Foto: Biblioteca Pública de Braga
Acontecimento: Conférence sur Gabriele
Data: 27 de Maio de 1942
Cor: Preto e branco
Dimensões: 11,5 cm x 8,7 cm
Estado de conservação: Bom
Preço: 14,00 €
Referência: 2602003
Sinopse:
Preço: 14,00 €
Referência: 2602003
Sinopse:
Preço: 50,00 €
Referência: 2602001
Sinopse:
A 1 de fevereiro de 1908, o rei português D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados quando a sua carruagem passa pelo Terreiro do Paço, em Lisboa.
Os volumes reúnem as seguintes obras:
Volume I - Os Três
Mosqueteiros, Vinte Anos Depois, A Tulipa Negra, Ascânio.
Volume II - O
Visconde de Bragelonne.
Volume III - O Conde de Monte Cristo, A Mão do Finado,
A Casa de Gelo.
Volume IV - A Rainha Margot, A Dama de Monsoreau, Os Quarenta e
Cinco.
Volume V - José Bálsamo, O Colar da Rainha.
Volume VI - Ângelo Pitou, A
Condessa de Charny.
Volume VII - A Condessa de Charny (continuação), A Guerra
das Mulheres, A San Felice.
Volume VIII - Luís XIV e seu Século, Memória de uma
Favorita, As Gémeas de Machecoul.
Esta tradição de "ir ver as montras", que outrora iluminava o passeio das famílias portuguesas, é agora resgatada pelo Canto III Livraria Alfarrabista através da tecnologia.
Ao transformar o ritual físico num deslumbre digital, a
marca permite que a magia natalícia e outros momentos chegue a qualquer lugar, preservando a
nostalgia das luzes e das cores de outros tempos.
Para quem deseja reviver ou descobrir este imaginário, pode
explorar livros de literatura portuguesa e estrangeira, clássicos, filosofia, história, ciências, geografia, matemática, artes, policiais, arquitetura, banda desenhada, monografias, ficção cientifica, revistas, jornais &etc..., honrando-nos com a sua visita à loja física na Rua da Boavista, 320, na cidade do Porto e/ou online através do blog https://canto3livros.blogspot.com ou https://www.facebook.com, onde a montra do Canto III está à distância de um clique na própria fotografia.
Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.
Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era
jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.
Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A.
Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.
Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e
o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como
"O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.
Datas de publicação:
#1 volume 1 (18 de Dezembro de 1954) a #10 volume 88 (1 de
Abril de 1972)
Dimensões: 10,5 cm x 14,5 cm
Género: Banda desenhada
Cores: Preto e branco e/ou duas cores
Periodicidade: Semanal
Diretores:
[#1/1º vol a #3/66º vol.] José de Oliveira Cosme
[#10/75º vol a 5/88º vol.] Mário de Aguiar
Propriedade: Aguiar & Dias Lda.
Nota: Houve um período de suspensão da publicação a qual foi
retomada em 05-01-1957.
Querido Pai Natal,
Escrevo-lhe esta carta com a maior humildade no meu coração.
Nesta época festiva e Santa, o meu desejo não é por
brinquedos ou bens materiais, mas sim por algo que considero muito mais
valioso: a esperança, paz, amor.
Acredito verdadeiramente que "ler é esperança e abrir
portas para um mundo ainda melhor, muito belo, esclarecido e com paz".
Por isso, se fosse possível e se o Pai Natal achasse que
mereço, gostaria de pedir modestamente paz para o mundo e como gostava de ter um livro. A sua escolha será perfeita,
pois qualquer livro que me traga conhecimento, perspetiva e reforce a minha
crença num futuro ainda mais luminoso será o presente ideal, um tesouro.
Agradeço antecipadamente pela sua extremosa boa atenção e
tão generosos bons ofícios e pela magia que traz ao mundo.
Com os meus melhores agradecimentos, cumprimentos e votos de um Santo e Feliz Natal para todo o mundo,
.............
Sinopse: Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.
Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve
uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno.
Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em
vida por Albert Camus.
Sinopse: «Um romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)»
A transformação social. A contestação. Personagens em diálogos. As cruentas desigualdades sociais. Surgem as perguntas proibidas. Vai-se adquirindo consciência e espaço, para que tudo se levante do chão. Um livro composto por 34 capítulos. No 17.º está a tortura e a morte de Germano Santos Vidigal. Germano, o nome que significa irmão, o homem da lança. Apesar de vencido, o sacrifício da sua vida indica o caminho. «Já o encontraram. Levam-no dois guardas, para onde quer que nos voltemos não se vê outra coisa, levam-no da praça, à saída da porta do setor seis juntam-se mais dois, e agora parece mesmo de propósito, é tudo a subir, como se estivéssemos a ver uma fita sobre a vida de Cristo, lá em cima é o calvário, estes são os centuriões de bota rija e guerreiro suor, levam as lanças engatilhadas, está um calor de sufocar, alto.»
As mulheres são também chamadas à primeira linha das decisões neste belo romance de Saramago. O diálogo monossilábico entre marido e mulher da família Mau-Tempo vai-se alterando. Interessante observar uma narrativa que vai da submissão ao sentido de libertação, através de gerações.
€ 285,00
Referência: 2512001
Sinopse: A Arquitectura Popular em Portugal é uma obra seminal e o resultado de um inquérito realizado entre 1955 e 1960 pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos, que na época representava a profissão e que em 1978 deu lugar à Associação dos Arquitectos Portugueses. A primeira edição, em dois volumes, foi publicada em 1961.
O projeto de levantamento
Iniciativa: O projeto foi idealizado pelo arquiteto
Francisco Keil do Amaral no Sindicato Nacional dos Arquitectos.
Objetivo: Realizar um estudo exaustivo e documentado sobre
as construções tradicionais em Portugal para preservar o seu conhecimento, que
se encontrava ameaçado pelo progresso e pela destruição.
Método: Foi realizado um grande inquérito, onde equipas de
arquitetos percorreram o país para registar, através de fotografias, desenhos e
mapas, as tipologias construtivas de cada região.
A publicação
Primeira edição: A obra original, em dois volumes, foi
publicada em 1961 e 1962.
Conteúdo: Está profusamente ilustrada com fotografias,
plantas, cortes e mapas, organizados por zonas geográficas de estudo.
Arquitetos envolvidos: Entre os vários arquitetos que
contribuíram para o levantamento e publicação, destacam-se nomes como Francisco
Keil do Amaral, Fernando Távora e Celestino de Castro.
Legado da obra
Relevância: A obra é considerada uma referência essencial
para o estudo da arquitetura tradicional portuguesa, influenciando gerações de
arquitetos e investigadores.
Atualidade: Várias reedições têm sido publicadas ao longo
dos anos, mantendo a sua importância como documento histórico e cultural.
Hemmert (Danielle); Roudene (Alex) - História da Magia, do Ocultismo e das Sociedades Secretas - Lisboa, Edição "Amigos do Livro"
Dim. 20 cm x 12,3
cm.; ilustrados.
Colecção de 18 volumes, Tomo I ao XVIII, completa. Encadernação editorial. Estado de conservação, bons, estimados.
€ 80,00
Refª. 2511020
Darmas (Duarte) – Livro das Fortalezas – Reprodução Anotada do Livro das Fortalezas de Duarte Darmas - Editorial Império (Lisboa) - Edição muito cuidada) Muito Rara, invulgar. 1943. De 21x27 cm., oblongo, com 470-II págs.
Encadernação editorial, capa dura € 625,00
Ilustrado com os fac-símiles dos desenhos do manuscrito guardado na Torre do Tombo e com um mapa de Portugal indicando a localização das fortalezas.
Duarte Darmas foi escudo da casa de D. Manuel I. Já no reinado de D. João II tinha sido enviado a Marrocos para levantar plantas hidrográficas das barras dos rios onde se pretendia construir fortalezas. Damião de Góis chama-lhe grande pintor e Faria e Sousa grande tracista.
Júnior (Rodrigues), Calanga, Edição Minerva, Lourenço Marques, 1955, 284 págs., Br., bom estado de conservação. De muito difícil localização. Raro.
Dedicatória:
"A
todos os que trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para
arrancar o pão de cada dia, dedica o autor este livro que tem muito da alma de
Colono e do negro que o ajuda na faina do amanho desse chão que é Céu e Inferno
do homem."
€ 35,00
Referência: 2511018
Sinopse: "Calanga" é um romance da autoria de Rodrigues
Júnior (José Rodrigues Júnior, 1902-1991), um escritor português.
Publicação e Contexto: O livro foi publicado originalmente
em 1955, em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique, pela Editora Minerva
Central, sendo uma obra de literatura ultramarina.
Dedicatória: A dedicatória do autor é "A todos os que
trabalham a terra da Calanga - e que se dobram sobre ela para arrancar o pão de
cada dia".
Género e Tema: A obra é um romance que aborda temas
relacionados com a vida e o trabalho nas terras da Calanga, oferecendo uma
perspetiva da realidade colonial da época.
Sobre o Autor
Outras Obras: Rodrigues Júnior foi um autor prolífico, tendo
publicado mais de trinta títulos, incluindo ensaios, estudos e
reportagens-inquéritos. A sua obra "Muende" (1960) foi galardoada com
o prémio Fernão Mendes Pinto.
Relevância: É uma figura notável na literatura colonial
portuguesa, com várias das suas obras a serem consideradas de difícil
localização e raras.
O livro "Calanga" é uma edição antiga e, por isso, é considerado uma raridade sendo de muito difícil aparição no mercado livreiro.
Sobre o Livro e o Autor:
Título Completo: José Régio (O último coice).
Autor: Augusto Dias.
NATAL...
Natal... Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.
Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
'Stou só e sonho saudade.
E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!
Fernando Pessoa
Trilha do Rei Ramiro - Câmara Municipal de Vila nova de Gaia.
A lenda, que remonta à Idade Média, conta a história do rei
cristão Ramiro II de Leão, que se apaixonou e raptou a bela princesa moura
Artura (ou Sara) no Castelo de Gaia. A história está enraizada na identidade
cultural da região de Gaia.
O que existe na realidade:
Eventos Culturais: Ocasionalmente, são organizadas
"Visitas de Autor" ou eventos culturais, frequentemente conduzidos
por historiadores locais como Joel Cleto, que exploram os locais associados à
lenda (como o Monte do Castelo e o Convento de Corpus Christi). Estes eventos
recriam o percurso da lenda.
Património e Arqueologia: O "sítio do Rei Ramiro"
refere-se a uma área arqueológica no Monte do Castelo, em Vila Nova de Gaia,
onde foram realizadas escavações que revelaram ocupações antigas, incluindo a
presença de ânforas romanas, confirmando a importância histórica do local.
Publicações: A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia publicou materiais sobre a "Trilha do Rei Ramiro" em 1995, sugerindo que a designação pode ter sido usada num contexto local e específico (talvez um folheto ou mapa de circuito).
Em resumo, a "Trilha do Rei Ramiro" não é um
trilho de caminhada convencional, mas sim um percurso associado a uma lenda
histórica e a locais específicos em Vila Nova de Gaia.
Sinopse:
Trata-se do primeiro volume da série intitulada "Vida
Contemporânea". O próprio autor descreveu a obra (e as que se lhe
seguiriam) não como um romance, mas como "uma série de quadros e de
episódios, aparentemente desligados uns dos outros".
A primeira edição foi publicada em 1931 pela editora J.
Rodrigues & C.ª, em Lisboa, e uma edição posterior, ilustrada por Fernando
Bento, foi lançada pela Livraria Simões Lopes, no Porto, em 1955.
Ramada Curto foi um notável advogado, político, novelista, cronista e dramaturgo português.
Estimados Clientes, Amigos e Público em geral,
É um convite à Alma: Desvendar o Canto III Livraria Alfarrabista
Há, nas ruas que tecem a alma do Porto, um lugar, onde o
tempo abranda e o coração encontra o seu porto de abrigo de refúgio. Esse lugar
“onde o coração de esconde”(*) chama-se Canto III Livraria Alfarrabista.
Mais do que uma livraria, é um santuário silencioso, um
resguardo onde em cada prateleira sussurram histórias e cada livro é um convite
a uma viagem sem mapa, mais modernamente sem necessidade de GPS. Aqui, entre o
aroma subtil de papel envelhecido, essências e a sabedoria que emana das
lombadas dos livros muitas vezes cansadas, respira-se cultura, fragâncias que
enlaçamos.
É com este espírito que o convidamos a visitar o Canto III Livraria
Alfarrabista, na rua da Boavista, 320, na "Mui Nobre, Sempre
Leal e Invicta Cidade do Porto” bem como uma visita ao nosso blogue https://canto3livros.blogspot.com em perseverante desenvolvimento e que tem já a montra
de Natal com algumas e diversas sugestões de lembranças.
Considere cada clique não apenas uma leitura que já por si só
é uma honra, mas o início de uma bela e serena viagem. Queremos partilhar
consigo este espaço que é, para nós, um cântico, um hino intemporal aos livros
e à beleza da palavra escrita. Um lugar onde a calma se instala e a paixão pela
cultura floresce.
Deixe-se levar por esta atmosfera.
Venha refugiar o seu coração nas nossas páginas digitais e, idealmente, nas
nossas estantes físicas. A viagem começa aqui.
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Esperamos por si!
Bem-Hajam
Sinopse: “Um clima e solo privilegiados, aliados à seleção de castas cultivadas e ao cuidado meticuloso que os portugueses dedicam à produção dos seus vinhos , conferem-lhes características especiais, capazes de satisfazer os paladares mais exigentes. Nesta brochura, apresentamos uma breve descrição dos principais vinhos portugueses e oferecemos algumas informações úteis para os apreciadores de vinho.”
Uma raridade no mercado, impressa em papel de boa qualidade e com belos gráficos. Abrange diversas regiões vinícolas portuguesas (com exceção do Alentejo, que posteriormente se torna o protagonista), com referência a vinhos como os verdes, licorosos, Madeira, espumantes, etc.
Ilustrado com os fac-símiles dos desenhos do manuscrito guardado na Torre do Tombo e com um mapa de Portugal indicando a localização das fortalezas.
Duarte Darmas foi escudo da casa de D. Manuel I. Já no reinado de D. João II tinha sido enviado a Marrocos para levantar plantas hidrográficas das barras dos rios onde se pretendia construir fortalezas. Damião de Góis chama-lhe grande pintor e Faria e Sousa grande tracista.
O "Livro das Fortalezas" é uma obra histórica e
cartográfica fundamental da autoria de Duarte de Armas, escudeiro da Casa de D.
Manuel I. Trata-se de um manuscrito ilustrado, concluído por volta de 1509, que
documenta detalhadamente as fortalezas e castelos ao longo da fronteira de
Portugal com Castela (Espanha).
Conteúdo e Importância
Objetivo: A obra foi uma encomenda do rei D. Manuel I, que encarregou Duarte de Armas de percorrer e registar o estado das fortificações fronteiriças do reino, com o intuito de planear a sua defesa e manutenção.
História do Sábio Fechado na Sua Biblioteca - Manuel António Pina, Assírio & Alvim, Ilus. Ilda David - 2009 (Abril), 14,5 cm x 17,7 cm,46 págs.
A peça centra-se na figura de um Sábio que vive
completamente isolado na sua biblioteca, rodeado por livros e conhecimento.
Apesar de todo o seu saber, ele sente a falta de aspetos simples e essenciais
da vida e da interação humana. O seu isolamento é tão profundo que, por vezes,
ele deseja não saber alguma coisa, apenas para ter a oportunidade de fazer
perguntas simples a alguém, como "Que dia é hoje?" ou "Tem
passado bem?". Ele não tem ninguém a quem perguntar.
A narrativa explora temas como o valor da experiência vivida
em oposição ao conhecimento puramente teórico, a solidão e a importância das
relações humanas e da interação com o mundo real para uma vida plena. Num dos
diálogos, uma rapariga da sua memória (ou uma visita real/imaginária)
recorda-lhe momentos passados junto ao rio, contrastando a sua vida atual e
isolada com memórias de vivências partilhadas.
Contexto
A peça foi originalmente escrita para comemorar o 30.º aniversário da companhia de teatro Pé de Vento. Manuel António Pina, ele próprio um jornalista e escritor multifacetado, com uma vasta obra que inclui poesia, ficção e literatura infanto-juvenil, utiliza esta história para refletir sobre a condição humana e os limites do conhecimento académico face à vida prática e emocional.
Título: Assim Falou Zaratustra
Preço: 25,00 €
Referência: 2511010
Sinopse:
Do autor: "Friedrich Nietzsche (1844–1900), filho de pastores alemães protestantes, teve como guias espirituais Schopenhauer e Wagner, que depois rejeitou veementemente. Com uma vida atribulada, que terminará na loucura, e cheia de encontros e desencontros (com Wagner, Lou Andreas-Salomé, etc.), Nietzsche será o mais feroz crítico da moral cristã, da metafísica tradicional - que considera o ser como algo fixo e imutável - , e das ciências positivas e mecanicistas. Depois de ter sido visto como um filósofo pré-nazi, na sequência das suas concepções de vontade de poder e de super-homem, Nietzsche tornar-se-á um dos filósofos da juventude em revolta no final dos anos 1960, que a ele foi buscar o niilismo, a afirmação da individualidade e a crítica ao progresso cego. As suas reflexões caracterizam-se por uma violenta crítica aos valores da cultura ocidental."
Preço: 12,00 €
Referência: 2511009
Sinopse: "A Cantora Careca" é uma peça de teatro de Eugène Ionesco, um dos principais expoentes do Teatro do Absurdo, que satiriza a falta de comunicação e o vazio da sociedade moderna. Inspirada num manual de inglês, a peça apresenta os casais Smith e Martin, cujas conversas sobre a vida quotidiana se tornam cada vez mais incoerentes e sem sentido, revelando a dificuldade de diálogo e a padronização do pensamento"
Preço: 18,00 €
Referência: 2511008
Sinopse: "A Vida Amorosa de Malaquias Raposo" é um livro da autoria de Amílcar Ramada Curto (1886-1961).
O livro, que tem como subtítulo "scenas da vida
contemporânea" ou "cenas da vida contemporânea", foi publicado
originalmente em 1931 por J. Rodrigues & Ca., em Lisboa, e mais tarde
reeditado pela Livraria Simões Lopes, no Porto, em 1955. É considerado o
segundo volume de uma série ou coleção intitulada "Vida
contemporânea".
Ramada Curto, que era advogado, político, cronista e
dramaturgo, utilizou a sua experiência forense como fonte de inspiração para
criar as personagens das suas obras, que se destacam pela sua riqueza
psicológica. A sua escrita insere-se num estilo de realismo naturalista, com
uma preocupação de crítica social e de costumes, e um fundo moralizante.
A obra descreve, como o título sugere, as peripécias e os
episódios amorosos do personagem Malaquias Raposo no contexto da vida social da
época.