobre o Autor: Luís Rodrigues César Osório foi um destacado
intelectual e autarca, tendo exercido o cargo de Presidente da Câmara Municipal
de Lamego (entre 1926 e 1929.
A obra é frequentemente procurada em livrarias alfarrabistas
por ser um registo relevante e de elevado interesse da historiografia local e do regionalismo duriense
da primeira metade do século XX.
Foto: Biblioteca Pública de Braga Acontecimento: Conférence sur Gabriele Data: 27 de Maio de 1942 Cor: Preto e branco Dimensões: 11,5 cm x 8,7 cm Estado de conservação: Bom
Rara e bela fotografia dos alunos do Colégio Internato dos Carvalhos (1930-1931) Dimensões da fotografia: 17 cm x 12 cm Dimensões da base onde assenta a fotografia: 25,3 cm x 20,6 cm Estado de conservação: Bom, excelente
A 1 de fevereiro de 1908, o rei português D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados quando a sua carruagem passa pelo Terreiro do Paço, em Lisboa.
O regicídio foi levado a cabo por dois membros da Carbonária, organização revolucionária republicana.
Num artigo inserido na primeira página do Diário Illustrado do dia seguinte, pode ler-se:
«Não se torna necessário considerar nas suas origens e determinantes o espantoso crime de ontem, para o qualificar como um dos mais hediondos e infames atentados, de que reza a história de todos os povos!».
E, mais adiante, sobre D. Manuel II, irmão do príncipe herdeiro, que viria a ser o futuro rei de Portugal, o articulista do supracitado artigo conclui:
«Sua majestade El-Rei o Senhor D. Manuel II, cuja proclamação hoje será publicada em decreto no Diário do Governo, tem em volta do seu trono, neste instante soleníssimo, a dedicação, o amor e o apoio decidido de todos os portugueses dignos de tal nome!».
Fonte: Diário Illustrado n.º 12453, de 02-02-1908, 38.º ano de publicação, p. 1
Inserção Histórica
O movimento republicano não iria permitir que o novo rei estivesse no poder muito tempo, por, na sua opinião, o governo da coroa, entre outros fatores de caráter social, não ter defendido os interesses de Portugal perante os britânicos que consideravam sua a região entre Angola e Moçambique, apresentada como portuguesa no célebre mapa-cor-de-rosa.
A 5 de outubro de 1910, com a Implantação da República em Portugal, D. Manuel II é deposto, sendo obrigado a exilar-se nos arredores de Londres, onde viria a falecer, inesperadamente, a 2 de julho de 1932.
A 5 de julho desse mesmo ano, Salazar seria nomeado Chefe do Governo e um novo ciclo histórico se iniciaria, pondo em relevo, no ensino escolar, o papel desempenhado na História de Portugal por alguns monarcas portugueses e seus familiares.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Título: Obras de Alexandre Dumas
Autor: Alexandre Dumas Tradução e notas: Ferreira da Costa
Editor: Lello & Irmão Editores
Ano: 1967 (Maio) - Porto
Capa: Encadernações editoriais, flexíveis, inteiras de pele, com ferros a ouro nas lombadas e nas pastas anteriores e ferros a seco em esquadrias nas pastas. Com folhas de guarda em papel decorativo.
Sinopse: As obras completas do grande escritor francês, incluindo Os
Três Mosqueteiros, O Conde de Monte Cristo, O Colar da Rainha, entre tantos
outros, em majestosa edição Lello & Irmão. Desde o século XIX que Alexandre Dumas
tem apaixonado leitores por todo o mundo. As suas aventuras encontram-se
amplamente traduzidas, continuando a inspirar adaptações teatrais e
cinematográficas. As personagens e cenários que nos legou são, simultaneamente,
um retrato da França, destacando-se entre os grandes filósofos e escritores do
seu tempo.
Os volumes reúnem as seguintes obras: Volume I - Os Três
Mosqueteiros, Vinte Anos Depois, A Tulipa Negra, Ascânio. Volume II - O
Visconde de Bragelonne. Volume III - O Conde de Monte Cristo, A Mão do Finado,
A Casa de Gelo. Volume IV - A Rainha Margot, A Dama de Monsoreau, Os Quarenta e
Cinco. Volume V - José Bálsamo, O Colar da Rainha. Volume VI - Ângelo Pitou, A
Condessa de Charny. Volume VII - A Condessa de Charny (continuação), A Guerra
das Mulheres, A San Felice. Volume VIII - Luís XIV e seu Século, Memória de uma
Favorita, As Gémeas de Machecoul.
Esta tradição de "ir ver as montras", que outrora
iluminava o passeio das famílias portuguesas, é agora resgatada pelo CantoIIILivraria Alfarrabista através da tecnologia.
Ao transformar o ritual físico num deslumbre digital, a
marca permite que a magia natalícia e outros momentos chegue a qualquer lugar, preservando a
nostalgia das luzes e das cores de outros tempos.
Para quem deseja reviver ou descobrir este imaginário, pode
explorar livros de literatura portuguesa e estrangeira, clássicos, filosofia, história, ciências, geografia, matemática, artes, policiais, arquitetura, banda desenhada, monografias, ficção cientifica, revistas, jornais &etc..., honrando-nos com a sua visita à loja física na Rua da Boavista, 320, na cidade do Porto e/ou online através do blog https://canto3livros.blogspot.com ou https://www.facebook.com, onde a montra do Canto III está à distância de um clique na própria fotografia.
Título: Despojos de uma Tragédia (Cartas Inéditas)
Autor: Frederico Nietzsche Tradução e notas: Ferreira da Costa Introdução de: A. Vieira D' Areia
Editor: Edição "Len" Porto - Editora Educação Nacional Coleção: Colecção Mensagem Edição: 1ª edição em Portugal
Ano: 1944
Capa: Brochura com badanas
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas: 388
Dimensões: 14 cm x 21 cm
Estado: Bom
Preço: 20,00 €
Referência: 2601002
Sinopse: "Despojos de uma Tragédia (Cartas Inéditas)" é uma
coletânea de cartas de Friedrich Nietzsche publicadas em Portugal, traduzidas
por Ferreira da Costa, que revelam as suas reflexões e sentimentos,
especialmente no período de 1863, oferecendo uma visão pessoal dos seus
"restos" de juventude e do seu pensamento, contrastando com a sua
filosofia mais madura. A obra, editada por Editora Educação Nacional (1944) e
outras editoras como Relógio d'Água, foca-se no lado humano e nas suas correspondências
íntimas.
Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da
publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.
Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era
jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.
Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A.
Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.
Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e
o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como
"O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.
Escrevo-lhe esta carta com a maior humildade no meu coração.
Nesta época festiva e Santa, o meu desejo não é por
brinquedos ou bens materiais, mas sim por algo que considero muito mais
valioso: a esperança, paz, amor.
Acredito verdadeiramente que "ler é esperança e abrir
portas para um mundo ainda melhor, muito belo, esclarecido e com paz".
Por isso, se fosse possível e se o Pai Natal achasse que
mereço, gostaria de pedir modestamente paz para o mundo e como gostava de ter um livro. A sua escolha será perfeita,
pois qualquer livro que me traga conhecimento, perspetiva e reforce a minha
crença num futuro ainda mais luminoso será o presente ideal, um tesouro.
Agradeço antecipadamente pela sua extremosa boa atenção e
tão generosos bons ofícios e pela magia que traz ao mundo.
Com os meus melhores agradecimentos, cumprimentos e votos de um Santo e Feliz Natal para todo o mundo,
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação
Preço: 10,00 €
Referência: 2512005
Sinopse:Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se
apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos
de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a
fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como
respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas
conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades
acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.
Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve
uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno.
Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em
vida por Albert Camus.
Editor: Editorial Caminho (Guide -
Artes Gráficas)
Género: Romance
Edição: 3ª edição
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas: 357-II
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Tiragem: 3000 exemplares
Estado de conservação: Exemplar em
excelente estado de conservação, tem assinatura de posse datada.
Preço: 25,00 €
Referência: 2512004
Sinopse:«Um romance histórico inovador. Personagem
principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada,
privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um
rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que
construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha
poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma
vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta
noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois
anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não
emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao
encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu
mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio
Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um
Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e
inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de
outubro de 1998)»
Título: Levantado do Chão Autor: José Saramago Editor: Editorial Caminho
Coleção: O Campo da Palavra Capa e arranjo gráfico: José Araújo Editado em: Lisboa, 1982
Data de impressão: 22 janeiro de 1982 Dimensões: 13,5 cm x 21 cm Encadernação: Encadernação editorial, brochura
Tiragem: 4000 exemplares Género: Romance Nº de páginas: 368 páginas Estado de conservação: Bom, exemplar estimado, tem uma assinatura de posse datada
Preço: 25,00 € Referência: 2512003
Sinopse: "O livro chama-se Levantado do Chão porque, no fundo,
levantam-se os homens do chão, levantam-se as searas, é no chão que semeamos, é
no chão que nascem as árvores e até do chão se pode levantar um livro". José Saramago
A transformação social. A contestação. Personagens em
diálogos. As cruentas desigualdades sociais. Surgem as perguntas proibidas.
Vai-se adquirindo consciência e espaço, para que tudo se levante do chão. Um
livro composto por 34 capítulos. No 17.º está a tortura e a morte de Germano
Santos Vidigal. Germano, o nome que significa irmão, o homem da lança. Apesar
de vencido, o sacrifício da sua vida indica o caminho. «Já o encontraram.
Levam-no dois guardas, para onde quer que nos voltemos não se vê outra coisa,
levam-no da praça, à saída da porta do setor seis juntam-se mais dois, e agora
parece mesmo de propósito, é tudo a subir, como se estivéssemos a ver uma fita
sobre a vida de Cristo, lá em cima é o calvário, estes são os centuriões de
bota rija e guerreiro suor, levam as lanças engatilhadas, está um calor de
sufocar, alto.»
As mulheres são também chamadas à primeira linha das
decisões neste belo romance de Saramago. O diálogo monossilábico entre marido e
mulher da família Mau-Tempo vai-se alterando. Interessante observar uma
narrativa que vai da submissão ao sentido de libertação, através de gerações.
Associação dos Arquitectos Portugueses
- «Arquitectura Popular Portuguesa» 3 Vols., Ideia Original :
Francisco Keil Amaral 3ª Edição, Lisboa; 1988 - Edição
Patrocinada por Banco de Fomento Nacional 1º Volume : Zona 1 : Minho – Zona
2 : Trás-Os-Montes 2º Volume : Zona 3 : Beiras – Zona
4 : Estremadura 3º Volume : Zona 5 : Alentejo –
Zona 6 : Algarve Enc. editorial c/ sobrecapa ; 230
+ 242 + 283 p. ; prof. il. ; 29cm
€ 285,00
Referência: 2512001
Sinopse: A Arquitectura Popular em Portugal é uma obra seminal e o
resultado de um inquérito realizado entre 1955 e 1960 pelo Sindicato Nacional
dos Arquitectos, que na época representava a profissão e que em 1978 deu lugar
à Associação dos Arquitectos Portugueses. A primeira edição, em dois volumes,
foi publicada em 1961.
O projeto de levantamento
Iniciativa: O projeto foi idealizado pelo arquiteto
Francisco Keil do Amaral no Sindicato Nacional dos Arquitectos.
Objetivo: Realizar um estudo exaustivo e documentado sobre
as construções tradicionais em Portugal para preservar o seu conhecimento, que
se encontrava ameaçado pelo progresso e pela destruição.
Método: Foi realizado um grande inquérito, onde equipas de
arquitetos percorreram o país para registar, através de fotografias, desenhos e
mapas, as tipologias construtivas de cada região.
A publicação
Primeira edição: A obra original, em dois volumes, foi
publicada em 1961 e 1962.
Conteúdo: Está profusamente ilustrada com fotografias,
plantas, cortes e mapas, organizados por zonas geográficas de estudo.
Arquitetos envolvidos: Entre os vários arquitetos que
contribuíram para o levantamento e publicação, destacam-se nomes como Francisco
Keil do Amaral, Fernando Távora e Celestino de Castro.
Legado da obra
Relevância: A obra é considerada uma referência essencial
para o estudo da arquitetura tradicional portuguesa, influenciando gerações de
arquitetos e investigadores.
Atualidade: Várias reedições têm sido publicadas ao longo
dos anos, mantendo a sua importância como documento histórico e cultural.
Hemmert (Danielle); Roudene (Alex) - História da Magia, do Ocultismo e das Sociedades Secretas - Lisboa, Edição "Amigos do Livro" Dim. 20 cm x 12,3
cm.; ilustrados. Colecção de 18 volumes, Tomo I ao XVIII, completa. Encadernação editorial. Estado de conservação, bons, estimados.
Brandão (Raul) Obras Completas - 14
Volumes Completo - Círculo de Leitores Sinopse da colecção: Obras Completas de Raul
Brandão 14 Volumes - Completo Volume I - Impressões e paisagens
* O Padre Volume II - A Farsa Volume III - Os Pobres Volume IV- El-Rei Junot Volume V - Vida e Morte de Gomes
Freire Volume VI - Húmus Volume VII - Teatro Volume VIII - Os Pescadores Volume IX - As Ilhas Desconhecidas Volume X - A Morte do palhaço e o
mistério da árvore Volume XI - O Pobre de pedir Volume XII - Memórias I Volume XIII - Memórias II Volume XIV - Memórias III Autor: Raul Brandão Editora: Círculo de Leitores 1990 / 1991
Darmas (Duarte) – Livro das Fortalezas – Reprodução Anotada do Livro das Fortalezas de Duarte Darmas - Editorial Império (Lisboa) - Edição muito cuidada) Muito Rara, invulgar. 1943. De 21x27 cm., oblongo, com 470-II págs.
Encadernação editorial, capa dura € 625,00
Referência: 2507044
Sinopse:Estamos em presença dum livro muito raro e de muito difícil aparição no mercado alfarrabista. Trata-se da cópia do "Livro das Fortalezas" do original em pergaminho que se encontra no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. São reproduzidos 57 aspetos das fortalezas situadas na raia de Espanha, cada uma acompanha de um texto do General Ferreira de Almeida. É, segundo Alfredo Pimenta, livro "rico de informações arquitetónicas, topográficas, etnográficas, históricas e linguísticas". Obra de grande importância para o conhecimento do estado geral das fortificações fronteiriças com Espanha ao tempo de D. Manuel I; revela em pormenor não só o estado das fortificações mas também os percursos entre as povoações, distâncias, acessos, caminhos, cursos de água, pontes, fontes, poços, terrenos agrícolas, edifícios militares, religiosos e civis.
Ilustrado com os fac-símiles dos desenhos do manuscrito guardado na Torre do Tombo e com um mapa de Portugal indicando a localização das fortalezas.
Duarte Darmas foi escudo da casa de D. Manuel I. Já no reinado de D. João II tinha sido enviado a Marrocos para levantar plantas hidrográficas das barras dos rios onde se pretendia construir fortalezas. Damião de Góis chama-lhe grande pintor e Faria e Sousa grande tracista.
Júnior (Rodrigues), Calanga, Edição Minerva, Lourenço Marques, 1955, 284 págs., Br., bom estado de conservação. De muito
difícil localização. Raro.
Dedicatória: "A
todos os que trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para
arrancar o pão de cada dia, dedica o autor este livro que tem muito da alma de
Colono e do negro que o ajuda na faina do amanho desse chão que é Céu e Inferno
do homem." € 35,00 Referência:2511018
Sinopse: "Calanga" é um romance da autoria de Rodrigues
Júnior (José Rodrigues Júnior, 1902-1991), um escritor português. Publicação e Contexto: O livro foi publicado originalmente
em 1955, em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique, pela Editora Minerva
Central, sendo uma obra de literatura ultramarina.
Dedicatória: A dedicatória do autor é "A todos os que
trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para arrancar o pão de
cada dia". Género e Tema: A obra é um romance que aborda temas
relacionados com a vida e o trabalho nas terras da Calanga, oferecendo uma
perspetiva da realidade colonial da época.
Sobre o Autor
Outras Obras: Rodrigues Júnior foi um autor prolífico, tendo
publicado mais de trinta títulos, incluindo ensaios, estudos e
reportagens-inquéritos. A sua obra "Muende" (1960) foi galardoada com
o prémio Fernão Mendes Pinto. Relevância: É uma figura notável na literatura colonial
portuguesa, com várias das suas obras a serem consideradas de difícil
localização e raras.
O livro "Calanga" é uma edição antiga e, por isso,
é considerado uma raridade sendo de muito difícil aparição no mercado livreiro.
Autor: Augusto Dias Editor: Edições Beira e Douro Ilustrações: Ilda David Edição: 1ª edição Ano: 1970
Dimensões:20,5 cm x 14,5 cm Nº de páginas: 22 páginas Encadernação: Brochura Idioma:Português Estado de conservação: Bom
Preço: 15,00 € Referência:2511017
Sinopse: "O último coice" é um livro escrito por Augusto Dias, publicado em 1970, que aborda uma intriga entre escritores relacionada com a não publicação de um texto do autor e a figura de José Régio.
Sobre o Livro e o Autor: Título Completo: José Régio (O último coice). Autor: Augusto Dias.
Publicação: O livro foi publicado em 1970, como uma edição
do autor ou pelas Edições "Beira e Douro".
Conteúdo: A obra, que é uma brochura de cerca de 22 ou 23
páginas, descreve uma disputa ou "intriga entre escritores"
decorrente do facto de um escrito de Augusto Dias não ter sido publicado,
envolvendo, de alguma forma, José Régio.
Contexto: O título sugere uma crítica ou um comentário final
e contundente ("o último coice") sobre a situação, possivelmente no
contexto das relações literárias da época em Portugal. José Régio (pseudónimo
de José Maria dos Reis Pereira), ele próprio um poeta, autor dramático e
ficcionista de renome e um dos fundadores da revista Presença, faleceu em 1969,
um ano antes da publicação deste livro.
Trilha do Rei Ramiro - Câmara Municipal de Vila nova de Gaia.
De 20x15,5 cm.; com 312-I págs.
Br. € 7,00
Exemplar novo.
Sinopse: A "Trilha do Rei Ramiro" não é um percurso
pedestre oficial ou uma rota turística comum com essa designação exata, mas sim
uma referência que está intimamente ligada à lenda do Rei Ramiro e ao Castelo
de Gaia, em Vila Nova de Gaia, Portugal.
A lenda, que remonta à Idade Média, conta a história do rei
cristão Ramiro II de Leão, que se apaixonou e raptou a bela princesa moura
Artura (ou Sara) no Castelo de Gaia. A história está enraizada na identidade
cultural da região de Gaia.
O que existe na realidade:
Eventos Culturais: Ocasionalmente, são organizadas
"Visitas de Autor" ou eventos culturais, frequentemente conduzidos
por historiadores locais como Joel Cleto, que exploram os locais associados à
lenda (como o Monte do Castelo e o Convento de Corpus Christi). Estes eventos
recriam o percurso da lenda.
Património e Arqueologia: O "sítio do Rei Ramiro"
refere-se a uma área arqueológica no Monte do Castelo, em Vila Nova de Gaia,
onde foram realizadas escavações que revelaram ocupações antigas, incluindo a
presença de ânforas romanas, confirmando a importância histórica do local.
Publicações: A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia
publicou materiais sobre a "Trilha do Rei Ramiro" em 1995, sugerindo
que a designação pode ter sido usada num contexto local e específico (talvez um
folheto ou mapa de circuito).
Em resumo, a "Trilha do Rei Ramiro" não é um
trilho de caminhada convencional, mas sim um percurso associado a uma lenda
histórica e a locais específicos em Vila Nova de Gaia.
Título: D. Carlos de Bragança O Seu Portuguesismo na Pintura, nos Estudos Oceanográficos, na Vida As três Realezas que tanto amou D. Carlos I, Rei e Súbdito de Portugal Autor: A. Luiz Gomes Ano: 1961 Dimensões:In-8º Nº de páginas: 18 páginas + 4 estampas Encadernação: Brochura Idioma:Português Estado de conservação: Bom, valorizado com uma dedicatória e assinatura do autor
Autor: Ramada Curto Editor: Livraria Simões Lopes - Porto Edição: 2ª edição Ano: 1955
Coleção: Dimensões:12,5 cm x 19 cm Nº de páginas: 314 págs. Ilustrações de: Fernando Bento Encadernação: Brochado Idioma:Português
Estado de conservação: Bom
Preço: 15,00 € Referência:2511014
Sinopse: "Debaixo do Cedro" é um livro da autoria de
Amílcar Ramada Curto (1886-1961).
Trata-se do primeiro volume da série intitulada "Vida
Contemporânea". O próprio autor descreveu a obra (e as que se lhe
seguiriam) não como um romance, mas como "uma série de quadros e de
episódios, aparentemente desligados uns dos outros".
A primeira edição foi publicada em 1931 pela editora J.
Rodrigues & C.ª, em Lisboa, e uma edição posterior, ilustrada por Fernando
Bento, foi lançada pela Livraria Simões Lopes, no Porto, em 1955.
Ramada Curto foi um notável advogado, político, novelista,
cronista e dramaturgo português.
É um convite à Alma: Desvendar o Canto III Livraria Alfarrabista
Há, nas ruas que tecem a alma do Porto, um lugar, onde o
tempo abranda e o coração encontra o seu porto de abrigo de refúgio. Esse lugar
“onde o coração de esconde”(*) chama-se Canto III Livraria Alfarrabista.
Mais do que uma livraria, é um santuário silencioso, um
resguardo onde em cada prateleira sussurram histórias e cada livro é um convite
a uma viagem sem mapa, mais modernamente sem necessidade de GPS. Aqui, entre o
aroma subtil de papel envelhecido, essências e a sabedoria que emana das
lombadas dos livros muitas vezes cansadas, respira-se cultura, fragâncias que
enlaçamos.
É com este espírito que o convidamos a visitar o Canto III Livraria
Alfarrabista, na rua da Boavista, 320, na "Mui Nobre, Sempre
Leal e Invicta Cidade do Porto” bem como uma visita ao nosso bloguehttps://canto3livros.blogspot.comem perseverante desenvolvimento e que tem já a montra
de Natal com algumas e diversas sugestões de lembranças.
Considere cada clique não apenas uma leitura que já por si só
é uma honra, mas o início de uma bela e serena viagem. Queremos partilhar
consigo este espaço que é, para nós, um cântico, um hino intemporal aos livros
e à beleza da palavra escrita. Um lugar onde a calma se instala e a paixão pela
cultura floresce.
Deixe-se levar por esta atmosfera.
Venha refugiar o seu coração nas nossas páginas digitais e, idealmente, nas
nossas estantes físicas. A viagem começa aqui.
Ser seguidor do nosso Blogue está à
distância de um clique no próprio blogue.
Autores: Lit. de Artistas Reunidos. Porto Editor: Junta Nacional do Vinho. Lisboa. Lit. de Artistas Reunidos. Porto Edição: Ano: 2009 (Abril)
Coleção: Assirinha Dimensões:13 cm x 18,5 cm Nº de páginas: XXIV (24) páginas
Capa e ilustrações de: Mário Costa Encadernação: Brochura com cordão na lombada Idioma:Português Estado de conservação: Bom, excelente estado de conservação.
Preço: 45,00 € Referência:2511013
Sinopse: “Um clima e solo privilegiados, aliados à seleção de castas
cultivadas e ao cuidado meticuloso que os portugueses dedicam à produção dos seus vinhos , conferem-lhes características especiais, capazes de satisfazer os paladares mais exigentes. Nesta brochura, apresentamos uma breve descrição dos principais vinhos portugueses e oferecemos algumas informações úteis para os
apreciadores de vinho.”
Uma raridade no mercado, impressa em papel de boa qualidade
e com belos gráficos. Abrange diversas regiões vinícolas portuguesas (com
exceção do Alentejo, que posteriormente se torna o protagonista), com
referência a vinhos como os verdes, licorosos, Madeira, espumantes, etc.
quinta-feira, 13 de novembro de 2025
Darmas, Duarte - Livro das Fortalezas - Romance. Lisboa, Livraria Bertrand, S/d.
De 20x15,5 cm.; com 312-I págs. Enriquecido com ilustrações de Alice Jorge.
Br. € 350,00
Da tiragem especial de 325 exemplares
(n.º 93), em papel especial Alfa.
Exemplar com acidez.
Inclui os desenhos de 55 fortalezas situadas na fronteira com Espanha, assim como em Sintra e de Barcelos, sendo cada uma desenhada com vistas tiradas de duas bandas e uma planta.
Os desenhos de cada fortaleza são precedidos de notas explicativas do General João de Almeida, fornecendo informações sobre sua localização, origem, natureza, razão de ser e evolução que ocorreram até à época em que foram projetadas.
Os desenhos de cada fortaleza são precedidos de notas explicativas do General João de Almeida dando informações sobre sua localização, origem, natureza, razão de ser e evolução que sofreram até o momento em que foram desenhados.
Estado de conservação: Capa com manchas do tempo, lombada cansada com letras apagadas, algumas manchas ácidas nas páginas iniciais sem afetar qualquer texto, miolo limpo.
2511012
Sinopse:Estamos em presença dum livro muito raro e de muito difícil aparição no mercado alfarrabista. Trata-se da cópia do "Livro das Fortalezas" do original em pergaminho que se encontra no Arquivo Nacional da Torre do Tombo. São reproduzidos 57 aspetos das fortalezas situadas na raia de Espanha, cada uma acompanha de um texto do General Ferreira de Almeida. É, segundo Alfredo Pimenta, livro "rico de informações arquitetónicas, topográficas, etnográficas, históricas e linguísticas". Obra de grande importância para o conhecimento do estado geral das fortificações fronteiriças com Espanha ao tempo de D. Manuel I; revela em pormenor não só o estado das fortificações mas também os percursos entre as povoações, distâncias, acessos, caminhos, cursos de água, pontes, fontes, poços, terrenos agrícolas, edifícios militares, religiosos e civis.
Ilustrado com os fac-símiles dos desenhos do manuscrito guardado na Torre do Tombo e com um mapa de Portugal indicando a localização das fortalezas.
Duarte Darmas foi escudo da casa de D. Manuel I. Já no reinado de D. João II tinha sido enviado a Marrocos para levantar plantas hidrográficas das barras dos rios onde se pretendia construir fortalezas. Damião de Góis chama-lhe grande pintor e Faria e Sousa grande tracista.
O "Livro das Fortalezas" é uma obra histórica e
cartográfica fundamental da autoria de Duarte de Armas, escudeiro da Casa de D.
Manuel I. Trata-se de um manuscrito ilustrado, concluído por volta de 1509, que
documenta detalhadamente as fortalezas e castelos ao longo da fronteira de
Portugal com Castela (Espanha).
Conteúdo e Importância
Objetivo: A obra foi uma encomenda do rei D. Manuel I, que
encarregou Duarte de Armas de percorrer e registar o estado das fortificações
fronteiriças do reino, com o intuito de planear a sua defesa e manutenção.