sexta-feira, 13 de março de 2026
quinta-feira, 12 de março de 2026
Morreu esta quinta-feira, aos 90 anos ... Mário Zambujal (1936-2026), jornalista, escritor, um bom malandro.
Sim, partiu hoje, quinta-feira 12 de março de 2026, aos 90 anos. o "bom malandro". O jornalista e
escritor Mário Zambujal.
Figura incontornável da cultura e do jornalismo em Portugal, Zambujal ficou eternamente ligado à sua obra, "Crónica dos Bons Malandros" (1980), que se tornou um fenómeno de popularidade.
domingo, 8 de março de 2026
Rosa do Mundo 2001 Poemas para o Futuro
2001 Poemas para o Futuro
Editor: Assírio & Alvim
Coleção: Documenta Poética
Idioma: Português
Dimensões: 15,2 cm x 21,2 cm x 7,1 cm
Encadernação: Capa dura com sobrecapa
Número de páginas: 1920 páginas
Género: Poesia
Rosa do Mundo: 2001 Poemas para o Futuro é uma antologia monumental publicada pela editora Assírio & Alvim no âmbito do evento Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura. Com cerca de 1920 páginas, a obra reúne poemas de diversas épocas e civilizações, sendo considerada um dos projetos editoriais mais ambiciosos da poesia em Portugal.
quinta-feira, 5 de março de 2026
Morreu um gigante das letras portuguesas, António Lobo Antunes
Morreu esta quinta-feira António Lobo Antunes, um dos mais
consagrados escritores portugueses. Deixa uma obra vasta, com cerca de 40
livros editados em todo o mundo. Foi o vencedor do Prémio Camões em 2007.
António Lobo Antunes nasceu a 1 de setembro de 1942, na
freguesia de Benfica, em Lisboa, no seio de uma família de alta burguesia. O
pai foi um destacado neurologista português. Estudou no Liceu Camões e
licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa,
em 1969.
“Há anos assisti na televisão inglesa à última entrevista de
Evelyn Waugh, um escritor notável e brilhante e um homem complexo,
contraditório, de temperamento difícil, muitas vezes insuportável, autor de uma
obra importante e extensa, apesar de a sua vida não ter sido muito longa.
Morreu de uma forma mais frequente do que se imagina: sentado na retrete a
tentar fazer cócó, que é uma excelente maneira de explodir um vaso do cérebro.
A entrevista foi talvez a melhor a que assisti em toda a minha vida porque o
jornalista era extraordinário de talento, inteligência e humor e toda a gente
sabe que a qualidade de uma entrevista depende do mérito e do engenho de quem a
conduz. No caso de Evelyn Waugh a conversa, de parte a parte, foi espantosa e
eu passei uma hora feliz a escutá-los porque nada se compara ao espectáculo de
duas inteligências em movimento. Falaram da vida do escritor, da sua obra, do
mundo, de tudo e eu ali pasmado a escutá-los, a aprender e a fruir. A última
questão era assim – O que espera dos leitores depois da sua morte?
e Evelyn Waugh, colérico, sarcástico, irónico, em muitas
ocasiões insuportável, outras furioso, outras sereno, sempre em guerra consigo
mesmo e com os outros, tornou-se de súbito uma espécie de menino grande (quem não é um menino grande?) e respondeu num
pedido doce, com uma súbita sinceridade desarmante:
– Que rezem pela minha alma pecadora
Católico inglês, como o seu amigo Graham Greene, coisa não
muito frequente no seu país protestante, repetiu, mas baixo – Que rezem pela
minha alma pecadora e a entrevista encerrou-se ali. Não menciona a posteridade,
a esperança de permanência da sua obra, não aludiu a sonhos de glória póstuma:
limitou-se a pedir que rezassem pela sua alma pecadora. E eu que sou seu
leitor, rezo, apesar da minha tão complicada e por vezes agressiva relação com
Deus (Voltaire, por exemplo, dizia acerca d’Ele – Cumprimentamo-nos, mas não
nos falamos) por uma alma que, com tanta sinceridade, se desnudou por completo
ali à minha frente e de muitos milhares de outros espectadores, a pedir-nos
ajuda com uma simplicidade desarmante. A sua obra já não lhe pertencia,
pertencia aos leitores do futuro que a julgariam de diversas formas, sujeitas
às constantes flutuações do gosto, ora esquecida ora lembrada, ora inexistente
ora viva de novo, ora exaltada ora diminuída, estendida de muitos e variados
modos e, finalmente, esquecida para sempre, porque seremos inevitavelmente,
esquecidos para sempre. Santo Agostinho, por exemplo, sustentava que, se
deixasse cair um pingo de água, uma vez por ano, numa imensa esfera de ferro,
quando finalmente a água deixasse marca no ferro ainda nem a eternidade havia
começado, e as nossas chances de fazermos parte dela são, evidentemente, nulas.
Nem é preciso ir tão longe. Nem é necessário ir tão longe: Aristóteles deixou
os nomes dos dez maiores tragediógrafos gregos ou, pelo menos aqueles que ele
considerava os dez maiores tragediógrafos gregos. Chegaram até nós três apenas,
escritores sublimes, e nenhum deles consta da lista de Aristóteles: Eurípedes,
Ésquilo e Sófocles, autores, aliás, sublimes. E, mesmo desses, o que perdura
está longe de ser o seu trabalho completo. Estamos condenados ao
desaparecimento total do nosso combate, por maior e mais genial que ele tenha
sido. Oscar Wilde tinha razão (tinha quase sempre razão, o sacana) quando, ao
mencionar Homero, escreveu “Homero ou outro grego com o mesmo nome”, visto que
o Homero que temos, o da Ilíada e da Odisseia, não é certamente o original, a
sua existência parece agora mais que problemática, e desconhecemos o verdadeiro
autor daquelas onomatopeias únicas de que Pound falava. Sobram talvez os restos
de uma alminha, para usar a expressão de Marco de Aurélio, perdida entre
ínfimos restos de alminhas, um ditongo aqui, quase uma palavra acolá, e tudo o
resto é, provavelmente, apócrifo. De qualquer modo o que compusemos, com tanta
angústia, dificuldade e esperança, perder-se-á para sempre, e a certeza disto
torna as nossas vidas mais estreitas e insignificantes ainda, condenadas a um
esquecimento absoluto. Mais cedo ou mais tarde as nossas almas pecadoras
vogarão sozinhas, minúsculas luzes bruxuleantes num nada absoluto. Resta-nos
esperar (eu, pelo menos espero, ter o destino do meu poeta favorito, Quevedo,
nascido no ano em que Camões morreu (1580) que termina num dos seus mais
geniais sonetos, falando de si mesmo após a sua morte:
Serei pó mas pó apaixonado e nesse pó inapreensível
continuaremos a ser. Uma ocasião, numa viagem de Bucareste para Constança
parámos, o poeta Dinu Flamand e eu, num mosteiro isolado, com mais de
seiscentos (seiscentos) seminaristas. O bispo disse-nos – Vamos rezar uma
oração pelas almas eternas dos escritores falecidos e seiscentas vozes a
cantarem naquela catedral imensa foi a coisa mais grandiosa e comovente que alguma
vez escutei. Todo eu tremia como uma folhinha ao vento, de olhos cheios de
lágrimas. E tive, pela primeira vez na vida, a certeza de ser eterno. Pensei em
Evelyn Waugh, pensei em mim. E consolou-me, Senhor, ser um grãozinho eterno. Um
grãozinho sem obra e sem nome, mas de quem Te não esqueces. Por favor não
ponham boneco nenhum nesta crónica. É que já está suficientemente iluminada. E
é, de certeza, a mais comprida que fiz."
(Crónica publicada na VISÃO 1298 de 18 de janeiro)
domingo, 1 de março de 2026
O Sentido Último da Vida Projectado nas Origens
Em vez de história de Adão e Eva
Autor: Armindo dos Santos Vaz
Editor: Edições Carmelo
Edição: 1ª edição
Ano:
Capa: Brochura
Ilustrações: Ilustrado no texto com fotografias a preto e branco, e com mapa colorido na folha de guarda anterior.
Dimensões: 24,5 cm x 16,5 cm
Estado: Bom
Preço: 25,00 €
Referência: 2603002
Sinopse: Esta perspetiva convida-nos a trocar a cosmologia bíblica (o Jardim do Éden) por uma cosmologia científica e evolutiva, onde o "sentido" não é um decreto divino dado no início, mas uma propriedade emergente da própria matéria.
Franco
Tradução:
Edição:
Preço: 15,00 €
sábado, 28 de fevereiro de 2026
A Morte Lenta
Tive o privilégio de ter conhecido pessoalmente o Sr. Èmile Henry no ano de 1975, que foi o fundador em 1954, da empresa Têxtil Nortenha, empresa esta que ainda existe.
Para quaisquer mais esclarecimentos adicionais que eventualmente possa ter interesse, podem contactar para o CANTO III.
"Estou certo que a minha voz não conseguirá convencer os cépticos, o que é compreensível, porque é difícil imaginar tanto sofrimento. Mas outras vozes, mais poderosas do que a minha, se elevaram para chamar a verdade" (Henry, Emile (p.186)).
"O que mais me custava era não dormir. A fome também não faltava, sobretudo do meio-dia às três horas, em que tinha a impressão de que uma tenaz me torcia até à tortura. Mas o não dormir era o pior. Mesmo contra a vontade, os olhos fechavam-se-me e tinha que fazer um esforço violento para não cair", relatou Émile Levy, falecido há dez anos em Loulé, no seu livro, que teve duas edições de 100 exemplares, em 1946.
"O meu marido fez um testemunho para os portugueses. Dizia que as pessoas do país onde vivia tinham de saber o que se passou", recordou hoje à Lusa a mulher, Thérèse Henry, que assistiu, juntamente com as duas filhas e netos, à sessão que antecedeu a inauguração da exposição, no Centro Cultural de Belém.
O seu marido esteve mais de dois anos no campo de concentração nazi de Buchenwald, depois de ter sido apanhado pelos alemães a tentar regressar a Portugal - onde já vivia antes - depois de cumprir o serviço militar obrigatório em França.
"Não sei como ele aguentou. De manhã à noite era obrigado a carregar pedras à mão de um sítio para o outro. E quando terminava, levava as pedras de volta para o primeiro sítio. Era mesmo maldade dos alemães", relatou a viúva de Émile Henry, que descreveu que o seu marido teve de se esconder entre dois colchões para não ser morto pelos alemães.
Da sua experiência em Buchenwald, o homem contou pouco à família. "Não, dizia que tinha feito uma confissão naquele livro que escreveu", comentou a mulher.
A investigação que deu origem à exposição foi coordenada pelo historiador Fernando Rosas e feita por uma equipa internacional do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Segundo o historiador, "cerca de 400 portugueses, talvez um pouco mais" estiveram confinados durante a Segunda Guerra Mundial em campos de concentração, prisões ou 'stalag' [campos de prisioneiros de guerra], sujeitos a brutais condições de trabalho forçado".
Destes, "pelo menos 30 não sobreviveram".
"São valores provisórios e provavelmente conservadores (...) Há muito para pesquisar ainda", ressalvou Fernando Rosas.
"Provavelmente superior, mas até agora impossível de determinar, terá sido o número dos que foram voluntariamente trabalhar para a Alemanha [mas que depois se converteriam em trabalhadores forçados] ou que para esse destino foram forçados a sair, designadamente de França", comentou o investigador.
Há "variado rasto" na documentação consular e diplomática do Estado português sobre esta realidade, mas "não existe evidência de qualquer diligência diplomática consistente por parte do Governo do Estado Novo no sentido de acudir ou defender os seus cidadãos escravos, coercivamente deslocados, nos campos de concentração, prisioneiros dos 'stalag' ou forçados a trabalhar na Alemanha quando queriam fugir à guerra e à devastação", disse Rosas.
Os Pastores da noite / Dona Flor e seus dois maridos (Obra conjunta de dois romances)
Coleção: Ficção Universal
Edição: 1ª edição conjunta
Preço: 20,00 €
O Pintor e a Cidade
Edição: Primeira edição
Preço: 35,00 €
Contexto Artístico: O Estilo: As aguarelas de Cruz são reconhecidas pelas suas "matizes escurecidas" e "paisagens enevoadas", captando a humidade e o mistério característicos do Porto sem necessidade de títulos descritivos.
Cinema: O título da obra coincide com o do documentário de Manoel de Oliveira (1956), que explorou precisamente a relação contemplativa entre o pintor e a sua cidade natal.
Douro de Cepas e Fragas
Introdução de: A. Vieira D' Areia
Fotografias: Georges Dussaud
Edição: Primeira edição
Preço: 38,00 €
O Douro de Gracinda Marques
Editor: Museu do Douro
Edição: Primeira edição
Preço: 20,00 €
A relação da artista com o Douro é central na sua carreira,
tendo resultado em publicações e coleções editadas pelo Museu do Douro:
Livro "O Douro de Gracinda Marques" (2002): Uma
edição comemorativa de homenagem a José António Rosas, com textos de Luís
Valente de Oliveira e A. M. Pires Cabral, e fotografias de Egídio Santos.
"Por onde ando, o Douro de Gracinda Marques"
(2019): Catálogo de exposição que sintetiza uma viagem de 40 anos pela região,
com coordenação de Fernando Seara."
The Heart, its History, its Symbolism, its Iconography and its Diseases
Preço: 40,00 €
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Edição: Primeira edição
Preço: 25,00 €
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Luis Seoane - Grafista
Coleção: Colecção Mensagem
Edição:
Preço: 28,00 €
O livro traça cronologicamente seu impacto nesse campo, começando com seu trabalho na Galícia durante a década de 1930, passando por sua prolífica atividade em Buenos Aires durante seu exílio e culminando com seu trabalho gráfico durante seu retorno ao país.
Salomé e João Baptista
Desenhos de: José Rodrigues
Tiragem: 1500 exemplares
Edição: Primeira edição
Preço: 35,00 €
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
José Afonso (Discografia)
As músicas do LP Cantigas do Maio, de José Afonso, lançado em 1971, são as seguintes:
"Senhor Arcanjo"
"Cantigas do Maio"
"Milho Verde"
"Cantar Alentejano"
"Grândola, Vila Morena"
"Maio, Maduro Maio"
"Ronda das Mafarricas"
"Mulher da Erva"
"Coro da Primavera"
O LP de 1970 Traz Outro Amigo Também, do cantor e compositor José Afonso, reúne as músicas seguintes:
TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM
"Traz Outro Amigo Também"
"Maria Faia"
"Canto Moço"
"Epígrafe Para a Arte de Furtar"
"Moda do Entrudo"
"Os Castelos"
"O Que Faz Falta"
"Canção do Desterro"
"Qualquer Dia"
"Que Amor Não Me Engana"
"Cantiga da Liberdade"
O LP Enquanto Há Força, de José Afonso, editado em 1978, inclui as seguintes músicas:
ENQUANTO HÁ FORÇA
Enquanto Há Força
Há uma Música do Povo
Perdidos na Noite
Certos Companheiros
Paz, Pão, Liberdade
É Para Ti
Elegia
O País Vai de Carrinho
Amanhã
As respostas
O LP Cantares do Andarilho, de José Afonso (1968), inclui as seguintes músicas:
"Natal dos Simples"
"Balada do Sino"
"Resineiro Engraçado" (tema popular da Beira Alta)
"Canção de Embalar"
"O Cavaleiro e o Anjo"
"Saudadinha" (tema popular dos Açores)
"Tecto na Montanha"
"Endechas a Bárbara Escrava" (letra de Luís de Camões)
"Chamaram-me Cigano"
"Senhora do Almortão" (tema popular da Beira Alta)
"Vejam Bem"
"Cantares do Andarilho" (letra de António Quadros)
O LP Contos Velhos Rumos Novos, de José Afonso, foi lançado em 1969 e inclui as seguintes faixas:
Oh! Que Calma Vai Caindo
S. Macaio
Qualquer Dia
Vai, Maria Vai
Deus Te Salve, Rosa
Já o Tempo se Acostuma
Cantar Alentejano
Romance do Caçador
Canção de Embalar
Que Amor Não Me Engana


As músicas do LP Fura Fura, de José Afonso, lançado em 1979, são as seguintes:
Quanto é Doce
As Sete Mulheres do Minho
O Cabral Fugiu para Espanha
De Quem Foi a Traição
Quem Diz Que Pela Rainha
Na Catedral de Lisboa
Achêgate a Mim
Maruxa (Cantar Galego)
Senhora que o Velho
De Sal de Linguagem Feita
De Não Saber o Que Me Espera
Fura Fura
Grande parte das canções foram compostas para as peças de teatro de dois importantes grupos portugueses da época, A Barraca e A Comuna – Teatro de Pesquisa. Os Trovante participaram na direção musical e nos arranjos de algumas faixas.
O álbum de José Afonso, Coro dos Tribunais, foi lançado em 1974 (embora algumas fontes indiquem 1975) e é composto por 11 faixas. A gravação foi realizada em Londres com arranjos de Fausto Bordalo Dias.
llista de músicas:
"Coro dos Tribunais" (introdução)
"O Homem Voltou"
"Ailé! Ailé!"
"Não Seremos Pais Incógnitos"
"O Que Faz Falta"
"Lá no Xepangara"
"Eu Marchava de Dia e de Noite"
"Enquanto Há Força"
"Só Ouve o Brado da Terra"
"A Presença das Formigas"
"Coro dos Tribunais" (final)
A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) iniciou a classificação da obra fonográfica do músico, por considerar que representa “valor cultural de significado para a Nação”. De acordo com o anúncio então publicado em Diário da República, foi determinada a abertura do procedimento de classificação de um conjunto de 30 fonogramas da autoria do compositor e intérprete José Afonso, bem como de 18 cópias digitais de masters de produção de um conjunto de cassetes gravadas pelo autor e de um conjunto de entrevistas.
Preço: 20.00 € cada LP - Discos de vinil novos
10,00 € cada CD - Cd's novos
Referência: 2510005
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Churchill
Edição:
Preço: 19,00 €
Resumo e Conteúdo: A biografia traça a vida pública excecionalmente longa de Churchill, que abrange cerca de três quartos de um século, desde a era vitoriana até à Guerra Fria. A obra destaca-se por não apresentar uma visão unidimensional do líder britânico, abordando tanto as suas ações espetaculares e intuições brilhantes como os seus fracassos retumbantes e erros irreparáveis.
Bédarida analisa a personalidade multifacetada de Churchill — simultaneamente romântico e realista, jornalista, escritor, político e chefe de guerra implacável — e a sua influência duradoura na política e na definição do conceito de Ocidente.
Críticas: A obra é amplamente considerada uma das melhores biografias de Winston Churchill, elogiada pela sua profundidade e rigor histórico. Críticos e leitores descrevem-na como uma obra apaixonante que consegue ser simultaneamente rigorosa e empolgante, capturando as contradições da imensa personalidade de Churchill. O livro oferece uma visão de conjunto do antigo Primeiro-Ministro britânico, essencial para compreender a sua vida e o seu impacto no mundo contemporâneo.
Guerra em Paz - A Defesa Nacional na Nova Desordem Mundial
Editor: Hugin
Preço: 20,00 €
A obra aborda o tema da Defesa Nacional na sequência da
"nova desordem mundial" que se estabeleceu após o fim da Guerra Fria
e eventos como os ataques de 11 de setembro de 2001. Nuno Rogeiro, um conhecido
analista político e comentador, explora como as estruturas de segurança e
defesa tradicionais tiveram de se adaptar a novos desafios, incluindo o
terrorismo global, as missões de manutenção da paz da ONU e outras organizações
de cooperação, segurança e defesa, e as implicações estratégicas da
globalização.
O livro é frequentemente referenciado em estudos e teses
académicas sobre estratégia militar e relações internacionais em Portugal,
indicando a sua relevância na área."
Despojos de uma Tragédia
Tradução e notas: Ferreira da Costa
Introdução de: A. Vieira D' Areia
Coleção: Colecção Mensagem
Edição: Segunda edição
Preço: 15,00 €
Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.
Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.
Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A. Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.
Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como "O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.
Guilhermina Suggia
A Sonata de sempre
Autor: Fátima Pombo
Editor: Edições Afrontamento
Câmara Municipal de Matosinhos
Edição:
Colecção: Colecção Matosinhos - O Lugar e a Imagem
Ano: 1996
Nº de páginas: 230 páginas
Dimensões: 22 cm x 22 cm
Encadernação: Cartonado
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom
Preço: 20,00 € + despesas de envio
Referência: 2602021
Sinopse:
Adolescência e Juventude
Autor: Perillo Gomes
Editora: Edição da Revista "Ocidente" - Lisboa
Edição: Primeira edição
Ano: 1948
Nº de páginas:
Ilustrações: Profusamente ilustrado
Dimensões:
Encadernação: Brochado
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom
Preço: 25,00 € + despesas de envio
Referência: 2602020
A obra discute a adolescência sob múltiplos aspetos, incluindo as suas caraterísticas como idade intermédia, a ação educativa que pode ser exercida sobre os jovens, e a ação que o próprio adolescente pode ter na sua formação. O autor procura inspirar os jovens a serem úteis, a realizarem-se e a afeiçoarem-se à realidade.
António Ferreira Études sur sa vie et son oeuvre (1528 - 1569)
Études sur sa vie et son oeuvre
(1528 - 1569)
Autor: Adrien Roig
Editor: Fundação Caloust Gulbenkien
Centro Cultural Português
Ano: 1970 (Paris)
Nº de páginas: 216 páginas
Série: Série Histórica & Literária,II
Dimensões: 24,5 cm x 17,5 cm
Encadernação: Brochado
Idioma: Francês
Estado de conservação: Bom
Preço: 20,00 € + despesas de envio
Referência: 2602019
Detalhes da Publicação: O livro é uma obra de referência para o estudo de António Ferreira, um dos mais importantes humanistas portugueses, conhecido pela sua tragédia A Castro.
A obra foca-se na vida e no
contexto histórico (1528-1569) em que António Ferreira viveu e produziu a sua
obra literária.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Património Artístico da Ilha da Madeira - "Lampadários"
"Lampadários"
Autor: Luís Peter Clode
Editor: Junta Geral do Distrito Autónimo do Funchal
Edição: Primeira edição
Ano: 1949
Nº de páginas: 225 páginas
Ilustrações: Profusamente ilustrado
Dimensões: In-8º
Encadernação: Brochado
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom
Preço: 60,00 € + despesas de envio
Referência: 2602018
Por um Novo Humanismo: Ensaios
Ensaios
Autor: Rodrigo Soares (pseudónimo de Fernando Pinto Loureiro)
Editor: Livraria Portugália (Porto)
Edição: Primeira edição
Ano: 1947
Nº de páginas: 271 páginas
Dimensões: In-8º
Encadernação: Brochado
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom
Preço: 15,00 € + despesas de envio
Referência: 2602017
Conteúdo: A obra reúne artigos e ensaios escritos pelo autor
desde 1938, explorando temas relacionados ao humanismo e à busca por uma
sociedade mais justa e equilibrada.
Temática: Aborda aspetos culturais, sociais e filosóficos, refletindo sobre a necessidade de um novo humanismo que valorize a dignidade humana.
Manual de Harmonia
Autor: Tomás Borba
Editor: Edições Neuparth / Valentim de Carvalho - Lisboa
Edição: Primeira edição
Ano: 1937 (Novembro)
Nº de páginas: 466 páginas
Dimensões: In-8º - 19 cm x 13,5 cm
Encadernação: Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, tem um carimbo na capa dum estabelecimento de músicas e instrumentos.
Preço: 45,00 € + despesas de envio
Referência: 2602016
CONTEÚDOS:
I – Princípios
II – Acordes
III – Harmonia a 4 partes
IV – Mudança de posição e troca de
notas
V – Ornamentos
VI – Cadências
VII – Marchas harmónicas
VIII – Modulações
IX – Quarteto para vozes
X – Harmonização
XI – Harmonia dissonante
XII – Acordes de 7ª de sensível
XIII – Acordes de 9ª da dominante
XIV – Harmonia dissonante
artificial
XV – Retardos
XVI – Alterações cromáticas
XVII — Pedal
XVIII – Harmonia moderna
Vinhos de Portugal - Regiões Vinícolas
Regiões Vinícolas
Autor:
Editor:
Edição: Primeira edição
Ano:
Tipografia:
Nº de páginas:
Dimensões: In-8º
Encadernação: Brochura com elegante cordão na lombada.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, exemplar imacukado
Preço: 45,00 € + despesas de envio
Referência: 2602015
Mochos (Vista Alegre)
Dimensões: 9 cm x 10,8 cm x 5 cm
Preço: 125,00 €
Referência: 2602014
Notas: Os mochos (e corujas, no geral) são símbolos culturais
profundos e antigos, carregando significados que oscilam entre a sabedoria
máxima e o agouro. A sua representação varia muito dependendo da cultura, da
época e do contexto, mas são quase sempre associados ao mistério, ao
conhecimento oculto e à noite.
Principais simbolismos dos mochos na cultura:
Símbolo de Sabedoria e Conhecimento: A associação mais comum
vem da mitologia grega, onde o mocho era o companheiro de Atena (Minerva para
os romanos), a deusa da sabedoria, da inteligência e das artes. Por isso, o
mocho representa a capacidade de "ver o que os outros não veem"
(visão noturna), o conhecimento profundo e a filosofia.
Emblema Académico: Devido à ligação com Atena, o mocho é
frequentemente utilizado como símbolo em faculdades (como Filosofia e
Geologia), universidades e até nas áreas de Matemática, representando a busca
pela verdade e pelo saber.
Guardião dos Segredos e Intuição: Devido à sua visão noturna
excecional, o mocho é considerado no esoterismo um guardião dos segredos, da
clarividência e um guia para explorar o desconhecido.
Amuleto de Boa Sorte (em Portugal): Em Portugal, observar um
mocho perto de casa é, por vezes, interpretado como um sinal de boa sorte,
proteção e prenúncio de boas notícias.
Símbolo de Agouro (Crença Popular): Por outro lado, a sua
natureza noturna e som lúgubre levaram a superstições antigas, onde o piar do
mocho era associado à morte, doença ou azar, uma herança de tradições populares
antigas.
Representação Cultural (A "Coruja de Minerva"): O
filósofo Hegel utilizou a "coruja de Minerva" para dizer que a
filosofia só compreende o sentido da história quando ela já passou (a coruja
levanta voo ao anoitecer), reforçando o seu papel como símbolo de reflexão.
Em resumo, o mocho é um símbolo ambivalente: é o sábio conselheiro para uns e o misterioso observador noturno associado ao oculto para outros.
A Velha Casa - Os Avisos do Destino
Os Avisos do Destino
Autor: José Régio
Editor: Edições Ser - Vila do Conde
Edição: Primeira edição
Ano: 1953
Tipografia: Gráfica de Santa Clara - Vila do Conde
Nº de páginas: 466 páginas
Dimensões: In-8º - 19 cm x 13,5 cm
Encadernação: Capa dura, com lombada em pele e ferros a ouro. Lombada gasta, cansada. Preserva a capa de brochura.
Idioma: Português
Estado de conservação: Bom, miolo limpo, preserva a capa de brochura
Preço: 45,00 € + despesas de envio
Referência: 2507074















.png)











