05/04/2022
29/03/2022
Obra de Talha Dourada, Ensamblagem e Pintura na Cidade e na Diocese do Porto
Título: Obra de Talha Dourada, Ensamblagem e Pintura na
Cidade e na Diocese do Porto
Autor: Domingos de Pinho Brandão
Editor: Solivros de Portugal
Encadernação: Brochura
Dimensões: 24 cm x 17,5 cm
Estado de conservação: Bom
Volume I
Documentação Séculos XV a XVII
Nº de Páginas: 914
Ano: 1984 (Agosto)
Tiragem: 1500 exemplares
Ilustrações: As estampas II, III, VII. VIII, X, XII, XIII, XIV, XV, XX,
XXI, XXII, XXIII, XXIV, XXV, XXVI, XXVII, XXVIII, XXIX, XXX, XXXI, XLVIII, XLIX
foram feitas sobre fotografias de Teófilo Rego
Observações: O quadro da estampa X foi adquirido em Junho de 1984
pela Misericórdia do Porto
Volume II
Documentação de 1700 a 1 725
Nº de Páginas: 760
Ano: 1985 (Agosto)
Tiragem: 1500 exemplares
Volume III
Documentação: 1726 a 1750
Nº de Páginas: 618
Ano: Dezembro de 1 986
Tiragem : 1 000 exemplares
Volume IV
Documentação 1751 a 1775
Nº de Páginas: 414
Ano: Dezembro de 1987
Tiragem: 1 000 exemplares
Preço: 160,00 €
Referência: 2203003
Sinopse:
13/03/2022
A Morte Lenta
06/02/2022
Henrique Medina pintou o retrato de Dorian Gray
O retrato original de Dorian Gray, visto no início do filme (1945), foi pintado por Henrique Medina.
23/01/2022
Ciência da Motricidade Humana
Perspectiva Epistemológica em Piaget
Autor: Ubirajara Oro
Colecção: Epistemologia e Sociedade, sob a direcção de António Oliveira Cruz
Capa: Dorindo Carvalho
Ano: 1999
Editor: Instituto Piaget
Nº de páginas: 280
Dimensões: 23 cm x 15,5 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Como Novo
Preço: 10,00 €
Referência: 2201017
Sinopse: “Se hoje a Ciência é considerada um saber não renunciável, por forma privilegiada de inteligibilização da realidade, assim capaz de subsidiar a tomada de decisões para uma acção humana mais lúcida e responsável, frente a valores existenciais de repercussão tanto individual quanto social, e se a motricidade é um conteúdo indissociável da existência humana que se resolve sempre pelo agir, então, defendo a posição, segundo a qual a disciplina que constrói o conhecimento teórico e prático desse conteúdo merece um espaço próprio dentro do sistema geral das ciências, antes de mais, dada a sua relevância enquanto factor antropogénico. É precisamente isso o que, desde os idos tempos de escolar, com a originária noção de «educação física», a vivência da motricidade me vem dizendo. E é Piaget a confirmar, aliás com as garantias fornecidas pela ciência, que, não só a primeira condição constitutiva de um eu-sujeito é a acção sensório-motora referida ao corpo-próprio, mas também é a acção mediada pela motricidade a condição necessária da descentração conducente aos outros e ao mundo. Dizendo o óbvio, o corpo e a motricidade são as fundações da condição humana.”
A Saúde pela Argila
Autor: Robert Masson
Editor: Litexa Editora Portugal
Tradução: Ana Paula Ferreira Boavida
Capa: Henrique Dias
Ano: 1984
Nº de páginas: 152
Dimensões: 20,5 cm x 14 cm
Estado de conservação: Bom
Preço: 15,00 €
Referência: 2201016
Sinopse: Livro acessível, muito útil a todos que tenham interesse na utilização da argila, como produto natural, que faz maravilhas!! Ajuda numa utilização correta, com muito beneficio. Muito bom.
18/01/2022
Dicionário Básico da Construção
Autor: José Zurita Ruiz
Tradutor: Eduardo Olímpio
Editor: Plátano Edições Técnicas
Encadernação: Brochura
Nº. de páginas: 202 páginas
Dimensões: 22 cm x 15,5 cm
Estado de conservação: Bom
Preço: 18,00 €
Referência: 2201015
Últimos Dias de Hitler
Editor: Edições Aor
Edição: 1ª edição
Ano: MCMXLVII (1947)
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 308
Dimensões: 22 cm x 15 cm
Estado de conservação: Bom
Preço: 17,00 €
Referência: 2201013
Sinopse:
16/01/2022
Passeios pelo Porto
Autor: César Santos Silva
Prefácio: Guilhermina Rego
Revisão: M. J. Baltazar
Volume: Volume I
Grafismo: Maria Vilar
Foto da Capa: José Rui Correia
Encadernação: Brochura com badanas
Edição: 1ª edição
Ano: Dezembro de 2012
Editor: Cordão de Leitura
Nº de páginas: 200
Dimensões: 23 cm x 15 cm
Estado de conservação: Como Novo
Preço: 8.00 €
Referência: 2201012
O Grande Porto - Gondomar. Maia. Matosinhos. Valongo. Vila Nova de Gaia
Gondomar. Maia. Matosinhos. Valongo. Vila Nova de Gaia
Autor: Hélder Pacheco
Capa e Contracapa: Fotografia do autor
Fotografias: Do autor
Edição: 1ª edição
Ano: 1986
Editor: Editorial Presença
Encadernação: Brochura co badanas
Nº de páginas: 300
Dimensões: 25 cm 18,5 cm
Estado de conservação: Como novo
Preço: 20,00 €
Referência: 2201011
Sinopse:
História Íntima da Humanidade
Autor: Theodore Zeldin
Tradutor: Manuel Coelho
Capa: Fragmento de Les Dormeuses, de Gustave Coubert, Museu do Petit Palais, Paris
Ano: 1997 (Outubro)
Editor: Círculo de Leitores
Encadernação: Capa Dura
Nº de páginas: 276
Dimensões: 24,5 cm x 15 cm
Estado de conservação: Como Novo
Preço: 18,00 €
Referência: 2201010
Sinopse: Esta célebre investigação das emoções e relações humanas explica como as pessoas do presente e do passado têm escapado à solidão, ao medo, à falta de sentido da vida; como encontram novas paixões e aventuras e como podem evitar serem prisioneiras das suas memórias e erros.
Erros Meus, Fortuna Nossa: da Falha como Acerto
Cultura, Espaço & Memória
Directora: Amélia Polónia
Foto da Capa: Fuselog
Tiragem: 500 exemplares
Periocidade: Anual
Ano: 2008 (Dezembro)
Editor: CITCEM
Nº de páginas: 436
Dimensões: 24 cm x 17 cm
Encadernação: Brochura
Estado de conservação: Como Novo
Preço: 20,00 €
Referência: 2201009
Sinopse: "John Greenfield, Celina Silva, Francisco Topa e Maria João Reynaud coordenam mais um dossier temático da CEM — cultura, espaço e memória: «Erros Meus, Fortuna Nossa: da Falha como Acerto». Este repto partiu de um Grupo de Investigação do CITCEM, «Memória, Literatura e Diálogos Internacionais», constituído por investigadores da área dos estudos literários e culturais, vocacionado para desenvolver projetos que partem de uma perspetiva multidisciplinar e transnacional, em que particularmente se debate o papel desempenhado pela cultura e pela literatura, em diferentes contextos. O tema do dos-sier que agora se publica na CEM 9, o mesmo do VII Encontro do CITCEM, projeta-nos para desafios que totalmente incluem, mas em tudo transcendem, esses particulares desa-fios e vocações. Os Encontros anuais do CITCEM têm prosseguido, desde a sua criação, uma tripla missão: suscitar olhares transdisciplinares, capazes de acolher contributos de todos os seus Grupos de Investigação, abrir vias de diálogo com outras áreas disciplinares, no âmbito, ou externas aos domínios das Ciências Sociais e das Humanidades e incluir a participação de individualidades externas ao universo académico, capazes de consubstanciar a tão dese-jada e necessária articulação entre a Academia e a Sociedade. O VII Encontro do CITCEM e o dossier temático que reúne muitas das suas contri-buições, no volume extenso e tematicamente diversificado que constitui a CEM 9, não são exceção, e dessa regra resultaram os contributos agora publicamente disponíveis. «O Erro como Acerto...», no âmbito das indústrias farmacêuticas, da Física, da Arte, da História, da Filosofia, da Ética, da Literatura, são apenas algumas das áreas exploradas num número temático compilado e coordenado pela equipa acima mencionada. A secção «Vária» não poderia também deixar de ser mencionada, bem como a das «Notícias» ligadas às atividades do CITCEM, ainda que numa secção que se encontra também aberta ao envio de informações acerca de eventos, projetos e iniciativas externas de interesse no âmbito multidisciplinar em que o CITCEM e a sua Revista se inserem. Pela negativa (pois não só de vitórias se faz a História, desta revista também), a anotar a ausência de submissão de «Recensões Críticas», em tempos em que a atividade académica, de tão envolvente e exigente, deixa pouco tempo para a elaboração de notas de leitura e aná-lises sistematizadas que permitam a partilha de novas aquisições aduzidas pela literatura científica dada ao prelo. Fica o repto, para seniores e juniores investigadores, para que a pró-xima revista possa ver preenchida, de forma substantiva, esta secção. EDITORIAL
6CEM N.º 9/ Cultura,ESPAÇO & MEMÓRIAJá a «Vária» traz
contributos de ponta, mesmo em áreas em que se duvidava que alguma nova
aquisição ou novidade pudesse ser apresentada. O artigo, conjunto, de Saul
António Gomes, João António Portugal e António Silva-Araújo provam-no. Deixa-se
ao leitor o fas-cínio dessa descoberta, no artigo intitulado «Uma matriz
sigilar real portuguesa do século XV». Não menos desafiantes são os contributos
de Gabriela Magalhães e de Celina Silva nesta mesma secção. Como de desafios,
descobertas e novos contributos se faz a ciência, fica o repto para o envio de
artigos convergentes com as temáticas dos próximos números da CEM, já
divul-gados nos respetivos call for papers para 2019 e 2020, ano em que se
espera inaugurar a periodicidade semestral da Revista.Os temas que mobilizam os
números dos primeiro e segundo semestres de 2020, correspondentes,
respetivamente, às CEM 10 — «Imagem em Movimento e Cultura Visual»
(http://www.citcem.org/noticia/88) e CEM 11 — «Paisagens Patrimoniais»
(http://www.citcem.org/noticia/101) deverão ser por si só atrativos o
suficiente para cativar a atenção do leitor. Uma palavra final de reiterados
agradecimentos é devida a todos os que tornaram pos-sível a edição da CEM 9,
incluindo os membros do seu Conselho Consultivo, os autores, os especialistas
que viabilizaram as tarefas de avaliação científica de cada artigo, os
coordena-dores do presente volume, a Biblioteca Central da Faculdade de Letras
da Universidade do Porto e os bolseiros de Investigação e de Gestão de Ciência
e Tecnologia do CITCEM. Amélia Polónia(Coordenadora Científica do CITCEM)"
Virgínia Moura Mulher de Abril Álbum de Memórias
Autor: Virgínia Moura
Capa e Arranjo Gráfico: José Serrão
Editor: Editorial Avante, S.A.
Ano: 2015
Encadernação: Brochura com badanas
Nº. de páginas: 180
Dimensões: 21 cm x 14 cm
Estado de conservação: Como novo
Preço: 10,00 €
Referência: 2201008
Sinopse: "Virgínia Moura foi uma lutadora incansável pela liberdade e a democracia, uma corajosa combatente contra o fascismo. Ingressou no Partido Comunista Português ainda como estudante universitária, na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.
Presente nas lutas estudantis, na solidariedade com os
republicanos espanhóis perseguidos por Franco durante a Guerra Civil, na
constituição dos movimentos de unidade antifascista, como o MUNAF, o MUD e o
MND, nas candidaturas presidenciais de Norton de Matos, Ruy Luís Gomes, Arlindo
Vicente e Humberto Delgado, nas candidaturas da Oposição Democrática às
«eleições» para a Assembleia Nacional fascista, no apoio à libertação dos povos
das colónias, nas lutas pela Paz, nas ações em defesa da emancipação da
mulher, e depois do 25 de Abril na construção e defesa do regime democrático,
Virgínia Moura esteve sempre ao lado dos trabalhadores nas suas lutas por
melhores condições de vida.
O livro Mulher de Abril – Álbum de Memórias é constituído por duas partes, a primeira por memórias da sua vida e luta contadas na primeira pessoa, a segunda por textos da sua autoria, entre artigos e discursos, escritos entre 1936 e 1985, apresentando ainda dados biográficos e a reprodução de várias fotografias e documentos."
Virgínia Moura – Mulher de Abril
Porto Naçom de Falares
Naçom de Falares
Autor: Alfredo Mendes
Capa: Ideias Virtuais
Fotografia da capa: Amin Chaar
Editor: Âncora Editora
Edição: 2ª edição
Ano: Setembro de 2010
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 148
Dimensões: 23 cm x 15 cm
Estado de conservação: Como novo
Preço: 9,00 €
Referência: 2201007
A “Escola Portuense“
Autor: Pinharanda Gomes
Editor: Caixotim
Coleção: Caixotim Ensaio-Ideias
Edição: 1ª edição
Ano: 2005 (Novembro)
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 248
Dimensões: 22 cm x 14 cm
Estado de conservação: Como novo
Preço: 12,50 €
Referência: 2201006
Sinopse: Esta obra constitui um autêntico levantamento da importância que tiveram alguns pensadores portuenses no chamado movimento da "filosofia portuguesa".
A "Escola Portuense" é um movimento cultural,
literário e filosófico, que teve por núcleo geográfico a cidade do Porto e por
limites temporais os anos de 1850 e 1936, matriz de uma corrente criacionista,
cujo instante maior se identifica com a Renascença Portuguesa. Entenda-se ainda
"Escola Portuense" não como um exercício de regionalismo mas como o
termo que designa um fenómeno da cultura portuguesa que, através das mutações
geracionais, persiste qual desafio ao pensamento agente. (da contracapa).
Não Há Porto Sem Nó
Um ano de crónicas públicas sobre o Porto
Autor: Rui Moreira e Luís Costa
Editor: Fubu
Encadernação: Brochura
Nº de páginas: 210
Dimensões: 22 cm x 15,5 cm
Estado de conservação: Como Novo
Preço: 8,00 €
Referência: 2201005
Sinopse: Compilação de um ano de crónicas jornalísticas da autoria de Luis Costa e Rui Moreira escritas para o jornal "Público" tendo como fio conduto a cidade do Porto.
As Tascas do Porto
Autor: Raúl Simões Pinto
Fotografias: Gabriela Felício
Prefácio: Hélder Pacheco
Editor: Edições Afrontamento
Coleção: Guias/14
Ano: 2007 (Novembro)
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 260
Dimensões: 23,5 x 13 cm
Estado de conservação: Como Novo
Preço: 11,00 €
Referência: 2201004
Toponímia Feminina Portuense
Título: Toponímia Feminina Portuense
Autor: César Santos Silva
Prefácio: Joel Neto
Editor: Cordão de Leitura
Revisão: Ana Lemos
Grafismo: Margarida Macedo
Edição: 1ª edição
Ano: Junho de 2012
Encadernação: Brochura com badanas
Nº de páginas: 144
Estado de conservação: Como Novo
Preço: INDISPONÍVEL
Referência: 2201003
Sinopse: "Por entre as ruas, os becos, as escadas, as esquinas e travessas do Porto. É desta forma que César Santos Silva, ao longo de 146 topónimos, nos convida a explorar uma cidade que gosta das suas mulheres e as homenageia, perpetuando-as como parte si, nas suas artérias, nas suas veias. Mulheres que rezaram, pintaram, escreveram. Mulheres que traçaram planos indizíveis com crianças ao colo e projetaram, silenciosamente, um futuro. Mulheres que sonharam um homem, um deus, uma ideia. Elas também são as ruas do Porto, este Porto no feminino".
Excertos: O Porto faz parte do grupo muito restrito de cidades «no masculino". Nascemos «no» Porto. Vamos «ao» Porto. Aquilo é «do» Porto… E quando se concebeu uma estátua que representasse a cidade, a figura escolhida foi, obviamente, masculina: a do guerreiro «o Porto». São, com efeito, muito poucas as cidades mundiais que emparceiram com a urbe tripeira nesta exceção ao género toponímico feminino dominante. Curiosamente, uma boa parte dessas exceções corresponde a cidades-Estado (de que são exemplo o Mónaco, o Vaticano, o Dubai…), o que pareceria vir dar razão à popular e bairrista máxima de que «o Porto é uma nação!» Mas é claro que há também casos como o do Rio de Janeiro, do Montijo ou do Cairo…
Todavia, e não obstante esta sua particularidade
«masculina», a verdade é que a cidade sempre foi fortemente marcada pelo eterno
feminino. Desde logo, e já em época longínqua (ou lendária, se aceitarmos a
explicação da fantasiosa reconquista da cidade por uma armada de gascões em
988), o Porto foi consagrado à entidade feminina mais importante na devoção e
religiosidade católicas: a Virgem.
(…) A presença e a incontornável influência feminina na
cidade não se limita, contudo, à dimensão lendária. São múltiplos os exemplos
do seu protagonismo ao longo da história do Porto. A lista seria fastidiosa.
(…) Numa povoação que é conhecida por ser a «cidade do
trabalho», também as mulheres se evidenciaram, de diversos modos, no bulício
mercantil e artesanal do burgo. E se outros topónimos não houvesse, a
resistente calçada das carquejeiras aí está para nos recordar. Chegados ao
século XIX, e de um modo evidente ao longo do XX, as mulheres e o seu papel
ativo em múltiplas frentes da sociedade começam a ganhar nome e rosto. E o
Porto foi, não raras vezes, e apesar das resistências e dos convencionalismos,
uma cidade protagonista nessa afirmação e emancipação. Médicas, engenheiras,
artistas, políticas, investigadoras, professoras, beneméritas… um número muito
significativo de mulheres irá evidenciar-se e, por isso, muito justamente, ser
recordado na toponímia da cidade. É de tudo isto, e muito, muito mais, que nos
fala o livro que tem entre mãos. Ao longo das páginas seguintes deixe-se, pois,
conduzir pela mão e mestria do César Santos Silva, pelas ruas, vielas,
congostas, praças e escadas da cidade. Profundo conhecedor da história do Porto
e da sua toponímia, o autor é um guia esclarecido e esclarecedor. De A (que o
mesmo é dizer da Rua Adelaide Estrada) a Z (que neste caso é V, relativo à Rua
das Virtudes), César Santos Silva revela-nos 146 topónimos femininos do Porto.
Uma cidade escrita no masculino, mas que não renega a sua faceta feminina."
Joel Cleto, in Prefácio
15/01/2022
O Baixo Mondego nos Finais da Idade Média
Título: O Baixo Mondego nos Finais da Idade Média
Autora: Maria Helena da Cruz Coelho
Ano: 1989 (Março)
Encadernação: Brochura
Editor: Imprensa Nacional – Casa da Moeda
Capa: Francisco Macedo
Estado de conservação: Bom
VOLUME I
Nº de páginas: 730
Dimensões: 24 cm x 15 cm
Tiragem: 2000 exemplares
VOLUME II
Nº de páginas: 1044
Dimensões: 24 cm x 15 cm
Tiragem: 2000 exemplares
Preço: INDISPONÍVEL
Referência: 2201001
Sinopse: "Esta obra dá-nos a conhecer, numa ótica regional, as estruturas agrárias dos finais da Idade Média, desde a ocupação e exploração do espaço às relações de poder e domínio que sobre ele se estabelecem. Divide-se este trabalho em cinco grandes capítulos: a terra e os homens; economia senhorial: propriedade e atividades produtivas; economia senhorial: renda e circulação de bens; estrutura e níveis do poder; os camponeses: resistências e quotidiano. A área escolhida, caracterizada pela dualidade entre terras do campo e do monte, e marcada pelo curso do Mondego, é eminentemente rural, polarizada pelo centro urbano de Coimbra e o porto marítimo-fluvial de Montemor. A margem direita do rio foi repovoada sistematicamente após a conquista de Coimbra, em 1064, e por todo o século XII, mas só na centúria seguinte se colonizou grande parte da outra margem. Os potentados eclesiásticos, onde se destacam sobremaneira os crúzios e os cónegos da Sé de Coimbra, apoiaram e dirigiram os homens para empreendimentos de arroteamento em florestas, mas sobretudo em áreas pantanosas; mercê desse apoio, novos aglomerados populacionais foram surgindo, sancionados pelos aforamentos coletivos que os senhores lhes concediam. Fatores vários quebram a dinâmica expansionista de Duzentos e por todo o espaço surgem as terras ermas e despovoadas. Não ficou porém paralisada a economia senhorial, e, com altos e baixos, a crise é enfrentada. Se a depressão é particularmente aguda nos anos de 1350 a 1390, justamente nesse período cresce o arroteamento destinado à vinha, e nos finais do século muitas terras estão de novo a ser postas em cultura, como, por outro lado, se incrementa a pastorícia, avolumando-se as questões sobre os terrenos de pastagens. A política contratual dos senhores tende a incentivar o reaproveitamento dos seus domínios, se bem que a globalidade das suas rendas deva ter sofrido baixas que os mesmos procuraram minorar com novos foros e exações. A nível do poder, enfrentam-se o rei, senhores e concelhos, já que nem sempre os seus interesses coincidem, antes, no geral, se chocam neste conflituoso mas dinâmico evoluir ao longo dos séculos XIV e XV. O campesinato sofria, pois, as contradições deste processo e tentava reagir movimentando-se então para alcançar novos réditos, para além dos da sua exploração familiar (que muitas vezes não lhes bastavam), e afirmava a sua recusa aos «maus usos» senhoriais, escudado na carta de foral e na crescente consciencialização dos seus direitos e deveres que a vida gerida em comunidade lhes outorgava. A autora, baseada em documentação inédita e na maior parte desconhecida, chega a conclusões do maior interesse e da mais alta relevância para a história regional dos séculos XIV e XV, com possibilidades de generalização, em muitos casos, por todo o País. A bibliografia utilizada é vasta, com abundante recurso a obras estrangeiras, o que permite à autora frequentes comparações com temas já estudados e comprovados nos países da Península Ibérica, na França e na Itália. Este aspeto comparativo alarga ainda mais o âmbito das conclusões apresentadas, conferindo a este trabalho uma utilidade internacional."
Descrição: Tese
de doutoramento em Letras (História da Idade Média) apresentada à Faculdade de
Letras da Universidade de Coimbra

