A lendária atriz francesa, ícone mundial e fervorosa defensora dos animais, morreu aos 91 anos. “Uma lenda" que simbolizava uma vida de liberdade”.
domingo, 28 de dezembro de 2025
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
Reprodução de uma carta dirigida ao Pai Natal, encontrada no interior dum livro do acervo do Canto III, "O Principezinho"
Querido Pai Natal,
Escrevo-lhe esta carta com a maior humildade no meu coração.
Nesta época festiva e Santa, o meu desejo não é por
brinquedos ou bens materiais, mas sim por algo que considero muito mais
valioso: a esperança, paz, amor.
Acredito verdadeiramente que "ler é esperança e abrir
portas para um mundo ainda melhor, muito belo, esclarecido e com paz".
Por isso, se fosse possível e se o Pai Natal achasse que
mereço, gostaria de pedir modestamente paz para o mundo e como gostava de ter um livro. A sua escolha será perfeita,
pois qualquer livro que me traga conhecimento, perspetiva e reforce a minha
crença num futuro ainda mais luminoso será o presente ideal, um tesouro.
Agradeço antecipadamente pela sua extremosa boa atenção e
tão generosos bons ofícios e pela magia que traz ao mundo.
Com os meus melhores agradecimentos, cumprimentos e votos de um Santo e Feliz Natal para todo o mundo,
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domingo, 14 de dezembro de 2025
A Queda
Sinopse: Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.
Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve
uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno.
Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em
vida por Albert Camus.
Memorial do Convento
Sinopse: «Um romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)»
Levantado do Chão
Capa e arranjo gráfico: José Araújo
Editado em: Lisboa, 1982
Dimensões: 13,5 cm x 21 cm
Encadernação: Encadernação editorial, brochura
Género: Romance
Nº de páginas: 368 páginas
Estado de conservação: Bom, exemplar estimado, tem uma assinatura de posse datada
Preço: 25,00 €
Referência: 2512003
A transformação social. A contestação. Personagens em diálogos. As cruentas desigualdades sociais. Surgem as perguntas proibidas. Vai-se adquirindo consciência e espaço, para que tudo se levante do chão. Um livro composto por 34 capítulos. No 17.º está a tortura e a morte de Germano Santos Vidigal. Germano, o nome que significa irmão, o homem da lança. Apesar de vencido, o sacrifício da sua vida indica o caminho. «Já o encontraram. Levam-no dois guardas, para onde quer que nos voltemos não se vê outra coisa, levam-no da praça, à saída da porta do setor seis juntam-se mais dois, e agora parece mesmo de propósito, é tudo a subir, como se estivéssemos a ver uma fita sobre a vida de Cristo, lá em cima é o calvário, estes são os centuriões de bota rija e guerreiro suor, levam as lanças engatilhadas, está um calor de sufocar, alto.»
As mulheres são também chamadas à primeira linha das decisões neste belo romance de Saramago. O diálogo monossilábico entre marido e mulher da família Mau-Tempo vai-se alterando. Interessante observar uma narrativa que vai da submissão ao sentido de libertação, através de gerações.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Arquitectura Popular Portuguesa
3 Vols., Ideia Original : Francisco Keil Amaral
3ª Edição, Lisboa; 1988 - Edição Patrocinada por Banco de Fomento Nacional
1º Volume : Zona 1 : Minho – Zona 2 : Trás-Os-Montes
2º Volume : Zona 3 : Beiras – Zona 4 : Estremadura
3º Volume : Zona 5 : Alentejo – Zona 6 : Algarve
Enc. editorial c/ sobrecapa ; 230 + 242 + 283 p. ; prof. il. ; 29cm
€ 285,00
Referência: 2512001
Sinopse: A Arquitectura Popular em Portugal é uma obra seminal e o resultado de um inquérito realizado entre 1955 e 1960 pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos, que na época representava a profissão e que em 1978 deu lugar à Associação dos Arquitectos Portugueses. A primeira edição, em dois volumes, foi publicada em 1961.
O projeto de levantamento
Iniciativa: O projeto foi idealizado pelo arquiteto
Francisco Keil do Amaral no Sindicato Nacional dos Arquitectos.
Objetivo: Realizar um estudo exaustivo e documentado sobre
as construções tradicionais em Portugal para preservar o seu conhecimento, que
se encontrava ameaçado pelo progresso e pela destruição.
Método: Foi realizado um grande inquérito, onde equipas de
arquitetos percorreram o país para registar, através de fotografias, desenhos e
mapas, as tipologias construtivas de cada região.
A publicação
Primeira edição: A obra original, em dois volumes, foi
publicada em 1961 e 1962.
Conteúdo: Está profusamente ilustrada com fotografias,
plantas, cortes e mapas, organizados por zonas geográficas de estudo.
Arquitetos envolvidos: Entre os vários arquitetos que
contribuíram para o levantamento e publicação, destacam-se nomes como Francisco
Keil do Amaral, Fernando Távora e Celestino de Castro.
Legado da obra
Relevância: A obra é considerada uma referência essencial
para o estudo da arquitetura tradicional portuguesa, influenciando gerações de
arquitetos e investigadores.
Atualidade: Várias reedições têm sido publicadas ao longo
dos anos, mantendo a sua importância como documento histórico e cultural.







