domingo, 28 de dezembro de 2025

Morreu a atriz Brigitte Bardot (1934-2025)

 

A lendária atriz francesa, ícone mundial e fervorosa defensora dos animais, morreu aos 91 anos. “Uma lenda" que simbolizava uma vida de liberdade”.


segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Reprodução de uma carta dirigida ao Pai Natal, encontrada no interior dum livro do acervo do Canto III, "O Principezinho"

Querido Pai Natal,

Escrevo-lhe esta carta com a maior humildade no meu coração.

Nesta época festiva e Santa, o meu desejo não é por brinquedos ou bens materiais, mas sim por algo que considero muito mais valioso: a esperança, paz, amor.

Acredito verdadeiramente que "ler é esperança e abrir portas para um mundo ainda melhor, muito belo, esclarecido e com paz".

Por isso, se fosse possível e se o Pai Natal achasse que mereço, gostaria de pedir modestamente paz para o mundo e como gostava de ter um livro. A sua escolha será perfeita, pois qualquer livro que me traga conhecimento, perspetiva e reforce a minha crença num futuro ainda mais luminoso será o presente ideal, um tesouro.

Agradeço antecipadamente pela sua extremosa boa atenção e tão generosos bons ofícios e pela magia que traz ao mundo.

Com os meus melhores agradecimentos, cumprimentos e votos de um Santo e Feliz Natal para todo o mundo,

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domingo, 14 de dezembro de 2025

A Queda

Título: A Queda
Autor:  Albert Camus
Tradução/Revisão: José Terra
Editor: Livros do Brasil - Lisboa
Género: Romance
Edição: 
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas:  224
Dimensões: 14,5 cm x 19 cm
Estado de conservação: Exemplar em bom estado de conservação
 
Preço: 10,00 €
Referência: 2512005

Sinopse: Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam. 

Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno. Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em vida por Albert Camus.

Memorial do Convento

Título: Memorial do Convento
Autor:  José Saramago
Editor: Editorial Caminho (Guide - Artes Gráficas)
Género: Romance
Edição: 3ª edição
Ano: 1982 - Lisboa
Capa: Brochura
Nº páginas:  357-II
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Tiragem: 3000 exemplares
Estado de conservação: Exemplar em excelente estado de conservação, tem assinatura de posse datada.
 
Preço: 25,00 €
Referência: 2512004

Sinopse: «Um  romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)»


Levantado do Chão

Título: Levantado do Chão
Autor: José Saramago
Editor: Editorial Caminho
Coleção: O Campo da Palavra
Capa e arranjo gráfico: José Araújo
Editado em: Lisboa, 1982
Data de impressão: 22 janeiro de 1982
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Encadernação: Encadernação editorial, brochura
Tiragem: 4000 exemplares
Género: Romance
Nº de páginas: 368 páginas
Estado de conservação: Bom, exemplar estimado, tem uma assinatura de posse datada

Preço: 25,00 €
Referência: 2512003

Sinopse: "O livro chama-se Levantado do Chão porque, no fundo, levantam-se os homens do chão, levantam-se as searas, é no chão que semeamos, é no chão que nascem as árvores e até do chão se pode levantar um livro". José Saramago

A transformação social. A contestação. Personagens em diálogos. As cruentas desigualdades sociais. Surgem as perguntas proibidas. Vai-se adquirindo consciência e espaço, para que tudo se levante do chão. Um livro composto por 34 capítulos. No 17.º está a tortura e a morte de Germano Santos Vidigal. Germano, o nome que significa irmão, o homem da lança. Apesar de vencido, o sacrifício da sua vida indica o caminho. «Já o encontraram. Levam-no dois guardas, para onde quer que nos voltemos não se vê outra coisa, levam-no da praça, à saída da porta do setor seis juntam-se mais dois, e agora parece mesmo de propósito, é tudo a subir, como se estivéssemos a ver uma fita sobre a vida de Cristo, lá em cima é o calvário, estes são os centuriões de bota rija e guerreiro suor, levam as lanças engatilhadas, está um calor de sufocar, alto.»

As mulheres são também chamadas à primeira linha das decisões neste belo romance de Saramago. O diálogo monossilábico entre marido e mulher da família Mau-Tempo vai-se alterando. Interessante observar uma narrativa que vai da submissão ao sentido de libertação, através de gerações.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Arquitectura Popular Portuguesa

Associação dos Arquitectos Portugueses - «Arquitectura Popular Portuguesa»
3 Vols., Ideia Original : Francisco Keil Amaral
3ª Edição, Lisboa; 1988 - Edição Patrocinada por Banco de Fomento Nacional
1º Volume : Zona 1 : Minho – Zona 2 : Trás-Os-Montes
2º Volume : Zona 3 : Beiras – Zona 4 : Estremadura
3º Volume : Zona 5 : Alentejo – Zona 6 : Algarve
Enc. editorial c/ sobrecapa ; 230 + 242 + 283 p. ; prof. il. ; 29cm

€ 285,00

Referência: 2512001

Sinopse: A Arquitectura Popular em Portugal é uma obra seminal e o resultado de um inquérito realizado entre 1955 e 1960 pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos, que na época representava a profissão e que em 1978 deu lugar à Associação dos Arquitectos Portugueses. A primeira edição, em dois volumes, foi publicada em 1961.

O projeto de levantamento

Iniciativa: O projeto foi idealizado pelo arquiteto Francisco Keil do Amaral no Sindicato Nacional dos Arquitectos.

Objetivo: Realizar um estudo exaustivo e documentado sobre as construções tradicionais em Portugal para preservar o seu conhecimento, que se encontrava ameaçado pelo progresso e pela destruição.

Método: Foi realizado um grande inquérito, onde equipas de arquitetos percorreram o país para registar, através de fotografias, desenhos e mapas, as tipologias construtivas de cada região.

A publicação

Primeira edição: A obra original, em dois volumes, foi publicada em 1961 e 1962.

Conteúdo: Está profusamente ilustrada com fotografias, plantas, cortes e mapas, organizados por zonas geográficas de estudo.

Arquitetos envolvidos: Entre os vários arquitetos que contribuíram para o levantamento e publicação, destacam-se nomes como Francisco Keil do Amaral, Fernando Távora e Celestino de Castro.

Legado da obra

Relevância: A obra é considerada uma referência essencial para o estudo da arquitetura tradicional portuguesa, influenciando gerações de arquitetos e investigadores.

Atualidade: Várias reedições têm sido publicadas ao longo dos anos, mantendo a sua importância como documento histórico e cultural.