17/02/2026

Vida de S. Domingos

Título: Vida de S. Domingos
Autor: Henri-Dominique Lacordaire
Editor: Typ. da Livraria Ferin
Edição:
Ano: 1907
Capa: Brochura
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas:  240 páginas (1ª parte) + 100 páginas (2ª parte)
Dimensões: 14 cm x 21 cm
Estado: Bom

Preço:    35,00 €
Referência: 2602009

Sinopse: A "Vida de São Domingos", escrita pelo frade dominicano francês Henri-Dominique Lacordaire (1802-1862), é uma das biografias mais influentes do fundador da Ordem dos Pregadores. A obra, um clássico da literatura francesa, narra a vida, a fé e a missão de S. Domingos de Gusmão, contribuindo significativamente para a renovação da Ordem no século XIX.

Principais Aspetos da Obra: Contexto e Objetivo: Publicada originalmente em francês, a obra foi escrita para promover a restauração da Ordem Dominicana, focando na figura de Domingos como um exemplo de pregador e pregador da verdade.

Narrativa: Lacordaire aborda a juventude de Domingos, a sua visão sobre a Ordem, o apostolado na França, a fundação do convento de Prouille, a Guerra dos Albigenses, o encontro com São Francisco de Assis, a aprovação da Ordem pelo Papa Inocêncio III e a sua morte.

Conteúdo Detalhado: A biografia inclui pormenores sobre as viagens de Domingos a Roma, o estabelecimento das regras da Ordem, a devoção ao Rosário, e a dispersão dos primeiros frades pela Europa.

Importância Histórica: A obra destaca a importância de S. Domingos na Igreja Católica e a sua influência duradoura desde o século XIII.

A obra foi traduzida para português e continua a ser uma referência para entender a vida de São Domingos e o carisma da Ordem dos Pregadores.

Por uma Agricultura Renovada

Título: Por uma Agricultura Renovada
Autor: Vasco Leónidas
Editor: Edição "Len" Porto - Editora Educação Nacional
Edição: 1ª edição
Ano: 1971 (Lisboa)
Capa: Brochura
Género: Agronomia
Nº páginas:  388 páginas
Dimensões: 15,5 cm x 23 cm
Estado: Bom estado, valorizado com uma dedicatória do autor

Preço:    30,00 €
Referência: 2602008

Sinopse: "Por uma Agricultura Renovada", da autoria de Vasco Leónidas, é uma obra publicada em Lisboa no ano de 1971. Este livro, de rara aparição no mercado alfarrabista é Aborda temas relacionados com a modernização e renovação das práticas agrícolas. É um título relevante no contexto da literatura técnica de agricultura em Portugal.

16/02/2026

O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de ...

Título: O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de Alijó, Mesão Frio,Mondim de Basto, Murça, Ribeira de Prna, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real
Autor: Pe. A. Gomes Pereira
Introdução de: A. M. Pires Cabral
Composto e impresso na: Minerva Transmontana. Comissão Regional de Turismo da Serra do Marão. Vila Real.
Número: 2
Editora: Minerva Transmontana
Tiragem: 1000 exemplares
Edição: 1ª edição
Ano: 1983 (Outubro)
Capa: Brochura
Género: Etnografia
Nº páginas:  94 páginas
Dimensões: 17 cm x 24 cm
Estado: Bom

Preço:    35,00 €
Referência: 2602007

Sinopse: "O padre A. Gomes Pereira, que durante algum tempo foi professor no Liceu de Vila Real (...) à volta de 1900, era um filólogo interessado em questões de linguagem popular. Por isso, tomando como informadores principais os seus alunos, meteu ombros à tarefa de, entre outros trabalhos de carácter etnográfico, elaborar um vocabulário de cada um dos concelhos que constituem o distrito de Vila Real.

Este trabalho, dado à estampa em diversos números da «Revista Lusitana», é ainda hoje um útil repositório de regionalismos transmontanos e alto-durienses..." - A. M. Pires Cabral, na Introdução da obra.

"O Século XIX na Linguagem Popular dos Concelhos de Alijó, Mesão Frio, Mondim de Basto, Murça, Ribeira de Pena, Sabrosa, Santa Marta de Penaguião, Vila Real" é uma obra de etnografia e linguística da autoria de A. Gomes Pereira. O livro regista expressões, vocabulário e usos da língua popular na região de Trás-os-Montes durante o século XIX.

13/02/2026

Lamego Capital da Beira-Douro

Título: Lamego
             Capital da Beira-Douro
Autor: Luís Rodrigues César Osório
Editor: Câmara Municipal de Lamego
Edição: 1ª edição
Ano: 1930
Capa: Brochado
Género: Monografia
Nº páginas: 56 páginas
Dimensões: In-8º
Ilustrações: Profusamente ilustrado com foto-gravuras
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação, capa com vestígios de sujidade, miolo limpo

Preço:    35,00 €
Referência: 2602005

Sinopse: Lamego, Capital da Beira-Douro foca-se na importância histórica e geográfica de Lamego, posicionando-a como a capital da região da Beira-Douro.

Sobre o Autor: Luís Rodrigues César Osório foi um destacado intelectual e autarca, tendo exercido o cargo de Presidente da Câmara Municipal de Lamego (entre 1926 e 1929.

A obra é frequentemente procurada em livrarias alfarrabistas por ser um registo relevante e de elevado interesse da historiografia local e do regionalismo duriense da primeira metade do século XX.

09/02/2026

José do Telhado (Novela Cinegráfica por Campos Monteiro)

Título:
José do Telhado
             (Novela Cinegráfica por Campos Monteiro)
Extraída do filme realizado por: Rino Lupo
Ilustrações de: Ilustrado com fotografias da Lupo-Film
Editor: Livraria Tavares Martins
Colecção: Colecção Cinema
Número: 3
Ano: 1944
Capa: Brochura com badanas
Género: Filosofia, correspondência
Nº páginas: 48
Dimensões: 18 cm x 23 cm
Estado de conservação: Bom

Preço:    20,00 €
Referência: 2602004

Sinopse:

FUNDAÇÃO LIVRARIA LELLO - BABELL DE 24 A 30 DE JUNHO DE 2026

BABELL – O novo grande evento literário e cultural internacional na cidade do Porto

01/02/2026

Fotografia "Conférence sur Gabriele" 27 de Maio de 1942



Foto: Biblioteca Pública de Braga
Acontecimento: Conférence sur Gabriele
Data: 27 de Maio de 1942
Cor: Preto e branco
Dimensões: 11,5 cm x 8,7 cm
Estado de conservação: Bom

Preço: 14,00 €
Referência: 2602003

Sinopse:



Fotografia de Miguel Torga


Fotografia de: Miguel Torga
Cor: Preto e branco
Dimensões: 18 cm x 13 cm
Estado de conservação: Bom
Preço: 12,50 €
Referência: 2602002

Sinopse:


Colégio dos Carvalhos - Grupo de Alunos (1930-1931)


Colégio dos Carvalhos (1930-1931)

Rara e bela fotografia dos alunos do Colégio Internato dos Carvalhos (1930-1931)
Dimensões da fotografia: 17 cm x 12 cm
Dimensões da base onde assenta a fotografia: 25,3 cm x 20,6 cm
Estado de conservação: Bom, excelente

Preço:  50,00 €
Referência: 2602001

Sinopse:

A 1 de Fevereiro de 1908, o Rei D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados no Terreiro do Paço

A 1 de fevereiro de 1908, o rei português D. Carlos I e o príncipe herdeiro Luís Filipe são assassinados quando a sua carruagem passa pelo Terreiro do Paço, em Lisboa.

O regicídio foi levado a cabo por dois membros da Carbonária, organização revolucionária republicana.
Num artigo inserido na primeira página do Diário Illustrado do dia seguinte, pode ler-se:
«Não se torna necessário considerar nas suas origens e determinantes o espantoso crime de ontem, para o qualificar como um dos mais hediondos e infames atentados, de que reza a história de todos os povos!».
E, mais adiante, sobre D. Manuel II, irmão do príncipe herdeiro, que viria a ser o futuro rei de Portugal, o articulista do supracitado artigo conclui:
«Sua majestade El-Rei o Senhor D. Manuel II, cuja proclamação hoje será publicada em decreto no Diário do Governo, tem em volta do seu trono, neste instante soleníssimo, a dedicação, o amor e o apoio decidido de todos os portugueses dignos de tal nome!».
Fonte: Diário Illustrado n.º 12453, de 02-02-1908, 38.º ano de publicação, p. 1
Inserção Histórica
O movimento republicano não iria permitir que o novo rei estivesse no poder muito tempo, por, na sua opinião, o governo da coroa, entre outros fatores de caráter social, não ter defendido os interesses de Portugal perante os britânicos que consideravam sua a região entre Angola e Moçambique, apresentada como portuguesa no célebre mapa-cor-de-rosa.
A 5 de outubro de 1910, com a Implantação da República em Portugal, D. Manuel II é deposto, sendo obrigado a exilar-se nos arredores de Londres, onde viria a falecer, inesperadamente, a 2 de julho de 1932.
A 5 de julho desse mesmo ano, Salazar seria nomeado Chefe do Governo e um novo ciclo histórico se iniciaria, pondo em relevo, no ensino escolar, o papel desempenhado na História de Portugal por alguns monarcas portugueses e seus familiares.



30/01/2026

Obras de Alexandre Dumas


Título:
Obras de Alexandre Dumas
Autor: Alexandre Dumas
Tradução e notas: Ferreira da Costa
Editor: Lello & Irmão Editores
Ano: 1967 (Maio) - Porto
Capa: Encadernações editoriais, flexíveis, inteiras de pele, com ferros a ouro nas lombadas e nas pastas anteriores e ferros a seco em esquadrias nas pastas. Com folhas de guarda em papel decorativo.
Género: Romance
Idioma: Português
Nº páginas:  Com 1888; 1744; 1745; 1991; 1920; 1894; 2050; 1968 págs.
Dimensões: 19,5 cm x 13 cm
Estado de conservação: Bons

Preço:    200,00 € (8 volumes)
Referência: 2601003

Sinopse: As obras completas do grande escritor francês, incluindo Os Três Mosqueteiros, O Conde de Monte Cristo, O Colar da Rainha, entre tantos outros, em majestosa edição Lello & Irmão. Desde o século XIX que Alexandre Dumas tem apaixonado leitores por todo o mundo. As suas aventuras encontram-se amplamente traduzidas, continuando a inspirar adaptações teatrais e cinematográficas. As personagens e cenários que nos legou são, simultaneamente, um retrato da França, destacando-se entre os grandes filósofos e escritores do seu tempo.

Os volumes reúnem as seguintes obras:
Volume I - Os Três Mosqueteiros, Vinte Anos Depois, A Tulipa Negra, Ascânio.
Volume II - O Visconde de Bragelonne. 
Volume III - O Conde de Monte Cristo, A Mão do Finado, A Casa de Gelo.
Volume IV - A Rainha Margot, A Dama de Monsoreau, Os Quarenta e Cinco.
Volume V - José Bálsamo, O Colar da Rainha.
Volume VI - Ângelo Pitou, A Condessa de Charny. 
Volume VII - A Condessa de Charny (continuação), A Guerra das Mulheres, A San Felice.
Volume VIII - Luís XIV e seu Século, Memória de uma Favorita, As Gémeas de Machecoul.

11/01/2026

Montra, que nostalgia, que doce tradição !

A terna tradição de "ir ver as montras", que outrora iluminava os passeios e os afetos das famílias portuguesas, encontra um abrigo humilde e caloroso no Canto III Livraria Alfarrabista, onde a tecnologia se coloca ao serviço da saudade.

Ao partilhar este ritual através das telas digitais, procuramos apenas semear a magia do Natal — e de tantas outras memórias — no coração de quem está longe, zelando pela lembrança das luzes e das cores de outros tempos.

Para quem guarda o desejo de recordar ou descobrir estes mundos, as nossas estantes oferecem, com simplicidade, o vagar da literatura portuguesa e estrangeira, a busca da filosofia, as linhas da história, o saber das ciências, da geografia e da matemática. Há ainda o encanto das artes, o mistério dos policiais, o desenho da arquitetura, a leveza da banda desenhada, o cuidado das monografias, o horizonte da ficção científica, além do tempo guardado em jornais e revistas de outrora.

Será um privilégio e uma alegria acolher a sua visita no nosso recanto físico, na Rua da Boavista, 320, na cidade do Porto. Se os caminhos da vida o levarem a preferir a distância, convidamo-lo a folhear esta montra digital através do nosso blog (blogspot.com) ou no Facebook, onde o Canto III se estende até si, num gesto simples, à distância de um clique na própria fotografia.

28/12/2025

Morreu a atriz Brigitte Bardot (1934-2025)

 

A lendária atriz francesa, ícone mundial e fervorosa defensora dos animais, morreu aos 91 anos. “Uma lenda" que simbolizava uma vida de liberdade”.


15/12/2025

Reprodução de uma carta dirigida ao Pai Natal, encontrada no interior dum livro do acervo do Canto III, "O Principezinho"

Querido Pai Natal,

Escrevo-lhe esta carta com a maior humildade no meu coração.

Nesta época festiva e Santa, o meu desejo não é por brinquedos ou bens materiais, mas sim por algo que considero muito mais valioso: a esperança, paz, amor.

Acredito verdadeiramente que "ler é esperança e abrir portas para um mundo ainda melhor, muito belo, esclarecido e com paz".

Por isso, se fosse possível e se o Pai Natal achasse que mereço, gostaria de pedir modestamente paz para o mundo e como gostava de ter um livro. A sua escolha será perfeita, pois qualquer livro que me traga conhecimento, perspetiva e reforce a minha crença num futuro ainda mais luminoso será o presente ideal, um tesouro.

Agradeço antecipadamente pela sua extremosa boa atenção e tão generosos bons ofícios e pela magia que traz ao mundo.

Com os meus melhores agradecimentos, cumprimentos e votos de um Santo e Feliz Natal para todo o mundo,

.............

14/12/2025

A Queda

Título: A Queda
Autor:  Albert Camus
Tradução/Revisão: José Terra
Editor: Livros do Brasil - Lisboa
Género: Romance
Edição: 
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas:  224
Dimensões: 14,5 cm x 19 cm
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação
 
Preço: 10,00 €
Referência: 2512005

Sinopse: Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam. 

Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno. Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em vida por Albert Camus.

Memorial do Convento

Título: Memorial do Convento
Autor:  José Saramago
Editor: Editorial Caminho (Guide - Artes Gráficas)
Género: Romance
Edição: 3ª edição
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas:  357-II
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Tiragem: 3000 exemplares
Estado de conservação: Exemplar em excelente estado de conservação, tem assinatura de posse datada.
 
Preço: 25,00 €
Referência: 2512004

Sinopse: «Um  romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)»


Levantado do Chão

Título: Levantado do Chão
Autor: José Saramago
Editor: Editorial Caminho
Coleção: O Campo da Palavra
Capa e arranjo gráfico: José Araújo
Editado em: Lisboa, 1982
Data de impressão: 22 janeiro de 1982
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Encadernação: Encadernação editorial, brochura
Tiragem: 4000 exemplares
Género: Romance
Nº de páginas: 368 páginas
Estado de conservação: Bom, exemplar estimado, tem uma assinatura de posse datada

Preço: 25,00 €
Referência: 2512003

Sinopse: "O livro chama-se Levantado do Chão porque, no fundo, levantam-se os homens do chão, levantam-se as searas, é no chão que semeamos, é no chão que nascem as árvores e até do chão se pode levantar um livro". José Saramago

A transformação social. A contestação. Personagens em diálogos. As cruentas desigualdades sociais. Surgem as perguntas proibidas. Vai-se adquirindo consciência e espaço, para que tudo se levante do chão. Um livro composto por 34 capítulos. No 17.º está a tortura e a morte de Germano Santos Vidigal. Germano, o nome que significa irmão, o homem da lança. Apesar de vencido, o sacrifício da sua vida indica o caminho. «Já o encontraram. Levam-no dois guardas, para onde quer que nos voltemos não se vê outra coisa, levam-no da praça, à saída da porta do setor seis juntam-se mais dois, e agora parece mesmo de propósito, é tudo a subir, como se estivéssemos a ver uma fita sobre a vida de Cristo, lá em cima é o calvário, estes são os centuriões de bota rija e guerreiro suor, levam as lanças engatilhadas, está um calor de sufocar, alto.»

As mulheres são também chamadas à primeira linha das decisões neste belo romance de Saramago. O diálogo monossilábico entre marido e mulher da família Mau-Tempo vai-se alterando. Interessante observar uma narrativa que vai da submissão ao sentido de libertação, através de gerações.

03/12/2025

Arquitectura Popular Portuguesa

Associação dos Arquitectos Portugueses - «Arquitectura Popular Portuguesa»
3 Vols., Ideia Original : Francisco Keil Amaral
3ª Edição, Lisboa; 1988 - Edição Patrocinada por Banco de Fomento Nacional
1º Volume : Zona 1 : Minho – Zona 2 : Trás-Os-Montes
2º Volume : Zona 3 : Beiras – Zona 4 : Estremadura
3º Volume : Zona 5 : Alentejo – Zona 6 : Algarve
Enc. editorial c/ sobrecapa ; 230 + 242 + 283 p. ; prof. il. ; 29cm

€ 285,00

Referência: 2512001

Sinopse: A Arquitectura Popular em Portugal é uma obra seminal e o resultado de um inquérito realizado entre 1955 e 1960 pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos, que na época representava a profissão e que em 1978 deu lugar à Associação dos Arquitectos Portugueses. A primeira edição, em dois volumes, foi publicada em 1961.

O projeto de levantamento

Iniciativa: O projeto foi idealizado pelo arquiteto Francisco Keil do Amaral no Sindicato Nacional dos Arquitectos.

Objetivo: Realizar um estudo exaustivo e documentado sobre as construções tradicionais em Portugal para preservar o seu conhecimento, que se encontrava ameaçado pelo progresso e pela destruição.

Método: Foi realizado um grande inquérito, onde equipas de arquitetos percorreram o país para registar, através de fotografias, desenhos e mapas, as tipologias construtivas de cada região.

A publicação

Primeira edição: A obra original, em dois volumes, foi publicada em 1961 e 1962.

Conteúdo: Está profusamente ilustrada com fotografias, plantas, cortes e mapas, organizados por zonas geográficas de estudo.

Arquitetos envolvidos: Entre os vários arquitetos que contribuíram para o levantamento e publicação, destacam-se nomes como Francisco Keil do Amaral, Fernando Távora e Celestino de Castro.

Legado da obra

Relevância: A obra é considerada uma referência essencial para o estudo da arquitetura tradicional portuguesa, influenciando gerações de arquitetos e investigadores.

Atualidade: Várias reedições têm sido publicadas ao longo dos anos, mantendo a sua importância como documento histórico e cultural.