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Edição:
Preço: 15,00 €
Tive o privilégio de ter conhecido pessoalmente o Sr. Èmile Henry no ano de 1975, que foi o fundador em 1954, da empresa Têxtil Nortenha, empresa esta que ainda existe.
Para quaisquer mais esclarecimentos adicionais que eventualmente possa ter interesse, podem contactar para o CANTO III.
Contexto Artístico: O Estilo: As aguarelas de Cruz são reconhecidas pelas suas "matizes escurecidas" e "paisagens enevoadas", captando a humidade e o mistério característicos do Porto sem necessidade de títulos descritivos.
Cinema: O título da obra coincide com o do documentário de Manoel de Oliveira (1956), que explorou precisamente a relação contemplativa entre o pintor e a sua cidade natal.
A relação da artista com o Douro é central na sua carreira,
tendo resultado em publicações e coleções editadas pelo Museu do Douro:
Livro "O Douro de Gracinda Marques" (2002): Uma
edição comemorativa de homenagem a José António Rosas, com textos de Luís
Valente de Oliveira e A. M. Pires Cabral, e fotografias de Egídio Santos.
"Por onde ando, o Douro de Gracinda Marques"
(2019): Catálogo de exposição que sintetiza uma viagem de 40 anos pela região,
com coordenação de Fernando Seara."
O livro traça cronologicamente seu impacto nesse campo, começando com seu trabalho na Galícia durante a década de 1930, passando por sua prolífica atividade em Buenos Aires durante seu exílio e culminando com seu trabalho gráfico durante seu retorno ao país.
As músicas do LP Cantigas do Maio, de José Afonso, lançado em 1971, são as seguintes:
"Senhor Arcanjo"
"Cantigas do Maio"
"Milho Verde"
"Cantar Alentejano"
"Grândola, Vila Morena"
"Maio, Maduro Maio"
"Ronda das Mafarricas"
"Mulher da Erva"
"Coro da Primavera"
O LP de 1970 Traz Outro Amigo Também, do cantor e compositor José Afonso, reúne as músicas seguintes:
TRAZ OUTRO AMIGO TAMBÉM
"Traz Outro Amigo Também"
"Maria Faia"
"Canto Moço"
"Epígrafe Para a Arte de Furtar"
"Moda do Entrudo"
"Os Castelos"
"O Que Faz Falta"
"Canção do Desterro"
"Qualquer Dia"
"Que Amor Não Me Engana"
"Cantiga da Liberdade"
O LP Enquanto Há Força, de José Afonso, editado em 1978, inclui as seguintes músicas:
ENQUANTO HÁ FORÇA
Enquanto Há Força
Há uma Música do Povo
Perdidos na Noite
Certos Companheiros
Paz, Pão, Liberdade
É Para Ti
Elegia
O País Vai de Carrinho
Amanhã
As respostas
O LP Cantares do Andarilho, de José Afonso (1968), inclui as seguintes músicas:
"Natal dos Simples"
"Balada do Sino"
"Resineiro Engraçado" (tema popular da Beira Alta)
"Canção de Embalar"
"O Cavaleiro e o Anjo"
"Saudadinha" (tema popular dos Açores)
"Tecto na Montanha"
"Endechas a Bárbara Escrava" (letra de Luís de Camões)
"Chamaram-me Cigano"
"Senhora do Almortão" (tema popular da Beira Alta)
"Vejam Bem"
"Cantares do Andarilho" (letra de António Quadros)
O LP Contos Velhos Rumos Novos, de José Afonso, foi lançado em 1969 e inclui as seguintes faixas:


As músicas do LP Fura Fura, de José Afonso, lançado em 1979, são as seguintes:
Quanto é Doce
As Sete Mulheres do Minho
O Cabral Fugiu para Espanha
De Quem Foi a Traição
Quem Diz Que Pela Rainha
Na Catedral de Lisboa
Achêgate a Mim
Maruxa (Cantar Galego)
Senhora que o Velho
De Sal de Linguagem Feita
De Não Saber o Que Me Espera
Fura Fura
Grande parte das canções foram compostas para as peças de teatro de dois importantes grupos portugueses da época, A Barraca e A Comuna – Teatro de Pesquisa. Os Trovante participaram na direção musical e nos arranjos de algumas faixas.
O álbum de José Afonso, Coro dos Tribunais, foi lançado em 1974 (embora algumas fontes indiquem 1975) e é composto por 11 faixas. A gravação foi realizada em Londres com arranjos de Fausto Bordalo Dias.
llista de músicas:
"Coro dos Tribunais" (introdução)
"O Homem Voltou"
"Ailé! Ailé!"
"Não Seremos Pais Incógnitos"
"O Que Faz Falta"
"Lá no Xepangara"
"Eu Marchava de Dia e de Noite"
"Enquanto Há Força"
"Só Ouve o Brado da Terra"
"A Presença das Formigas"
"Coro dos Tribunais" (final)
A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) iniciou a classificação da obra fonográfica do músico, por considerar que representa “valor cultural de significado para a Nação”. De acordo com o anúncio então publicado em Diário da República, foi determinada a abertura do procedimento de classificação de um conjunto de 30 fonogramas da autoria do compositor e intérprete José Afonso, bem como de 18 cópias digitais de masters de produção de um conjunto de cassetes gravadas pelo autor e de um conjunto de entrevistas.
Preço: 20.00 € cada LP - Discos de vinil novos
10,00 € cada CD - Cd's novos
Referência: 2510005
Resumo e Conteúdo: A biografia traça a vida pública excecionalmente longa de Churchill, que abrange cerca de três quartos de um século, desde a era vitoriana até à Guerra Fria. A obra destaca-se por não apresentar uma visão unidimensional do líder britânico, abordando tanto as suas ações espetaculares e intuições brilhantes como os seus fracassos retumbantes e erros irreparáveis.
Bédarida analisa a personalidade multifacetada de Churchill — simultaneamente romântico e realista, jornalista, escritor, político e chefe de guerra implacável — e a sua influência duradoura na política e na definição do conceito de Ocidente.
Críticas: A obra é amplamente considerada uma das melhores biografias de Winston Churchill, elogiada pela sua profundidade e rigor histórico. Críticos e leitores descrevem-na como uma obra apaixonante que consegue ser simultaneamente rigorosa e empolgante, capturando as contradições da imensa personalidade de Churchill. O livro oferece uma visão de conjunto do antigo Primeiro-Ministro britânico, essencial para compreender a sua vida e o seu impacto no mundo contemporâneo.
A obra aborda o tema da Defesa Nacional na sequência da
"nova desordem mundial" que se estabeleceu após o fim da Guerra Fria
e eventos como os ataques de 11 de setembro de 2001. Nuno Rogeiro, um conhecido
analista político e comentador, explora como as estruturas de segurança e
defesa tradicionais tiveram de se adaptar a novos desafios, incluindo o
terrorismo global, as missões de manutenção da paz da ONU e outras organizações
de cooperação, segurança e defesa, e as implicações estratégicas da
globalização.
O livro é frequentemente referenciado em estudos e teses
académicas sobre estratégia militar e relações internacionais em Portugal,
indicando a sua relevância na área."
Sobre a Obra: Conteúdo: Cartas pessoais, muitas delas inéditas na época da publicação, detalhando pensamentos e sentimentos de Nietzsche.
Contexto: Inclui correspondência de 1863, quando ele era jovem e estudava em Pforta, sentindo falta da família.
Formato: Edições incluem fotos e introduções, como a de A. Vieira D'Areia, explorando a vida do filósofo.
Temática: Revela os "despojos" da sua juventude e o início do seu pensamento, antes das suas grandes obras filosóficas, como "O Nascimento da Tragédia", que aborda a filosofia grega e a arte.
A obra discute a adolescência sob múltiplos aspetos, incluindo as suas caraterísticas como idade intermédia, a ação educativa que pode ser exercida sobre os jovens, e a ação que o próprio adolescente pode ter na sua formação. O autor procura inspirar os jovens a serem úteis, a realizarem-se e a afeiçoarem-se à realidade.
Detalhes da Publicação: O livro é uma obra de referência para o estudo de António Ferreira, um dos mais importantes humanistas portugueses, conhecido pela sua tragédia A Castro.
A obra foca-se na vida e no
contexto histórico (1528-1569) em que António Ferreira viveu e produziu a sua
obra literária.
Conteúdo: A obra reúne artigos e ensaios escritos pelo autor
desde 1938, explorando temas relacionados ao humanismo e à busca por uma
sociedade mais justa e equilibrada.
Temática: Aborda aspetos culturais, sociais e filosóficos, refletindo sobre a necessidade de um novo humanismo que valorize a dignidade humana.
CONTEÚDOS:
I – Princípios
II – Acordes
III – Harmonia a 4 partes
IV – Mudança de posição e troca de
notas
V – Ornamentos
VI – Cadências
VII – Marchas harmónicas
VIII – Modulações
IX – Quarteto para vozes
X – Harmonização
XI – Harmonia dissonante
XII – Acordes de 7ª de sensível
XIII – Acordes de 9ª da dominante
XIV – Harmonia dissonante
artificial
XV – Retardos
XVI – Alterações cromáticas
XVII — Pedal
XVIII – Harmonia moderna
Dimensões: 9 cm x 10,8 cm x 5 cm
Preço: 125,00 €
Referência: 2602014
Notas: Os mochos (e corujas, no geral) são símbolos culturais
profundos e antigos, carregando significados que oscilam entre a sabedoria
máxima e o agouro. A sua representação varia muito dependendo da cultura, da
época e do contexto, mas são quase sempre associados ao mistério, ao
conhecimento oculto e à noite.
Principais simbolismos dos mochos na cultura:
Símbolo de Sabedoria e Conhecimento: A associação mais comum
vem da mitologia grega, onde o mocho era o companheiro de Atena (Minerva para
os romanos), a deusa da sabedoria, da inteligência e das artes. Por isso, o
mocho representa a capacidade de "ver o que os outros não veem"
(visão noturna), o conhecimento profundo e a filosofia.
Emblema Académico: Devido à ligação com Atena, o mocho é
frequentemente utilizado como símbolo em faculdades (como Filosofia e
Geologia), universidades e até nas áreas de Matemática, representando a busca
pela verdade e pelo saber.
Guardião dos Segredos e Intuição: Devido à sua visão noturna
excecional, o mocho é considerado no esoterismo um guardião dos segredos, da
clarividência e um guia para explorar o desconhecido.
Amuleto de Boa Sorte (em Portugal): Em Portugal, observar um
mocho perto de casa é, por vezes, interpretado como um sinal de boa sorte,
proteção e prenúncio de boas notícias.
Símbolo de Agouro (Crença Popular): Por outro lado, a sua
natureza noturna e som lúgubre levaram a superstições antigas, onde o piar do
mocho era associado à morte, doença ou azar, uma herança de tradições populares
antigas.
Representação Cultural (A "Coruja de Minerva"): O
filósofo Hegel utilizou a "coruja de Minerva" para dizer que a
filosofia só compreende o sentido da história quando ela já passou (a coruja
levanta voo ao anoitecer), reforçando o seu papel como símbolo de reflexão.
Em resumo, o mocho é um símbolo ambivalente: é o sábio conselheiro para uns e o misterioso observador noturno associado ao oculto para outros.
Conteúdo e Estrutura da Obra: O volume possui cerca de 400 páginas e está organizado em 33 capítulos que abordam questões religiosas, políticas e sociais do período medieval. Pimenta utiliza uma abordagem crítica e polémica para revisitar factos históricos, focando-se em:
Identidade e Geografia: Discussões sobre o termo de Braga em
572 e o uso da palavra "Hispania" em documentos medievais.
Figuras Históricas: Análises sobre D. Teresa e Fernando
Peres de Trava, e os cargos na corte de D. Afonso Henriques.
Instituições: Estudos sobre a catedral moçárabe de Coimbra
no século XI.
Historiografia: Anotações críticas ao quarto volume da
História de Portugal de Gonzaga de Azevedo.
Sobre o Autor: Alfredo Pimenta (1882–1950)
Alfredo Pimenta foi uma figura complexa da cultura
portuguesa da primeira metade do século XX.
Perfil: Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi
historiador, arquivista, ensaísta e político.
Carreira: Foi diretor do Arquivo Nacional da Torre do Tombo
(1949-1950) e o primeiro diretor do Arquivo Municipal de Guimarães, que hoje
ostenta o seu nome.
Ideologia: Embora tenha começado como republicano,
tornou-se um fervoroso monárquico e apoiante do regime de Salazar, sendo
conhecido pelo seu estilo.
Principais Aspetos da Obra: Contexto e Objetivo: Publicada originalmente em francês, a obra foi escrita para promover a restauração da Ordem Dominicana, focando na figura de Domingos como um exemplo de pregador e pregador da verdade.
Narrativa: Lacordaire aborda a juventude de Domingos, a sua
visão sobre a Ordem, o apostolado na França, a fundação do convento de
Prouille, a Guerra dos Albigenses, o encontro com São Francisco de Assis, a
aprovação da Ordem pelo Papa Inocêncio III e a sua morte.
Conteúdo Detalhado: A biografia inclui pormenores sobre as
viagens de Domingos a Roma, o estabelecimento das regras da Ordem, a devoção ao
Rosário, e a dispersão dos primeiros frades pela Europa.
Importância Histórica: A obra destaca a importância de S.
Domingos na Igreja Católica e a sua influência duradoura desde o século XIII.
A obra foi traduzida para português e continua a ser uma
referência para entender a vida de São Domingos e o carisma da Ordem dos
Pregadores.